Nossa rede

Espaço Mulher

Pele mista, seca ou oleosa? Entenda qual é o seu tipo e como cuidar dela

Publicado

dia

Saber quais são os cuidados específicos que o rosto precisa faz toda a diferença ao montar uma rotina de beleza efetiva.

As opções de cosméticos e tratamentos de beleza disponíveis no mercado estão crescendo cada vez mais. Na hora de escolher em quais deles investir, é essencial saber se a sua pele é mista, seca ou oleosa, afinal, utilizar um produto errado pode trazer o resultado contrário do desejado e até prejudicar a saúde facial.

Para facilitar a tarefa de identificar os diferentes tipos de pele, listamos abaixo algumas dicas e os cuidados necessários para a rotina de beleza de cada uma delas. Pronta para descobrir a sua?

 

(Sasha_Suzi/Thinkstock)

Pele mista

Presente entre a maioria das brasileiras, a pele mista tem a produção de sebo em excesso concentrada na chamada zona T, onde ficam a testa, nariz e queixo. Normalmente, essas regiões também contam com o aparecimento de cravos e poros mais aparentes.

Cuidados

“Por ter a parte central da face oleosa e o restante ressecado, esse tipo de pele precisa de uma rotina equilibrada de cuidados. O indicado é usar um sabonete líquido facial ou espuma de limpeza para higienizar o rosto duas vezes ao dia. O filtro solar oil free ou em gel também é necessário. Eu sempre aconselho a utilização de um sérum hidratante e antioxidante de textura leve antes do protetor e a minha preferência é que contenha vitamina C, que ajuda a combater o envelhecimento precoce”, explica a dermatologista Dra. Valéria Campos.

Para esse tipo de pele, é ideal ficar longe de produtos muito oleosos e, também, os abrasivos, que tendem a machucar a face e causar o efeito rebote (quando o organismo entende que há algo de errado com a derme e produz mais óleo para protegê-la).

Pele seca

A pele ressecada possui pouca produção de sebo e conta com uma sensação de repuxamento ao longo do dia. Durante o frio, ela sofre mais e não é raro a descamação de algumas regiões pontuais.

Cuidados

Caprichar na hidratação e evitar alguns hábitos que podem ressecá-la ainda mais são os principais pontos de atenção na hora de cuidar dela. “Para começar a rotina de beleza da pele seca, o melhor é utilizar um sabonete em mousse para higienizá-la. A água micelar também é uma boa alternativa, principalmente para retirar a maquiagem. Depois da limpeza, é indicado repor a hidratação perdida com um sérum mais oleoso ou um hidratante específico, que tende a ser mais concentrado. Em seguida, é hora de aplicar um protetor solar e a dica é usar uma versão com cor, que protege também da luz visível. A noite, uma boa opção é usar um creme com ácido hialurônico, que potencializa a hidratação e diminui a irritação facial. Além disso, evitar tomar banho muito quente para não retirar a camada natural de proteção da derme é essencial”, indica Dra. Valéria.

Pele oleosa

A oleosidade ocorre pela produção de sebo em excesso das glândulas sebáceas e é uma característica genética. “A melhor maneira de identificar qual é o tipo de pele é sentido o rosto. A oleosa, é aquela que depois de algumas horas após a higienização já começa a apresentar pontos de brilho pela face”, explica a dermatologista Dra. Valéria Campos.

Cuidados

Para quem sofre com a oleosidade, é indicado o uso de cosméticos que retirem o excesso de sebo e inibam a secreção de mais gordura. “Hoje já encontramos alguns séruns e protetores solar que ajudam a diminuir a produção das glândulas sebáceas”, explica Dra. Valéria. Pela manhã e à noite, utilizar um sabonete adstringente ajuda a higienizar a pele e a controlá-la. Usar o filtro solar não-comedogênico (que não entope os poros) e com ação anti-acne e evitar maquiagem de textura oleosa são atitudes essenciais para controlar o aparecimento de espinhas.

“O excesso de limpeza, o uso de tônicos com a presença de álcool ou enxofre e esfoliantes abrasantes podem piorar a aparência de oleosidade, pois são produtos muito agressivos e que ressecam demais o rosto, o que leva ao efeito rebote”, diz a dermatologista Dra. Valéria Campos. Outro ponto de atenção é a hidratação facial, pois a presença de óleo não é sinônimo de pele hidratada. Aplicar um sérum de textura leve ou hidratante oil free que contem com vitamina C ou E em sua composição também é indicado.

Comentário

Espaço Mulher

7 mitos e verdades sobre o câncer de mama

Publicado

dia

Informação é uma arma contra a doença. Solange Maria Torchia Carvalho Castro, do A.C.Camargo Cancer Center, esclarece afirmações que circulam na rede

É tempo de Outubro Rosa, movimento mundial para a conscientização sobre o câncer de mama. A campanha, criada em 1997 nos Estados Unidos, enfatiza a importância de disseminar informações e adotar medidas de prevenção da doença a fim ajudar as pessoas a terem um diagnóstico precoce, estratégia crucial para o sucesso do tratamento do tumor.

Com grande incidência entre o público feminino, a doença representou 25% do total de casos de câncer em mulheres no mundo em 2012, com quase 1,7 milhão de casos novos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. Além disso, esse tipo de tumor é a quinta causa de morte por câncer em geral. No Brasil, em 2018, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimou quase 60 000 casos novos da doença, o que representa uma taxa de ocorrência de 51,29 casos por 100 000 mulheres.

Embora grande parcela da população já tenha ouvido falar sobre a doença, o câncer de mama ainda envolve muito tabu, assim como informações equivocadas. Para desmitificar alguns conceitos disseminados erroneamente, a cirurgiã oncológica e mastologista do A.C.Camargo Cancer Center, Solange Maria Torchia Carvalho, respondeu o que é mito e o que é verdade sobre o câncer de mama. Confira a seguir:

1. Câncer de mama só aparece em quem tem histórico familiar

MITO

A maioria das mulheres acometidas pelo câncer de mama não tem familiares com a doença. “As estimativas mostram que aproximadamente 10% dos casos têm origem hereditária”, revela Solange Maria Torchia Carvalho.

A história familiar, porém, influencia quando o parentesco é de primeiro grau, ou seja, se a mãe, a irmã ou a filha foram diagnosticadas. E ainda mais quando o tumor apareceu antes dos 40 anos. Nessas situações, a mulher deve redobrar a atenção e procurar o médico para a orientação da conduta adequada, inclusive com a realização de rastreamento genético.

Os principais fatores de risco para a doença incluem o tabagismo, a obesidade, o alcoolismo e o envelhecimento. Portanto, algumas medidas preventivas podem começar muito cedo, ainda na infância. Fique atenta!

2. Câncer de mama é uma doença só

MITO

São vários os tipos e cada um tem nome e sobrenome. “Por essa razão, as respostas às terapias e a evolução da doença são diferentes”, comenta a médica. Há desde os tumores restritos à mama até aqueles que escapam para outros tecidos. Existem os que crescem de maneira rápida e os que se desenvolvem lentamente, entre outras peculiaridades.

Graças aos avanços das últimas décadas, hoje também é possível classificar subtipos de acordo com estruturas da superfície celular e que estão envolvidas na divisão e multiplicação de células cancerosas. A partir dessa identificação, o médico elege drogas que agem diretamente no alvo e barram esse processo.

3. Desodorante pode causar câncer de mama

MITO

Tudo indica que essa história começou por causa da presença de sais de alumínio nas formulações dos antitranspirantes – produtos que inibem a transpiração. Mas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) assegura que não existe relação entre a substância e o tumor.

Parte dessa crença também se deve ao fato de que os desodorantes são aplicados na axila, região próxima ao tecido mamário. “Mas não há dados na literatura científica que comprovem o elo”, assegura a médica. O mesmo vale para as hastes de metal que sustentam o bojo de alguns sutiãs. Não existe nenhuma relação.

4. Amamentar protege contra o câncer de mama

VERDADE

“Especialmente se a gestação for antes dos 30 anos de idade”, responde Solange. Também deve se considerar o período de aleitamento. Há evidências de que quanto mais prolongado, maior a proteção.

Esse elo se dá porque a amamentação reduz o número de ciclos menstruais e, consequentemente, da exposição a certos hormônios femininos que podem estar por trás do surgimento de tumores, caso do estrógeno.

Ressalte-se que existem vários outros fatores que levam ao câncer e que, infelizmente, para algumas mulheres o fato de amamentar não determina prevenção.

5. Se eu fizer o autoexame todos os meses, não preciso fazer a mamografia

MITO

Embora seja um aliado para despertar a consciência corporal, o autoexame, na grande maioria das vezes, não é capaz de flagrar o início de um tumor na fase em que as lesões são muito pequenas. A palpação detecta caroços maiores.

Então, por mais que seja desconfortável, a mamografia é fundamental para o diagnóstico precoce. “Ela revela microcalcificações, nódulos menores e outras irregularidades”, explica Solange. Toda mulher, após os 40 anos de idade, deve realizar.

Também é importante estar atenta a alguns sinais, como diferenças consideráveis entre o tamanho dos seios, alterações nos mamilos e na pele da mama, inchaços incomuns na área, presença de secreções ou mesmo sangue, entre outros.

6. O câncer de mama pode ser causado por um trauma (batida) nos seios

MITO

A batida não é capaz de desencadear o tumor. Não é por causa de um trauma que as células malignas vão se multiplicar de maneira desenfreada.

Entretanto, os machucados e hematomas ajudam a despertar a atenção da mulher para essa região do seu corpo. “Ela tende a examinar com mais cautela a mama e pode deparar com nódulos já existentes”, comenta.

7. Câncer de mama pode ter cura

VERDADE

Aqui muitos fatores devem ser considerados. Um dos mais importantes é o diagnóstico precoce. “Quanto menor a lesão identificada, maior a chance de cura”, afirma a médica. Entretanto, há que se ressaltar as diferenças entre os tipos de tumor. Cada paciente é única.

Também é fundamental destacar que, mesmo para os casos sem cura, os saltos da oncologia e o leque de opções terapêuticas, com medicamentos e tecnologias modernas, permitem o controle da doença e resultam em qualidade de vida.

Ver mais

Espaço Mulher

Bruna Marquezine usa calça jeans diferentona e “camiseta militante”

Publicado

dia

Para um simples desembarque, a atriz caprichou no look do dia (alerta tendência, hein?!).

Como boa fashionista, Bruna Marquezine sabe muito bem como manipular a moda para comunicar uma ideia e influenciar a opinião das pessoas de uma forma positiva. Assim, um “simples” look do dia se transforma em uma vitrine que vai ser vista por milhões de pessoas por meio das redes sociais.

Na semana passada, ao desembarcar no aeroporto Santos Dumont, no Rio, a atriz surgiu usando uma camiseta Balenciaga néon (alerta tendência!) com um merchandising da World Food Programme (WFP), organização que tem como missão erradicar a fome do mundo até 2030.

 

View this post on Instagram

 

Amo os aerolooks dela 😍😍 Bru hoje no aeroporto do rio❤💚 * * #brumarquezine #brunamarquezine

A post shared by Bruna Marquezine Look’s👗👜 (@brunamarquezinestyle) on

 

A t-shirt, à venda no Brasil na Farfetch por cerca de R$ 2.981,00, assim como todos os produtos da marca com o logo da ONG, vai ter 10% da renda doada para a WFP. Legal, né? Além disso, a estrela também aproveitou para coordenar o look com um dos modelos de calça do momento: reta e com modelagem mais larguinha.

Diferentona, a peça da Off-White tem como destaque a costura do zíper à mostra e está disponível para compra no país por R$ 5.075. A marca, aliás, nos últimos dias recebeu uma série de ataques dos fãs da atriz no Instagram após cortá-la de uma foto e apenas deixar Neymar e a modelo Cara Delevingne.

Para se redimir, no entanto, posteriormente, a grife publicou a imagem abaixo (chiquíssima, por sinal):

 

View this post on Instagram

 

@brumarquezine & @neymarjr in Off-White™ attending ss19 women’s fashion show.

A post shared by Off-White™ (@off____white) on

Ver mais

Espaço Mulher

Como lidar com a queda de cabelos no pós-parto e manter os fios bonitos

Publicado

dia

Metade das mães é afetada por esta condição, cuja causa é hormonal ou nutricional – e não tem nada a ver com a amamentação.

Na imensa maioria dos casos, cabelos de gestante são a vivência de um sonho: fortes, brilhantes e praticamente sem queda. Quem opera essa maravilha são os hormônios femininos – estrógeno e progesterona –, que durante a gravidez são dominantes e estão em plena atividade. Seria uma delícia se ficasse assim para sempre!

Só que, para cerca de 50% das mulheres, a situação muda bastante entre o segundo e o quarto mês do pós-parto: nessa fase pode começar a famosa queda de cabelos, que se estende por um período entre quatro e seis meses.

O tricologista Adriano Almeida, diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo, conta que a perda pode ser de até 30% a 50% dos fios. E as mães que estão nessa situação só conseguem se perguntar: por quê???

Causas da queda dos cabelos no pós-parto

Antes de qualquer coisa, uma informação muito importante: a queda de cabelos no pós-parto não tem nada a ver com a amamentação. Mães que estejam amamentando e mães que estejam dando fórmula para seus bebês correm exatamente o mesmo risco de ver muitos e muitos fios caindo da cabeça nessa fase.

Isto posto, vamos lá. A principal causa da queda dos cabelos no pós-parto é a alteração hormonal – ou a regularização hormonal.

Lembra que falamos lá no começo que os hormônios femininos dominam o período gestacional? Pois então: uma hora, isso passa. “Após o nascimento, as taxas hormonais voltam à normalidade. Os hormônios masculinos, que durante a gestação estavam em baixa, voltam ao seu patamar e os cabelos começam a cair”, explica o ginecologista e obstetra Franco Loeb Chazan.

Infelizmente, não há nada que possa mudar essa situação, já que se trata de um ajuste do organismo. Nenhum remédio, vitamina ou “fórmula milagrosa” fará a queda ser interrompida. “É um processo natural. Do mesmo jeito que começou, a queda cessa e a produção de novos fios volta ao normal”, diz Adriano.

Outra causa comum da queda de cabelos no pós-parto é o estresse. Colocar um bebê (às vezes, mais de um – olá, mães de gemelares!) no mundo e se adaptar à nova rotina não é exatamente uma tarefa simples. E muitas mulheres acabam sentindo isso na pele e nos cabelos.

A dermatologista Fabiane Kumagai Lorenzini, da Clínica Lorenzini, afirma que esse tipo de queda melhora em aproximadamente seis meses, mesmo sem tratamento.

Enquanto isso, você pode procurar ficar mais calma com a ajuda da meditação. Sabemos que não é exatamente simples, mas alguns apps de meditação podem lhe ajudar muito!

Por fim, a deficiência nutricional também pode colaborar para a queda de cabelos no pós-parto. Não é raro a mulher simplesmente esquecer de comer no meio da correria da nova vida de mãe – mesmo que seja o segundinho, pois cada filho é uma nova montanha-russa. Resultado: cabelos em queda livre.

Para resolver este problema, é importante dar atenção à alimentação e comer alimentos ricos em nutrientes como ferro, zinco e vitaminas do complexo B. Algumas sugestões para você acrescentar ao cardápio: frutas secas (uva passa, ameixa e damascos secos), oleaginosas (castanhas e amêndoas, por exemplo), banana, legumes, vegetais verde-escuros, peixes, ovos e leite.

Pode ficar tranquila, pois nenhum destes alimentos prejudica o bebê durante a amamentação.

… Não pense duas vezes e passe por uma consulta com um tricologista (é o médico especializado em cabelos e couro cabeludo) ou um dermatologista. Estes profissionais poderão efetuar exames específicos, como a tricoscopia (uma investigação do couro cabeludo), e pedir exames de laboratório se considerarem necessário verificar se você está com algum problema de tireoide ou de anemia.

Como manter os cabelos bonitos no pós-parto (mesmo com a queda)

Não é porque seus cabelos estão caindo que você vai deixá-los para lá, sem tratamento, sem brilho e com carinha de falta de esperança, né? Confira as dicas da dermatologista Carla Bortoloto para que eles fiquem bonitos e sua autoestima melhore:

– Invista nas máscaras

Uma vez por semana, aplique máscaras de tratamento e de hidratação nos cabelos. Elas mantêm a umidade natural, fecham as escamas dos fios e devolvem sua sedosidade.

– Penteie e prenda os cabelos com delicadeza

Evite puxá-los com brutalidade, porque os fios já estão fragilizados. E deixe os rabos de cavalo ou tranças frouxos.

– Dê um tempo do secador, da chapinha e do baby-liss

A alta temperatura desses aparelhos desidrata os fios, deixando-os mais frágeis e quebradiços.

– Leia os rótulos dos produtos

Mulheres que estejam amamentando não devem usar nenhum produto com amônia, chumbo e metais pesados, pois eles são absorvidos pelo couro cabeludo e são passados para o bebê pelo leite. E eles são extremamente prejudiciais à saúde.

– Aceite a ajuda da tecnologia dermatológica

Alguns tratamentos podem ajudar a recuperar a saúde do seu couro cabeludo e estimular o crescimento dos novos fios. Um dos mais indicados é a mesoterapia capilar, que não tem contraindicação para quem amamenta, pois sua aplicação é localizada e não interfere no leite.

Ver mais
Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade