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TSE reúne equipes de Bolsonaro e Haddad para discutir fake news

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Haddad chegou a propor um acordo com o adversário para evitar as fake news, mas Bolsonaro recusou, via mídias sociais

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, remarcou para hoje (17) reunião com os coordenadores das campanhas dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

No encontro, previsto para às 19h30, em Brasília, estarão na pauta notícias falsas veiculadas especialmente nas mídias sociais.

As notícias falsas (fake news, em inglês) entraram na agenda do TSE desde o início da preparação do processo eleitoral.

O tribunal chamou os partidos a assinarem um acordo contra as notícias falsas, reforçou a equipe que monitora essa prática e agora tenta um pacto entre os dois candidatos para evitar a disseminação de fake news.

Para os ministros do TSE, as notícias falsas podem afetar a credibilidade do pleito.

Haddad chegou a propor um acordo com o adversário para evitar as fake news, mas Bolsonaro recusou, via mídias sociais. Decisões do TSE têm tirado notícias falsas da internet.

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Heleno e Azevedo e Silva vão escolher comandantes das Forças Armadas

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Presidente eleito afirmou que a decisão cabe a quem vai trabalhar diretamente com a cúpula militar

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, esteve na manhã desta sexta-feira (16/11), no 1º Distrito Naval do Rio de Janeiro, onde permaneceu reunido por aproximadamente duas horas com o comandante da Marinha, almirante Eduardo Barcellar Leal Ferreira. Bolsonaro disse que o comandante da Marinha chegou a ser convidado para o Ministério da Defesa, mas declinou do convite por razões familiares.

“(O almirante Leal Ferreira) não se afastará do meu radar. Sempre o procurarei para que boas decisões sejam tomadas, em especial na área aqui da Marinha”, disse o presidente eleito.

Questionado sobre os futuros comandantes de Marinha, Exército e Aeronáutica, Bolsonaro disse que o tema está sendo tratado pelos generais Augusto Heleno (futuro ministro do Gabinete da Segurança Institucional) e Fernando Azevedo e Silva, futuro ministro da Defesa.

Não é uma escolha minha. Quem realmente vai trabalhar com os comandantes será o general Fernando. A ele cabe a grande responsabilidade de indicar. Obviamente, como é praxe em nosso meio das Forças Armadas, eles vão ouvir os atuais comandantes para escolher, não digo o melhor, porque todos os quatro estrelas são competentes e estão aptos a cumprir a missão, mas aquele que melhor se encaixa no atual cenário nacional”, completou o futuro presidente.

Questionado sobre a carta que os governadores enviaram ao futuro governo com reivindicações, Bolsonaro disse que ainda não teve tempo de estudá-la. “A carta dos governadores ainda não tive a oportunidade de estudar, juntamente com o Paulo Guedes. Li, mas não estudei com o Paulo Guedes ainda para dar uma resposta aos senhores”, afirmou o presidente eleito, na última resposta antes de encerrar uma breve entrevista dada após a reunião.

Fonte: Metrópoles

 

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Primo de Aécio recebeu propina em caixas de sabão, diz empresário

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Waldir Rocha Pena disse em depoimento que repassou dinheiro vivo para Frederico Pacheco, que negou a acusação

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Em depoimento, o empresário Waldir Rocha Pena – dono de um supermercado em Belo Horizonte (MG) usado como base pela JBS para pagamento de propina a políticos – afirmou que entregou dinheiro a um primo do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Frederico Pacheco, e a um ex-assessor do senador Zezé Perrella (MDB-MG), Mendherson Souza.

As informações sigilosas foram obtidas e divulgadas pelo jornal O Globo. De acordo com a reportagem, as entregas foram feitas em caixas de sabão em pó. Os citados negam as acusações.

As informações corroboram a delação da JBS e constituem nova prova de recebimento de propina por parte dos respectivos políticos. O depoimento de Waldir Rocha Pena foi feito à Receita Federal e enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR), a quem cabe investigar Aécio e Perrella no caso, informou o jornal carioca.

As informações foram compartilhadas ainda com a Polícia Federal de Minas Gerais e usadas na deflagração da Operação Capitu, responsável por investigar corrupção no Ministério da Agricultura. Durante a ação, o dono da JBS, Joesley Batista, e outros envolvidos no caso, foram presos temporariamente.

Em sua delação premiada, o ex-diretor da J&F Ricardo Saud relatou que operacionalizou repasses para Aécio Neves por meio de operações financeiras com um supermercado na capital mineira e a consequente entrega em dinheiro para Frederico. Na delação, Saud revelou ter repassado cerca de R$ 4 milhões para o tucano.

 

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Bolsonaro diz que decisão sobre médicos cubanos é humanitária

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O presidente eleito afirmou que os médicos cubanos estão sendo submetidos “praticamente a uma situação de escravidão” no Brasil

Mias Médicos: Bolsonaro afirmou que vai conceder asilo aos médicos cubanos que quiserem viver no país

O Conselho Federal de Medicina (CFM) se manifestou sobre o anúncio do governo de Cuba de retirada de seus profissionais do Programa Mais Médicos. O CFM afirma que o Brasil conta com médicos formados em número suficiente para atender às demandas da população.

“Para estimular a fixação dos médicos brasileiros em áreas distantes e de difícil provimento, o governo deve prever a criação de uma carreira de Estado para o médico, com a obrigação dos gestores de oferecerem o suporte para sua atuação, assim como remuneração adequada”, diz o conselho em nota.

O texto ressalta que cabe ao governo oferecer aos médicos brasileiros condições adequadas para atender a população. Infraestrutura de trabalho, apoio de equipe multidisciplinar, acesso a exames e a uma rede de referência para encaminhamento de casos mais graves são os itens apontados pelo CFM que o governo precisa garantir para os profissionais brasileiros desempenharem suas funções.

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (14) que vai lançar um edital nos próximos dias para médicos brasileiros que queiram ocupar as vagas que serão deixadas pelos profissionais cubanos que integram o programa Mais Médicos, que atende população que vive em áreas carentes e periferias. Segundo o ministério, 8.332 vagas são ocupadas por esses profissionais.

As autoridades cubanas afirmaram que seus profissionais deixarão o programa por discordarem de exigências feitas pelo novo governo, como a revalidação dos diplomas.

Sem a necessidade de passarem pela validação de diplomas no país, conforme decidiu em 2017 o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente eleito Jair Bolsonaro também afirma que “não há comprovação” de que sejam, de fato, médicos, e questionou a aptidão dos cubanos.

“Se esses médicos fossem bons profissionais, estariam ocupando o quadro de médicos que atendiam o governo Dilma no passado, e não é dessa forma. Vocês mesmos, eu duvido quem queira ser atendido pelos cubanos, porque não temos qualquer comprovação de que eles são médicos. Se fizer o Revalida, salário integral e poder trazer a família, eu topo continuar com o programa”, declarou.

Indagado sobre se concederia asilo aos médicos cubanos que pedirem, Bolsonaro disse que sim. “Se eu for presidente e o cubano quiser pedir asilo aqui, vai ter”, afirmou. “Temos que dar o asilo às pessoas que queiram, não podemos continuar ameaçando como foram ameaçados pelo governo passado”, completou.

Bolsonaro também voltou a criticar o que considera “desumanidades” no Mais Médicos, como a manutenção de familiares dos médicos em Cuba e o envio de parte dos salários ao país caribenho.

Fonte: Portal Veja

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