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Segunda edição da Campus Party Brasília reúne 100 mil pessoas

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O evento se sagrou a terceira maior franquia do mundo

(foto: Gabriel Jabur/Agencia Brasilia)

 

A segunda edição da Campus Party Brasília encerrou as atividades com sucesso na capital federal, e se consagrou como a terceira maior da franquia no mundo. A estimativa é de que cerca de 100 mil pessoas participaram do evento neste ano, segundo a organização. A expectativa era de 70 mil visitantes nos cinco dias de atividade.

Esse é o maior evento de tecnologia do país. Em 2018, as atividades passaram por São Paulo, Natal, Bahia, Brasília e chegam a Rondônia, entre 1º e 5 de agosto. Será a primeira edição na região Norte. Ao redor do mundo, são 12 países que sediam o encontro. A ideia é o que o evento reúna jovens e amantes do assunto para trocar ideias inovadoras.

A Campus Party Brasília teve como tema de debate as cidades inteligentes. Ontem, foi o último dia do encontro, que começou em 27 de junho. Na programação, o público conferiu painéis, palestras, oficinas, workshops, além de apresentações de projetos tecnológicos que podem ser aplicados em outras áreas, como educação, saúde, agronegócio e mobilidade urbana. Para o responsável pelo evento na capital federal e embaixador da Campus Party Brasil, Thiago Jarjour, a recepção do público brasiliense foi extremamente positiva.

 

“A nossa Campus hoje, em números, é a terceira do mundo. Brasília está mudando, ela vem desenvolvendo um ecossistema de empreendedorismo jovem, de startups e inovação”, comentou Jarjour. As duas maiores edições são no México e em São Paulo. “A gente é maior que Cingapura, Itália, Dubai. Isso é muito legal. E é um evento que é europeu, mas nós temos duas das três maiores Campus aqui no Brasil”, completou.

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Cultura

Banda Sinfônica da Polícia Militar do DF faz concerto em homenagem à França

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Maestro francês participa de espetáculo, que começa às 20h desta segunda (16) com entrada gratuita.

Polícia Militar/Divulgação

Nesta segunda-feira (16), a Banda Sinfônica da Polícia Militar do Distrito Federal apresenta um concerto em homenagem à França – vencedora da Copa do Mundo 2018. O espetáculo começa às 20h no Teatro dos Bancários e a entrada é gratuita.

No repertório estão obras de Claude Debussy, Darius Milhaud, Ida Gotkovsky, Cécile Chaminade, Edith Piaf e Gilbert Bécaud. O maestro francês Claude Brendel e a flautista brasiliense Eidí Lima são os convidados especiais da noite.

Também participam do concerto músicos militares das Forças Armadas, do Corpo de Bombeiros, da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, de professores da Escola de Música de Brasília e de estudantes da Universidade de Brasília (UnB).

Serviço

“Concertos Diplomáticos”
Data: 16 de julho
Hora: 20h
Local: Teatro dos Bancários – 514/515 Sul
Entrada gratuita
Classificação indicativa: livre

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Cultura

Artista plástico professor da rede pública do DF vai expor obras no Louvre

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Octávio Rold, 28 anos, ensina arte a crianças de 11 a 16 anos, no Centro de Ensino Fundamental 1 do Paranoá

Ao mesmo tempo em que se prepara para expor os trabalhos no Museu do Louvre, em Paris, o artista plástico brasiliense Octávio Rold, 28 anos, ensina arte a crianças de 11 a 16 anos, no Centro de Ensino Fundamental 1 do Paranoá, como professor efetivo da Secretaria de Educação. Formado em artes plásticas pela Universidade de Brasília (UnB) e em história da arte pela Universidade de Florença, Rold criou um estilo próprio, com linguagem expressiva, fluida, que foge do óbvio.

 

Inspirado por impressionistas como Monet e Van Gogh, ele registra um monumento famoso — como o Templo da Legião da Boa Vontade (LBV), a Igrejinha, a Sagrada Família e o Partenon — de maneira que sobrepõe a realidade. “Quando se coloca a identidade própria no quadro, as pessoas associam a obra ao artista. Eu gosto muito de pegar templos, locais e pessoas e tirá-los do óbvio, mostrando o meu ponto do vista.”

Rold trabalha com duas técnicas: aquarela e nanquim sobre papel e tinta acrílica sobre tela. Ele é autor de uma das obras do acervo permanente da Embaixada do Brasil em Roma. Em 2013, fez a primeira exposição internacional, em Florença. Dois anos mais tarde, foi a vez de representar a capital brasileira em Milão, com uma série de aquarelas que ilustram frutas típicas do país tropical, como o guaraná, a jabuticaba, a acerola e a goiaba.

A jornada internacional continua, com data marcada para outubro deste ano, quando o artista vai expor quatro obras no Salão Profissional de Arte Contemporânea do Carrousel du Louvre. Apesar do prestígio internacional, a principal missão de Rold está aqui, em Brasília. “Quero trazer a arte como perspectiva de vida. Torná-la acessível a essas crianças. Assim como o esporte e a religião podem contribuir para a formação, a arte é mais um mecanismo e, para mim, o principal”, justifica.

Quinta geração de professores na família, Rold teve em casa exemplos que contribuíram na formação profissional. Além da avó, da bisavó e da tataravó, a mãe, Márcia Regina Pereira, trabalhou durante 32 anos como professora de português na Escola do Parque da Cidade.

De acordo com o artista, uma das grandes incentivadoras para o desenvolvimento acadêmico e profissional dele foi a doutora e professora do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da UnB Thérèse Hofmann Gatti. A admiração, no entanto, vem dos dois lados. “É um artista jovem, extremamente promissor. Ficamos muito orgulhosos de ele conseguir transitar nesse eixo de artista-professor e professor-artista.  Além da qualidade do desenho e do domínio das técnicas, Rold tem visão de pesquisa, iniciação científica e didática, e certamente mostrará aos alunos a importância da estética, da sensibilidade, do saber traduzir o mundo visual em que vivemos”, afirma Thérèse.

Autonomia

Um dos projetos que o professor quer implementar em sala de aula é a confecção de artesanatos, como sabonetes, para que os alunos consigam vender as próprias produções. “Os materiais artísticos, em geral, são caros. Mas isso não é um empecilho. Por isso, quero ensinar aos meus alunos a produzirem os próprios materiais, dar autonomia a eles por meio da arte. Muitas vezes, essas crianças não se imaginam artistas, e trabalhar com criações artesanais é uma maneira de estimulá-las.”

A dificuldade de Octávio para se descobrir artista foi outra. Até os 17 anos, ele sofria com hiperidrose palmar, doença que faz com que as mãos suem excessivamente. “Mesmo sentindo que tinha um dom para o desenho, eu não conseguia segurar o pincel, porque escorregava. A folha ficava molhada. Fiz uma cirurgia para corrigir esse problema e comecei a pintar de verdade”, conta.

Para Rold, a arte contribui para uma visão mais ampla de mundo e é uma forma de comunicar o que a sociedade tende a discriminar. “A arte é uma maneira de expressão, de protesto. Em uma comunidade onde muitas das crianças com que trabalho são oprimidas socialmente, aprender a se expressar artisticamente empodera, abre horizontes e, nesse sentido, salva.”

Para saber mais

 
Reconhecimento internacional

O Salão Profissional de Arte Contemporânea do Carrousel du Louvre, em Paris, será de 16 a 24 de outubro, no Museu do Louvre. Durante o evento, artistas emergentes, renomados e internacionais expõem as obras selecionadas. Na ocasião, o público pode comprar as produções, além de ter contato direto com os artistas e galeristas de diferentes nacionalidades.

Fonte: Correio Braziliense

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Cultura

Show de Zé Ramalho em Brasília terá clássicos e releituras de Raul Seixas

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Apresentação está marcada para 29 de setembro. Ingressos vão de R$ 50 a R$ 440; veja informações.

Érico Andrade/G1

O cantor e compositor Zé Ramalho se apresentará em Brasília em 29 de setembro, voltando à capital 10 meses depois da última apresentação.

O “trovador” comemora, em 2018, quatro décadas do lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, que lançou sucessos como “Chão de giz” e “Avôhai”. Os ingressos estão à venda e custam de R$ 50 a R$ 440 (veja mais abaixo).

No show de Brasília, estarão presentes clássicos do repertório de Zé Ramalho – “Sinônimos”, “Frevo mulher” e “Garoto de aluguel”, por exemplo – e releituras de Raul Seixas, como “Trem das sete” e “Medo da chuva”.

Após 20 anos, Zé Ramalho se apresenta em Sorocaba nesta sexta-feira (Foto: Divulgação)

Com voz inconfundível e poesia apocalíptica, o compositor escreveu seu nome na música brasileira. Zé Ramalho emplacou músicas em 27 telenovelas e séries nacionais. Atualmente, está no ar com três temas de “Onde nascem os fortes”: “Canção agalopada”, “Frevo mulher” e “Jardim das Acácias”.

Serviço

Zé Ramalho em Brasília
Data: 29 de setembro
Hora: 21h
Local: auditório master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, no Eixo Monumental
Ingressos: de R$ 50 a R$ 440 – clique aqui para comprar

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