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Instagram testa alternativa ao bloqueio de seguidores

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Recurso disponível para a versão beta em smartphones Android é menos agressivo para ocultar suas publicações

O aplicativo do Instagram para smartphones Android apresenta um novo recurso para um pequeno grupo de usuários inscritos no seu programa de testes: a possibilidade de remover uma pessoa da sua conta sem precisar bloqueá-la.

O recurso funciona como uma alternativa para quem possui uma conta pública e deseja restringir o acesso de antigos amigos ou ex-namorados às publicações no Instagram.

O usuário que for removido não vai ser notificado de que você tomou a decisão de ocultar dele as suas publicações.

O recurso não foi detectado em smartphones Android. Nos Estados Unidos, uma série de usuários já recebeu o recurso.

Recentemente, o aplicativo liberou uma função que permite silenciar outros usuários, uma maneira de deixar de ver as fotos que alguém publica sem ter que deixar de segui-lo para isso. Para efeito de comparação, o funcionamento é parecido com o do Facebook, que permite que deixemos de seguir outros usuários na nossa linha do tempo–sem que eles saibam disso.

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Samsung lança no Brasil o S10, sua esperança de reação

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No ano passado, o número de smartphones vendidos no mundo caiu pela primeira vez na história; coreana perdeu terreno para fabricantes chinesas

Smartphones: vendas dos aparelhos têm caído (Sergio Perez/Reuters)

A fabricante de eletrônicos Samsung estreia hoje no Brasil uma de suas principais promessas para 2019: o Galaxy S10, novo modelo da linha Galaxy que já havia sido lançado nos Estados Unidos em fevereiro.

O S10 chega ao mercado mundial para concorrer com aparelhos topo de linha, como os iPhones da Apple. No Brasil, a pré-venda começa nesta quarta-feira, com preço que vai de 4.299 a 8.999 reais, a depender da versão.

O novo Galaxy traz algumas novidades nas quais a Samsung espera apostar para manter a liderança no mercado global de smartphones e fazer as vendas, que caíram 9% no ano passado, voltarem a subir. Uma delas é a versão com 5G, tecnologia que oferece internet móvel até 100 vezes mais rápida.

O Brasil não recebeu o modelo 5G, uma vez que a tecnologia, que engatinha no mundo, ainda não existe por aqui. Mas, lá fora, a Samsung fez história ao tornar-se a primeira a lançar um aparelho do tipo.

Além do S10, a sul-coreana também trará neste ano o aguardado design “dobrável”, que virá em abril com o novo Galaxy Fold (dobrar, em inglês). O modelo promete ser a grande novidade do mercado nos próximos anos — a Huawei já possui um aparelho dobrável, e outras, como a Motorola, trabalham para entrar na onda.

Sem grandes novidades no Galaxy S9 e Note 9, lançamentos de 2018, a Samsung foi vítima de um mercado de smartphones que desacelera: no ano passado, o número de aparelhos vendidos pelo setor como um todo caiu pela primeira vez na história. A Apple, segunda no mercado, também teve queda de 5% nas vendas.

A surpresa é que, na contramão das marcas tradicionais, as chinesas Huawei e Xiaomi viram as vendas crescerem em 2018. Analistas apostam que a Huawei, a terceira no mercado e teve alta de 35% nas vendas, pode ultrapassar a Apple até o fim deste ano.

A Huawei, contudo, enfrenta seus próprios problemas. Em meio à guerra comercial entre EUA e China, a empresa foi proibida de vender em território norte-americano acusada de espionar usuários. Sua CFO, Meng Wanzhou, também está presa no Canadá, acusada de roubar tecnologia da empresa de telecomunicações AT&T. O fato é que, mesmo sem vender nos EUA, o Mate 20, topo de linha da Huawei, chegou a 10 milhões de unidades vendidas desde que foi lançado, em outubro.

As vendas de smartphones podem estar caindo, mas ainda são 1,4 bilhão de celulares vendidos mundo afora. Para convencer os consumidores a colocar a mão no bolso, a Samsung e as concorrentes vão ter de se mexer.

Fonte Exame

 

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Google escolhe startups do Brasil com esta tecnologia para programa global

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No Google Launchpad Accelerator, o foco está na seleção de negócios que usem machine learning para solucionar desafios locais

 

Escritório do Google no Vale do Silício: gigante está há anos de olho em machine learning (Brooks Kraft LLC/Corbis/Getty Images)

O Launchpad Accelerator, programa de aceleração da gigante de tecnologia Google, está há tempos de olho nas aplicações da tecnologia de machine learning — desenvolver robôs que possam aprender sozinhos e, em algumas tarefas, superarem a eficiência dos humanos. Hoje, a empresa anunciou mais oito startups brasileiras em seu programa de mentorias e conexões globais.

É a terceira vez que o Launchpad Accelerator desenvolve uma seleção específica ao Brasil. Foram escolhidos negócios que aplicam o machine learning para resolver problemas locais. de forma “interessante”. As startups atuam em mercados como comércio eletrônico, finanças, educação e saúde. Elas começarão a trabalhar com o Google em abril e seguirão até o final de junho.

Veja as novas startups brasileiras selecionadas para o Launchpad Accelerator:

Startup O que faz
Accountfy Plataforma de software como serviço que hospeda balanços financeiros e permite construir relatórios contábeis simples
Agilize Empresa de contabilidade online para poupar custos e fornecer transparência a pequenas empresas, por meio de usabilidade e automação
Blu365 Plataforma de negociação de dívidas focada no consumidor e no uso de dados
Estante Mágica Site que transforma estudantes em autores, tornando crianças as protagonistas de suas próprias histórias
Gesto Empresa de tecnologia para a saúde que usa a ciência de dados para administrar seguros na área
Rebel Plataforma que quer empoderar consumidor por meio de serviços financeiros baseados em dados.
Smarttbot Robôs de investimento focados no mercado de ações, com o objetivo de permitir o acesso de mais investidores a esse mercado
Social Miner Tecnologia para predizer se um visitante de um comércio eletrônico irá comprar ou não e criar experiências baseadas em sua jornada de compra

O Google Launchpad Accelerator

Criado em 2013, o Launchpad Accelerator Global chegou ao Brasil, à Índia e à Indonésia dois anos depois, com participantes como Nubank, Love Mondays e Quinto Andar. Desde o ano passado, criou-se o Launchpad Accelerator Brasil, versão mais regionalizada do programa. Nas edições global e local, o programa de aceleração já está presente em mais de 40 países e acelerou 41 startups brasileiras, sem contar as da nova turma.

O objetivo do Launchpad Accelerator é ajudar startups locais a criarem tecnologias atraentes, escaláveis e impactantes com o uso de tecnologias do próprio Google, além de conectá-las com negócios parecidos ao redor do mundo.

Em três meses, os negócios receberão mentorias e suporte técnico contínuos para desenvolver um projeto específico, definido no começo do programa. Alguns temas trabalhados serão a implementação das tecnologias de inteligência artificial e machine learning; práticas de liderança; e acesso a capital global. As startups também receberão entre 20 mil e 100 mil dólares em créditos de produtos Google.

Diferentemente da residência no Google Campus, as startups selecionadas para o Launchpad Accelerator já estão em estágio de negócio mais avançado. Os empreendimentos devem ter um modelo de negócio validado, em estágio de pós-aceleração; enfrentar desafios relativos à tração do seu produto e crescimento no mercado-alvo; apresentar interesse em desenvolver produtos com Android, Google Cloud Platform, inteligência artificial, machine learning e web; e possuam disponibilidade de um líder ou um membro da equipe de tecnologia ou produto participar das atividades do programa.

Histórico

No ano passado, o Google Launchpad Accelerator Brasil selecionou seis startups brasileiras que também trabalhavam com machine learning: a Contentools, que oferece um software para equipes de marketing; a Docket, que resolve a burocracia em documentações empresariais; a JetBov, plataforma em nuvem para pequenos e médios pecuaristas; a Liv Up, marca de refeições saudáveis prontas para aquecer; a Mandaê, plataforma digital que organiza a cadeia de encomendas; e a Vérios, startup de gerenciamento inteligente de investimentos.

A segunda turma do Google Launchpad Accelerator Brasil contou com as startups EasyCrédito, de cartão de crédito e empréstimo pessoal; Fhinck, focada em operações de backoffice; IDWall, de identificação de fraudes de identidade; Looqbox, que oferece buscas inteligentes para empresas; Marmotex, de marmitas corporativas; N2B, que dá dicas de nutrição por meio de um aplicativo; Nagro, focada em serviços financeiros para o setor agricultor; e TerraMagna, que realiza o acompanhamento inteligente de colheitas.

“Hoje em dia, a vantagem competitiva está nos dados obtidos por trás de um produto atraente e seu melhor uso, por meio de tecnologias como inteligência artificial e machine learning”, afirmou na época Roy Glasberg, líder global do Google Launchpad, ecoando modelos de negócio como o do Facebook e o do próprio Google.

Para Glasberg, toda startup deveria pensar em aplicar o aprendizado automático das máquinas em seu negócio – um dos negócios selecionados, por exemplo, atua no setor alimentício. “Machine learning não é uma moda, e sim um combustível para seu empreendimento. É uma tecnologia que está por aí há décadas, mas só agora ficou acessível. Todo usuário é exposto a diversos processos de machine learning ao longo de sua rotina. Se sua startup não a possui, já está perdendo no mercado.”

Fone Exame

 

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Tecnologia

Facebook omitiu número real de adolescentes pagos para instalar app de pesquisa

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Aplicativo vive onda de polêmicas desde janeiro, quando foi relevado que capturava dados importantes de usuários

As polêmicas a respeito do app de pesquisa de mercado do Facebook realmente parecem não ter data para acabar. Hoje, de acordo com reportagem do TechCrunch, foi revelado que a empresa escondeu a porcentagem de adolescentes que fez parte do programa e que os formulários de consentimento jamais foram enviados aos responsáveis.

O aplicativo ocupa o centro de um grande debate desde janeiro, quando se descobriu que a companhia obtinha, em troca dos US$ 20 pagos aos participantes, o histórico de navegação e informações de uso de apps. Segundo a reportagem, o Facebook afirma, em carta ao senador Mark Warner, que “cerca de 18%” dos que instalaram o Facebook Research App eram adolescentes. O número apresentado para repórteres anteriormente era de 5%. Uma cópia da carta pode ser vista aqui.

Na sexta-feira (1º), Josh Constine, repórter do TechCrunch, publicou: “O Programa de Pesquisa do Facebook aceitava pessoas de 13 a 35 anos, mas as que tinham entre 13 e 18 anos representavam 22%. Isso significa que o Facebook claramente não estava preocupado em minimizar o envolvimento de adolescentes no processo, tanto que eles não eram apenas uma pequena parte dos usuários”.

A companhia também teria enganado a imprensa ao informar que todos os menores de idade precisavam enviar “formulários de consentimento parental assinado”. De acordo com a carta ao Senador Warner, essa exigência nunca existiu: o Facebook afirma que seus parceiros “não exigiram um formulário de consentimento assinado pelos pais de usuários adolescentes”.

Em alguns casos, esse consentimento era garantido pelo próprio adolescente ao marcar OK em uma caixinha no site. No texto associado, constava a permissão dos responsáveis para que os participantes recebessem dinheiro do Facebook em troca da visualização de toda a atividade em seus telefones.

Como o Facebook responde à polêmica?

A empresa havia alegado que desativaria a versão do aplicativo para iOS, já que o TechCrunch havia levantado a possibilidade de essas práticas violarem as regras do Certificado Empresarial da Apple. Isso não foi seguido à risca: o Facebook não tomou a iniciativa por contra própria e a Apple teve de intervir.

No sistema Android, o aplicativo continuou ativo nos telefones por quase um mês depois das denúncias. “Cada usuário foi obrigado a concluir um fluxo de consentimento claro antes da participação”, afirma o Facebook, ao defender-se das acusações. “Os participantes precisavam confirmar que tinham mais de 18 anos ou fornecer outras evidências de consentimento dos pais, embora não fosse necessário um formulário de consentimento assinado pelos responsáveis.”

A empresa observa, ainda, que não compartilhou as informações coletadas “com terceiros” e que “os participantes podem deixar o programa a qualquer momento”. Essa declaração é considerada muito frágil quando se avalia a grandeza do alerta à segurança dos usuários.

“Fiquei satisfeito ao saber que o Facebook fez que seu papel no estudo fosse relativamente proeminente”, afirmou o Senador Warner em relação à carta. “Eu ainda tenho sérias preocupações com a forma como a companhia usou o aplicativo de pesquisa para acompanhar concorrentes emergentes, de maneiras que os usuários geralmente não esperam.”

Fonte Olhar Digital

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