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DF: aposentadorias, pensões e despesa sem contrato são alvo de devassa

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Serão analisadas as 30 rubricas da folha de pagamento que mais demandam recursos financeiros, R$ 1,3 bilhão ao mês

A Controladoria-Geral do Distrito Federal divulgou nesta segunda-feira (4/2) o cronograma de auditorias que serão realizadas neste ano no âmbito do GDF. Entre os principais alvos da devassa estão pagamentos feitos sem cobertura contratual, participação de servidores em empresas fornecedoras, além de um pente-fino nas aposentadorias e pensões pagas a servidores civis e militares e a seus dependentes.

A equipe da Subcontroladoria de Controle Interno da CGDF será a responsável pelas auditorias e inspeções. Serão analisadas as 30 rubricas da folha de pagamento que mais demandam recursos financeiros, R$ 1,3 bilhão ao mês, incluindo pagamentos para aposentados/pensionistas.

Em relação aos pagamentos feitos sem amparo contratual, já foram selecionadas despesas nas áreas de saúde e educação, no valor de R$ 2,3 bilhões, para serem auditadas (veja abaixo).

Em entrevista ao Metrópoles, Adelmario Araújo Castro, controlador-geral do DF, disse que caso sejam encontradas irregularidades, os ex-gestores podem ser acionados judicialmente. “Tem que ser feito com muito cuidado. Tem que levantar todas as questões de ordem técnica e caracterizar de forma consistente. Não pode ser ação meramente política”, explicou.

De acordo com ele, o Tribunal de Contas já identificou a questão do pagamento de despesas sem lastro contratual: “É uma bola de neve”.

Ele destacou que o procedimento de inspeção envolve ir ao órgão e levantar os pagamentos, identificar qual é a natureza da despesa e em que circunstâncias que foi feita. “Pode ser que não termine [este ano] pela complexidade. Você chega em um lugar para ver algo e percebe outra questão”, apontou.

Confira áreas com negócios sem cobertura contratual que serão alvos da Controladoria:

2015:
Secretaria de Saúde: R$ 318,9 milhões
Secretaria de Educação: R$ 600 mil

2016:
Secretaria de Saúde: R$ 569,7 milhões
Secretaria de Educação: R$ 67,6 milhões

2017:
Secretaria de Saúde: R$ 570,8 milhões
Secretaria de Educação: R$ 124,8 milhões

Adelmario destacou que para fortalecer os processos e as atividades de gestão, a Controladoria está adotando modelo de auditoria desenvolvido pelo Instituto dos Auditores Internos e apoiado pelo Banco Mundial.

Comissionados
Por amostragem, o órgão vai verificar, ainda, se indicados para ocupar cargos ou funções de confiança cumprem as determinações do Decreto nº 33.564/12, que regulamenta as hipóteses de impedimento para a posse e o exercício na administração pública direta e indireta do Poder Executivo do DF, em função de prática de ato tipificado como causa de inelegibilidade (Ficha Limpa).

Ainda estão na mira dos auditores, o Serviço de Atendimento Imediato ao Cidadão (Na Hora) e o acompanhamento do programa SOS DF, instituído pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), para resolver problemas em diversas áreas.

Na área da saúde, serão feitas inspeções referentes às despesas realizadas sem cobertura contratual, para conhecer o perfil desses gastos, levantar causas, identificar potenciais pontos de melhoria e propor controles eficientes.

A Controladoria também vai verificar a participação de servidores da Secretaria de Saúde em empresas fornecedoras de bens e serviços para a própria secretaria, além de fazer uma auditoria operacional nos sistemas/metodologias relacionados ao atendimento prestado aos usuários do sistema público de saúde.

As medidas estão contempladas no Programa Operacional de Ações de Controle (Poac) para 2019, encaminhado ao Tribunal de Contas do DF (TCDF) no último dia 31 de janeiro. Fonte: Metrópoles

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Suspeito de matar ex-mulher após vê-la dançando com outro homem é preso no DF

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Suspeito confessou crime aos policiais, segundo delegado de Goiás, responsável pela investigação do caso. Advogado de defesa afirma que ‘cliente está ciente do que fez’.

O suspeito de matar a ex-mulher após vê-la dançando com outro homem em um bar em Formosa, no Entorno do Distrito Federal, foi preso nessa quarta-feira (14) pela Polícia Civil do DF com a orientação de agentes de Goiás, que já investigavam o caso.

Alberto Pereira de Deus, de 57 anos, foi detido em outro bar, em uma área rural próximo a São Sebastião (DF). Posteriormente, ele foi levado à Casa de Prisão Provisória de Formosa, onde ficará à disposição da Justiça.

Ao G1, o delegado responsável, Danilo Meneses, disse que foi o Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) de Formosa que localizou o suspeito no bar e acionou a polícia do DF para fazer a prisão.

Após ser detido, Alberto Pereira de Deus – conhecido como “Beto” – teria confessado o crime. Segundo a investigação, no dia 2 de junho, o suspeito passou diversas vezes pelo local do crime antes de agir.

Alberto Pereira de Deus, conhecido como "Beto" foi preso no DF — Foto: Polícia Civil de Goiás/Divulgação

Alberto Pereira de Deus, conhecido como “Beto” foi preso no DF — Foto: Polícia Civil de Goiás/Divulgação

Em depoimento à polícia, ele teria dito que viu Regina Braz da Costa, de 37 anos, dançando com outro homem. Pouco tempo depois, estacionou o carro e chamou a ex-mulher para conversar. Neste momento, teria dado uma facada entre o pescoço e o ombro dela.

Ainda de acordo com a polícia, a vítima ficou com o braço preso na janela do carro e acabou sendo arrastada por cerca de 20 metros.

O advogado de defesa, Paulo Henrique Meireles, disse que “o cliente está ciente do que fez”, mas informou que aguarda o recebimento da denuncia para apresentar os argumentos.

Alberto Pereira de Deus vai responder por feminicídio e, se for condenado, pode pegar até 30 anos de prisão.

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Polícia Civil investiga ameaça de atentado em escola particular da Asa Sul

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Autor usou o Instagram para publicar ameaças de um massacre no colégio do DF em 23 de setembro. A página foi apagada e a polícia investiga para saber quem publicou as mensagens

A direção do colégio acionou a Polícia Militar
(foto: Divulgação/Whatsapp)

Agentes da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) investigam ameaça de ataque a um colégio particular da Asa Sul. O autor da ameaça publicou no Instagram ameaças de que ocorreria um massacre na escola em 23 de setembro. A direção da unidade de ensino acionou os investigadores nessa quinta-feira (15/8).
Após denúncia à polícia, a página com as ameaças ao colégio foi excluída. De acordo a direção da escola, o departamento de inteligência da unidade conseguiu identificar uma estudante que divulgou as postagens. “Contamos com a Polícia Civil para que achem o responsável pelas publicações”, frisou o diretor da instituição de ensino.
Ainda segundo a direção, além da Polícia Civil, o Batalhão Escolar da Polícia Militar e o Conselho Tutelar foram acionados. “Tomamos todas medidas preventivas para evitar que algo ruim aconteça. Também estamos em contato com a associação de pais do colégio, que também tralham junto aos outros responsáveis e, consequentemente, aos filhos, no sentido de alertá-los em relação ao assunto”, frisou.
Para os pais, as ameaças são motivo de preocupação. “Minhas filhas, de 14 e 16 anos, estudam no colégio e estão muito assustadas. Ontem, elas chegaram em casa com as imagens das ameaças, o que nos deixa muito preocupados”, conto um pai, que preferiu não se identificar. De acordo com ele, as filhas dele planejavam até rota de fuga com os colegas. “É triste ver um adolescente pensando esse tipo de coisa. Pode ser uma brincadeira de mau gosto, mas é sempre bom considerarmos qualquer possibilidade”, ressaltou.
No boletim de ocorrência registrado na delegacia, não há tipificação do crime ainda. No entanto, o Código Penal prevê o ato de ameaçar alguém no artigo 147. A depender do caso, o autor pode cumprir detenção de um a seis meses ou multa.
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Mulher de 42 anos é encontrada perto da UnB seminua e ferida

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Segundo o Corpo de Bombeiros, a mulher foi encontrada em frente à estação de estudo de biologia do campus Darcy Ribeiro, na Asa Norte

A vítima apresentou ferimentos contusos profundos na face e hemorragia
(foto: CBMDF/Divulgação)

Uma mulher de 42 anos foi encontrada ferida e seminua em frente à estação de estudo de biologia da Universidade de Brasília (UnB). A vítima tinha ferimentos contusos profundos na face e hemorragia. Apesar dos machucados, o Corpo de Bombeiros informou que ela estava consciente, orientada e estável. O caso aconteceu por volta das 8h30 desta quinta-feira (15/8).
Os militares atenderam a mulher e a encaminharam para o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Apesar de estar quase sem roupa, ela informou aos socorristas que não sofreu violência sexual. Policiais militares também foram acionados para acompanhar a ocorrência.
Ao Correio, testemunhas contaram que encontraram a vítima deitada no matagal. “O rosto dela estava sangrando muito. Ela não conseguia andar e engatinhava, pedindo ajuda”, contou. De acordo com a pessoa que encontrou a vítima, a mulher não disse o que aconteceu.
No local do crime, havia um colchão ensaguentado, onde a vítima estava deitada na hora da chegada dos bombeiros. Um cano, que teria sido usado nas agressões, também estava no lugar. As roupas da mulher estavam espalhadas pelo chão.

Morta ao sair para caminhar

Agentes da 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas) investigam a morte de uma empresária de 44 anos. Geralda dos Reis Ramires Azevedo saiu para caminhar por volta das 7h de sexta-feira (9/8), no Gama, e não voltou. Segundo informações da Polícia Militar, a vítima foi agredida na rua, foi levada com vida ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Os policiais civis ressaltam que interrogaram pessoas próxima à vítima, mas ainda não têm suspeitos. O caso está registrado como homicídio e, segundo os agentes, as investigações estão em curso.
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