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Samsung lança no Brasil o S10, sua esperança de reação

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No ano passado, o número de smartphones vendidos no mundo caiu pela primeira vez na história; coreana perdeu terreno para fabricantes chinesas

Smartphones: vendas dos aparelhos têm caído (Sergio Perez/Reuters)

A fabricante de eletrônicos Samsung estreia hoje no Brasil uma de suas principais promessas para 2019: o Galaxy S10, novo modelo da linha Galaxy que já havia sido lançado nos Estados Unidos em fevereiro.

O S10 chega ao mercado mundial para concorrer com aparelhos topo de linha, como os iPhones da Apple. No Brasil, a pré-venda começa nesta quarta-feira, com preço que vai de 4.299 a 8.999 reais, a depender da versão.

O novo Galaxy traz algumas novidades nas quais a Samsung espera apostar para manter a liderança no mercado global de smartphones e fazer as vendas, que caíram 9% no ano passado, voltarem a subir. Uma delas é a versão com 5G, tecnologia que oferece internet móvel até 100 vezes mais rápida.

O Brasil não recebeu o modelo 5G, uma vez que a tecnologia, que engatinha no mundo, ainda não existe por aqui. Mas, lá fora, a Samsung fez história ao tornar-se a primeira a lançar um aparelho do tipo.

Além do S10, a sul-coreana também trará neste ano o aguardado design “dobrável”, que virá em abril com o novo Galaxy Fold (dobrar, em inglês). O modelo promete ser a grande novidade do mercado nos próximos anos — a Huawei já possui um aparelho dobrável, e outras, como a Motorola, trabalham para entrar na onda.

Sem grandes novidades no Galaxy S9 e Note 9, lançamentos de 2018, a Samsung foi vítima de um mercado de smartphones que desacelera: no ano passado, o número de aparelhos vendidos pelo setor como um todo caiu pela primeira vez na história. A Apple, segunda no mercado, também teve queda de 5% nas vendas.

A surpresa é que, na contramão das marcas tradicionais, as chinesas Huawei e Xiaomi viram as vendas crescerem em 2018. Analistas apostam que a Huawei, a terceira no mercado e teve alta de 35% nas vendas, pode ultrapassar a Apple até o fim deste ano.

A Huawei, contudo, enfrenta seus próprios problemas. Em meio à guerra comercial entre EUA e China, a empresa foi proibida de vender em território norte-americano acusada de espionar usuários. Sua CFO, Meng Wanzhou, também está presa no Canadá, acusada de roubar tecnologia da empresa de telecomunicações AT&T. O fato é que, mesmo sem vender nos EUA, o Mate 20, topo de linha da Huawei, chegou a 10 milhões de unidades vendidas desde que foi lançado, em outubro.

As vendas de smartphones podem estar caindo, mas ainda são 1,4 bilhão de celulares vendidos mundo afora. Para convencer os consumidores a colocar a mão no bolso, a Samsung e as concorrentes vão ter de se mexer.

Fonte Exame

 

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Os lançamentos da Netflix na semana (20/05 a 26/05)

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Nesta semana, mais uma vez, o catálogo da Netflix ganha o reforço de novos títulos. Entre eles, há filmes, documentários, séries e novas temporadas de séries. Quer saber o que vem por aí? Acompanhe, a seguir, a lista que o Olhar Digital preparou. Depois, é só escolher seus preferidos e divertir-se!

Segunda-feira, 20 de maio (20/05)

Quinta-feira, 23 de maio (23/05)

Sexta-feira, 24 de maio (24/05)

Filmes

Terça-feira, 21 de maio (21/05)

Quarta-feira, 22 de maio (22/05)

Sexta-feira, 24 de maio (24/05)

Documentários

Quarta-feira, 22 de maio (22/05)

Sexta-feira, 24 de maio (24/05)

Stand-up

Terça-feira, 21 de maio (21/05)

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Tecnologia

Microsoft pode bloquear atualizações para laptops da Huawei

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Até o momento, a fabricante do Windows se recusou a comentar se iria aderir ao boicote, dizendo de forma bastante sucinta: ‘não temos nada a compartilhar’

Com a Huawei se tornando uma “empresa non grata” pelo governo dos Estados Unidos, diversas gigantes de Tecnologia do país resolveram aderir ao boicote, entre elas Google, Qualcomm, Intel, entre outras. E no meio de tudo isso, algumas dúvidas surgiram enquanto ao posicionamento da Microsoft, já que a Huawei também produz notebooks. E sim, parece que eles também podem fazer deixar de fazer negócios com a gigante chinesa.

A administração de Trump na sexta-feira (17) colocou a Huawei em uma “lista negra do comércio”, que proíbe as empresas dos EUA a fazer negócios com a companhia chinesa. A ação se dá pelas pesadas disputas comerciais entre China e EUA e, no embalo da contenda, o presidente Donald Trump acusa o governo chinês de espionagem através da infraestrutura de telecom da Huawei.

E depois que o Google suspendeu o suporte do Android aos smartphones da marca, é provável que a Microsoft também interrompa a venda de licenças do Windows 10 para a fabricação de laptops da Huawei. O TechRadar entrou em contato com a empresa, que se recusou a comentar iria aderir ao boicote. dizendo de forma bastante sucinta: “não temos nada a compartilhar”.

Caso a “Big M” também participe do movimento, a alternativa da Huawei seria, naturalmente, o uso de alguma distribuição de Linux, devidamente customizada. Até o momento, não é possível saber se os chineses já têm esse plano também para os PC, mas é bastante provável, uma vez que eles já têm essa carta na manga para sua linha de smartphones.

As atualizações de segurança e o acesso à loja e aos serviços do Google Play continuarão nos dispositivos Huawei já comercializados, incluindo os que ainda estão em estoque globalmente. É uma suposição segura de que a Microsoft adotará a mesma postura. Sua licença do Windows 10 e as atualizações de serviço resultantes das mesmas foram pagas e seu sistema operacional não irá simplesmente parar de funcionar.

Via: MSPoweruser / Forbes

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Google começa a cortar laços com a Huawei

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Em meio a tensões comerciais, Trump proibiu que empresas americanas façam negócios com estrangeiras do setor de telecomunicações

Huawei: empresa se tornou inimiga de Washington (Aly Song/File Photo/Reuters)

O grupo americano Google, cujo sistema operacional Android está instalado na grande maioria dos smartphones do mundo, anunciou no domingo (19) que começou a suspender suas relações com o grupo chinês Huawei, uma das empresas consideradas “de risco” por Washington.

Em meio a tensões comerciais com Pequim, o presidente Donald Trump proibiu que os grupos americanos façam negócios com empresas estrangeiras do setor de telecomunicações consideradas perigosas para a segurança nacional, uma medida que tinha como alvo principal a Huawei, gigante chinesa e que se tornou inimiga de Washington.

O grupo aparece na lista de empresas suspeitas com as quais não se pode negociar sem a autorização das autoridades.

“Estamos cumprindo a ordem e revisando as implicações”, afirmou um porta-voz do Google em um e-mail à AFP.

As implicações podem ser importantes, pois, como todos os grupos de tecnologia, o Google deve colaborar com os fabricantes de smartphones para que seus sistemas sejam compatíveis com os telefones.

A empresa terá que interromper as atividades que representam transferência de tecnologias que não são públicas (“open source“), o que obrigaria o fabricante chinês a usar apenas a versão “open source” do Android, explicou à AFP uma fonte próxima ao caso.

Desta maneira, a Huawei não poderá acessar mais os aplicativos e serviços que pertencem ao Google, como o Gmail, por exemplo.

Nesta segunda-feira (20), a Huawei afirmou que fez “contribuições substanciais” ao desenvolvimento do sistema operacional Android e que vai continuar oferecendo atualizações de segurança e serviços pós-venda a todos seus equipamentos, depois de saber que o Google deixará de vender componentes e software à empresa chinesa.

“A Huawei fez contribuições substanciais ao desenvolvimento e crescimento de Android. Como um dos seus parceiros-chave globais, trabalhamos estreitamente com sua plataforma de código aberto para desenvolver um ecossistema que beneficiou tanto os usuários como a indústria”, informou a empresa chinesa em comunicado.

A companhia indicou que continuará fornecendo atualizações e serviços pós-venda a todos seus equipamentos, tanto “para os quais já foram vendidos como para os que estão ainda em estoque”

No primeiro trimestre, a Huawei vendeu 59,1 milhões de smartphones, o que representa 19% do mercado, mais do que a americana Apple, mas ainda continua atrás da líder do setor, a sul-coreana Samsung.

A Huawei é uma das empresas líderes do 5G, a nova geração da internet móvel que está em processo de desenvolvimento.

As duas maiores economias mundias travam uma guerra comercial, com a imposição mútua de tarifas, e a tecnologia é um eixo fundamental do confronto.

 

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