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Veja mapa dos principais bloquinhos de carnaval da cidade

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Tem data, horário e lugar, tudo o que você precisa saber sobre os blocos de rua do carnaval deste ano. Localize-se e programe-se!

(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

Aqueçam os tambores, preparem a fantasia, o glitter e a alegria que o Carnaval vem aí. Apesar da cidade ter recebido vários bloquinhos ainda no pré-carnaval, a folia começa, oficialmente, nesta sexta-feira (9/2).

Para você se programar, acompanhe um mapa com  os principais blocos que vão unir foliões e agitar o feriado até a Quarta-feira de Cinzas. Veja o mapa abaixo:

 

O Correio usou como base as informações prestadas pelas assessorias de imprensa dos blocos de rua e de alterações anunciadas nos perfis oficiais de cada grupo no Facebook. Por causa do desabamento de parte do Eixão Sul, pode ser que haja mudanças nos endereços e horários de alguns bloquinhos da cidade.

 

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    Cultura

    Centro de Dança do DF muda gestão e abre inscrições para uso do espaço

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    Prédio reabre no próximo dia 22, sob administração exclusiva da Secretaria de Cultura. Inscrições estão abertas por ordem de chegada; veja como fazer.

    Karina Zambrana/Divulgação

    Reaberto há quase um ano, o Centro de Dança de Brasília passará por uma mudança de gestão neste mês. O espaço, que era gerido em parceria com uma organização social, será administrado exclusivamente pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal.

    O modelo de gestão compartilhada continua sendo adotado no Espaço Cultural Renato Russo. Com a mudança de governo, a casa da dança na capital ficará fechada até dia 21 de janeiro para limpeza e serviços de manutenção. As inscrições para utilizar o espaço, porém, já estão liberadas.

    Operário faz reforma no Centro de Dança do DF, reaberto em fevereiro de 2018 — Foto: Dênio Simões/Agência Brasília/Divulgação

    Operário faz reforma no Centro de Dança do DF, reaberto em fevereiro de 2018 — Foto: Dênio Simões/Agência Brasília/Divulgação

    Na prática, pouca coisa deve mudar no modelo de oferta, seleção e uso do Centro de Dança. Um dos objetivos da gestão compartilhada no princípio era, justamente, estabelecer um mapa a ser seguido.

    Para a ex-diretora do centro, Amanda Guedes, o modelo “funcionou muito bem”, com maior interação com o público, troca de ideias e necessidades, “menos burocratização e até mais liberdade financeira para trabalhar”.

    “Conseguimos fazer uma busca ativa de quem estuda e trabalha com dança no DF e trouxemos profissionais da periferia, das danças de rua, para movimentar o centro.”

    Demanda espontânea

    Por enquanto, a Secretaria de Cultura está recebendo projetos somente por demanda espontânea (a já conhecida “ordem de chegada”). Quem quiser experimentar o espaço no primeiro trimestre de 2019 deve enviar um formulário para o e-mail centro.danca.df@gmail.com ou entregá-lo presencialmente no protocolo central da secretaria, no anexo do Teatro Nacional.

    Sala de dança do Centro de Dança de Brasília — Foto: Renato Araújo/Agência Brasília/Divulgação

    Sala de dança do Centro de Dança de Brasília — Foto: Renato Araújo/Agência Brasília/Divulgação

    A pasta recomenda que os interessados enviem as propostas, no mínimo, 45 dias antes da data prevista para início das atividades. Aqueles que forem submetidos em prazo menor serão aceitos somente se houver equipe técnica disponível para análise e horários vagos.

    As atividades que prevêm cobraça de taxas, como oficinas, cursos e workshops, devem seguir o limite máximo de R$ 13 por hora-aula com finalidade formativa e de R$ 50 para apresentações artísticas.

    Aulas continuadas

    Um edital específico, segundo a Secretaria de Cultura, será lançado para selecionar projetos de aulas continuadas. No entanto, a data não foi divulgada.

    A expectativa é que o funcionamento seja semelhante ao do ano passado, com as aulas regulares (duas a três por semana) ao longo do ano. A mensalidade é definida pelos profissionais selecionados, em comum acordo com a secretaria.

    Letícia Medeiros e Fernanda Fernandes agradecem plateia após apresentação do espetáculo "Quitinete" no Centro de Dança de Brasília — Foto: Karina Zambrana/Divulgação

    Letícia Medeiros e Fernanda Fernandes agradecem plateia após apresentação do espetáculo “Quitinete” no Centro de Dança de Brasília — Foto: Karina Zambrana/Divulgação

    Em 2018, o Centro de Dança abriu sete turmas de balé, dança contemporânea, dança pernambucana, dança-teatro, dança para pessoas com deficiência e “dança, corpo e performance”. O valor mensal variou de R$ 150 a R$ 260.

    Processos criativos
    Até o ano passado, artistas e grupos puderam inscrever projetos de criação, pesquisa e ensaios em três oportunidades. Cada etapa correspondia a um módulo temático. A Secretaria de Cultura não havia informado, até a publicação desta reportagem, como o processo ocorrerá a partir de agora.

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    Cultura

    Mostra de cinema voltada ao público infanto-juvenil começa nesta terça

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    Brasileirinhos de cinema para crianças inicia nesta terça, no CCBB, e vai até o dia 27 de janeiro

    A produção ‘Tainá’ marcou a memória de muitos e agora poderá ser revista na mostra
    (foto: Divulgação/ObjetoSim Assessoria)

    A mostra Brasileirinhos de cinema para crianças abre as portas para o público a partir de terça (8/1). O evento voltado para a inserção cinematográfica ao público jovem (de 3 a 16 anos) promete levar verdadeiros clássicos à telona, como Sinfonia amazônica, primeira animação em longa-metragem do Brasil, assim como novas estreias do gênero, como Sobre rodas de Mauro D’Addio. Além daqueles filmes que marcaram a infância de vários adultos, tais como Castelo Rá-Tim-Bum e Tainá. No total, serão exibidos 33 películas entre curtas, médias e longas com o objetivo de fazer os jovens se apaixonarem pelo cinema.
    “A mostra foi criada com a necessidade de exibir clássicos do cinema nacional para o público infantil. As gerações mudam muito rápido e, às vezes, é fácil para uma obra ficar esquecida. Então, nosso objetivo era fazer esse resgate”, explica Luísa Berlitz, uma das curadoras desta edição do festival, que começa nesta terça (8/1) e vai até  27 de janeiro.
    “Escolhemos filmes de diversas épocas, a produção brasileira é forte. A gente conseguiu homenagear filmes com uma carreira, adaptados para públicos com necessidade especial. São sessões que têm  libras e outros recursos”, pontua Luísa, em referência as algumas sessões que contarão com legendas descritivas, audiodescrição e tradução em libras para os pequenos com necessidades especiais.
    Além dos filmes, estão programadas oficinas, brincadeiras e atividades educativas em relação aos filmes.

    O cineasta Renan Montenegro apresentará ‘O menino leão e a menina coruja’ nesta terça (8/1), a partir das 15h
    (foto: Divulgação/ObjetoSim Assessoria)

    Educação
    Um dos pontos chave da mostra é a apresentação da produção cinematográfica nacional por um prisma que vai além do entretenimento, e aposta no cinema como uma vertente pedagógica e de referência sociocultural. “A gente também vai homenagear os filmes que foram as primeiras animações. Então, a gente tentou trazer ícones, sejam longas ou curtas, que também têm produções de diversos estados, para também que as crianças possam perceber essas várias realidades bem diferentes que existem no cinema, a gente sente um pouco de falta dessa diversidade, e como mãe eu sei que às vezes minha filha não pode ser representada, nem sempre dá pra se identificar com uma princesa da Disney. A nossa preocupação era isso, que as crianças pudessem se identificar e trocar uma ideia sobre isso nos filmes”, defende Luísa.
    Opinião parecida tem o cineasta Renan Montenegro, que apresenta terça (8/1), a partir das 15h, a mais recente produção, o filme O menino leão e a menina coruja: “Eu acredito que o cinema seja um veículo de transmissão de conteúdo e formação de opinião muito forte. Eu mesmo aprendi muita coisa com o cinema quando era criança, desde contextos mais instrumentais até o ético e moral. Há também a questão cultural que o cinema tem muita pulsão, o cinema é uma ferramenta poderosa por envolver cênicas, música e mais”.
    O brasiliense aproveita para comentar como essa vertente pedagógica está presente no mais novo trabalho: “Esse filme foi feito com auxílio do FAC e é uma fábula que trata figuras animalescas com emoções humanas. O filme fala sobre bullying e respeito às diferenças. Então, a gente usou as figuras dos animais para mostrar os perfis das crianças. Esse filme já circulou bastante. Fomos à Índia, Romênia e Bolívia, e inclusive ganhou alguns prêmios no Festival de Cinema de Brasília  no ano passado”.
    Neste domingo, Montenegro também será o responsável por uma das oficinas do evento, a Oficina de Crítica e adianta um pouco do que planejou para as atividades: “Vamos passar uns dois ou três curtas que tenham dentro das suas estéticas questões que despertem a reflexão nas crianças. Eu sou um cara que  segue essa linha infantojuvenil e já adianto que existem vários projetos”.

    O filme ‘O castelo Rá-Tim-Bum’ é uma das atrações da programação
    (foto: Divulgação/ObjetoSim Assessoria)

    Padrão de qualidade
    Mais do que simplesmente levar as crianças para ver uma superprodução norte-americana em animação, Luísa defende que o cinema infantojuvenil tem uma complexidade maior, e entender como os pequenos lidam com esta forma de arte é fundamental para que a mensagem seja completamente entendida. “Na verdade, eu acho que existe uma padronização (nos filmes infantis) em relações a fatores mais amplos, como as questões técnicas. Por exemplo, a duração dos filmes, que internacionalmente pensa mais na consciência do adulto e não é para as crianças. Elas não têm uma capacidade de concentração por mais de uma hora. A gente tinha trabalho no festival de cinema dinamarquês há um tempo, e aprendemos muito com isso, e a questão da duração foi um foco nesta amostra”, argumenta.
    Nesse sentido, existiram sessões programadas para crianças em idade pré-escolar (3 a 7 anos); Brincante 1 (indicada a partir dos 3 anos) e Brincante 2 (recomendada a partir dos 5); Programa Cinefilinhos (a partir dos 8 anos ou mais); Sessão Sobre Rodas (a partir dos 10 anos) e Sessão Curtinha, com trilha sonora ao vivo.
    Produção nacional
    A mostra Brasileirinhos de cinema para crianças não caiu de paraquedas. Montenegro considera importante frisar o quanto o evento ocorre em associação a uma produção nacional de destaque para o público infantojuvenil: “Eu vejo que há uma crescente na produção geral. No caso do Brasil,  percebo que existem alguns produtos que merecem destaque por estarem sendo assistidos pelas crianças, mesmo com grande produção internacional como concorrência”.
    O cineasta ainda pontua a responsabilidade dos profissionais que trabalham neste gênero, afinal, fazem parte do futuro do público do cinema nacional: “É importante frisar a responsabilidade dos realizadores para fazer um conteúdo de qualidade para as crianças como enorme, porque a gente faz parte da formação desse público que será o futuro do país e do cinema”.
    Serviço
    Mostra Brasileirinhos de cinema para crianças
    CCBB (SCES, Tc. 2). Terça (8/1), a partir das 14h30, até o próximo 27 de janeiro (confira programação completa no site). Dia 8/1 – e as terças e quintas-feiras – as sessões serão gratuitas. Nas sessões de sexta-feira a domingo a entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). Classificação indicativa livre. Fonte: Portal Correio Braziliense
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    Cultura

    Game ‘Árida’ é uma aventura no sertão brasileiro

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    O jogo narra a história da personagem Cícera, contextualizada na Bahia do século 19

    Cena do jogo ‘Árida’: a intenção era dar voz aos anônimos do sertão brasileiro
    (foto: Aoca/Reprodução)

    Um dos principais games do primeiro trimestre de 2019 no Brasil é Árida. Transcorrida no sertão nordestino, a aventura se desloca por paisagens tomadas pela vegetação típica da caatinga — único bioma que só é encontrado no Brasil. Outro grande destaque é a presença de uma mulher negra no protagonismo, escolha importante em tempos de discussões acirradas sobre representatividade.
    No centro da narrativa ocorrida no semiárido brasileiro está Cícera. Ela vive na Bahia do século 19. Em suas missões, a jovem ajuda sertanejos locais a lidar com a seca. Para completá-las, transita por paisagens duras, mas deslumbrantes. A trilha sonora e outros recursos valorizam a arte regional e ajudam a contextualizar carregando elementos típicos.
    A princípio, o jogo retrataria o confronto travado em Canudos na década de 1890. A ideia chegou a caminhar. Os desenvolvedores contaram com contribuições de historiadores e visitaram a região para pesquisa de campo. Diante do potencial a ser explorado no sertão, os criadores decidiram construir uma história mais abrangente. A batalha, então, que estaria em destaque, passou a ser tangencial, assim como outros fatos históricos.
    “Queríamos tratar de temas locais. No Brasil, sempre consumimos muita coisa estrangeira. Valorizar essa identidade é um fator fundamental para nosso projeto”, conta Filipe Pereira, idealizador de Árida e diretor geral da produtora responsável pelo game, Aoca Game Lab. Entre as preocupações do designer de jogos baiano, estava a de não reforçar a ideia do sertão como um “lugar bárbaro”.
    A compacta equipe, com sete pessoas, começou ganhando repertório visual da vegetação a ser retratada. Queriam traduzir para o jogo sua beleza natural com boa dose de realismo. “Inicialmente, foi muito documental. Procuramos por produção bibliográfica. Fomos atrás de imagens, museus. Visitamos algumas vezes essas áreas”.
    Entretanto, ele explica que não comprometem a estética do jogo na tentativa de fazer uma reprodução idêntica. “Tivemos essa preocupação em fazer algo minimamente acurado, mas sem se ater demais a isso. Não é sobre a geologia do sertão”, pondera. Ele acrescenta que elementos fantásticos foram inseridos na história.
    Assim como o cenário de fundo, a escolha do protagonista não se deu por acaso. “Dentro da indústria de games, em que se vê o padrão de protagonistas, ter uma mulher negra como protagonista, é certamente uma ação consciente e política”, afirma, e completa, sem entregar o que está por vir, que o fato de ela ser mulher, além da justificativa “conceitual e política”, tem função narrativa.
    Representatividade à parte, Filipe Pereira acredita que o jogo pode ser um bom entretenimento para qualquer um — mesmo para quem não é do Brasil. Para os brasileiros, claro, chama a atenção ver o sertão retratado num game. Ele aposta na “estranheza” para conquistar o mercado internacional. “O primeiro impacto para quem é de fora é de estranheza por não ter familiaridade, não ter uma primeira resposta objetiva. Apesar de ter bioma que lembra o deserto em alguns aspectos, pouco ali é familiar aos estrangeiros. Apostamos na estranheza como nosso cartão de visita.”
    A estrutura narrativa é a mesma que outros jogos usam tradicionalmente. “Apenas estamos colocando nossa identidade ali”, diz o desenvolvedor. “Queríamos discutir estereótipos. Humanizar o processo, dar voz a anônimos do sertão”.
    O jogo levou dois anos para ficar pronto, e, em 2017, foi selecionado por edital da Agência Nacional do Cinema (Ancine), que investirá R$ 250 mil. Filipe Pereira acredita que o jogo pode ajudar a quebrar a concentração do mercado de games do eixo Rio-São Paulo, além de incentivar novos games. “Outros projetos passam a se espelhar na gente. É uma coisa social, vai além do jogo”.
    Árida será lançado dentro de algumas semanas, quando ficará disponível o primeiro episódio na plataforma de jogos Steam, para computadores. Estão previstos, ao todo, quatro episódios. Dois para este ano. A partir do segundo, a intenção é expandir o game para consoles. Fonte: Portal Correio Braziliense
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