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Xiaomi pode lançar telefone com câmera de 48 megapixels em janeiro; saiba mais

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A Xiaomi pode voltar a esquentar a corrida pela melhor câmera de smartphone em breve. Um executivo da empresa publicou a imagem de um aparelho com uma câmera traseira com supostos 48 megapixels. Trata-se de uma resolução maior do que o recorde histórico da Nokia de 41 MP com o Lumia 1020 e o 808 PureView.

De acordo com a publicação do Engadget, a foto do smartphone foi publicada pelo próprio presidente da Xiaomi na rede social chinesa Weibo. Na imagem, é possível ver a inscrição 48MP câmera, acompanhado de um flash LED duplo e do sensor. É possível que o telefone tenha um grande “calombo” na parte traseira para abrigar os sensores, como acontecia nos telefones da Nokia.

Embora não seja o único fator que influencia na qualidade da câmera, um aparelho com uma grande resolução tende a apresentar algumas vantagens. A principal dela seria a capacidade de dar zoom digital sem perda de qualidade da imagem, o que é ótimo para quem prefere ter liberdade de edição ou quer fazer ampliações. Por fim, o aparelho pode contar com uma técnica que combina os pixels para obter condições melhores de luz, entre outras coisas.

Por enquanto, ainda não se sabe muito sobre o novo telefone da Xiaomi, além da confirmação que ele chegará em janeiro. Seja qual for a ficha técnica do modelo, a briga pelas melhores câmeras promete esquentar. Desde o fracasso da Nokia com o Windows Phone, as empresas têm preferido investir em melhorias periféricas das lentes ao invés de aumentar a sua resolução.

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Estas foram as principais buscas de 2018 no Google

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Copa do Mundo, Jair Bolsonaro, Sylvester Stallone e La Casa de Papel aparecem no ranking

(Leon Neal/Getty Images)

São Paulo – O Google divulgou nesta quarta-feira (12) a sua lista de termos mais pesquisados em 2018. A Copa do Mundo, as Eleições 2018 e o, agora, presidente eleito Jair Bolsonaro foram os assuntos que mais geraram pesquisas brasileiras.

A greve dos caminhoneiros também aparece no ranking de principais acontecimentos do ano que fizeram a população se voltar ao Google para descobrir mais informações sobre os desdobramentos do movimento que parou o país.

No entretenimento, o programa da Rede Globo “Big Brother Brasil” foi o líder de pesquisas, enquanto o ator mais buscado foi Sylvester Stallone, em razão de uma notícia falsa que falava de sua morte. Vale reforçar: Stallone está vivo.

La Casa de Papel foi o seriado com mais registros de pesquisas. Ele também foi o mais comentado no Facebook em 2018.

Em tecnologia, os smartphones mais procurados do ano foram o Motorola One (primeiro em parceria com o Google), o iPhone X, o Zenfone 5, da Asus, o Moto G6 e o Moto G5.

Veja as listas completas de termos mais pesquisados do ano no buscador do Google.

Buscas

Copa do Mundo
Big Brother Brasil
Eleições 2018
Jair Bolsonaro
Horário de Brasília
Greve dos caminhoneiros
Luiz Inácio Lula da Silva
Fernando Haddad
Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018
Stan Lee

Como fazer

Como fazer slime?
Como fazer figurinhas no Whatsapp?
Como fazer gasolina?
Como fazer crepioca?
Como fazer perguntas no Instagram?
Como fazer bacalhau?
Como fazer declaração de Imposto de Renda 2018?
Como fazer kefir?
Como fazer guacamole?
Como fazer pipoca doce?

O que é

O que é fascismo?
O que é intervenção militar?
O que é lúpulo?
O que é Ursal?
O que é Corpus Christi?
O que é chaira?
O que é afonia?
O que é momo?
O que é Encceja?
O que é tuberculose ganglionar?

Por quê?

Por que a guerra na Síria?
Por que votar no Bolsonaro?
Por que ou porque?
Por que não pode comer carne na Sexta-feira Santa?
Por que Ibrahimovic não foi convocado?
Por que não votar em Bolsonaro?
Por que Nadja foi expulsa de A Fazenda?
Por que a série Lúcifer foi cancelada?
Por que o Amoedo não participa dos debates?
Por que quarta-feira de Cinzas?

Acontecimentos

Copa do Mundo
Eleições 2018
Greve dos caminhoneiros
Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018
Campeonato brasileiro
Prisão do Lula
Horário de verão
Caso Vitória
Enem 2018
Julgamento do Lula

Celebridades

Sylvester Stallone
Pabllo Vittar
MC Loma
Meghan Markle
Roger Waters
Letícia Almeida
Douglas Sampaio
Tata Amaral
Cristiane Machado
Priscila Tossan

Séries

La Casa de Papel
Elite
Riverdale
Lucifer
The 100
O Mecanismo
The Good Doctor
3%
Westworld
Scandal

Programas de TV e novelas

Big Brother Brasil
Segundo Sol
O Outro Lado do Paraíso
Deus Salve o Rei
A Fazenda
O Tempo não Pára
The Voice Brasil
As Aventuras de Poliana
Orgulho e Paixão
Tempo de Amar

Tecnologia

Motorola One
iPhone X
Zenfone 5
Moto G6
Moto G5
Galaxy J7
Galaxy J4
Galaxy J5
Sarahah
iPhone 8 Plus

Esportistas

Kylian Mbappé
Philippe Coutinho
Henrique Dourado
Mohamed Salah
João Miranda
Roberto Firmino
Alisson Becker
Douglas Costa
Luka Modrić
Lyoto Machida

Times da série A

Flamengo
Palmeiras
Corinthians
São Paulo
Grêmio
Vasco da Gama
Cruzeiro
Santos
Internacional
Atlético Mineiro

Mortes

Stan Lee
Avicii
Mr. Catra
XXXTentacion
Marielle Franco
Nara Almeida
Vitória Gabrielly
Mac Miller
Eduardo Carneiro
Anthony Bourdain

Virou meme

Que Tiro Foi Esse
Fábio Assunção
É verdade esse bilhete
Jair Bolsonaro
Neymar Jr.
Copa do Mundo
Dia do Amigo
Lula
Pikachu
Akon

Filmes

A Freira
Deadpool 2
Pantera Negra
Vingadores: Guerra Infinita
Venom
Bohemian Rhapsody
Um Lugar Silencioso
Nasce uma Estrela
Os Incríveis 2
Cinquenta Tons de Liberdade

Música (Letras)

Era uma Vez
Que Tiro Foi Esse
Dona Maria
Vai Malandra
O Sol
Bohemian Rhapsody
Mostra Tua Força, Brasil
Notificação Preferida
Mulherão da Porra
Ousado Amor

Fonte: Portal Exame

 

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Viagens pedidas por apps em SP já superam em três vezes os táxis

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Diariamente, são 362,4 mil viagens, ante 112,9 mil feitas pelos carros com placas vermelhas

 

 

Viagens feitas por aplicativos de transporte na região metropolitana de São Paulo já é três vezes maior nas comparação com os táxis (Victor J. Blue/Getty Images)

São Paulo – Seja de casa para o trabalho, seja do clube para a escola, o número de viagens feitas por aplicativos de transporte na região metropolitana de São Paulo, como Uber, 99, Cabify e outros, já é três vezes maior nas comparação com os táxis. Diariamente, são 362,4 mil viagens, ante 112,9 mil feitas pelos carros com placas vermelhas. O dado, inédito, consta na Pesquisa Origem-Destino do Metrô.

O surgimento dos aplicativos, entretanto, não significou queda no uso dos táxis. Comparado com os dados de 2007, o total de viagens cresceu 24,5%. Naquele ano, eram 90,7 mil deslocamentos diários feitos pelos taxistas, que ainda não contavam com a opção de serem chamados também por aplicativos de celular.

Para o presidente do Sindicato dos Taxistas Autônomos de São Paulo, Natalício Bezerra, após o susto inicial que os novos modos de transporte surgiram, a categoria e os clientes se adaptaram. “Parte da população que começou a usar esses aplicativos viu que os motoristas não tinham a mesma qualificação do taxista. As autoridades sabem tudo do taxista, fiscalizam, o que não acontece com os aplicativos. Então, muita gente voltou para o táxi”, afirma. “Além disso, o táxi tem o preço fixo, enquanto esses aplicativos às vezes variam de preço”, argumenta.

Como os dados da pesquisa são preliminares, é correto afirmar, entretanto, que o uso tanto de aplicativos quanto o de táxi deve ser maior. Isso porque o dado já tabulado pelo Metrô é o do “principal modal”, ou seja, o principal meio de transporte na viagem.

Exemplo: se o usuário tomou um Uber até uma estação de metrô, e seguiu sobre trilhos, a viagem é contabilizada como “de metrô” e fica fora da conta. O mesmo vale se a ida até a estação foi de táxi. Somente quando a pesquisa for apresentada na íntegra é que o retrato contará essas viagens intermediárias.

No crescimento dos aplicativos, entretanto, além do valor – em geral menor do que o do táxi -, os usuários destacam a praticidade. Impossibilitada quatro anos atrás de dirigir em razão de multas de familiares no próprio carro, a advogada Carla Sampaio, de 35 anos, virou uma cliente assídua de aplicativos. Pelo menos cinco vezes por semana, ela se locomove dessa forma. “Nunca mais terei um carro na vida. Eu me recordo do nervoso que sentia no trânsito, parada, naquela aflição, se começa a chover com medo de alagar, de um ladrão atacar e levar a bolsa no banco. Sem falar no custo para manter, com impostos e estacionamento.”

Carla não somente trocou o próprio carro pelo aplicativo como convenceu o marido a fazer o mesmo. Nesta terça-feira, 11, ele vendeu o automóvel para fazer um teste. Pela primeira vez, a casa não terá carro na garagem. Para os deslocamentos, os dois vão usar, além dos apps, o táxi.

“O serviço melhorou com a concorrência. O atendimento e a cortesia são outros hoje. E também tem a facilidade de andar no corredor de ônibus. Nesse ponto, supera o app.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Barracos no WhatsApp: o surreal novo desafio político de Bolsonaro

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Vazamento da conversa de deputados do PSL sobre articulações na Câmara – à revelia de Rodrigo Maia – pode afetar a costura por apoios

Para um governo que foi eleito com ajuda do WhatsApp, nada mais natural que uma das grandes crises de seu partido, o PSL, venha também de dentro do aplicativo de mensagens.

É provável que ao longo desta sexta-feira, 7, as conversas do grupo de WhatsApp “Bancada PSL 2019” tenham novos desdobramentos com implicações que podem, inclusive, mudar os rumos das articulações do próximo governo.

As trocas de mensagens entre aliados de Jair Bolsonaro, reveladas pelo jornal O Globo, mostram que o presidente eleito pediu ao deputado Eduardo Bolsonaro que costurasse apoios na Câmara sem que isso irritasse o atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

“Ocorre que eu não preciso e nem posso ficar falando aos quatro cantos o que ando fazendo por ordem do presidente. Se eu botar a cara publicamente, o Maia pode acelerar as pautas bombas do futuro governo. Por isso, quem tem feito mais essa parte é o delegado Waldir no plenário e o Onyx via líderes partidários”, escreveu, em mensagem obtida pelo jornal O Globo.

O filho de Bolsonaro não dá detalhes de como as articulações poderiam desagradar Maia, mas uma possível interpretação é de que esteja sendo costurada uma candidatura em oposição à reeleição do presidente da Câmara. Inclusive, Eduardo Bolsonaro relata que se encontrou com o líder do PR, partido que deve lançar candidatura própria.

O tiro, portanto, saiu pela culatra. A informação circula pelos quatro cantos e isso pode levar a uma certa indisposição dos aliados de Maia com os articuladores do novo governo.

Essa história começou, na verdade, durante a madrugada de quinta-feira com uma discussão acalorada entre a deputada eleita Joice Hasselmann e o senador eleito Major Olímpio sobre a liderança do partido nas articulações com o governo.

Joice disse que articulação do partido está “abaixo da linha da miséria” e escreveu que está “fazendo o trabalho para melhorar o diálogo com os políticos”.

Olímpio retrucou dizendo que Jair Bolsonaro se reuniu com ele e com “o delegado Waldir (…) para ajustarmos a interlocução na Câmara e no Senado (…) Nenhum de nós pediu interlocutor para nos representar, ao contrário, se assim acontecer, será desconsideração conosco. Tanto Waldir quanto eu recebemos as orientações do presidente que deixou bem claro que não tem nada definido para liderança de nada e que o partido lutasse pelos espaços”.

Espaços esses mais estreitos com a divulgação de conchavos podem desagradar caciques como Maia — ou podem mostrar que os 47% dos deputados que se reelegeram têm uma enorme vantagem competitiva em relação aos novatos.

De um lado, esses conflitos internos do PSL podem virar pautas-bombas no colo do novo governo a menos de um mês da posse; de outro, podem fortalecer os parlamentares mais experientes, que farão de tudo para que o jogo do Congresso continue sendo jogado como sempre foi. É tudo que o novo governo não quer. Fonte-Portal Exame

 

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