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Policiais do DF são condenados por cobrar dinheiro para não cumprir mandados de prisão

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Dupla cobrou R$ 30 mil para deixar homens livres. Agente pegou 29 anos de prisão e perderá cargo.

Fachada do Departamento de Polícia Especializada da Polícia Civil do DF (Foto: Letícia Carvalho/G1)

O policial civil Marcelo da Costa Souza e o policial militar reformado Jorge Alves dos Santos foram condenados pelo crime de extorsão qualificada pela 1ª Vara Criminal de Samambaia, no Distrito Federal. Cabe recurso.

Segundo a denúncia feita pelo Ministério Público, a dupla ameaçou dois homens e cobrou R$ 30 mil para não cumprir mandados de prisão que estariam abertos contra eles.

Os policiais teriam encontrado as vítimas na Feira Permanente de Samambaia. Dali, as levaram para a sede da Polícia Civil, o Fórum de Brasília e para uma delegacia. No caminho, as intimidaram, pedindo o dinheiro para deixá-las livres.

O policial civil foi condenado a 29 anos e 7 meses de prisão, inicialmente em regime fechado, perdeu o cargo de agente de polícia e terá de pagar multa de R$ 4 mil. Já o militar reformado pegou 22 anos e 12 meses de reclusão, também em regime fechado, e multa de R$ 2,6 mil.

A dupla cumpre prisão preventiva desde o fim do ano passado. A medida foi mantida.

As investigações contra Marcelo e Jorge começaram em junho de 2017. Elas foram lideradas pela Corregedoria da Polícia Civil em conjunto com o Núcleo de Investigação e Controle Externo da Atividade Policial (Ncap) do Ministério Público do DF.

Fonte G1 DF.

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Política BSB

Caiado decreta situação de calamidade financeira em Goiás

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Assembleia vai aproveitar sessão extraordinária para votar orçamento

Caiado (/)

Ronaldo Caiado enviou à Assembleia Legislativa decreto que estabelece situação de calamidade financeira em Goiás pelo prazo de 180 dias.

A medida considera o “elevado e crescente déficit fiscal, expressiva e constante elevação de despesas públicas” e a baixa receita.

“O déficit fiscal acumulado previsto para o final do exercício de 2019 é de mais seis bilhões de reais, aí incluídos os quase dois bilhões de reais de despesas inscritos em restos a pagar, mais um bilhão de reais correspondentes à parte da folha dos servidores não empenhada no exercício de 2018”, diz o documento.

Nesta terça-feira (22), em sessão extraordinária, os deputados vão apreciar o decreto e votar o orçamento de 2019, que não foi feito sob a gestão do ex-governador José Eliton.

Fonte: Portal Veja

 

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Política BSB

Planalto veta deputado ligado a LGBTs no governo, a pedido do PSL

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Deputado tucano Floriano Pesaro foi indicado Secretário de Assistência Social

Pesaro atua na área há 26 anos (Gabriela Peres/Seds/Divulgação)

Um grupo de parlamentares do PSL, em especial de São Paulo, conseguiu vetar no Palácio do Planalto o nome do deputado federal  e sociólogo Floriano Pesaro (PSDB-SP) para a Secretaria Nacional de Assistência Social, vinculada ao Ministério da Cidadania. Seu nome foi até anunciado pelo ministro Osmar Terra no final do ano passado, mas sua nomeação não saiu até hoje. Deveria ter sido publicada no início do ano. O veto foi muito menos por Pesaro, que não se reelegeu, ser tucano, mas por suas ligações com movimentos LGBTs e Ongs.  Ele atua na área de assistência social há 26 anos, foi secretário municipal e estadual dessa área. No governo de FHC, trabalhou no MEC e ajudou na criação do Fies e do Bolsa Escola. Terra está tentando reverter o veto junto ao ministro Onyx Lorenzoni. Fonte: Portal Veja

 

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Política BSB

“É um problema do Flávio. Ele vai resolver isso aí”, diz Mourão

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Presidente em exercício negou que haja risco de o caso do filho de Bolsonaro impactar nas negociações da reforma da Previdência no Congresso

Brasília(DF), 7/1/2019 – Jair Bolsonaro, Hamilton Mourão. Posse dos presidentes do Banco Central, BB e Caixa Economica. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, desviou de questionamentos sobre a crise envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e procurou afastar o governo das denúncias sobre movimentações financeiras atípicas do filho do presidente Jair Bolsonaro.

À frente da Presidência por conta da viagem do titular a Davos, Mourão negou que haja risco de o caso impactar nas negociações da reforma da Previdência no Congresso.

“Já expliquei esse assunto. Esse assunto eu não comento mais. Não vem para cima do governo, é um problema do Flávio. O Flávio vai resolver isso aí”, afirmou Mourão a jornalistas, após deixar o gabinete no Palácio do Planalto para almoçar em sua residência oficial, no Palácio do Jaburu.

Sobre o exercício da Presidência, Mourão disse que não haverá mudanças em relação ao direcionamento dado por Bolsonaro. “Sem marola, só tocando a bola para o lado”, disse.

Fonte: Portal Metrópoles

 

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