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Ladrão de terno se finge de cliente, assalta joalheria em Brasília e leva R$ 400 mil em produtos

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Ele contou com ajuda de mais três comparsas, que chegaram depois. Durante ação, funcionários foram trancados no banheiro.

Joalheria alvo de criminosos na Asa Norte (Foto: Reprodução/TV Globo)

Uma joalheria foi assaltada na manhã de terça-feira (24) na 213 Norte, em Brasília, por um ladrão que se fingiu de cliente. O prejuízo supera os R$ 400 mil. Funcionários chegaram a ser trancados no banheiro durante a ação.

O caso ocorreu por volta das 10h30. As imagens do circuito interno mostram o ladrão, um homem de terno, esperando a vendedora abrir a porta. Assim que ele cumprimentou a funcionária, anunciou o assalto.

Ladrão de terno ao entrar na loja (Foto: Reprodução/TV Globo)

Sob ameaça da arma, a vendedora foi obrigada a abrir a porta para os comparsas dele. Outros dois homens entraram e um deles trancou a loja. As vítimas contam que eram ameaçadas de morte o tempo todo.

Foi neste momento em que os homens trancaram os funcionários no banheiro. Em cinco minutos, pegaram mais de R$ 400 mil em joias, fora os R$ 2 mil que estavam no caixa. Depois, fugiram em um carro que estava parado do lado de fora, onde aguardava um quarto integrante.

A polícia chegou até alguns deles, poucas horas depois, graças a uma denuncia na delegacia de Samambaia Norte. O alerta falava em homens que tinham vindo com joias em uma casa da região. O grupo já era monitorado pelos investigadores.

De acordo com a polícia, o lugar era usado para guardar objetos roubados. Quando os agentes viram as imagens da joalheria, conseguiram confirmar a identidade dos assaltantes.

Vitrine de joalheria sem produtos após ação de ladrões (Foto: Reprodução/TV Globo)

O caso será investigado pela delegacia da Asa Norte. Deusivan Lima, de 21 anos, e Jonas Tertulino, de 25 anos, foram presos. Já João de Deus Neto, de 20 anos, está foragido. O comparsa que ajudou na fuga não foi encontrado.

Outras duas pessoas foram levadas para a delegacia: o dono da casa em Samambaia e um suspeito de receptação, que iria comprar as joias. Nenhuma vítima quis gravar entrevista. Parte das joias continua desaparecida.

Policiais ao abordar casa onde produtos eram escondidos no DF (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fonte: G1 DF.

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Morre gerente de mercado baleado na cabeça durante assalto no DF

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Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal, Gustavo Moreira ficou nervoso e não conseguiu tirar a aliança do dedo

Gustavo Moreira Ricardo, 18 anos, morreu nessa quarta-feira (10/10) no Instituto Hospital de Base (IHB). Ele estava internado desde a última segunda-feira (8) quando foi baleado na cabeça durante um assalto no supermercado onde trabalhava, em Samambaia.

Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal, ele “ficou nervoso e não conseguiu tirar a aliança do dedo” durante o assalto. Os suspeitos ainda obrigaram o rapaz a deitar no chão. Ele teve sua corrente de ouro arrancada do pescoço. Outros funcionários do estabelecimento tiveram os celulares e pertences pessoais roubados e o dinheiro em espécie dos caixas também foi levado.

O crime ocorreu por volta das 9h30. Gustavo foi levado em estado grave pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros ao hospital. A bala ficou alojada na cabeça do jovem.

Região perigosa
A 26ª Delegacia de Polícia, em Samambaia, investiga o caso. O delegado plantonista Reginaldo Alves Araújo classificou a região como “o centro do crime de Samambaia”. Segundo ele, Gustavo é genro do proprietário do estabelecimento assaltado e trabalhava como gerente..

Os criminosos fugiram de bicicleta do local do crime, levando dois celulares e R$ 100. Ainda de acordo com o delegado, o rapaz “não esboçou qualquer reação que provocasse a resposta dos assaltantes”.

Aos policiais, o proprietário afirmou que irá mudar da região. “Nos disse que a área é muito perigosa e a família está toda nervosa com o caso”, explicou o delegado. A polícia está à caça de três menores suspeitos do crime. Imagens de câmeras próximas ao mercado registraram a fuga do trio.

Vizinha do supermercado, Maria Natividade, de 69 anos, afirmou á reportagem que o sentimento é de insegurança na região: “Para dormir aqui, só Deus na causa. De noite é impossível de se sentir seguro. Dormimos com um olho aberto, sempre atentos”.

Ela conta que a neta ouviu o disparo que atingiu o rapaz e imediatamente saiu correndo para parte de trás da residência.

Fonte: Metrópoles

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Homem de 62 anos é preso por tocar em seios de passageira de ônibus

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Abordado pelos policiais, ele confessou ter tocado nas partes íntimas da mulher e vai responder por importunação sexual

Um homem de 62 anos foi preso no fim da noite dessa quarta-feira (10/10), em um ônibus, na BR 020, em Planaltina. Ele é suspeito de molestar uma mulher que viajava na poltrona ao lado. A própria vítima entrou em contato com a Polícia Rodoviária Federal por meio do telefone 191 e denunciou que o passageiro tocou em suas partes íntimas.

Ao abordar o ônibus que realizava o itinerário entre os estados de Ceará e São Paulo, os policiais encontraram o homem e deram voz de prisão. Ainda segundo o relato da mulher, quando o homem começou a importuná-la, ela pensou que ele estivesse fazendo movimentos involuntários, devido à deficiência física do homem.

No entanto, alguns minutos depois, o passageiro passou a mão nos seios dela. A vítima questionou o homem, que por sua vez, não teve vergonha em assumir o ato. O passageiro foi retirado do ônibus e encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Formosa (GO), na Região do Entorno do DF. Ele responderá por importunação sexual.

Fonte: Metrópoles

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Três homens suspeitos de vender drogas em redes sociais são presos no DF

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Homem preso durante a “Operação Teia”, no Distrito Federal, suspeito de vender drogas pelas redes sociais — Foto: TV Globo/Reprodução

Três homens suspeitos de vender drogas pela internet foram presos na manhã desta quinta-feira (11) no Distrito Federal.

Eles são alvos da terceira fase da “Operação Theya” da Polícia Civil, que investiga um esquema de comércio de drogas pelas redes sociais desde o início do ano.

Outros sete traficantes são alvos de mandados de busca e apreensão. Cerca de 60 policiais foram deslocados para cumprir a operação.

Segundo o delegado João de Ataliba Neto, que coordena as investigações na 1ª DP, os traficantes são jovens e estudantes de classe média que compram drogas para uso pessoal e revendem uma parte para “sustentar o próprio vício”.

“São pequenos traficantes que atuam através de aplicativos, principalmente Whatsapp. Eles adquirem pouca droga, consomem e vendem uma parte para sustentar o próprio vicío. A maioria é droga sintética.”

Drogas sintéticas apreendidas durante a terceira fase da “Operação Theya”, pela Polícia Civil do Distrito Federal — Foto: TV Globo/Reprodução

Com os suspeitos detidos, foram encontrados R$ 4.800 em espécie, além de porções de maconha, haxixe e skank. Também foram apreendidos papéis de LSD e um tubo da droga na forma líquida, vendido por cerca de R$ 1.500.

Atuação em teia

A operação recebeu o nome “Theya” pela forma como a organização foi descoberta. “Na prisão de um traficante na primeira fase a gente viu que ele se relacionava com outros seis”, explicou Ataliba.

Porções de maconha apreendidas durante a “Operação Theya”, da Polícia Civil do DF, que combate o tráfico de drogas pela internet — Foto: TV Globo/Reprodução

“A partir da investigação deles, identificamos mais 31 e, destes, um que está preso desde a segunda fase nos ajudou a identificar mais dez.”

“Vamos puxando essa teia até onde a gente localizar traficantes atuando desta forma.”

Fonte: G1 DF.

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