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TSE reúne equipes de Bolsonaro e Haddad para discutir fake news

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Haddad chegou a propor um acordo com o adversário para evitar as fake news, mas Bolsonaro recusou, via mídias sociais

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, remarcou para hoje (17) reunião com os coordenadores das campanhas dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

No encontro, previsto para às 19h30, em Brasília, estarão na pauta notícias falsas veiculadas especialmente nas mídias sociais.

As notícias falsas (fake news, em inglês) entraram na agenda do TSE desde o início da preparação do processo eleitoral.

O tribunal chamou os partidos a assinarem um acordo contra as notícias falsas, reforçou a equipe que monitora essa prática e agora tenta um pacto entre os dois candidatos para evitar a disseminação de fake news.

Para os ministros do TSE, as notícias falsas podem afetar a credibilidade do pleito.

Haddad chegou a propor um acordo com o adversário para evitar as fake news, mas Bolsonaro recusou, via mídias sociais. Decisões do TSE têm tirado notícias falsas da internet.

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Fraga, Izalci e Rosso gastam R$ 271 mil com publicidade após eleições

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Os três não integram mais a Câmara dos Deputados. Antes de saírem, destinaram o montante para divulgação de suas atividades parlamentares

Três deputados federais do Distrito Federal que não estarão mais na Câmara a partir deste ano gastaram, somados, R$ 271 mil dos cofres públicos para divulgação das ações tomadas em seus mandatos após as eleições de 2018. Alberto Fraga (DEM) e Rogério Rosso (PSD) – derrotados na campanha ao Governo do Distrito Federal – e Izalci Lucas (PSDB), eleito senador, foram os autores dos gastos. Além deles, apenas a deputada petista Erika Kokay também realizou desembolsos, de R$ 30 mil. Os outros quatro parlamentares do DF não recorreram às verbas para divulgarem seus feitos.

Fraga foi o parlamentar que mais gastou, segundo demonstram as notas fiscais apresentadas nos meses de novembro e dezembro à Câmara. Ele pagou um total de R$ 141.200 em serviços gráficos. Esse dinheiro foi dividido entre duas iniciativas. Em uma delas, o político bancou a confecção de uma revista divulgando o que ele considerou como as principais realização de seu último mandato. Pagou R$ 89.200, conforme a prestação de contas encaminhada à Casa. A publicação tem 35 páginas e teve a sua impressão determinada no dia 17 de dezembro, ficando pronta uma semana depois.

Paralelamente, Alberto Fraga também reimprimiu informativos para divulgar seu trabalho na Câmara. A tiragem de 100 mil unidades custou R$ 52 mil aos cofres do Parlamento. Procurado, ele disse que precisava “dar publicidade” ao seu trabalho.

“Se trabalhamos, temos que mostrar. Fiz uma revista e um informativo para prestar contas à população que votou em mim. Lá estão descritos todos os projetos que fiz ao longo do meu mandato, com prestação de contas, conforme manda a lei”, afirmou.

Prestes a assumir mandato como senador, o deputado Izalci Lucas (com Fraga na foto em destaque) gastou R$ 92 mil no mês de dezembro, em duas ações. Na primeira, imprimiu 180 mil informativos, que custaram R$ 69 mil. A outra despesa foi com “serviços de comunicação”, no valor de R$ 29 mil – a nota não especifica o que foi feito.

O senador eleito afirmou que os gastos com publicidade são normais e realizados pela maioria dos deputados quando encerram o mandato. “Foi um balanço com tudo que fizemos, é um papel nosso prestar contas. Tudo dentro da normalidade. Se a pessoa vota em você, ela precisa saber o que foi feito. A cota parlamentar existe exatamente para isso”, destacou.

Rogério Rosso (foto abaixo), que ficou em terceiro lugar na corrida pelo Palácio do Buriti, mandou confeccionar 12 mil revistas, ao custo de R$ 38.040. Usou a cota parlamentar para pagar os exemplares, em dinheiro vivo.

 IGO ESTRELA/METRÓPOLES

Questionado sobre a necessidade de produzir esse tipo de publicação, Rosso afirmou: “As verbas fazem parte da atividade parlamentar, o erro seria não divulgar o que foi feito. Eu fui um dos deputados que mais apresentou e aprovou projetos, é importante que toda a população, e principalmente meus eleitores, saiba disso”.

Entre os outros cinco parlamentares que representaram o DF até janeiro de 2019, somente a deputada Erika Kokay (PT) fez o uso da cota parlamentar para divulgação das atividades. A petista gastou R$ 30.070 com publicidade em dezembro de 2018. Procurada, ela não retornou o contato até a publicação desta matéria. O espaço está aberto à sua manifestação.

Augusto Carvalho (Solidariedade), Laerte Bessa (PR), Rôney Nemer (PP) e Ronaldo Fonseca (Podemos) não usaram dinheiro público para divulgar as realizações de seus mandatos na Câmara dos Deputados.

Cota parlamentar
A Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar é um auxílio mensal para pagar despesas de parlamentares em exclusivo exercício da função. Os valores variam de R$ 30 mil a R$ 45 mil, a depender de qual unidade da Federação o deputado representa.

O montante pode ser usado para custear despesas com passagens aéreas, telefonia, serviços postais, manutenção de escritórios de apoio à atividade parlamentar, assinatura de publicações, fornecimento de alimentação ao parlamentar, hospedagem e outras despesas com locomoção.

Os deputados que não utilizam toda a sua cota mensal podem acumular o saldo e aplicá-lo no mês seguinte. A legislação veta que nos 120 dias anteriores às eleições o dinheiro seja usado para divulgação de atividades parlamentares.

Em setembro, o Metrópoles mostrou um balanço dos gastos dos deputados nos meses que antecederam as Eleições 2018. Entre julho e agosto foram usados R$ 18,7 milhões dessa cota, e a maior parte do dinheiro acabou destinada à compra de passagens aéreas.Fonte: Metrópoles

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Em Davos, Bolsonaro terá tratamento de pop star

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Pompa e rapapés

 

(Adriano Machado/Reuters)

 Organização do Fórum Econômico Mundial em Davos colocou um helicóptero à disposição de Jair Bolsonaro. Ele terá tratamento de pop star, com direito a segurança extra e hospedagem no hotel dos figurões do evento. Fonte: Portal Veja

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Governo recua e anula nomeação controversa para dirigir o Enem

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Indicação para o cargo gerou polêmicas. Ligado a Olavo de Carvalho, o economista Murilo Resende não tem experiência com educação básica

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (Valter Campanato/Agência Brasil)

São Paulo – O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, tornou sem efeito nesta quinta-feira, 17, a portaria publicada na véspera que indicou o doutor em Economia Murilo Resende Ferreira à diretoria do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) responsável pela gestão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A decisão que destitui Ferreira do cargo de diretor de Avaliação da Educação Básica do Inep foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União, publicada na noite desta quinta. No texto, o ministro da Casa Civil não explica o motivo da dispensa do economista.

A indicação de Ferreira para o cargo provocou controvérsia desde que foi anunciada, no início do ano. Ligado ao guru bolsonarista Olavo de Carvalho, o economista não tem experiência com educação básica, foi acusado de plagiar um texto acadêmico e teve posições homofóbicas reveladas em antigas publicações em redes sociais. Ferreira também já chamou professores de “manipuladores” e de “gente que não quer estudar”.

Fonte: Portal Exame

 

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