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UnB oferece curso de defesa pessoal; comunidade externa pode participar

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Aula de defesa pessoal no Instituto Central de Ciências da Universidade de Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

Um curso de defesa pessoal que tem mobilizado estudantes e servidores da Universidade de Brasília (UnB) também está aberto a quem não é ligado à instituição.

Nas aulas, os alunos aprendem a se livrar de situações de risco e a sair do raio de ação de agressores. O grupo se reúne às quartas e sexta-feiras, das 12h às 13h30, no Instituto Central de Ciências (ICC).

As aulas são ministradas por Yvone Duarte, professora de defesa pessoal formada em serviço social com especialização em saúde mental, além de primeira brasileira a conseguir faixa preta no jiu-jítsu. Ela já foi professora da Academia de Polícia Militar de Brasília.

A professora diz que o projeto pretende combater violência física e emocional, além de fortalecer a autoconfiança e a autoestima.

Yvone Duarte, professora de defesa pessoal na UnB — Foto: TV Globo/Reprodução

“É uma tentativa de que as pessoas consigam ter recurso para se defender numa tentativa de ataque. Geralmente, quem te ataca é uma pessoa covarde, mais alta, mais forte e que te ataca por trás”, afirma.

“Não é para substituir o papel de quem está se defendendo pelo de agressor. Estamos tentando impedir a violência do outro.”

Aula de defesa pessoal no Instituto Central de Ciências da Universidade de Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

“A aula não te ensina a reagir, mas a saber como agir em uma reação adversa”, diz o estudante de direito Ítalo Daltio, um dos 42 alunos da aula.

Para a diretora de Diversidade da UnB, Susana Xavier, a busca pelo curso dá um panorama da questão da violência dentro da universidade. “A gente acolhe, cuida, orienta e dialoga. Esse é o nosso trabalho aqui”, comenta.

Os interessados nas aulas devem entrar em contato com a Diretoria da Diversidade da UnB, no campus Darcy Ribeiro, ou ligar no telefone (61) 3107-2645.

Para alunos da instituição, as aulas de defesa pessoal servem como extensão e, por isso, dão créditos aos alunos.

Fonte: G1 DF.

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Política BSB

Governo evita dar detalhes da reforma da Previdência para garantir votos

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Proposta de mudanças nas regras da aposentadoria só deve ser apresentada após a volta de Jair Bolsonaro da Suíça, para evitar que o governo sofra ataques antes da hora

Ao Correio, Mourão disse que texto deve prever tempo maior de serviço para militares e cobrança de pensionistas
(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

A reforma da Previdência só deve sair do papel depois de 25 de janeiro, quando o presidente Jair Bolsonaro voltar da viagem que fará a Davos, na Suíça, para o Fórum Econômico Mundial. No evento, a ideia é que ele não fale sobre especificidades da proposta, como explicou, ontem, o vice-presidente, Hamilton Mourão, em entrevista ao Correio. Ao vetar detalhes, o governo tenta evitar cair em um dos grandes erros do então presidente Michel Temer: perder a “batalha da comunicação”. Por isso, a ordem é que a proposta fique sob sigilo até ser enviada ao Congresso, para não sofrer ataques antes da hora.
O presidente se prepara para encarar críticas pesadas, inclusive de aliados. As frentes estão sendo formadas desde o início do mês até por militares, receosos quanto à possibilidade de serem incluídos no texto. Assim que pisarem no Congresso pela primeira vez neste ano, em fevereiro, os parlamentares serão recebidos com panfletos, informativos e por várias pessoas dispostas a conversar sobre o assunto. O foco inicial de boa parte delas é convencer os 243 deputados novatos a se posicionar contra mudanças drásticas, principalmente sobre o sistema de capitalização. A arma, como da última vez, é a comoção popular e o discurso de que as alterações serão “maldades” contra o trabalhador.
Com discurso um pouco diferente e, em geral, menos fatalista, entidades representativas dos servidores públicos também têm se organizado para retomar o assunto este mês e barrar algumas das mudanças que devem estar no texto. A principal reivindicação, no entanto, é que haja diálogo sobre todos os temas que serão introduzidos na proposta. “O que a gente quer é que haja um debate franco. O governo não deve conversar apenas com o sistema financeiro, empresariado, banqueiro. A classe trabalhadora não deve ser consultada apenas para cumprir um rito”, reclamou o presidente Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis), Petrus Elesbão.
Um item que certamente trará desgaste entre o grupo é a regra de transição para o novo regime, ainda indefinida, mas que foi considerada insatisfatória pelos servidores públicos nas negociações do governo Temer. Limitar o acúmulo de pensões e aposentadorias também gerou muitos problemas no andamento da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287. Os servidores participaram ativamente dessas discussões e foram responsáveis, em grande parte, pela retirada desse ponto da versão final do texto, mesmo depois de a equipe técnica ter discutido várias opções mais amenas.
Até entidades que se posicionam a favor da reforma, como o grupo Renova Previdência, já têm reuniões internas pré-agendadas para o fim do mês, com o objetivo de discutir, de forma crítica, o texto que será apresentado pelo governo.

Ruralista chefiará Serviço Florestal

O deputado da bancada ruralista Valdir Colatto (MDB-SC), conhecido por defender causas como a liberação da caça profissional de fauna silvestre no Brasil, foi indicado, na quarta-feira, para chefiar o Serviço Florestal Brasileiro (SFB), que foi transferido do Ministério do Meio Ambiente para o Ministério da Agricultura (Mapa) pelo presidente Jair Bolsonaro. O nome foi apresentado pela ministra Tereza Cristina. Em nota, ela disse não ver nenhum conflito na indicação dele. Fonte: Correio Braziliense

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Política BSB

Senadores gastaram R$ 21 milhões com viagens, restaurantes e combustível

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O recordista em gastos foi o MDB, que tem 19 senadores e usou R$ 4,6 milhões, seguido pelo PSDB (13 senadores e R$ 3,3 milhões) e pelo PT (oito senadores e R$ 2,7 milhões)

(foto: Marcelo Camargo/Agencia Brasil)

Os senadores gastaram R$ 21,2 milhões, no ano passado, com a Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceaps). O dinheiro é usado para despesas diversas, que incluem viagens, gastos com restaurantes e abastecimento dos carros oficiais. Juntos, MDB, PSDB e PT usaram mais de metade do dinheiro. O recordista em gastos foi o MDB, que tem 19 senadores e usou R$ 4,6 milhões, seguido pelo PSDB (13 senadores e R$ 3,3 milhões) e pelo PT (oito senadores e R$ 2,7 milhões). Três emedebistas — Eunício Oliveira (CE), Luiz Carlos do Carmo (GO) e Zé Santana (PI) — dispensaram a cota. Os dados são do Portal da Transparência do Senado.Os petistas tiveram o maior gasto proporcional entre os partidos: R$ 340 mil por parlamentar. A média dos tucanos foi R$ 258 mil e a do MDB, de R$ 242,7 mil. Eleito pelo DF, o senador Reguffe (sem partido) dispensou o benefício. “O Congresso Nacional brasileiro é um dos mais caros do mundo, e isso não se muda só com palavras, é preciso cortar na carne e dar exemplo. A tese que defendo e pratico no meu gabinete é a de que um mandato pode ser de qualidade custando muito menos ao contribuinte do que custa hoje”, ponderou o parlamentar.

Entre os partidos menores (com apenas um senador eleito), gastaram mais o PTC (R$ 435,9 mil) a Rede (R$ 367,9 mil) e o Pros (R$ 252 mil). Chama a atenção, no entanto, a quantia usada pela senadora Vanessa Graziotin (PCdoB-AM), de R$ 514,9 mil — o recorde de gasto individual. “Todos os gastos realizados no mandato são auditados e verificados, e estão em estrita concordância com a legislação e com as normas federais e procedimentos estabelecidos”, justificou a equipe da senadora. As legendas que fizeram uso moderado da Ceaps foram o PSL (R$ 36,3 mil) e o PPS (R$ 32,4 mil).

Penduricalhos

A justificativa do Senado é de que a Ceaps serve para pagar as contas inerentes ao trabalho parlamentar. Em nota, a Casa informou que “os senadores não têm cartão corporativo”. Por isso, existe o benefício. A cota varia de estado para estado, levando em conta a distância de Brasília. Os parlamentares eleitos pelo Amazonas são os recordistas, tendo à disposição R$ 44.270 por mês. Quem menos recebe são os eleitos pelo DF e por Goiás: R$ 21.045.

O dinheiro serve para comprar gasolina e passagens aéreas, alugar imóveis, contratar segurança particular, além de incluir gastos com alimentação. Cada parlamentar gastou, em média, R$ 291 mil nos últimos 12 meses. Não é permitido usar o dinheiro da Ceaps com ressarcimento de despesas prestadas por empresas que tenham sócios com relação de parentesco com os senadores.

“Quando se coloca à mesa o gasto individual, vê-se senadores que usam R$ 200 ou R$ 300 mil com estrutura de gabinete. É mais um indício de que os penduricalhos não são prerrogativa do Judiciário. O Legislativo está cheio deles. E é necessário colocar fim nessas mordomias”, afirma o cientista político André Garcia, analista da HC7 Investimentos. Fonte: Correio Braziliense

R$ 291 mil
Despesa média por parlamentar com a Ceaps no ano passado

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Política BSB

Governo pensa em restringir posse de liquidificador

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A ideia surgiu a partir da opinião do chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, de que o eletrodoméstico pode ser tão perigoso quanto uma arma de fogo

(Evaristo Sa/AFP)

Já está em estudo nas reuniões ministeriais de Brasília um decreto para restringir os liquidificadores nas casas brasileiras. A ideia surgiu a partir da opinião do chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, de que o eletrodoméstico pode ser tão perigoso quanto uma arma de fogo. “A gente vê criança pequena botar o dedo dentro do liquidificador e ligar o liquidificador e perder o dedinho”, informou.

Para proteger o cidadão de bem, o porte do eletroeletrônico será agora limitado. Afinal, um liquidificador não serve para legítima defesa, apenas para ferir a família brasileira. O governo encomendou ainda uma pesquisa para levantar o número de mortes por liquidificadores no Brasil, em especial feminicídios. Vai divulgar o resultado pelo WhatsApp. Fonte: Portal Veja

 

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