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Google Assistente agora tem ‘modo intérprete’ para tradução em tempo real

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Assistente do Google
(Foto: reprodução)

Um novo recurso desenvolvido para o Google Assistente vai permitir usar a Inteligência Artificial da gigante das buscas para traduzir uma conversa entre duas pessoas em tempo real. O “modo interpreter” foi anunciado durante a CES 2019 e é mais uma tentativa do Google de facilitar o dia-a-dia de quem não domina mais do que o próprio idioma.

O Google Tradutor é um serviço realmente funcional e, com o passar dos anos, se tornou extremamente preciso. Contudo, estamos falando de uma plataforma de tradução voltada para a web e que foi muito bem desenvolvida também para o uso em smartphones. Porém, quando se trata da entrada de dados via voz, o Google Tradutor ainda precisa de muito treinamento para ficar bom.

O mesmo acontece com o reconhecimento de voz pelo Assistente Inteligente da Google, quem usa o recurso no celular sabe que, muitas vezes, o software não entende o que foi dito e acaba confundindo mais do que ajudando.

Mesmo sabendo destas limitações, o Google lançou o modo intérprete para uso nos seus alto-falantes inteligentes. O funcionamento é bem simples. Ao dar o comando “Hey, Google, me ajude a falar alemão” ou  “Hey, Google, seja meu intérprete de alemão”, o Assistente passará a traduzir a conversa.

Visto que já é possível configurar até dois idiomas para uso do Google Home, por exemplo, não é necessário informar qual será a segunda língua, basta apenas falar o que se deseja e o assistente irá reconhecer o segundo idioma de forma automática. Até o momento, o modo intérprete oferecerá suporte para 27 línguas, entre elas o português.

O pessoal do The Verge testou o recurso e, como era de se esperar, a experiência ainda é precária. Além de não conseguir entender algumas palavras, o assistente precisa de muito mais tempo para processar os dados do que precisaria um intérprete profissional humano. Mais do que isso, como só existem duas pessoas se comunicando com o auxílio de uma máquina, a situação é constrangedora.

Assista ao vídeo abaixo e tire as suas próprias conclusões:

Em 2017, o Google anunciou os Pixel Buds, os fones de ouvido foram desenvolvidos para traduzir uma conversa em tempo real. Eu tive a chance de testá-los e confesso que, apesar da ideia ser ótima, o funcionamento ainda deixa muito a desejar. Logo, ter uma conversa traduzida pelo Assistente, neste momento, não deve realmente ser muito melhor. Porém, essa é mais uma forma da gigante das buscas treinar a sua inteligência artificial.

Por enquanto, o modo intérprete estará disponível apenas para o Google Home Hub e deve chegar para o Google Home e Home Mini nos próximos meses. Parceiros do Google que utilizam o Assistente em seus produtos, como a JBL, também deverão receber o recurso nos próximos meses. Contudo, a Google ainda não revelou se esta novidade irá ou não chegar ao Assistente nos smartphones.

E enquanto a tecnologia ainda está sendo desenvolvida, meu conselho é usar o bom e velho método: aprender novos idiomas!

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Fabricante de acessórios confirma leitor de digitais na tela do Galaxy S10

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Smartphone Android topo de linha da Samsung só será apresentado em fevereiro, mas detalhes sobre ele já circulam na web

(Flickr/Kārlis Dambrāns/Reprodução)

São Paulo – O smartphone Galaxy S10, da Samsung, só será oficialmente apresentado no dia 20 de fevereiro, em San Francisco, mas detalhes sobre o aparelho já aparecem na internet. O mais recente vem de uma fabricante de acessórios chamada Armadillotek. Em uma mensagem publicada no Twitter, a empresa afirmou que suas capas para o Galaxy S10 não contarão com proteção para a tela, uma vez que o sensor de impressões digitais localizado no display não funciona se tiver algo em cima.

 

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A Samsung ainda não compartilhou nenhum detalhe sobre o smartphone que marca a décima edição da linha Galaxy S, lançada em 2010.

Em uma foto publicada na semana passada durante a febre dos #10YearsChallenge, a sul-coreana mostrou uma foto do primeiro Galaxy S ao lado do desenho de um celular com tela dobrável.

 

 

galaxy-s10-10yearschallenge

(Samsung/Reprodução)

Em novembro do ano passado, a companhia apresentou seu primeiro protótipo de smartphone com display flexível, que pode ficar pequeno ou grande, conforme o desejo do usuário. A previsão de lançamento do produto é para 2019.

Rivais chineses

As fabricantes chinesas Vivo, Oppo, Oneplus, Xiaomi e Huawei já possuem smartphones que vêm com sensor de impressões digitais na tela. A mudança do posicionamento do leitor biométrico é parte do esforço das empresas do ramo de aproveitar melhor a parte frontal dos dispositivos, dando ênfase às telas, e não às bordas e botões, como no passado.

Muitos celulares atuais já possuem sensor de digitais na parte de trás, o que resolve o problema–e cria outro: como desbloquear o aparelho quando ele está sobre uma mesa ou acoplado ao painel do carro?.

•Foto: Flickr/Kārlis Dambrāns

Fonte: Portal Exame

 

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Tecnologia

França aplica multa milionária ao Google por violação de dados pessoais

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A multa de 56 milhões de dólares foi dada por “falta de transparência, informação incorreta e ausência de consentimento válido na publicidade personalizada”

Google: empresa é multada na França (Stephen Lam/Reuters)

Paris – A empresa de serviços online Google recebeu uma multa na França no valor de 50 milhões de euros (US$ 56,8 milhões) por “falta de transparência, informação incorreta e ausência de consentimento válido na publicidade personalizada”, anunciou nesta segunda-feira a Commission nationale de l’informatique et des libertés (CNIL).

Esta organização, encarregada de zelar pela proteção de dados na França, justificou a sanção pela “gravidade das violações observadas nos princípios da proteção de dados: transparência, informação e consentimento”.

Segundo a CNIL, as irregularidades detectadas na multinacional americana “deixam os usuários sem suas garantias essenciais, já que pratica operações que podem revelar importantes partes da vida privada”.

“A informação sobre as operações de processamento para a personalização dos anúncios fica diluída em vários documentos e não permite ao usuário saber seu alcance real”, criticou.

A entidade interveio em reação às demandas das associações None Of Your Business (NOYB) e La Quadrature du Net (LQDN), para as quais o Google “não tem base legal” para processar informação pessoal de seus usuários destinadas à emissão de publicidade personalizada.

A CNIL multou em dezembro outra empresa tecnológica americana, o aplicativo de transportes Uber, no valor de 400 mil euros (US$ 454 mil) por não ter feito o suficiente para proteger os dados de 1,4 milhão de usuários franceses. Fonte: Portal Exame

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Twitter expôs dados de usuários de smartphones Android

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Informações de 2014 a 2019 foram afetadas pela falha

(Alvin Chan/SOPA Images/LightRocket/Getty Images)

São Paulo – Uma falha no Twitter deixou dados privados de usuários expostos de 3 de novembro de 2014 a 14 de janeiro de 2019. O problema deixou como públicos tuítes marcados como privados no microblogue. A falha se restringiu ao Android, usuários do aplicativo no iPhone não foram afetados.

“Nos desculpamos muito por isso ter acontecido e estamos conduzindo uma análise completa para prevenir que isso aconteça novamente. Informamos as pessoas que foram afetadas por esse problema e ligamos novamente a opção de proteger os tuítes, caso ela estivesse desligada nas contas dos usuários”, informou o Twitter, em comunicado.

A empresa não informou quantas pessoas foram afetadas pelo problema. Mensagens diretas, trocadas de forma privada no Twitter, não vazaram.

Privacidade

O caso do Twitter se soma a outros vazamentos de dados pessoais em redes sociais. O Facebook ainda enfrenta consequências por ter permitido que a consultoria Cambridge Analytica usasse milhões de dados de usuários em marketing político sem o devido consentimento.

O Google também passou por um vazamento de dados de usuários do Google +. Um não, foram dois. Na primeira vez, a empresa anunciou o fim do da rede social, em razão de pouco interesse dos usuários. Na segunda, ele antecipou o seu encerramento.

Por fim, nesta semana, um bilhão de combinações únicas de usuários e senhas vazaram na internet. O especialista em segurança Troy Hunt relatou que o compartilhamento no serviço de armazenamento na nuvem MEGA (antigo Megaupload) e também em um fórum para hackers. Será que a privacidade online ainda existe? Fonte: Portal Exame

 

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