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São Paulo está preparada para outro período de seca, garante Alckmin

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Em comentário sobre os desafios ao setor de saneamento, Alckmin afirmou que a principal dificuldade hoje é o financiamento

 

São Paulo está preparada para outro período seco como o de 2014, disse nesta terça-feira (3), o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), em conversa com jornalistas após participação em evento do setor de saneamento.

De acordo com o governador, duas obras que ficarão prontas em dezembro deste ano prometem aumentar a segurança hídrica da região metropolitana de São Paulo. Uma delas é a Parceria Público-Privada (PPP) do São Lourenço, um sistema novo que trará águas do Rio São Lourenço e disponibilizará mais 6,4 metros cúbicos por segundo de água para o abastecimento de São Paulo. Outra obra a ser entregue em dezembro é a Interligação do Paraíba do Sul com o Sistema Cantareira, que dobrará a capacidade de reservação.

Em comentário sobre os desafios ao setor de saneamento, Alckmin afirmou que a principal dificuldade hoje é o financiamento. Para atingir a universalização dos serviços, o governador avalia que há necessidade de se melhorar a gestão, aumentar a área de atuação das empresas do setor (para resíduos sólidos e água de reúso, por exemplo), diminuir os custos de captação de recursos e reduzir a carga tributária de água e esgoto.

Alckmin reforçou que o setor de saneamento está diretamente ligado à saúde, apontando a queda da mortalidade infantil e geral como resultado da melhora do abastecimento. “Saneamento também é emprego, é obra, disse, citando a PPP do São Lourenço, que chegou a empregar 4,5 mil trabalhadores no pico das obras.

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    ANTT abre consulta pública para discutir tabela de preços mínimos do frete

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    Uma terceira versão dos preços do frete está em discussão entre governo e caminhoneiros e poderá ser elaborada em substituição à primeira tabela

    Agência Brasil

    Embora as discussões ainda estejam em curso e o impasse continue em torno do tabelamento do frete rodoviário, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) decidiu abrir um processo de consulta pública para discutir a elaboração de uma nova tabela com preços mínimos para o serviço no País.

    O aviso está publicado no Diário Oficial da União (DOU) e a consulta se dará na forma de “tomada de subsídio” para o aprimoramento da metodologia e os parâmetros que deverão ser adotados na tabela, prevista na Medida Provisória 832/2018, que instituiu a Política de Preços Mínimos de Frete, dentro do acordo firmado com caminhoneiros para pôr fim à greve de 11 dias realizada pela categoria em maio.

    O período para envio das contribuições começa nesta quarta-feira, 20, e segue até o dia 3 de agosto. Todas as informações da consulta estarão disponíveis no site da agência.

    Histórico

    A ANTT divulgou uma tabela com preços mínimos no dia 30 de maio, como prevê a MP 832. No entanto, o documento gerou muita polêmica e desagradou o setor produtivo, que alegou aumentos de até 150% nos preços do frete e ameaçou até ir à Justiça para barrar o tabelamento.

    Desde então, uma terceira versão dos preços está em discussão entre governo e caminhoneiros e poderá ser elaborada em substituição à primeira tabela, a do dia 30 de maio, que segue em vigor.

    Hoje, o tabelamento do frete é o tema de uma reunião marcada pelo ministro Luiz Fux do Supremo Tribunal Federal (STF) com a Associação do Transporte Rodoviário de Cargas do Brasil (ATR Brasil), Advocacia-Geral da União, Procuradoria-Geral da República, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a própria ANTT.

    O ministro quer ouvir as partes antes de decidir sobre ações que chegaram ao Supremo sobre a questão.

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      Brasil

      Governo federal devolve casarão japonês confiscado durante a 2ª Guerra Mundial

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      O sobrado, construído com ajuda financeira do Japão, foi inaugurado em 1929

      Reprodução/Flickr

      Após 76 anos, descendentes de imigrantes japoneses receberam de volta, na segunda-feira, 18, um casarão confiscado pelo governo brasileiro na Segunda Guerra Mundial, em Santos, cidade do litoral paulista. Ali funcionava a Escola Japonesa de Santos, que foi fechada e teve o imóvel expropriado pelo governo Getúlio Vargas, como retaliação pela entrada do Japão na guerra. O decreto, de 11 de março de 1942, determinava o confisco dos bens das comunidades japonesa, alemã e italiana, consideradas inimigas, após o Brasil entrar no conflito do lado oposto.

      A devolução à Associação Japonesa de Santos foi feita pela Secretaria do Patrimônio da União. A solenidade, no próprio casarão, foi acompanhada por anciões que, à época, nada puderam fazer sobre o confisco. Jovens da quarta geração de descendentes dos primeiros imigrantes nipônicos também estiveram presentes.

      “Na época, a escola ensinava Português de manhã e Japonês à tarde, mas atendia também brasileiros, como hoje. Temos 120 alunos e só 30% são descendentes”, diz Naoyo Yamanaka, diretora de Cultura da Associação. O sobrado, construído com ajuda financeira do Japão, foi inaugurado em 1929.

      Santos tinha a colônia japonesa mais numerosa do Estado. Segundo Naoyo, muitos imigrantes que chegaram em 1908 se fixaram na cidade praiana. Com a criação da escola, o governo japonês enviou professores para ensinar a língua e a cultura.

      Em 1946, logo após a guerra, o governo federal incorporou os imóveis confiscados ao patrimônio nacional. O prédio da Escola Japonesa abrigou a Junta de Alistamento Militar até 2006, quando a União permitiu o uso pela Associação. Em 2008, o imóvel foi restaurado.

      Futuro

      O plano é aumentar as atividades e iniciar a instalação de um museu. Conforme a secretaria, o casarão é o último imóvel confiscado durante a guerra em São Paulo a ser devolvido aos verdadeiros donos. Os bens italianos começaram a ser devolvidos ainda durante o conflito. Em seguida, houve devolução aos alemães.

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        Preço médio da gasolina cai 0,53% na quinta, para R$ 1,8841, revela Petrobras

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        O preço do diesel, por sua vez, segue congelado em R$ 2,0316

        ESTADÃO CONTEÚDO

        A Petrobras anuncia que, com o reajuste que entrará em vigor nesta quinta-feira, dia 21 de junho, o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias será de R$ 1,8841, com queda de 0,53% em relação à média atual de R$ 1,8941. O preço do diesel, por sua vez, segue congelado em R$ 2,0316.

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