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Homem se irrita e incendeia carro estacionado em frente a sua garagem

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Agora ele está preso

O engenheiro Fábio Morganti Verciani, 61 anos, está preso desde ontem (30) por colocar fogo em um carro que estava em frente à garagem da casa dele no bairro Pinheiros. O caso ocorreu por volta das 16h na Rua dos Zaparas, na zona oeste paulistana.

De acordo com o boletim de ocorrência, ele foi detido em flagrante por policiais militares e levado ao 14º Distrito Policial. Verciani responderá por dano.

O empresário Angelo Tomi Leibovici, proprietário do carro, informou que o veículo, um Honda CRV, estava estacionado a 50 centímetros do meio-fio rebaixado, na porta da garagem. Ele afirmou que escolheu o local, a três quarteirões da Rua Mourato Coelho, onde ele tem um restaurante, por causa da feira livre que ocorre aos sábados e também porque, com os jogos da Copa do Mundo, as ruas da Vila Madalena estão interditadas.

“Minha esposa encostou nesse local, porque precisaria do carro à tarde. Ela veio almoçar aqui [no restaurante] e sairia logo em seguida e aconteceu isso”, relatou. Segundo Leibovici, o carro não impedia a saída da garagem. “Um absurdo. Ele já tinha furado o pneu, riscado o porta-malas e depois ateou fogo. Não tem cabimento uma coisa dessas.”

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que a Polícia Militar foi acionada para a ocorrência de um veículo obstruindo a garagem, mas ao chegarem ao local encontraram o carro em chamas.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter o fogo. Conforme os policiais, Verciani confessou que havia jogado álcool no veículo e ateado fogo. Levado ao Distrito Policial, o engenheiro permanece à disposição da Justiça.

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Administrador e delegado prende usuários de drogas em praças do DF

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Imagens postadas por Fernando Fernandes em suas redes sociais causaram polêmica. Parte da população aprova, outra minoria critica a atitude

Atual administrador de Ceilândia, o delegado e deputado distrital Fernando Fernandes tem sido alvo de polêmica na internet desde o início de 2019. Nas redes sociais, ele costuma publicar imagens nas quais aparece realizando flagrantes em usuários de drogas e apreensão de entorpecentes na região administrativa.

Em uma abordagem que realizou em uma praça próxima ao Centro de Ensino Médio 3, em Ceilândia Sul, na última semana, Fernandes dividiu a opinião dos usuários das redes sociais e gerou debate. Muitos gostaram e elogiaram o administrador, mas outros o criticaram por prender usuários com apenas um cigarro de maconha.

Segundo o delegado, diversos espaços da região administrativa estão sendo revitalizados desde o início de janeiro e, de lá para cá, pelo menos 10 abordagens foram realizadas por ele na cidade.

“Como delegado, a população conhece a nossa atuação e a lei nos permite que, mesmo afastado (da Polícia Civil), qualquer pessoa pode agir em uma situação de flagrante. Eu, como delegado, não poderia me eximir dessa responsabilidade”, explicou.

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“São ações apenas de flagrante. Não há investigação. A própria comunidade pede a nossa atuação e eu não posso permitir que situações como essa aconteçam. Pedimos o apoio da Polícia Civil e a PM para conduzir os usuários até a delegacia”, acrescentou.

Nas redes sociais, Fernandes também comentou o episódio. Veja o post abaixo:

Tenho 25 anos de polícia. Tenho orgulho da minha profissão. Muitos que criticam a prisão de usuários de drogas não conhecem a realidade da Ceilândia e o anseio da população para melhorar a cidade. Todos usavam maconha em frente a uma escola pública, que fica ao lado do meu gabinete. Criticar é fácil, mas fazer pelo próximo é complicado. Agradeço todas as pessoas que me apoiam diariamente no duro trabalho de melhorar a cidade que nasci e cresci. Ao longo da minha carreira, grandes grupos criminosos foram presos e pararam de ameaçar o cidadão de bem. Muitos não sabem, mas tenho mais de dez ameaças de morte. E mesmo com o crime me perseguindo, nunca abaixei a cabeça e fui amedrontado. Sempre fui forte para fazer o trabalho que me propus: ser policial. Esta reportagem do Fantástico mostra uma operação de combate ao abuso sexual. Nesta ocorrência, criminosos usavam drogas para entorpecer mulheres e depois as abusavam sexualmente.

Posted by Delegado Fernando Fernandes on Thursday, February 14, 2019

 

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DF: pit bull solta de coleira, ataca e mata shih tzu

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Pit bull foi encontrado morto um dia após ter atacado o cachorrinho de menor porte. O caso é investigado pela 31ª DP

Pitbull Dog, Photo took in Heredia Costa Rica

Um cão da raça shih tzu morreu após ser atacado por um pit bull em Planaltina, no Distrito Federal. De acordo com a Polícia Civil (PCDF), o animal estava sem focinheira e se soltou da coleira que o prendia em uma barra de ferro. O ataque ocorreu na sexta-feira (15/2) e é investigado pela 31ª Delegacia de Polícia (Planaltina).

Segundo testemunhas, a proprietária do pit bull era negligente com o animal e chegou a ser alertada diversas vezes por populares sobre a fragilidade da coleira usada para prendê-lo. Aos policiais, a dona do cão, identificada como B.V.O pela corporação, disse que o seu “cachorro se enfureceu, se soltou e foi em direção ao cão de pequeno porte”.

Ainda em depoimento, a mulher acrescentou que, após o episódio do ataque, resolveu “doar o animal para uma pessoa que mora próximo a sua casa”. O pit bull foi encontrado morto com perfurações pelo corpo um dia após o incidente.

TV GLOBO/Reprodução

Shih tzu foi atacado em Planaltina e morreu

 

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DF: de chinelos, homem dirigia van pirata com 40 pessoas

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O condutor foi parado pela Polícia Militar na DF-463, próximo a São Sebastião, e assinou Termo Circunstanciado

A Polícia Militar flagrou um motorista de van pirata dirigindo com chinelo, o que é proibido por lei, e o dobro da capacidade de passageiros. No momento da abordagem, ocorrida por volta das 8h desta sexta-feira (15/2) na DF-463, próximo a São Sebastião, o veículo estava ocupado por 40 pessoas.

Após o flagrante com pelo menos quatro irregularidades — excesso de passageiros, falta do cinto de segurança, de autorização para fazer o transporte e uso de calçado inadequado –, os policiais lavraram um Termo Circunstanciado pelo crime de exercício irregular da profissão.

O motorista foi notificado pelo excesso de passageiros, falta do uso do cinto de segurança e dirigir com chinelos. A última infração está elencada no artigo 252 do Código de Trânsito Brasileiro, que prevê multa de R$ 85,13, mais quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

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