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Você está com o metabolismo lento? A culpa pode ser destes 4 hábitos

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Entenda o que pode estar atrapalhando seu emagrecimento

Você está seguindo a dieta e praticando exercícios físicos, mas ainda assim não consegue emagrecer? A culpa pode ser do seu metabolismo. Da mesma forma que alguns alimentos podem acelerar o ritmo do nosso corpo, outros são responsáveis por deixá-lo mais lento, o que causa cansaço, desânimo e acúmulo de calorias – impedindo a perda de peso.

O primeiro passo para descobrir o que está atrasando seu organismo é fazer um teste clínico para intolerâncias alimentares e alterações hormonais. “Se seu corpo não digere algum alimento, ele vai ficar inflamado e desacelerar o metabolismo”, explica a nutricionista Andrezza Botelho, de São Paulo. É o caso do leite e do trigo para algumas pessoas – mas antes de cortar qualquer item do seu cardápio, consulte um médico.

Descartando doenças e desequilíbrios hormonais, você pode diminuir estes hábitos inimigos do metabolismo acelerado:

1. Adicionar açúcar em bebidas e receitas

açúcar proporciona um pico de energia quase instantâneo após o consumo, mas não se engane: a sensação dura pouco e ele logo se transforma em gordura. “Além de ser um agressor da mucosa, o açúcar fermenta no estômago e pode provocar estufamento e aumento das medidas”, ressalta Andrezza. Ele também causa compulsão: quanto mais você come, mais quer comer.

(Magone/Thinkstock/Getty Images)

Para acelerar o metabolismo, Andrezza sugere cortar o açúcar de adição, aquele que você coloca no cafezinho ou no suco. Alimentos que levam o ingrediente na composição, como iogurtes e granolas, devem ser consumidos com moderação: “Se no somatório do dia aquele açúcar em outros alimentos fizer a diferença, também é bom maneirar”.

2. Usar óleos em suas preparações

Não pense que só o óleo vegetal traz problemas. Se forem aquecidos além da conta, até mesmo os óleos saudáveis (como de gergelim, abacate e de coco) podem oxidar e atrasar o metabolismo. “No dia a dia, vale diminuir o consumo da gordura aparente, como a da carne vermelha”, indica Andrezza.

3. Consumir muitos produtos industrializados

No caso de alimentos industrializados, é importante ficar atentar aos rótulos. “O excesso de conservantes inflama o organismo, já que as células não sabem o que são esses ingredientes – elas só reconhecem vitaminas, minerais e proteínas”, diz a nutricionista. Quanto mais natural sua alimentação, melhor!

4. Dormir pouco

Não pense que só a comida é capaz de alterar o metabolismo, viu? Durante o sono, o organismo produz hormônios essenciais para o emagrecimento. “Você precisa dormir bem para manter o metabolismo acelerado”, indica Andrezza.

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Sandálias sucesso nos anos 90 estão de volta

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Ícones de sua época, as plataformas de borracha prometem retornar com tudo!

Já sabemos que a moda é cíclica. Basta olhar para as passarelas de qualquer semana de moda e ver o retorno de tendências que bombaram em décadas passadas. E foi entrando nessa onda de rememorar sucessos, que a marca Steve Madden trouxe de volta suas famosas sandálias plataformas de borracha.

A partir de uma parceria com a Urban Outfitters, as sandálias queridinhas dos anos 90 retornam em edição limitada, com duas opções de modelo. As versões em estilo “chinelo de dedo” custam 70 dólares (cerca de R$ 276) e estão disponíveis nas cores rosa chiclete, amarelo neon e preta. Já os modelos de tira reta saem por 60 dólares o par (aproximadamente R$ 236) e podem ser encontrados nas cores preto, laranja e prateado.

“Desde o princípio, as plataformas têm sido tudo para nós”, disse Madden no anúncio oficial. “Então percebemos que agora era o melhor momento para reinventar esses modelos.”

 (@stevemadden/Instagram)

 (@stevemadden/Instagram)

 (@stevemadden/Instagram)

 

 (@sisiliapiring/Instagram)

 

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As 5 dúvidas mais comuns sobre cuidado das unhas

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Alongamentos estragam a unha? Esmaltes escuros a enfraquecem? Saiba alguns mitos e verdades

Cuidar das unhas se tornou uma das principais rotinas da beleza feminina. Cada vez mais surgem tendências e novas colorações de esmaltes. Mas, além de acompanhar as novidades, é também essencial entender um pouco mais sobre a saúde das suas unhas.

Para saber quais são os mitos e verdades na área das unhas, a equipe de CLAUDIA conversou com as manicures Jay e Diana, especialistas do Espaço Soul, em São Paulo. Confira:

 (Amir Mukhtar/Getty Images)

Alongamentos estragam a unha?

MITO: Com a manutenção, cuidados corretos e não alergia aos componentes do processo, o alongamento não estraga as unhas naturais. Porém é importante cuidar e hidratar as unhas.

Alongamento em fibra de vidro é melhor do que o de gel?

MITO: Não necessariamente. Existem diversos tipos de alongamentos, como de acrílico, fibra de vidro, gel e tips. Você deve escolher o seu pensando no que irá se adaptar melhor à sua rotina e o que está dentro do seu orçamento.

Um fator que cria um diferencial entre os diferentes tipos é a troca de cor. O alongamento com fibra de vidro é resistente e tem a vantagem de suportar a acetona, facilitando a troca de esmalte em casa. Já o de gel é um pouco mais barato, porém corrói mais facilmente com acetona.

 (PeopleImages/Getty Images)

Tirar as cutículas com frequência prejudica as unhas?

VERDADE: “A cutícula é mesmo a proteção das unhas. Por isso, o ideal é sempre retirá-las superficialmente, mantendo um formato bonito sem prejudicá-las”, afirma Jay.

Uma dica para quem se incomoda com o rápido crescimento das peles é praticar uma rotina de cuidados cujo o principal foco é a hidratação. Os produtos que podem ser utilizados são as manteigas e os óleos específicos para as cutículas.

 (debbiehelbing/Getty Images)

Lavar muita louça prejudica as unhas?

VERDADE: O contato em excesso com a água pode estragar sua manicure. Isso porque a unha é feita de várias camadas de queratina (proteína) e a penetração excessiva de água pode deixar as camadas amolecidas.

Uma dica para evitar os problemas é usar luvas ao manipular produtos, aplicar hidratantes de mão e cutículas e reaplicar a top cot periodicamente.

 (mikroman6/Getty Images)

Esmalte escuro enfraquece as unhas?

MITO: A cor do esmalte não interfere na saúde das unhas. O que é verdade é que é interessante deixar as unhas sem esmalte de vez em quando, já que o excesso de produto pode deixá-las amareladas.

 

 

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Toxina botulínica pode ser usada em rugas, cicatrizes e diminuição de suor

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Ela vendo sendo utilizada há 30 anos para tratar rugas de expressão, melhorando o envelhecimento cutâneo

A toxina botulínica vendo sendo utilizada há 30 anos para tratar rugas de expressão, melhorando o envelhecimento cutâneo. A toxina botulínica neutraliza a ação da acetilcolina, que é um neuromodulador e relaxa a musculatura diminuindo a força das rugas de expressão. A aplicação é feita de forma superficial sem efeitos colaterais importantes.

A toxina botulínica também é usada para o tratamento da hiperidrose e, quando aplicada nas axilas, diminui a quantidade de suor por sete a oito meses.

No 14º World Congress of Cosmetic Dermatology – Lima 2019, foi enfatizado o potencial da toxina botulínica para o tratamento de alterações dermatológicas como rugas de expressão, excesso de suor, rosácea, hidrosadenite, desidrose, herpes simples, cicatrizes hipertróficas e queloides.

No caso de qualquer trauma na pele, como um corte cirúrgico, a toxina pode ser utilizada ao redor do mesmo para evitar a tensão excessiva no local. Além disso, a toxina botulínica pode ser aplicada nas cicatrizes espessas, vermelhas e doloridas, que são chamadas hipertróficas. A toxina botulínica pode ser injetada com agulhas delicadas dentro da cicatriz para diminuir a inflamação e a fibrose e, dessa forma, melhorar a aparência da mesma. São utilizadas cerca de 1 a 2 unidades de toxina botulínica para cada centímetro quadrado da cicatriz. Os resultados aparecem por volta de 15 dias após esta aplicação.

Esse tratamento pode ser realizado a cada 15 dias, de duas a quatro sessões para diminuir o tamanho das cicatrizes hipertróficas e também para o tratamento de queloides. A injeção da toxina botulínica nas cicatrizes é ligeiramente dolorosa.

O mecanismo de ação envolvido no tratamento das cicatrizes com toxina botulínica ainda não é totalmente esclarecido. A ação dessa substância é bastante ampla e age em receptores neuro-hormonais, modulando a inflamação. Também há referências de melhora do eritema da rosácea quando tratada com toxina botulínica.

A equipe da dra. Denise Steiner publicou um trabalho utilizando 10 unidades de cada lado do rosto de toxina botulínica para tratamento do flushing, com melhora significativa.

Enumeramos mais uma utilização interessante do uso da toxina botulínica para tratamento de cicatrizes hipertróficas e queloides.

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