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Pesquisa Datafolha no Distrito Federal: Eliana, 18%; Rollemberg, 15%; Rosso, 12%; Fraga, 10%

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Ibaneis tem 4%; Chagas, Fátima, Miragaya e Guerra têm 3%, cada um; Rosa não atinge 1%, e Guillem não foi citado. Levantamento foi feito entre 4 e 6 de setembro

Reprodução Brasília de Fato

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (6) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo do Distrito Federal:

  • Eliana Pedrosa (Pros): 18%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 15%
  • Rogério Rosso (PSD): 12%
  • Alberto Fraga (DEM): 10%
  • Ibaneis (MDB): 4%
  • General Paulo Chagas (PRP): 3%
  • Fátima Sousa (PSOL): 3%
  • Miragaya (PT): 3%
  • Alexandre Guerra (Novo): 3%
  • Renan Rosa (PCO): 0%
  • Guillen (PSTU): –
  • Brancos/nulos: 21%
  • Não sabe: 8%

Os três primeiros colocados estão tecnicamente empatados, sendo que Eliana Pedrosa e Rogério Rosso empatam no limite da margem de erro.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”. É o segundo levantamento do Datafolha realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

No primeiro levantamento, feito em 20 e 21 de agosto, os percentuais de intenção de voto eram os seguintes:

  • Eliana Pedrosa (Pros): 15%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 14%
  • Rogério Rosso (PSD): 13%
  • Alberto Fraga (DEM): 8%
  • General Paulo Chagas (PRP): 5%
  • Fátima Sousa (PSOL): 3%
  • Miragaya (PT): 3%
  • Alexandre Guerra (Novo): 2%
  • Ibaneis (MDB): 2%
  • Guillem (PSTU): 1%
  • Renan Rosa (PCO): 1%
  • Brancos/nulos: 24%
  • Não sabe: 8%

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 910 eleitores de todas as regiões do DF, com 16 anos ou mais
  • Quando a pesquisa foi feita: de 4 a 6 de setembro
  • Registro no TSE: DF-06008/2018
  • nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.
  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

Espontânea

Na modalidade espontânea da pesquisa Datafolha (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte:

  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 9%
  • Eliana Pedrosa (Pros): 8%
  • Alberto Fraga (DEM): 6%
  • Rogério Rosso (PSD): 4%
  • Ibaneis (MDB): 2%
  • Alexandre Guerra (Novo): 1%
  • Fátima Sousa (PSOL): 1%
  • General Paulo Chagas (PRP): 1%
  • Miragaya (PT): 1%
  • Outras respostas: 6%
  • Brancos/nulos: 15%
  • Não sabe: 47%

Rejeição

O Datafolha também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os índices:

  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 48%
  • Alberto Fraga (DEM): 31%
  • Eliana Pedrosa (Pros): 25%
  • Miragaya (PT): 23%
  • Rogério Rosso (PSD): 22%
  • Fátima Sousa (PSOL): 18%
  • General Paulo Chagas (PRP): 17%
  • Alexandre Guerra (Novo): 15%
  • Ibaneis (MDB): 15%
  • Renan Rosa (PCO): 15%
  • Guillem (PSTU): 13%
  • Votaria em qualquer um / não rejeita nenhum: 3%
  • Rejeita todos / não votaria em nenhum: 6%
  • Não sabe: 6%

O Datafolha também perguntou a intenção de voto no Distrito Federal para o Senado.

Fonte: G1 DF

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TSE aprimora consulta sobre como verba eleitoral é gasta por candidato

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Novidade no sistema do Tribunal Superior Eleitoral permite acessar e obter dados de despesa de candidatos

Estatísticas consolidadas sobre a prestação de contas de candidatos e partidos políticos relativas às eleições de outubro estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para consulta de qualquer interessado.

Até a semana passada, no link “Estatísticas Eleitorais” já era possível acessar informações detalhadas sobre candidaturas e eleitorado, em abas específicas. Agora, a novidade é que na aba “Prestação de Contas” o cidadão pode obter dados consolidados a partir de um resumo geral.

Com base nessas informações, o sistema pode trazer uma busca refinada com, por exemplo, informações de Receitas/Despesas contratadas e pagas; Receitas obtidas de recursos públicos e privados, e ainda despesas pagas com recursos públicos e privados, onde é possível saber o tipo de prestador, os tipos de despesa mais frequentes, as fontes de despesas, e os maiores fornecedores.

Também é possível pesquisar recursos de comercialização de bens ou realização de eventos, doações pela internet, financiamento coletivo, de outros candidatos, de partidos políticos, de pessoas físicas, recursos próprios e rendimentos de aplicações financeiras.

Outra possibilidade é fazer a pesquisa por estado, município, partido, cargo, tipos de receita, fontes de receita e situação de candidatura, além de consultar a receita do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral, e verificar a aplicação dos recursos em candidaturas por gênero.

Segundo a Justiça Eleitoral, a diferença das informações disponíveis nessa nova aba das estatísticas eleitorais para o Divulgacandcontas é que nela os dados estão consolidados com as informações enviadas à Justiça Eleitoral até o momento.

*Com informações do TSE.

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PGR adia investigação de senadores do MDB, ministro do TCU e Mantega

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Inquérito apura suspeitas de pagamentos milionários do grupo J&F a parlamentares do MDB

Brasília – A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), a prorrogação por 60 dias das investigações sobre um suposto esquema de pagamentos milionários do grupo J&F a parlamentares do MDB.

O pedido diz respeito a um inquérito que investiga os senadores do MDB Dário Berger (SC), Eduardo Braga (AM), Eunício Oliveira (CE), Jader Barbalho (PA), Renan Calheiros (AL) e Valdir Raupp (RO), além do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo e os ex-ministros Helder Barbalho (MDB-PA) e Guido Mantega (PT-SP). O inquérito apura suspeitas de prática dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro por essas autoridades.

As suspeitas foram levantadas nas delações premiadas do executivo Ricardo Saud, da J&F, e do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

Raquel Dodge destacou que Sérgio Machado, em sua delação premiada, narrou “ter chegado ao seu conhecimento que o Grupo JBS faria doações à bancada do Senado do PMDB no montante aproximado de R$ 40.000.000,00 (quarenta milhões de reais), a pedido do Partido dos Trabalhadores – PT, para as eleições do ano de 2014”.

Saud, por sua vez, afirmou que houve pagamento de R$ 46 milhões a senadores do MDB a pedido do PT, ressaltou a procuradora-geral da República. A suspeita é a de que, embora muitas doações tenham sido realizadas de forma oficial, se trataria na verdade de vantagem indevida, uma vez que dirigentes petistas estariam comprando o apoio de peemedebistas para as eleições de 2014 como forma de assegurar a aliança entre os dois partidos.

As acusações também foram reforçadas pelo empresário Joesley Batista, que disse em depoimento que se reuniu com Guido Mantega em julho de 2014, quando o então ministro da Fazenda lhe teria pedido para transferir R$ 40 milhões para senadores da bancada do MDB.

Os políticos negam irregularidades.

Viabilidade

Na avaliação da procuradora-geral da República, o “conjunto de elementos probatórios até agora arrecadados revelam a absoluta viabilidade da investigação em curso”. “A interrupção prematura desta apuração impedirá, de plano, o exaurimento de hipótese investigativa em exame”, observou Raquel Dodge.

Raquel Dodge mencionou uma série de providências que ainda não foram realizadas, como os depoimentos de Ricardo Saud e Sérgio Machado, a análise de doações eleitorais feitas pelo grupo J&F ao diretório nacional do MDB e repassadas a diretórios estaduais, o exame da documentação apresentada pelos colaboradores e uma pesquisa sobre os quadros societários de empresas que teriam sido utilizadas pelo grupo J&F para intermediação dos repasses.

“Assim, a Procuradoria-Geral da República requer a prorrogação do prazo para a conclusão do inquérito por 60 (sessenta) dias, considerada a existência de diligências pendentes e necessárias ao deslinde das investigações, indicadas na presente manifestação, sem prejuízo de outras reputadas úteis”, escreveu Raquel Dodge.

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Brasília

Ministério da Agricultura flagra funcionários batendo ponto e indo embora

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Após receber denúncias, a pasta cruzou dados dos registros de ponto e das catracas de saída das dependências do órgão

Todos os 40 funcionários são alvos de processos administrativos e podem ser demitidos do serviço público(foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)

Ao adotar um programa de compliance (combate a fraudes), o Ministério da Agricultura flagrou 40 servidores que chegavam no trabalho, batiam o ponto e iam embora, sem cumprir a carga horária estabelecida.
A pasta recebeu algumas denúncias e resolveu cruzar os dados das catracas e folhas de ponto. Os dados revelaram que os envolvidos cruzavam as catracas de saída do prédio minutos após baterem o ponto e não retornavam mais ao local de trabalho.
O programa para identificar áreas vulneráveis à corrupção foi adotado após a Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, que identificou um esquema de fraude na fiscalização de frigoríficos e a venda de carne estragada por algumas empresas.
Todos os 40 funcionários são alvos de processos administrativos e podem ser demitidos do serviço público.
Fonte: Correio Braziliense
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