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Temperatura máxima deve cair esta semana no Distrito Federal

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O inverno começa em 21 de junho. Na estação, o frio deve aumentar e a umidade relativa do ar cair

Nesta segunda-feira (11/6), o céu deve permanecer de nublado a parcialmente nublado. (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

A 10 dias para o início do inverno, a temperatura deve voltar a cair no Distrito Federal. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a tendência é de que esta semana seja marcada por madrugadas frias e tardes quentes. No entanto, a mudança deve ocorrer de forma gradual nos próximos dias.

Nesta segunda-feira (11/6), o céu deve permanecer de nublado a parcialmente nublado. Durante a madrugada, os termômetros registraram temperatura mínima de 15°C e devem marcar 28°C durante a tarde, momento mais quente do dia. A umidade relativa do ar varia entre 95% e 30%.

Com a proximidade do inverno, iniciado em 21 de junho, os brasilienses devem preparar os agasalhos. Desde 20 de março, começo do outono, o tempo em Brasília começou a deixar de ser quente e úmido para mudar de forma gradual para frio e seco.

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Política BSB

Caiado decreta situação de calamidade financeira em Goiás

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Assembleia vai aproveitar sessão extraordinária para votar orçamento

Caiado (/)

Ronaldo Caiado enviou à Assembleia Legislativa decreto que estabelece situação de calamidade financeira em Goiás pelo prazo de 180 dias.

A medida considera o “elevado e crescente déficit fiscal, expressiva e constante elevação de despesas públicas” e a baixa receita.

“O déficit fiscal acumulado previsto para o final do exercício de 2019 é de mais seis bilhões de reais, aí incluídos os quase dois bilhões de reais de despesas inscritos em restos a pagar, mais um bilhão de reais correspondentes à parte da folha dos servidores não empenhada no exercício de 2018”, diz o documento.

Nesta terça-feira (22), em sessão extraordinária, os deputados vão apreciar o decreto e votar o orçamento de 2019, que não foi feito sob a gestão do ex-governador José Eliton.

Fonte: Portal Veja

 

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Política BSB

Planalto veta deputado ligado a LGBTs no governo, a pedido do PSL

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Deputado tucano Floriano Pesaro foi indicado Secretário de Assistência Social

Pesaro atua na área há 26 anos (Gabriela Peres/Seds/Divulgação)

Um grupo de parlamentares do PSL, em especial de São Paulo, conseguiu vetar no Palácio do Planalto o nome do deputado federal  e sociólogo Floriano Pesaro (PSDB-SP) para a Secretaria Nacional de Assistência Social, vinculada ao Ministério da Cidadania. Seu nome foi até anunciado pelo ministro Osmar Terra no final do ano passado, mas sua nomeação não saiu até hoje. Deveria ter sido publicada no início do ano. O veto foi muito menos por Pesaro, que não se reelegeu, ser tucano, mas por suas ligações com movimentos LGBTs e Ongs.  Ele atua na área de assistência social há 26 anos, foi secretário municipal e estadual dessa área. No governo de FHC, trabalhou no MEC e ajudou na criação do Fies e do Bolsa Escola. Terra está tentando reverter o veto junto ao ministro Onyx Lorenzoni. Fonte: Portal Veja

 

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Política BSB

“É um problema do Flávio. Ele vai resolver isso aí”, diz Mourão

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Presidente em exercício negou que haja risco de o caso do filho de Bolsonaro impactar nas negociações da reforma da Previdência no Congresso

Brasília(DF), 7/1/2019 – Jair Bolsonaro, Hamilton Mourão. Posse dos presidentes do Banco Central, BB e Caixa Economica. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, desviou de questionamentos sobre a crise envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e procurou afastar o governo das denúncias sobre movimentações financeiras atípicas do filho do presidente Jair Bolsonaro.

À frente da Presidência por conta da viagem do titular a Davos, Mourão negou que haja risco de o caso impactar nas negociações da reforma da Previdência no Congresso.

“Já expliquei esse assunto. Esse assunto eu não comento mais. Não vem para cima do governo, é um problema do Flávio. O Flávio vai resolver isso aí”, afirmou Mourão a jornalistas, após deixar o gabinete no Palácio do Planalto para almoçar em sua residência oficial, no Palácio do Jaburu.

Sobre o exercício da Presidência, Mourão disse que não haverá mudanças em relação ao direcionamento dado por Bolsonaro. “Sem marola, só tocando a bola para o lado”, disse.

Fonte: Portal Metrópoles

 

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