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DF soma quatro casos de arrombamentos a caixas eletrônicos só em 2018

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O governo apura se houve falha na segurança privada do Palácio do Buriti, que possa ter facilitado a ação de bandidos no roubo de dois caixas eletrônicos no prédio anexo do GDF. Suspeitos estão foragidos

Peritos encontraram cápsulas de calibre .556, usada em um fuzil de uso exclusivo das forças armadas. (foto: Minervino Junior/CB/D.A Press )

As empresas que fazem a segurança do anexo do Palácio do Buriti, sede do Governo do Distrito Federal, serão investigadas após uma quadrilha explodir dois caixas eletrônicos por volta das 3h de ontem, no lado norte do prédio. Por meio da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), o Executivo local pediu uma apuração para averiguar possíveis falhas de funcionários da Brasfort e da Cinco Estrelas, que poderiam ter facilitado a ação.

A Seplag pediu a abertura da investigação em caráter administrativo, para avaliar o contrato com as prestadoras de serviço. A análise deve ocorrer em até 10 dias e, se necessário, será instaurada uma sindicância. A pasta informou que o anexo do Buriti tem cinco postos de vigilância por turno, com quatro vigilantes armados e um desarmado. Além disso, o prédio possui dois brigadistas durante a noite. Também há um posto na frente do Palácio do Buriti, sob a responsabilidade da Casa Militar, e um vigilante de plantão dentro da agência do BRB.

Segundo o secretário de imprensa do Sindicato dos Vigilantes (Sindesv-DF), Gilmar Rodrigues, não há vigilantes designados para a área onde ficam os terminais bancários. “A portaria voltada para o estacionamento só funciona de dia. À noite, os profissionais fazem a segurança na outra entrada. Se tivesse vigilante para os caixas, isso não teria acontecido”, disse. No momento da explosão, os vigilantes do turno estavam dentro do prédio, ainda de acordo com Rodrigues. As empresas não se pronunciaram.

Imagens

O Correio teve acesso às gravações do circuito interno do prédio onde ocorreu a explosão. Nas imagens, é possível ver que dois homens arrombam a porta de vidro com um pé de cabra. Em seguida, um dos ladrões usa a mesma ferramenta para abrir um caixa eletrônico, onde o comparsa coloca os explosivos. Eles acendem a dinamite e o vídeo acaba no momento da detonação. Toda a ação durou cerca de cinco minutos.

Além do furto, os bandidos deram ao menos dois tiros para o alto. Peritos encontraram três cápsulas de calibre .556, munição usada em um fuzil de uso exclusivo das forças armadas e das forças policiais. A Polícia Civil não divulgou quanto os criminosos levaram, mas o grupo deixou cerca de R$ 6 mil para trás. Eles fugiram em um Fiat Palio branco, e abandonaram o veículo minutos depois, próximo ao Autódromo Nelson Piquet, onde o incendiaram.

Apurações preliminares indicam que ao menos três pessoas participaram da ação e os envolvidos fazem parte de uma quadrilha especializada no arrombamento de terminais de autoatendimento. “Há indícios de que o grupo já realizou essa ação anteriormente e, provavelmente, voltará a realizar”, comentou o delegado Fernando César Costa, chefe da Coordenação Especial de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e aos Crimes Contra a Administração Pública (Cecor).

A Defesa Civil constatou não haver danos estruturais da edificação. Os caixas que explodiram pertenciam ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal. O Banco do Brasil informou que não há previsão de normalização do atendimento para o terminal instalado no anexo do Palácio do Buriti.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, com o caso de ontem, houve quatro arrombamentos de caixas eletrônicos no Distrito Federal em 2018. Em três casos, os criminosos conseguiram abrir o compartimento do caixa e levar o dinheiro. No mesmo período de 2017, a pasta registrou 13 ocorrências.

Fonte: Correio Braziliense
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Política BSB

Caiado decreta situação de calamidade financeira em Goiás

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Assembleia vai aproveitar sessão extraordinária para votar orçamento

Caiado (/)

Ronaldo Caiado enviou à Assembleia Legislativa decreto que estabelece situação de calamidade financeira em Goiás pelo prazo de 180 dias.

A medida considera o “elevado e crescente déficit fiscal, expressiva e constante elevação de despesas públicas” e a baixa receita.

“O déficit fiscal acumulado previsto para o final do exercício de 2019 é de mais seis bilhões de reais, aí incluídos os quase dois bilhões de reais de despesas inscritos em restos a pagar, mais um bilhão de reais correspondentes à parte da folha dos servidores não empenhada no exercício de 2018”, diz o documento.

Nesta terça-feira (22), em sessão extraordinária, os deputados vão apreciar o decreto e votar o orçamento de 2019, que não foi feito sob a gestão do ex-governador José Eliton.

Fonte: Portal Veja

 

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Política BSB

Planalto veta deputado ligado a LGBTs no governo, a pedido do PSL

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Deputado tucano Floriano Pesaro foi indicado Secretário de Assistência Social

Pesaro atua na área há 26 anos (Gabriela Peres/Seds/Divulgação)

Um grupo de parlamentares do PSL, em especial de São Paulo, conseguiu vetar no Palácio do Planalto o nome do deputado federal  e sociólogo Floriano Pesaro (PSDB-SP) para a Secretaria Nacional de Assistência Social, vinculada ao Ministério da Cidadania. Seu nome foi até anunciado pelo ministro Osmar Terra no final do ano passado, mas sua nomeação não saiu até hoje. Deveria ter sido publicada no início do ano. O veto foi muito menos por Pesaro, que não se reelegeu, ser tucano, mas por suas ligações com movimentos LGBTs e Ongs.  Ele atua na área de assistência social há 26 anos, foi secretário municipal e estadual dessa área. No governo de FHC, trabalhou no MEC e ajudou na criação do Fies e do Bolsa Escola. Terra está tentando reverter o veto junto ao ministro Onyx Lorenzoni. Fonte: Portal Veja

 

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Política BSB

“É um problema do Flávio. Ele vai resolver isso aí”, diz Mourão

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Presidente em exercício negou que haja risco de o caso do filho de Bolsonaro impactar nas negociações da reforma da Previdência no Congresso

Brasília(DF), 7/1/2019 – Jair Bolsonaro, Hamilton Mourão. Posse dos presidentes do Banco Central, BB e Caixa Economica. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, desviou de questionamentos sobre a crise envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e procurou afastar o governo das denúncias sobre movimentações financeiras atípicas do filho do presidente Jair Bolsonaro.

À frente da Presidência por conta da viagem do titular a Davos, Mourão negou que haja risco de o caso impactar nas negociações da reforma da Previdência no Congresso.

“Já expliquei esse assunto. Esse assunto eu não comento mais. Não vem para cima do governo, é um problema do Flávio. O Flávio vai resolver isso aí”, afirmou Mourão a jornalistas, após deixar o gabinete no Palácio do Planalto para almoçar em sua residência oficial, no Palácio do Jaburu.

Sobre o exercício da Presidência, Mourão disse que não haverá mudanças em relação ao direcionamento dado por Bolsonaro. “Sem marola, só tocando a bola para o lado”, disse.

Fonte: Portal Metrópoles

 

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