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UnB abre vagas para portadores de diploma; seleção usa nota do Enem

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Corredor da Universidade de Brasília — Foto: Beatriz Ferraz/Secom UnB

A Universidade de Brasília (UnB) vai ofertar 633 vagas em cursos de graduação para alunos que já têm diploma de ensino superior. A seleção usa como critério a nota das últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), e as aulas começam só no segundo semestre deste ano.

As vagas estão espalhadas em 97 graduações nos quatro campi da instituição – Darcy Ribeiro (Asa Norte), Gama, Planaltina e Ceilândia. As inscrições começam na próxima sexta (11), e vão até dia 25 deste mês.

A taxa de inscrição é de R$ 100, e o edital já está disponível no site do Cespe. Para concorrer às vagas, o candidato precisa ter feito o Enem em alguma das edições entre 2014 e 2018.

Entre os documentos necessários para o registro estão papéis relacionados à graduação anterior do estudante – histórico, programa, ementa e bibliografia das disciplinas, além do diploma em si.

Quem quiser se inscrever para os cursos de arquitetura e urbanismo, artes cênicas (bacharelado), artes visuais (bacharelado ou licenciatura), música (bacharelado ou licenciatura) precisam, ainda, passar na Certificação de Habilidade Específica. O teste é o mesmo cobrado de quem faz o vestibular tradicional.

Dúvidas que não estiverem respondidas no edital podem ser tiradas pela Central de Atendimento ao Candidato do Cebraspe. O serviço funciona de segunda a sexta, de 8h às 19h, na sede do órgão – no Campus Darcy Ribeiro – ou pelo telefone (61) 3448-0100. Portal G1

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Brasília

Justiça manda soltar Vasco Gonçalves, ex-presidente do BRB

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Ex-gestor estava preso na Papuda desde 29 de janeiro. Ele é acusado, ao lado de outros ex-diretores, de uma série de fraudes no banco

Gazetaonline

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) determinou a soltura de Vasco Cunha Gonçalves, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB). Ele teve a prisão decretada em 29 de janeiro, após a Operação Circus Maximus ser deflagrada pelo Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF). O ex-gestor é acusado de integrar uma organização criminosa responsável por supostas fraudes na instituição.

Ao ser preso, Vasco estava no Espírito Santo, onde tomaria posse como presidente do banco estadual, o Banestes. Ele renunciou ao cargo após ser detido e transferido para o Centro de Progressão Penitenciária (CPP), no Complexo Penitenciário da Papuda, de onde será libertado ainda nesta terça-feira (5/2).

A decisão é do desembargador Ney Bello, do TRF-1. Ele determinou a soltura e proibiu contato de Vasco com outros investigados. No último sábado (2), seis pessoas detidas na operação também foram soltas. Elas fazem parte de um grupo de 13 presos devido ao envolvimento no suposto esquema. Um 14º suspeito não foi preso ainda por morar nos Estados Unidos.

O advogado de defesa de Gonçalves, Iuri Cavalcante Reis, alegou, no habeas corpus apresentado à Justiça, que a prisão preventiva não se justificava porque Vasco não era mais presidente do BRB. Na verdade, estava em outro estado e não poderia intervir nas investigações. “Vasco não tem envolvimento com esse esquema. Ele era presidente do conglomerado BRB. Os investimentos eram realizados no âmbito da DTVM”, alegou Reis.

No pedido liminar de habeas corpus ele justifica que: “Todos os fatos em apuração ocorreram nos anos de 2015 e 2016 no âmbito de uma empresa coligada do BRB denominada BRB DTVM, o que não se confunde com a própria instituição bancária. De tal modo, o paciente não teve participação na situação investigada. As atividades desenvolvidas no âmbito do banco são distintas dos demais serviços e operações oferecidas por suas empresas coligadas. São pessoas jurídicas distintas com objetivos, diretores e presidente próprios”, afirmou o advogado.

Veja a decisão:

Decisão by on Scribd

 

Os presos liberados
No último sábado (2), o desembargador Ney Bello também deferiu liminar de revogação da prisão preventiva de outros suspeitos de integrarem o esquema investigado na Circus Maximus: Nilban de Melo Júnior, Marco Aurélio Monteiro de Castro, Andreia Moreira Lopes, Carlos Vinícius Raposo Machado Costa, Dilton Castro Junqueira Barbosa e Diogo Cuoco.

O magistrado estabeleceu medida cautelar de proibição de contato entre eles e outros suspeitos. Em sua decisão, Ney Bello justificou que os diretores da instituição foram destituídos dos cargos que ocupavam e, por isso, não representavam mais ameaça à investigação.

Entre os que continuam detidos, estão ex-integrantes da cúpula do BRB na gestão do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), o ex-conselheiro da instituição Ricardo Leal, que foi arrecadador de campanha do socialista e é apontado como o líder da organização criminosa que agia no banco.

Fonte: Metrópoles

 

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Brasília

GDF: 2.930 aposentados e pensionistas correm risco de perder benefício

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Eles não fizeram o recadastramento no mês de janeiro conforme previsto em lei. Iprev esperava 4,9 mil atualizações, mas só recebeu 1.970

Quase três mil servidores aposentados e pensionistas do GDF correm o risco de ter o pagamento suspenso por não terem realizado o recadastramento de dados e a prova de vida junto ao Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do DF (Iprev-DF). Ao longo de 2019, 61.483 pessoas deverão atualizar as informações.

A ideia é reduzir a folha de pagamento em pelo menos R$ 60 milhões (dados de setembro) em razão de irregularidades como duplicidade de pagamento a servidores, contracheques acima do teto salarial e depósitos feitos em contas de funcionários que já morreram.

O procedimento está previsto em lei e é obrigatório. Os aniversariantes de janeiro deveriam ter procurado os postos de atendimento até o fechamento do mês. No entanto, entre as 4,9 mil pessoas esperadas, foram contabilizados somente 1.918 atendimentos e recebidas 52 cartas referentes àqueles que estão fora do DF.

Quem não regularizar a situação pode ter o pagamento suspenso e, posteriormente, cancelado. É preciso comparecer às agências cadastradas e fazer uma justificativa no prazo de 90 dias. Caso contrário, o benefício será suspenso. Após seis meses, o pagamento dos proventos e pensões será cancelado.

Como o recadastramento anual começou janeiro deste ano, o Iprev dará mais uma chance aos esquecidos. No mês de fevereiro, os atrasados poderão ainda se recadastrar em agências do Banco de Brasília (BRB). Se perderem o novo prazo, a regularização deverá ser feita no próprio Iprev. Neste caso, o prazo de 90 dias para suspensão começa a contar em 1º de março.

O processo de atualização dos dados está estabelecido no Decreto 39.276, de 6 de agosto de 2018, que prevê o Recadastramento Anual de Servidores Públicos Ativos, Inativos e Pensionistas do Distrito Federal.  Antes, os servidores esperavam cerca de quatro anos para terem a obrigatoriedade de apresentar os documentos e a prova de vida. O tempo prolongado deixava uma lacuna no controle sobre os beneficiários.

Em 2018, a média de atendimento presencial nos postos do Iprev e conveniados era de 20 pessoas por mês. Com a mudança, são aguardados 500 servidores a cada 30 dias. Para isso, foi firmada uma parceria com o Banco de Brasília (BRB) e a previsão é disponibilizar 120 locais em todo o DF para atender os que precisam se recadastrar.

De fora
Não participam do recadastramento os servidores aposentados e pensionistas ligados às forças de segurança: Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Polícia Civil. Também estão fora da medida os trabalhadores de empresas públicas não dependentes, como BRB, Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), Companhia Energética do DF (CEB) e Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), uma vez que são contratados pelo regime celetista e não são abrangidos pelo Iprev.

Quem tiver dificuldades, como de locomoção, para ir até as agências poderá agendar uma visita in loco, pelo e-mail: agendamento@iprev.df.gov.br. O beneficiário deverá informar o endereço completo, com pontos de referência.

Quem estiver fora do DF durante o prazo de recadastramento deverá encaminhar ao Iprev a documentação exigida e uma declaração de vida emitida em cartório. Se a pessoa estiver no exterior, deverá buscar uma declaração oficial no consulado ou na embaixada brasileira.

Tire suas dúvidas:

O recadastramento é obrigatório?
Sim. Segundo o Decreto nº 39.276, de 6 de agosto de 2018, todos os servidores públicos do DF aposentados e pensionistas devem se recadastrar. Além disso, a legislação federal (Lei Federal n° 9.717/99 e Lei n° 10.887/04) também prevê a obrigatoriedade desse procedimento.

Como fazer?
Servidores aposentados ou pensionistas deverão fazer prova de vida presencial nas agências do BRB no seu mês de aniversário. A atualização de dados será contínua e deverá ocorrer todos os anos seguintes. Caso o beneficiário se encontre incapacitado para comparecer ou se locomover até ao local designado, poderá ser representado por um procurador legal, que deverá agendar uma visita in loco ao segurado.

Quando devo fazer?
Todos os anos no mês do seu aniversário.

O que acontece se o recadastramento não for realizado?
Os servidores aposentados e pensionistas que não realizarem o recadastramento no prazo estabelecido no decreto serão notificados por meio de correspondência, com aviso de recebimento, para que, no prazo de 30 dias, realizem a atualização. Se não o fizeram, podem ter o benefício suspenso em 90 dias. Após seis meses de suspensão, será cancelado o pagamento dos proventos e pensões, por não realização do recadastramento, observando o direito da ampla defesa e do contraditório.

Fonte: Metrópoles

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Brasília

DER começa nesta terça os reparos na pista da barragem do Lago Paranoá

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Construída há 60 anos, a pista sob a barragem terá velocidade máxima reduzida para 40km/h. Em março, veículos pesados serão proibidos de trafegar nos 630 metros da pista de asfalto

Equipes do GDF realizarão o recapeamento na via, com reforço de 5cm de pavimento asfáltico, além de sinalização e drenagem das saídas de água. (foto: Breno Fortes/CB/D.A Press)

Após a tragédia com a barragem de rejeitos em Brumadinho (MG), o Governo do Distrito Federal (GDF) intensificou medidas de manutenção na barragem do Lago Paranoá. Uma das preocupações dos técnicos é com a circulação de veículos na via — cerca de 26 mil por dia. O trânsito pode danificar a estrutura da represa, construída há 60 anos. Para diminuir os impactos, a partir de 1° de março, o tráfego de caminhões será proibido no percurso. Além disso, a partir de amanhã,  o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) iniciará reparos ao longo dos 630 metros da pista de asfalto.

Apesar das obras, o trânsito não ficará obstruído, e a manutenção deve ser finalizada em até 15 dias, de acordo com o DER-DF. No entanto, a velocidade máxima da via será reduzida de 50km/h para 40km/h. O órgão ainda avalia se manterá essa medida como permanente ou se, com o fim dos reparos, o tráfego voltará ao normal.
Equipes do DER-DF realizarão o recapeamento na via, com reforço de 5cm de pavimento asfáltico, além de sinalização e drenagem das saídas de água. Toda a manutenção será feita por obra direta e o valor investido pelo Executivo Local será apurado após o fim dos trabalhos. O departamento ainda instalará placas sinalizando que há obras no lugar.

O diretor do DER-DF, Fauzi Nacfur, participou de vistoria na barragem, domingo. De acordo com ele, o pavimento e a base podem ser considerados bons, mas a capa asfáltica está desgastada. “Esta semana, a gente começa a restauração do pavimento, para evitar as trincas e a infiltração de água, que seria um problema para a saúde da barragem”, explicou, em vídeo divulgado pelo órgão.

Construída apenas para ser um acesso para vistoriar a barragem, a pista se tornou responsável por ligar Paranoá, Itapoã e condomínios habitacionais irregulares ao Plano Piloto, passando pelo Lago Sul. Com a ocupação desordenada, o fluxo de veículos cresceu, fazendo com que a manutenção da estrutura sexagenária se tornasse cada vez mais necessária. Ela foi construída para a formação do Lago e a geração de energia elétrica.

Caminhoneiros

Na semana passada, a Companhia Energética de Brasília (CEB) apresentou relatório ao governador, Ibaneis Rocha (MDB), mostrando que a circulação de caminhões pode ser a responsável pelas fissuras encontradas na barragem do Paranoá. Agora, técnicos do DER-DF realizam levantamento de quantos automóveis pesados passam pela pista, para traçar rotas alternativas para os caminhoneiros. Ainda neste mês, será feita instalação de placas de sinalização, informando que a circulação de caminhões permanecerá proibida.
Mesmo com os alertas, a barragem do Paranoá não apresenta problemas graves que comprometem a segurança da estrutura. De acordo com a CEB, a barragem está no nível B, que significa categoria risco médio. A companhia classifica nível A como risco alto e nível C como baixo. Em relação à estrutura da barragem, a autarquia destacou que as manutenções e vistorias ocorrem a cada 15 dias.

Prevenção

Confira ações realizadas pela CEB, periodicamente, na barragem do Lago Paranoá:
» Quinzenalmente, são realizadas leituras dos instrumentos de monitoramento da barragem;
» Mensalmente, acontece inspeção por meio de check-list de toda a estrutura da barragem;
» Bimestralmente, é realizada limpeza do terreno de toda a propriedade da barragem;
» Anualmente, ocorre inspeção regular. Neste procedimento, avalia-se todos os parâmetros e medições de forma mais detalhada, incluindo uma checagem de todo os dados coletados ao longo do ano;
» A cada sete anos, há revisão periódica por equipe multidisciplinar especializada externa.

Memória

Obra começou em 1959
Formada por rochas e terra, a Barragem do Lago Paranoá, erguida entre 1959 e 1961, tem cerca de 630 metros de extensão. Nela encontra-se a Pequena Central Hidrelétrica, com potência instalada de 30MW. A usina funciona desde 1962 e produziu, no último ano, cerca de 86,549 MWh, energia suficiente para suprir 1,5% de todo o consumo do Distrito Federal. O que é produzido, porém, entra no Sistema Interligado Nacional e é vendido a distribuidoras.
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