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A Netflix está preparada para enfrentar Disney+?

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Pesquisa indica que apenas 7% dos assinantes cancelariam a conta na Netflix para assinar o serviço ainda a ser lançado da Disney

Netflix: empresa terá concorrência da Disney em breve (Jaap Arriens/NurPhoto/Getty Images)

A Netflix está bem posicionada para enfrentar a ameaça do serviço de streaming Disney+, segundo o banco de investimentos Piper Jaffray.

“Novos concorrentes em um mercado em crescimento não devem ser um fenômeno surpreendente”, e os investidores podem estar confiantes de que o maior serviço de streaming do mundo será capaz de enfrentar a concorrência, disse Michael Olson em relatório aos clientes nesta segunda-feira, reiterando sua recomendação de compra para a ação. “Até agora, a Netflix tem sido relativamente à prova de balas.”

Citando pesquisas da própria empresa, Olson identificou que o lançamento de um serviço de streaming pela Disney não resultaria em uma rotatividade substancial de assinantes. Segundo uma pesquisa com mais de 1,5 mil usuários da Netflix nos Estados Unidos, apenas 7% disseram que cancelariam sua conta da Netflix para assinar o serviço ainda a ser lançado da Disney. E Olson acredita que esse número exagera o total de assinantes que realmente cancelariam.

“Geralmente, constatamos que uma porcentagem maior de assinantes diz que cancelará certos serviços do que a porcentagem que realmente faz isso”, escreveu.

O anúncio da Disney em 8 de novembro sobre o lançamento de um serviço de streaming reduziu em US$ 8 bilhões o valor de mercado da Netflix na época, mas as ações subiram desde então e agora acumulam alta de 8,4%.

 

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São Francisco se posiciona contra uso de identificação facial pelo governo

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A cidade de São Francisco votou por impedir que o governo utilize dessa tecnologia em seu território

Reconhecimento facial: São Francisco se opõe à decisão nacional (Getty/Getty Images)

São Paulo – A cidade de São Francisco, na Califórnia, acaba de se tornar a primeira cidade dos Estados Unidos a banir o uso de reconhecimento facial por serviços do governo. A medida foi votada pelo conselho da cidade, e teve 8 votos favoráveis contra 1 voto contra.

A tecnologia utilizada para reconhecimento facial é feita através de algoritmos que, por meio de uma foto ou imagem em vídeo, comparam o rosto humano com informações disponibilizadas pelo sistema — que arquiva informações reunidas pelo governo. Essas fotos podem ser tiradas em áreas públicas, mesmo sem consentimento dos indivíduos.

Para Matt Cagle, membro da União Americana pelas Liberdades Civis, essa decisão representa um grande passo para São Francisco na questão de uma democracia justa. “Com esse voto, São Francisco declarou que a tecnologia de vigilância facial é incompatível com uma democracia saudável, e residentes merecem ter uma voz em decisões sobre a vigilância de alta tecnologia.”, disse Cagle para a BBC.

Apesar de essa tecnologia não ser utilizada pela polícia local e mais outros 53 departamentos, o Aeroporto Internacional de São Francisco e o Porto de São Francisco poderão utilizar o serviço, conforme previsto pela lei federal. Empresas privadas, bem como sistemas de segurança e celulares, também poderão fazer uso do reconhecimento facial.

Para que a medida seja oficialmente aprovada e assinada pela prefeita de São Francisco, London Breed, o conselho precisa votar novamente. Apesar do fato de que duas supervisoras estavam ausentes na primeira votação, o resultado final deve permanecer o mesmo. A medida deve entrar em vigor na próxima semana, após a segunda votação.

 

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Táxi aéreo elétrico realiza primeiro voo em Munique

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O avião tem alcance de 300 quilômetros, permitindo trajetos como o de Nova York a Boston

O primeiro jato de passageiros do mundo com decolagem e aterrissagem totalmente vertical e elétrica foi apresentado ao mercado após completar seu primeiro voo.

A startup alemã Lilium planeja ter uma frota da aeronave de cinco assentos – que pode operar com um piloto ou em modo drone – voando por cidades em todo o mundo até 2025. O serviço será cobrado por trajeto e não poluirá a atmosfera, com emissão zero de carbono. O jato é cinco vezes mais rápido do que um carro e produzirá menos ruído do que uma moto.

O avião tem alcance de 300 quilômetros, permitindo trajetos como o de Nova York a Boston. Um rápido voo entre o Aeroporto Internacional John F. Kennedy e Manhattan deve custar cerca de US$ 70 por passageiro, sendo mais barato do que um helicóptero e oferecendo preços competitivos em relação aos serviços de limusine mais caros, disse o diretor comercial da empresa, Remo Gerber, em entrevista.

Um protótipo em tamanho real e peso total decolou da base da Lilium, nos arredores de Munique, em 4 de maio, e iniciou testes de voo para garantir a aprovação regulatória, informou a empresa nesta quinta-feira. A aeronave é movida por 36 motores que giram após a decolagem para que o jato se desloque para a frente como um avião tradicional, usando apenas 10% da energia de drones multirotor com base na tecnologia de helicópteros. Essa economia, por sua vez, permite que a aeronave voe a mesma distância por 10 vezes, superando os problemas de alcance, considerados um grande obstáculo para os aviões elétricos.

 

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WhatsApp, Facebook e Instagram enfrentam instabilidade no Brasil

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