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Óleos e hidratantes de banho para cuidar da pele no inverno

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Os produtos ajudam a solucionar os estragos das estações passadas e a proteger das agressões que vêm pela frente

O verão e o outono acabaram (aceita que dói menos!) e agora sua pele está precisando de cuidados especiais por dois motivos: para se recuperar dos excessos das estações passadas (a gente sabe que você curtiu muito o sol) e enfrentar o tempo mais seco do inverno.

Para turbinar a pele sem mudar praticamente nada na sua rotina, adote os hidratantes e óleos para uso no chuveiro. Eles são à prova de preguiça e contêm ingredientes que formam uma película protetora no corpo:

(Divulgação/Divulgação)

1. Hidratante Corporal de Banho Destinos do Brasil, Feito Brasil, R$ 110
2. Mousse Desodorante Hidratante de Banho, Natura, R$ 32

 (Divulgação/Divulgação)

3. Oléo Hidratante Quinoa & Amêndoas, O Boticário, R$75
4. Creme de Corps Oil to Foam, Kiehl’s, R$ 73
5. Shower Cream Leite de Amêndoas e Mel, The Body Shop, R$ 45

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Polêmica fashion: Bermuda de ciclista faz sucesso entre as famosas

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Kim Kardashian e Anitta já usaram. Você gosta dessa tendência?

Estilo street, moda de alta costura e sportswear. Você sabe o que esses três estilos têm em comum? Hoje, eles também fazem parte da construção de uma tendência chamada “bermuda de ciclista”. A peça, de comprimento que chega quase até os joelhos, é famosa por trazer esse mix de estilos e ser despojada e ousada ao mesmo tempo.

Segundo Elle, o primeiro a ter a ideia de incluir a roupa em um desfile de moda foi o estilista Virgil Aboh na temporada de verão 2018. Depois disso, a bermuda foi adquirida por inúmeras celebridades, como: Kim KardashianAnittaBella HadidKyle Jenner.

Com uma pegada mais fashionista ou casual, a peça pode ser usada ao lado de um tênis ou até com um salto-alto para destacar a pegada moderna da roupa.

Veja algumas fotos com as celebridades usando a bermuda e me diga, você usaria?

https://www.instagram.com/p/BlB5jBVF4ip/?utm_source=ig_embed

https://www.instagram.com/p/Bix0V12FyjU/?utm_source=ig_embed

 

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Você está com o metabolismo lento? A culpa pode ser destes 4 hábitos

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Entenda o que pode estar atrapalhando seu emagrecimento

Você está seguindo a dieta e praticando exercícios físicos, mas ainda assim não consegue emagrecer? A culpa pode ser do seu metabolismo. Da mesma forma que alguns alimentos podem acelerar o ritmo do nosso corpo, outros são responsáveis por deixá-lo mais lento, o que causa cansaço, desânimo e acúmulo de calorias – impedindo a perda de peso.

O primeiro passo para descobrir o que está atrasando seu organismo é fazer um teste clínico para intolerâncias alimentares e alterações hormonais. “Se seu corpo não digere algum alimento, ele vai ficar inflamado e desacelerar o metabolismo”, explica a nutricionista Andrezza Botelho, de São Paulo. É o caso do leite e do trigo para algumas pessoas – mas antes de cortar qualquer item do seu cardápio, consulte um médico.

Descartando doenças e desequilíbrios hormonais, você pode diminuir estes hábitos inimigos do metabolismo acelerado:

1. Adicionar açúcar em bebidas e receitas

açúcar proporciona um pico de energia quase instantâneo após o consumo, mas não se engane: a sensação dura pouco e ele logo se transforma em gordura. “Além de ser um agressor da mucosa, o açúcar fermenta no estômago e pode provocar estufamento e aumento das medidas”, ressalta Andrezza. Ele também causa compulsão: quanto mais você come, mais quer comer.

(Magone/Thinkstock/Getty Images)

Para acelerar o metabolismo, Andrezza sugere cortar o açúcar de adição, aquele que você coloca no cafezinho ou no suco. Alimentos que levam o ingrediente na composição, como iogurtes e granolas, devem ser consumidos com moderação: “Se no somatório do dia aquele açúcar em outros alimentos fizer a diferença, também é bom maneirar”.

2. Usar óleos em suas preparações

Não pense que só o óleo vegetal traz problemas. Se forem aquecidos além da conta, até mesmo os óleos saudáveis (como de gergelim, abacate e de coco) podem oxidar e atrasar o metabolismo. “No dia a dia, vale diminuir o consumo da gordura aparente, como a da carne vermelha”, indica Andrezza.

3. Consumir muitos produtos industrializados

No caso de alimentos industrializados, é importante ficar atentar aos rótulos. “O excesso de conservantes inflama o organismo, já que as células não sabem o que são esses ingredientes – elas só reconhecem vitaminas, minerais e proteínas”, diz a nutricionista. Quanto mais natural sua alimentação, melhor!

4. Dormir pouco

Não pense que só a comida é capaz de alterar o metabolismo, viu? Durante o sono, o organismo produz hormônios essenciais para o emagrecimento. “Você precisa dormir bem para manter o metabolismo acelerado”, indica Andrezza.

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“Sim, eu tenho cabelos brancos e está tudo bem”

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Joanna Moura tem fios brancos desde adolescência e é um exemplo de como é possível ter uma relação mais leve com essa característica natural.

Na coluna #VamosPensarSobreBeleza da nossa edição de julho, colocamos em pauta a pressão estética que, até hoje, mulheres sofrem por causa de algo natural que chega com o tempo: o cabelo branco. Apesar de estarmos vivenciando um momento de maior aceitação na moda e na beleza, ainda é raro ver campanhas que representem essa característica. É só reparar: os comerciais de produtos ainda focam na cobertura como única opção e não em tratamentos para deixar o cabelo saudável.

Com as redes sociais e mais tipos de beleza sendo expostos, perfis como o Advanced Style mostraram para o mundo que atributos que sempre foram criticados podem ser ressignificados — e também ajudaram a desmistificar a velhice, principalmente quando relacionada à moda. A questão de gênero também fica evidente, uma vez que, na maior parte do tempo, a idade para os homens é associada à sabedoria e os cabelos brancos, a charme.

E não é preciso ter mais de 60 anos para vivenciar esse tipo de pressão. A blogueira Joanna Moura é um exemplo. Dona de fios brancos desde a adolescência, ela começou a lidar bem cedo com os estereótipos. Neste depoimento, ela relembra os primeiros fios e reforça que a ideia não é ir contra pintar o cabelo quando se tem vontade — coisa que ela mesma faz — mas retirar os julgamentos das que escolhem mantê-los como estão. Leia abaixo:

Joanna Moura, do blog Um Ano Sem Zara:

Eu tenho cabelos brancos desde que me entendo por gente. Como eles apareceram bem cedo na minha vida — lá pelos meus 18 anos — eu não me incomodei. Pelo contrário, eu era novinha, não tinha rugas, não sentia que os fios grisalhos eram um sinal de velhice, olhava pra eles e achava legal, engraçado, uma particularidade minha, um pedacinho de mim que me tornava diferente.

Mas eu sempre gostei de brincar com cabelo, e o ato de pintar e cortar fazia parte dessa brincadeira. Então, por muito tempo, eu pintei o cabelo, o que acabava escondendo os brancos. Quando me mudei para Califórnia passei um tempo sem pintar. Eu não tinha um cabeleireiro de confiança por lá e resolvi que ia pintar de novo só quando fosse para o Brasil. Eis que a raiz foi crescendo, os brancos foram ficando superaparentes e eu fui deixando, abraçando o novo look sem nenhuma nóia. Lembro do meu marido falar que eu parecia a Vampira dos X-Men — tem elogio melhor?

A verdade é que eu só me dei conta do incômodo das pessoas com cabelos brancos quando começaram a aparecer comentários nas minhas fotos do Instagram perguntando se eu estava grávida ou se a mexa bem na frente do meu cabelo era branca ou loira, ou simplesmente questionando a razão por eu ter parado de pintar. O mais engraçado é que quando alguém ia lá comentar sobre os meus grisalhos, sempre aparecia alguém para me “defender” falando que obviamente não era grisalho, a luz da foto deveria estar ruim e o loiro ficou parecendo cinza.

Achei bem louco entender que as pessoas sempre tinham que tentar achar uma justificativa para o meu cabelo estar branco. Não passava pela cabeça delas que era uma escolha minha, que eu tinha optado por não pintar e estava me sentindo bem e bonita daquele jeito mesmo. Foi então que resolvi escrever um post sobre o assunto. Falando que, sim, eu tenho cabelos brancos e que estava tudo bem.

A gente vive em uma sociedade que celebra a juventude e condena o envelhecimento. E lógico que essa pressão por permanecer jovem é muito maior nas mulheres. Consequentemente, os fios brancos acabam sendo um sinal de velhice e devem ser escondidos a todo custo, senão é sinal de desleixo, de mulher que não se cuida.

Acho que quanto mais a gente falar sobre o assunto, mais chance temos de mudar essa percepção. Hoje ter cabelo branco é um sinal de ativismo, de luta contra um padrão de beleza que restringe e força as mulheres a estarem sempre se modificando. O que eu quero é que um dia ter cabelo branco seja normal. Apenas uma escolha individual.

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