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PDT-DF decide hoje se fica com Rollemberg ou se lança candidatura própria

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O partido no DF escolhe hoje entre estar ao lado do governador Rodrigo Rollemberg em busca da reeleição ou lançar candidatura própria ao palácio da Buriti. Hipótese mais provável é de que o ex-deputado distrital Peniel Pacheco seja o candidato

Michael Melo/Metrópoles

 

A Executiva Regional do PDT reúne-se hoje à noite para definir o destino do partido nas eleições de outubro. A formação de uma chapa com o pré-candidato do PR, Jofran Frejat, defendida pelos distritais da sigla, está descartada. Os pedetistas têm duas alternativas: apoiar a reeleição do governador Rodrigo Rollemberg ou lançar candidatura própria — essa última saída é a mais provável para o PDT. O ex-deputado distrital Peniel Pacheco é apontado como favorito do partido para concorrer ao Palácio do Buriti pela legenda, com o presidente da Câmara, Joe Valle, como candidato ao Senado.

Questões nacionais, como as negociações para o PR apoiar o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) na corrida pelo Palácio do Planalto, viraram entrave à aliança regional do PR e do PDT. O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, diz que a presença de pessoas denunciadas na chapa de Jofran Frejat também atrapalhou as tratativas. “Como a coligação com o Frejat está inviabilizada, o partido tem hoje as opções de apoio ao Rollemberg ou de candidatura própria, que é a maior tendência”, admitiu Lupi.
Joe Valle defendia a aliança com Frejat. A ideia era que ele fizesse dobradinha com Cristovam Buarque (PPS) na disputa ao Senado, e o MDB indicasse o candidato a vice-governador. Mas essa composição tinha um empecilho: Frejat havia negociado com o deputado federal Alberto Fraga (DEM) uma vaga para concorrer ao Senado. Aliados tentaram demovê-lo, mas não houve acordo. Diante do impasse e dos rumos nacionais do PR, o PDT percebeu que a aliança seria inviável.

O pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, defende uma aliança com o PSB como estratégia nacional do partido. Mas, entre os pedetistas do Distrito Federal, a hipótese de apoio ao projeto de reeleição de Rollemberg é rechaçada. Valle, Reginaldo Veras e Cláudio Abrantes romperam com o chefe do Executivo e não aceitam uma aliança. Para eles, o lançamento de uma candidatura própria seria a melhor saída. Além do ex-distrital Peniel Pacheco, o ex-presidente da Câmara Legislativa Fábio Barcelos é um nome cotado para a disputa ao GDF. Barcelos, entretanto, é pré-candidato a deputado federal.

Caso a reunião da Executiva Regional sacramente a proposta de candidatura própria, o PDT tentará atrair outros partidos. Entre as siglas cortejadas estão PCdoB, PPL e PPS, de Cristovam. O senador declarou apoio ao tucano Izalci Lucas, mas representantes do PDT apostam na possibilidade de demovê-lo da iniciativa. A Rede Sustentabilidade, que está próxima de Rollemberg, é outro partido na mira dos pedetistas.
Fonte: Correio Braziliense
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Praça dos Três Poderes: GDF transfere gestão do espaço para STF

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União vai ficar responsável por cuidar de área verde ao redor de prédio do Judiciário. Revitalização deve custar R$ 10 milhões.

Praça dos Três Poderes, em Brasília, com vista para o Congresso Nacional — Foto: Tony Winston/Agência Brasília/Divulgação

Um acordo entre o governo do Distrito Federal e a União transferiu a gestão de parte da Praça dos Três Poderes, em Brasília, para o Supremo Tribunal Federal (STF). Com a medida, o Judiciário terá que cuidar do espaço e da área verde ao redor do prédio.

A decisão, assinada na quinta-feira (16), vale por cinco anos – até 2024 – e inclui o Bosque dos Ministros e o dos Pinus. O objetivo, segundo o documento, é “incentivar a prática de atividades culturais voltadas ao fortalecimento do turismo cívico, em benefício da população do DF”.

Para cumprir o acordo, o STF poderá firmar parcerias com outras entidades, públicas ou privadas. As empresas ou os órgãos interessados podem propor atividades, projetos, obras e serviços de manutenção do local. A revitalização deve custar cerca de R$ 10 milhões, de acordo com GDF.

O governo do DF não informou qual será a participação de órgãos locais na manutenção da Praça dos Três Poderes.

Governador Ibaneis Rocha assina acordo de cooperação técnica para revitalização da Praça dos Três Poderes — Foto:  Renato Alves/Agência Brasília

Governador Ibaneis Rocha assina acordo de cooperação técnica para revitalização da Praça dos Três Poderes — Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Abandono

Na cerimônia, o governador Ibaneis Rocha (MDB) afirmou que a ideia de transferir a gestão do espaço é “cuidar do conjunto arquitetônico da Esplanada dos Ministérios”. A iniciativa, segundo o chefe do Executivo local, deve ser ampliada desde a Catedral até a Praça dos Três Poderes.

“Nós temos aqui vários palácios abandonados, os ministérios abandonados e até as paradas de ônibus precisam ser revistas”, disse.

Ibaneis citou ainda a necessidade de construção de mais banheiros públicos na cidade, principalmente em pontos que concentram mais visitantes. À reportagem, o GDF não esclareceu como colocará em prática a revitalização desses locais.

Fachada do STF, em Brasília — Foto: Reprodução/JN

Fachada do STF, em Brasília — Foto: Reprodução/JN

Três Poderes

A Praça, no coração de Brasília, abriga as sedes dos três poderes do Estado: o Palácio do Planalto (poder Executivo), o Congresso Nacional (poder Legislativo) e o Supremo Tribunal Federal (poder Judiciário).

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Duas equipes da EBC acompanham Mourão; coisa rara para um vice

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Vice está em viagem para Líbano, Itália, China e Japão

O vice-presidente Hamilton Mourão embarcou nesta quinta para um périplo no exterior. Terá compromissos no Líbano, na Itália, na China e no Japão. Na comitiva, duas equipes da EBC, que vão cobrir os compromissos do vice.

Mourão terá uma equipe cobrindo sua agenda na Itália e outra na China.

É raro uma equipe da EBC viajar com vice. Duas, então, nem se fala. Em tempo: EBC está sob comando do também general Santos Cruz.

A Secretaria de Comunicação informou que dois profissionais da EBC acompanham a viagem de Mourão.

 

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Servidor da Casa Civil é o novo presidente do Inep

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Esta é a terceira troca de comando no Inep desde o início do ano; atualmente, Alexandre Lopes é diretor legislativo do Ministério da Casa Civil

Alexandre Ribeiro Pereira Lopes: engenheiro de formação assumirá o comando do Inep (Inep/Divulgação)

Brasília — O Ministério da Educação anunciou por meio de nota Alexandre Ribeiro Pereira Lopes como novo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A nomeação deve ser formalizada no Diário Oficial da União da próxima segunda-feira, dia 20.

Atualmente, Lopes é diretor legislativo do Ministério da Casa Civil, onde trabalhou com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, no período em que ele foi secretário executivo da pasta.

Segundo o MEC, Lopes é servidor público da carreira desde 1999 e já atuou como secretário de Gestão Administrativa e Desburocratização e subsecretário de Políticas Públicas do Governo do Distrito Federal.

Ele é formado em engenharia química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e em direito pela Universidade de Brasília (UnB).

Esta é a terceira troca no comando do Inep desde o início do ano. Lopes assumirá após o delegado Elmer Coelho Vicenzi pedir para deixar o cargo, após menos de um mês na função.

 

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