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Goiás

Advogada questiona regra do TJ-GO sobre traje feminino

Reprodução/Instagram de Anabel Pitaluga

Uma advogada que enfrentou um pedido para ‘abaixar a saia’ ao entrar no Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) está questionando a regra que determinou essa exigência. Segundo ela, não deve haver julgamentos subjetivos sobre a vestimenta das pessoas no ambiente profissional.

De acordo com relatos, a profissional foi abordada na entrada do tribunal e orientada a ajustar sua saia para que estivesse em conformidade com uma norma interna. Essa situação gerou uma discussão sobre o quanto as regras podem interferir na liberdade e no respeito individual, especialmente quando envolvem critérios de vestuário.

A advogada, que prefere manter seu nome preservado por enquanto, enfatiza que a avaliação do traje não pode ser baseada em opiniões pessoais, mas sim em diretrizes claras e objetivas. Ela destaca que seu modo de vestir não compromete seu desempenho ou respeito no ambiente jurídico.

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Especialistas em direito apontam que o controle sobre o vestuário em órgãos públicos deve ser equilibrado, evitando interpretações que possam resultar em discriminação ou constrangimento. O caso levanta uma reflexão sobre as fronteiras entre o profissional e o pessoal e as normas impostas por instituições.

O TJ-GO ainda não se posicionou oficialmente sobre o ocorrido, mas o debate segue aberto entre advogados, servidores e demais membros da comunidade jurídica, que buscam garantir um ambiente respeitoso para todos.

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