Nossa rede

Brasil

Doria anuncia programa para recapear vias de São Paulo a partir de novembro

Publicado

dia

Programa prevê novo asfalto em vias de todas as regiões da cidade, totalizando 3 milhões de metros quadrados. Veja lista de avenidas que serão recapeadas.

Prefeitura da capital anuncia mais uma etapa do programa Asfalto Novo

Prefeitura da capital anuncia mais uma etapa do programa Asfalto Novo

A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta terça-feira (10) o lançamento do programa Asfalto Novo, com previsão de investir R$ 350 milhões em 3 milhões de metros quadrados de asfalto para o recapeamento das principais vias de São Paulo.

Segundo o prefeito João Doria (PSDB), as obras começam 10 de novembro e devem durar até 30 de abril de 2018, “se tudo correr bem, porque não depende só de nós”, segundo o tucano.

“Vai depender das condições climáticas, já tem que tem que ser dias sem chuva, ou de depender de nenhuma interferência de ordem jurídica, que às vezes surgem sem a gente ter sequer expectativas”, afirmou Doria. A licitação para a contratação das empresas está em andamento.

Buraco em rua na Lapa, Zona Oesde de SP (Foto: Ronaldo Silva/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Buraco em rua na Lapa, Zona Oesde de SP (Foto: Ronaldo Silva/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Dos R$ 350 milhões, R$ 210 milhões são provenientes do fundo de multas, já que uma decisão do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) passou a autorizar o uso do dinheiro das multas para asfalto em novembro de 2016. Outros R$ 100 milhões serão pagos pela prefeitura e R$ 40 milhões aplicados pela SPTrans no recapeamento de corredores de ônibus.

“As avenidas são nossa prioridade nas 32 prefeituras regionais e que estavam com o asfalto mais deteriorado”, disse Doria, salientando que a maioria dos trabalhos será à noite e que a população terá que tolerar certo barulho. O asfalto comprado pela Prefeitura terá que durar 8 anos, segundo o prefeito. “Algum pequeno ruído existirá. Não há como ter progresso em silêncio”, disse.

Entre as avenidas priorizadas estão:

Centro:

  • Avenida Paulista;

Zona Norte:

  • Elísio Teixeira;
  • Engenheiro Caetano Álvares;
  • Zona Sul
  • Jorge João Saad;
  • Nazaré;
  • Interlagos;
  • Estrada de Pirajussara;

Zona Leste

  • Doutor Assis Ribeiro;
  • Marechal Tito;
  • Engenheiro Feijó Bittencourt;
  • Doutor Francisco Mesquita;
  • Aricanduva;
  • Mateo Bei;
  • Afonso Sampaio;
  • Souza;
  • Estrada de Poá;

Zona Oeste

  • Heitor Antônio Eiras Garcia;
  • Nove de Julho.

Segundo a prefeitura, 22 empresas participaram da licitação. O vice-prefeito e secretário das prefeituras regionais, Bruno Covas, disse que elas concorreram por 11 lotes, que representam agrupamento das prefeituras regionais e que cada empresa poderá ganhar no máximo dois lotes.

Doria comemorou o fato de as empresas terem aceitado que a Prefeitura não irá pagar o adicional noturno aos funcionários contratados. “Isso representou uma redução de 27,5% no nosso custo”, afirmou. Segundo Bruno Covas, a Prefeitura pagará o valor acordado às empresas contratadas e elas aceitaram a condição prevista no edital.

Bruno Covas descartou responsabilidade da administração pública sobre a falta de pagamento das empresas para os funcionários. “Isso não existe, eu tenho conhecimento jurídico”, afirmou.

Concessionárias

Segundo Doria, empresas a serviço da Sabesp irão pagar mais R$ 60 milhões por 400 mil metros quadrados de asfalto devido ao fato de quebrarem as vias públicas para obras.

O prefeito defendeu que, a partir de agora, este tipo de obra nas ruas só será feito com aval da administração pública. “Elas contribuíram muito para a situação do asfalto da cidade e é o preço que estão pagando para a recuperação”, disse.

Doria ameaçou ainda tomar medidas judiciais para impedir que concessionárias de água, gás e eletricidade façam buracos indiscriminados nas ruas. “E se não tiverem disciplina para seguirem a orientação da Prefeitura, esburacando a cidade outra vez, a Prefeitura usará todos os seus recursos, inclusive judiciais, para impedir que isso aconteça”, defendeu.

Comentário

Brasil

Matrículas em graduações presenciais caem pelo 2º ano no Brasil

Publicado

dia

A redução é puxada pela rede privada, que perdeu 0,8% de seus alunos nessa modalidade – cerca de 160 mil estudantes a menos

São Paulo – Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil teve queda de matrículas em graduações presenciais, segundo dados do Censo da Educação Superior 2017, divulgados nesta quinta-feira, 20. A redução é puxada pela rede privada, que perdeu 0,8% de seus alunos nessa modalidade – cerca de 160 mil estudantes a menos. O resultado é reflexo da redução de programas como o Programa Universidade Para Todos (ProUni) e o Financiamento Estudantil (Fies), além da crise financeira no País.

Os dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) mostram que, em 2017, foi um tímido aumento de matrículas (0,6% ou 12,3 mil alunos) na rede pública o que segurou a queda nessa modalidade. O saldo para o ensino superior presencial foi, então, de 24,6 mil alunos a menos que em 2016. No entanto, somando os dois anos de queda, já são 103,8 mil matrículas a menos.

A redução no ensino presencial fez com que, mais uma vez, o País tivesse um quadro de estagnação no volume de estudantes no ensino superior. No ano passado, o Brasil tinha 8,28 milhões de alunos em todos as modalidades de cursos superiores (presencial e a distância; ensino público e privado), 3% a mais que em 2016, quando eram 8,05 milhões de matriculados.

O aumento do total de matrículas em 2017 foi maior que o de 2016, quando o País teve o pior cenário desde 1992 na ampliação do ensino superior. Em 2016, o Brasil tinha 8,05 milhões de alunos em cursos superiores (presencial e a distância; ensino público e privado), 0,2% a mais que em 2015, quando eram 8,03 milhões de matriculados.

Apesar da recuperação no número de matrículas, o aumento ainda está longe do que o País vinha vivendo nos últimos anos. De 1992 a 2015, a média de crescimento de alunos no ensino superior foi de 7,5% ao ano.

A dificuldade de voltar ao mesmo ritmo deixa o País ainda mais distante de atingir a meta do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê elevar a taxa líquida de matrículas nessa etapa para 33% da população de 18 a 24 anos – em 2015, apenas 18,1% das pessoas nessa faixa etária estavam no ensino superior.

O pequeno crescimento pode ser atribuído à expansão das matrículas e ingressantes em cursos a distância. Nessa modalidade, o número de matrículas cresceu 17,5% e o de ingressantes, 27,3% – o que pode indicar uma tendência de ainda mais expansão para os próximos anos. No ano passado, uma a cada três pessoas que entraram no ensino superior foram cursar graduações a distância.

Ver mais

Brasil

Polícia Civil apreende maior arma já confiscada no Rio de Janeiro

Publicado

dia

Metralhadora, que mede quase 1,7 metro e pesa 38 quilos, é capaz de furar blindagem de carro forte e de aeronaves

Rio – Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) do Rio apreenderam nesta quarta-feira, 19, uma metralhadora Browning .50. A arma, que mede quase 1,7 metro e pesa nada menos que 38 quilos, é capaz de furar blindagem de carro forte e de aeronaves. A metralhadora tem capacidade de disparar de 400 a 600 tiros por minuto. Trata-se do maior armamento já apreendido no Estado do Rio de Janeiro.

A ponto 50, como é conhecida, é uma arma de guerra. Ela estava com dois homens que, segundo os policiais da força especializada, estavam negociando a sua venda, na Barra da Tijuca, bairro da zona oeste da capital fluminense. Os dois foram presos, mas seus nomes não haviam sido divulgados até a publicação desta matéria. Não há informações sobre os compradores.

 

Ver mais

Brasil

MEC vai transferir R$ 8,5 milhões para o Museu Nacional

Publicado

dia

Segundo ministro da Educação, Rossieli Soares, repasse será feito para obras emergenciais na instituição

O Ministério da Educação (MEC) vai transferir ainda hoje (20) R$ 8,5 milhões para a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), segundo informou o ministro da Educação, Rossieli Soares. Os recursos são um primeiro repasse do total de R$ 10 milhões prometidos pela pasta para as obras emergenciais no Museu Nacional, no Rio de Janeiro

“Teremos mais um complemento para a segunda etapa, em acordo e conforme o programado”, garantiu Rossieli Soares, mas sem especificar a data para a próxima transferência. Segundo ele, o MEC recebeu ontem (19) a documentação que detalha os preços dos contratos que serão assinados pela instituição nessa primeira fase de reconstrução do museu. O documento era necessário para a liberação da verba.

Na terça-feira (18), a UFRJ selecionou, por chamada pública, a Concrejato Engenharia, empresa que participou da reconstrução do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, para realizar as obras emergenciais do Museu Nacional.

Reconstrução

Após o incêndio ocorrido no dia 2 de setembro, a reconstrução do Museu Nacional será feita em quatro etapas, incluindo a possibilidade de cessão de um terreno próximo ao local para que as atividades acadêmicas sejam mantidas.

A primeira etapa será dedicada à realização de intervenções emergenciais, como instalação de um toldo, escoramento de paredes, levantamento da estrutura, inventário do acervo e separação do que é possível encontrar nos escombros.

A segunda etapa depende da conclusão da perícia da Polícia Federal no local. Depois de realizada, será contratado um projeto básico e, com base nele, será implementado o projeto executivo da reconstrução do museu.

A terceira etapa é a da reconstrução. A ideia é usar a lei federal de incentivo à cultura, a Lei Rouanet. A quarta fase poderá ocorrer em paralelo com a obra de construção. É a de recomposição do acervo. O governo pretende fazer uma campanha internacional para a doação e aquisição de acervos para o Museu Nacional.

Ver mais
Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade