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Morre gerente de mercado baleado na cabeça durante assalto no DF

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Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal, Gustavo Moreira ficou nervoso e não conseguiu tirar a aliança do dedo

Gustavo Moreira Ricardo, 18 anos, morreu nessa quarta-feira (10/10) no Instituto Hospital de Base (IHB). Ele estava internado desde a última segunda-feira (8) quando foi baleado na cabeça durante um assalto no supermercado onde trabalhava, em Samambaia.

Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal, ele “ficou nervoso e não conseguiu tirar a aliança do dedo” durante o assalto. Os suspeitos ainda obrigaram o rapaz a deitar no chão. Ele teve sua corrente de ouro arrancada do pescoço. Outros funcionários do estabelecimento tiveram os celulares e pertences pessoais roubados e o dinheiro em espécie dos caixas também foi levado.

O crime ocorreu por volta das 9h30. Gustavo foi levado em estado grave pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros ao hospital. A bala ficou alojada na cabeça do jovem.

Região perigosa
A 26ª Delegacia de Polícia, em Samambaia, investiga o caso. O delegado plantonista Reginaldo Alves Araújo classificou a região como “o centro do crime de Samambaia”. Segundo ele, Gustavo é genro do proprietário do estabelecimento assaltado e trabalhava como gerente..

Os criminosos fugiram de bicicleta do local do crime, levando dois celulares e R$ 100. Ainda de acordo com o delegado, o rapaz “não esboçou qualquer reação que provocasse a resposta dos assaltantes”.

Aos policiais, o proprietário afirmou que irá mudar da região. “Nos disse que a área é muito perigosa e a família está toda nervosa com o caso”, explicou o delegado. A polícia está à caça de três menores suspeitos do crime. Imagens de câmeras próximas ao mercado registraram a fuga do trio.

Vizinha do supermercado, Maria Natividade, de 69 anos, afirmou á reportagem que o sentimento é de insegurança na região: “Para dormir aqui, só Deus na causa. De noite é impossível de se sentir seguro. Dormimos com um olho aberto, sempre atentos”.

Ela conta que a neta ouviu o disparo que atingiu o rapaz e imediatamente saiu correndo para parte de trás da residência.

Fonte: Metrópoles

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Manifestação pela educação altera trânsito na Esplanada dos Ministérios

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A Polícia Militar estima que 5 mil pessoas compareçam à manifestação. O protesto é contra o corte de verbas para a educação

A manifestação contra o corte na verba destinada à educação está marcada para começar às 10h
(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

Os moradores do Distrito Federal devem ficar atentos às mudanças no trânsito na região central de Brasília, nesta quarta-feira (15/5). Uma grande manifestação de alunos e professores contra o corte de verbas na educação feito pelo Governo Federal está marcada para às 10h. O ato terá início em frente ao Museu da República e deve reunir 5 mil pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar.
Na Esplanada dos Ministérios, todos os retornos estão fechados na altura do Museu da República, alterando o trânsito na região. Nessa terça-feira (14/5), militares da Força Nacional cercaram o prédio do Ministério da Educação (MEC). Os portões permanecem fechados desde o início do dia. O objetivo dos policiais é evitar danos materiais ao edifício.

(foto: Ed Alves/CB/D.A Press )

Por volta das 11h, cinco faixas do Eixo Monumental foram ocupadas pelos estudantes e professores. Todo acompanhamento da manifestação será feito pela PM. De acordo com a corporação, o número de policiais na Esplanada será proporcional ao de manifestantes. Os militares ainda contam com apoio do Departamento de Trânsito (Detran).
A equipe do Correio faz a cobertura do protesto em tempo real, trazendo as informações em primeira mão.
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Polícia prende mais dois suspeitos da morte de diretora do HRT

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O motorista particular de Gabriela Rabelo Cunha, 44 anos, foi o primeiro suspeito preso. Rafael Henrique Dutra da Silva, 32, usou o celular da vítima durante dois meses após a morte para se passar por ela

Gabriela Rabelo Cunha, 44 anos, foi assassinada em outubro do ano passado
(foto: Facebook/Reprodução)

Agentes da Divisão de Sequestros da Polícia Civil (DRA) prenderam mais dois acusados de participar do assassinato da diretora do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), Gabriela Rabelo Cunha, 44 anos. O crime aconteceu em outubro do ano passado e o primeiro suspeito a ser preso foi o motorista particular dela, Rafael Henrique Dutra da Silva, 32, detido em janeiro deste ano acusado de ocultação de cadáver e latrocínio.
De acordo com a Polícia Civil, os outros dois acusados de participar do crime foram presos na última semana. As investigações constataram que Rafael a matou para movimentar a conta bancária da servidora e apropriar-se dos bens dela. No dia do assassinato, ele seguiu com a médica à uma agência bancária de Sobradinho. No caminho de volta à Taguatinga, ele parou o veículo, alegando que escutou um barulho na roda. Nesse momento, um outro suspeito entrou no automóvel, simulando o assalto.
Os agentes constataram que a médica foi morta por enforcamento e teve o corpo deixado em uma estada de chão, próximo à Brazlândia. Durante dois meses, o motorista ainda manteve contato com a família de Gabriela usando o telefone dela. Após a prisão, ele levou os policiais ao local do crime.
Exames do Instituto Médico Legal (IML) constataram que o corpo realmente era da médica. Na residência do suspeito, tinham inúmeros objetos da vítima, além de cartões bancários e dois veículos.

Comparsas

Rafael teria contratado os outros dois suspeitos, um de 19 e outro de 29 anos, para ajudá-lo a cometer o assassinato. No entanto, aos investigadores, eles contaram que não sabiam que o motorista iria matar a médica, pensaram apenas que iriam roubar o veículo. No entanto, apenas um deles foi ao local do cirme.
“O mais novo dirigiu o carro de Gabriela, enquanto ela foi rendida no banco de trás. Nesse momento, Rafael sentou ao lado da médica e a enforcou com uma corda por mais de 20 minutos, até ela perder a vida”, explicou o delegado à frente do caso, Leandro Ritt. De acordo com o investigador, o outro acusado, de 29 anos, era amigo de infância de Rafael e teria o ajudado a conseguir o contato do outro comparsa.
O investigador ressalta que o trio confessou ter participado do crime. O jovem de 19 anos teria recebido R$ 5 mil após o crime e teria investido o dinheiro em um motocicleta, que ainda pegou fogo por sobrecarga no motor um dia após o assassinato da médica. “O outro disse que não recebeu nada pelo crime, porque acreditava se tratar apenas de um roubo a veículo. Como ele não estava na cena do crime, só teria descobrido o assassinato momentos depois”, esclareceu.
Todos serão acusados de latrocínio e ocultação de cadáver, porém, como um dos suspeitos não estava na cena do crime e afirmou não saber que o caso seria um assassinato, caberá à Justiça julgar por quais crimes ele responderá. Caso condenados, eles podem cumprir pena de 20 a 30 anos de prisão.
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Acidente entre dois carros deixa três pessoas feridas no Paranoá

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Uma das vítimas estava com suspeita de fratura no quadril e precisou ser levada por uma aeronave ao hospital

O acidente aconteceu por volta das 12h, na DF-001, no Paranoá
(foto: CBMDF/Divulgação)

Três mulheres ficaram feridas após a colisão entre dois carros na DF-001, no Paranoá. O Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer as vítimas por volta das 12h. De acordo com os militares, elas tiveram ferimentos graves.
A condutora de um dos veículos, de 38 anos, foi transportada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Regional do Paranoá. Segundo os socorristas, havia suspeita de hemorragia interna.
A outra motorista, de 27, quebrou a perna esquerda e estava com suspeita de fratura no quadril. Ela foi levada para o Instituto Hospital de Base do DF (IHBDF) de helicóptero. Outra mulher, de 27, teve escoriações e reclamava de dores na coluna cervical. Ela foi levada para o o hospital do Paranoá. A Polícia Militar também foi acionada para fazer o controle de trânsito na região do acidente.
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