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Depois de ser ‘devolvido’ duas vezes, menino de 8 anos é adotado por casal de Brasília

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Enzo faz parte de um grupo de 6 irmãos; todos foram adotados separadamente. ‘Foi ele que nos escolheu’, dizem pais.

Adotar uma criança não é como escolher uma boneca – ou boneco – na loja de brinquedos. Embora seja permitido aos adultos elencar preferências e até características desejadas quando dão entrada no pedido de adoção, “devolver” um filho aumenta ainda mais o estigma de ser rejeitado, carregado pela maioria dos meninos e meninas que crescem nos abrigos, enquanto veem os mais novos serem levados para um “lar de verdade”.

Antes de completar 8 anos, Enzo foi acometido duas vezes pela sensação de ser um boneco na prateleira. Foi levado por pessoas que se apresentaram como pais e, depois, devolvido. Na última das vezes, acabou separado da irmã – aceita como filha pelo casal.

Enzo acompanhou a adoção dos seis irmãos biológicos – cada um escolhido por uma família – e viu sua história começar a mudar há cerca de um ano, quando conheceu Kairon Oliveira da Silva e Silvio Romero Fagundes. “Ele é que nos escolheu”, dizem os pais adotivos, que moram em Brasília.

O casal Kairon Oliveira da Silva e Silvio Romero Fagundes e o filho Enzo, de 8 anos, após conclusão do pedido de adoção na 1ª Vara de Família de Águas Lindas de Goiás — Foto: TJ-GO/Divulgação

O casal Kairon Oliveira da Silva e Silvio Romero Fagundes e o filho Enzo, de 8 anos, após conclusão do pedido de adoção na 1ª Vara de Família de Águas Lindas de Goiás

“Até então, o plano era adotar uma criança de até dois anos, mas quando me apresentaram o Enzo foi amor à primeira vista”, disse Kairon. “Liguei pro Silvio e falei: a gente já tem um filho.”

“É uma coisa inexplicável. Eu não sei que amor foi esse, mas filho a gente não escolhe, né?”

O único empecilho para que os três se tornassem uma família, naquele momento, era geográfico. O menino vivia em um abrigo de Águas Lindas de Goiás, no Entorno do DF, e o casal mora em Brasília. “Nós começamos o processo por aqui com o plano de migrar para a fila de Goiás e conseguir o Enzo.”

Há um ano, no dia 5 de dezembro de 2017, Kairon e Silvio fizeram juntos a primeira visita a Enzo. Eles conseguiram transferir o pedido de adoção para Goiás e começaram os trabalhos de aproximação com o menino, em parceria com a equipe da casa de acolhimento.

“A gente pensou que ia ser difícil para ele lidar com dois pais, mas foi a parte mais fácil. Ele achou legal, porque colocava a dificuldade na mãe. Para ele, era a mãe que sempre o abandonava”, explica Kairon.

“O Enzo chamou a gente de pai logo na primeira semana.”

O casal Kairon Oliveira da Silva e Silvio Romero Fagundes e o filho Enzo, de 8 anos — Foto: TJ-GO/Divulgação

O casal Kairon Oliveira da Silva e Silvio Romero Fagundes e o filho Enzo, de 8 anos

Com os pais, Enzo descobriu um prazer que ainda não tinha conhecido: viajar. “Sempre que temos uma folga fazemos questão de viajar”, disse Kairon.

“Já fomos para o Recife, conhecer a família do Silvio, e para Goiânia. Agora, vamos de novo ao Recife, depois passamos em Fortaleza e terminamos em Belém do Pará, onde mora a minha família, para o Enzo conhecer o avô.”

O processo de adoção foi concluído no dia 12 de novembro pelo juiz Felipe Jales Soares, da 1ª Vara de Família, Sucessões, Infância e Juventude do fórum de Águas Lindas de Goiás. Agora o menino é legalmente filho de Kairon e Silvio.

Déficit de atenção

Ainda no abrigo, Enzo foi diagnosticado com déficit de atenção. A hiperatividade e a dificuldade de concentração, porém, não foram interpretadas corretamente, dizem os pais.

O tempo de espera por uma família e as sucessivas rejeições condicionaram o comportamento do pequeno garoto, garantem eles.

“Imagine a insegurança de um menino que foi rejeitado três vezes?”

Kairon fala do abandono pela mãe biológica e pelas duas outras famílias que chegaram a levar a criança para casa e devolveram. “Naturalmente, ele era irritado, não gostava de tomar banho, não dormia sozinho com a luz apagada, gritava dizendo que não queria voltar pro abrigo, quebrava a escola toda”, relembra.

Em Brasília, na primeira experiência escolar, os pais recebiam ligações quase diárias do colégio. “Eles queriam medir força com o Enzo. Tiravam de sala, excluíam do convívio com os alunos, não era demandado como os outros.”

Segundo Kairon, a psicopedagoga da instituição chegou a entregar um laudo com a informação de que Enzo tinha transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDH) e distúrbio de comportamento.

“Ela nos chamou e disse que deveríamos desistir enquanto ainda estava em tempo, porque ele seria um filho problemático.”

Kairon e o marido não aceitaram o diagnóstico e submeteram o menino a outros exames. Desta vez, os laudos não apontaram qualquer alteração. O déficit de Enzo não era de atenção, mas de carinho, amor, segurança e cuidados.

“Buscamos a melhor neurologista de Brasília e ela disse que Enzo não tinha qualquer doença. A única coisa que sugeriu foi que mudasse meu filho de escola.”

Há cinco meses em um novo colégio, Enzo deixou de ser motivo para telefonemas. “A gente nunca recebeu uma ligação. Ele ama as professoras e se desenvolveu muito rápido, porque é uma escola que o abraçou, que o incluiu.”

Amor que transforma

Kairon Oliveira da Silva, o marido Sílvio Romero Fagundes e o filho de 8 anos, Enzo — Foto: TJGO/Divulgação

Kairon Oliveira da Silva, o marido Sílvio Romero Fagundes e o filho de 8 anos, Enzo

A base familiar sólida foi o que manteve os três unidos nos meses de tempestade, segundo Kairon. Enquanto os pais de primeira viagem tentavam entender o comportamento do filho, valores como amor e respeito imperavam dentro de casa.

“A nossa base familiar é de muito carinho. Ninguém briga, tudo é na base da conversa. Assim, o Enzo começou a se dar conta de que estava errado e ele mesmo começou a se corrigir.”

A família do casal e duas psicólogas também ajudaram durante o processo, “porque ele era muito mal educado”, segundo Kairon. “Não respeitava os mais velhos e falava coisas que eu, como adulto, ficava assustado.”

“Hoje ele é muito educado e nosso melhor amigo. Gosta de estar junto e fazer tudo com a gente. Passamos da fase de adaptação e agora estamos só curtindo a nossa família.” Fonte-Portal Veja

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João de Deus pode superar caso Abdelmassih, afirma MP

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Coleta de informações até o momento sugere três crimes: estupro, estupro de vulnerável e violação sexual mediante fraude

O médium João de Deus: “revelação” que mudou o tratamento (Alan Marques/Folhapress/Folhapress)

É recomendado que os frequentadores utilizem roupas brancas ao entrar na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia (GO). Há dez anos, esse motivo foi utilizado pelo médium João de Deus para tirar a calça escura que uma menina de 13 anos utilizava no local. Em uma sala privada, ele despiu a calça da menina e se aproximou, passando a mão pelo corpo e levando a mão da garota ao seu órgão genital. O relato se une a outros 205 levados até agora ao Ministério Público de Goiás. Os contatos foram feitos por residentes de dez estados do país, além de uma mulher que reside nos Estados Unidos e outra, no Canadá.

Coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal do Ministério Público de Goiás, Luciano Miranda Meireles, avalia que as denúncias de abuso sexual envolvendo o líder espiritual João Teixeira de Faria tem potencial para alcançar uma dimensão maior do que o caso de Roger Abdelmassih, ex-médico de reprodução assistida que foi condenado a 181 anos de prisão por estupro de pacientes. “Pela movimentação que estamos assistindo, o número de mulheres que se apresentam como vítimas deverá ser maior. Há relatos de abusos ocorridos há 20 anos.”

As mais de duas centenas de relatos foram feitas em apenas dois dias de funcionamento de um e-mail (denuncias@mpgo.mp.br) do MP, criado especificamente para receber informações, após as primeiras denúncias levadas ao ar pelo programa Conversa com Bial, da TV Globo. “Orientamos que todas, independentemente da data em que ocorreu o fato, procurem o Ministério Público de seus estados para formalizar a denúncia”, disse Meireles.A coleta de informações até o momento sugere três crimes: estupro, estupro de vulnerável e violação sexual mediante fraude. “Nos relatos que recebemos, todas as mulheres se mostram muito abaladas, independentemente da data do ocorrido. Nenhuma fala em dinheiro ou qualquer outro benefício. A maior parte diz querer apenas justiça”, disse o promotor.

É o que diz a jovem de 24 anos, que sofreu o assédio na adolescência e falou sob anonimato à reportagem. “Depois (da ação), ele falou: ‘Tudo bem, agora você está limpa’. Fiquei chocada, sem reação. Eu não tinha nem dado um beijinho ainda, era muito nova. Fiquei mal comigo mesma.” A garota foi levada ao espaço pela avó para tratar um quadro de depressão, que se agravou após o abuso. Ela chegou a tentar o suicídio e intensificou o tratamento psiquiátrico e psicológico, que mantém até hoje.

Na época, não contou nada para a avó. Ela sempre teve vontade de denunciar, mas tinha medo. Só no domingo, ela procurou uma delegacia e, depois, com o apoio de uma ONG, fez a denúncia no MP do Paraná.

A reportagem levantou alguns dos registros pelo país. Em Minas, houve cinco denúncias; no Rio Grande do Sul, quatro oficialmente, além de outras nove feitas informalmente. Já no Paraná foram três. Em São Paulo, cinco mulheres prestaram depoimento nesta terça-feira, mas há mais oitivas marcadas.

Segundo a promotora Silvia Chakian de Toledo Santos, todas as vítimas falam em abusos sexuais. Segundo ela, os relatos até agora datam de 2017 e o modus operandi é “muito parecido”, sempre envolvendo a sala de atendimento privado.

Abuso constante

Uma das vítimas, de Goiânia, que também não quis se identificar, tinha 19 anos e era modelo na época em que se consultou com o médium. Seus avós faziam parte da linha de frente dos trabalhos espirituais. O médium a deixava por último na fila de espera para atendimento.

“A hora que eu entrava, tirava minha blusa e muitas vezes meu sutiã e pegava nos meus seios. Eu chorava, mas ele nunca teve piedade. Implorei para ele parar várias vezes. Um dia eu falei que não ia mais e ele disse que sabia onde meus avós moravam, e mataria cada um deles. Esse medo que me fez voltar”, relata. Ela diz que os abusos são conhecidos em Abadiânia. “As pessoas que trabalham há muitos anos lá sabem que ele faz isso.” Fonte: Portal Veja

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Faixas de trânsito exclusivas pouco utilizadas serão extintas em 2019

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Corredores do Setor Policial Sul estão entre os alvos da medida. Próximo diretor do DER-DF diz que adequações serão embasadas por estudos

Brasília (DF), 16/03/2016 – Carros furam a faixa exclusiva de ônibus na eptg – Foto, Michael Melo/Metrópoles

O futuro diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), Fauzi Nacfur Júnior, disse que será feita uma revisão das faixas exclusivas de ônibus, táxi e transporte escolar nos primeiros meses da gestão que se inicia em 1º de janeiro de 2019. A ideia é liberar as vias subutilizadas para todos os veículos.

Nacfur afirma que quase não passam coletivos nos locais reservados a eles na Estrada Parque Taguatinga (EPTG), por exemplo. “Enquanto não tem ônibus com porta à esquerda para rodar ali, as faixas que estiverem subutilizadas poderão ser liberadas até que se tenha solução”, completou. O próximo gestor do DER-DF acrescenta que as medidas dependerão da anuência do governador eleito Ibaneis Rocha (MDB).

Os corredores exclusivos do Setor Policial Sul têm grande chance de serem eliminados, segundo Nacfur.

O futuro diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), Fauzi Nacfur Júnior, disse que será feita uma revisão das faixas exclusivas de ônibus, táxi e transporte escolar nos primeiros meses da gestão que se inicia em 1º de janeiro de 2019. A ideia é liberar as vias subutilizadas para todos os veículos.

Nacfur afirma que quase não passam coletivos nos locais reservados a eles na Estrada Parque Taguatinga (EPTG), por exemplo. “Enquanto não tem ônibus com porta à esquerda para rodar ali, as faixas que estiverem subutilizadas poderão ser liberadas até que se tenha solução”, completou. O próximo gestor do DER-DF acrescenta que as medidas dependerão da anuência do governador eleito Ibaneis Rocha (MDB).

Os corredores exclusivos do Setor Policial Sul têm grande chance de serem eliminados, segundo Nacfur.

Ali o ônibus não conseguiu ganhar muito tempo com a exclusividade e complicou a vida dos veículos leves

Fauzi Nacfur Júnior, futuro diretor-geral do DER-DF, sobre as faixas exclusivas do Setor Policial Sul

Embora a pista esteja sob coordenação do Departamento de Trânsito local (Detran-DF), as pesquisas a respeito da via serão realizadas em conjunto com o DER-DF. O Detran-DF também é responsável pela W3 Sul e pela W3 Norte.

A Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), por outro lado, tem seus perímetros restritivos bem utilizados, segundo Nacfur. “Estudos dizem que 70% das pessoas que passam na EPNB durante horário de pico estão dentro do transporte coletivo”, informou.

O mesmo ocorreria na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA). “Levantamentos comprovam que os moradores de Gama e Santa Maria gastavam uma hora e 40 minutos até a Rodoviária do Plano Piloto e, hoje, demoram 40 minutos pela faixa exclusiva”, completou.

Nacfur ressalta que todas as decisões sobre as faixas serão subsidiadas por estudos técnicos de avaliação do tráfego e deverão ser aprovadas por Ibaneis.

O próximo diretor-geral do DER-DF defende a constante revisão dos corredores exclusivos a fim de verificar a efetividade no dia a dia dos motoristas. “As faixas exclusivas têm importância grande, porque diminuem o tempo de percurso dos ônibus para as pessoas irem e virem”, concluiu.

De um lado acaba, de outro cria
A equipe de Ibaneis também avalia instituir novos corredores exclusivos. Uma das vias consideradas para receber a medida é a Estrutural, que funciona em esquema de reversão de fluxo.

“Como há seis faixas descendo ou subindo, a gente vai estudar colocar uma exclusiva para ônibus, porque o transporte coletivo ganharia mais tempo ainda”, pontuou Nacfur.

Projetos no Legislativo
O debate sobre as faixas exclusivas é antigo na Câmara Legislativa. Nesta legislatura, os deputados distritais tentaram liberar as pistas para todos os veículos, mas foram vencidos pela Justiça. Em dezembro de 2016, derrubaram o veto à lei que deixava livre o uso dos corredores fora dos horários de pico.

Em agosto do ano seguinte, contudo, o Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) suspendeu a Lei Distrital nº 5.751/2016.

Ineficiência do modelo atual
No DF, cinco localidades contam com faixas exclusivas para ônibus, táxis e escolares: EPNB (20km); EPTG (13km); W3 Sul (7,2km); W3 Norte (7,2km); e Setor Policial (2,6km). À época da criação, a promessa era de que a medida seria suficiente para convencer cidadãos a trocarem o carro, mas a falta de investimento no sistema não proporcionou tal substituição.

Além disso, projetos malfeitos impediram que as faixas de fato melhorassem a mobilidade na cidade. Em 2017, o Metrópoles mostrou um estudo publicado pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) sobre a planificação equivocada das faixas exclusivas da W3 Sul. De acordo com a análise, elas seriam mais eficazes se estivessem no lado esquerdo da via.

O caso mais clássico envolvendo desperdício de recursos públicos com a construção de corredores privativos pode ser visto na EPTG. A estrada, que liga o Plano Piloto a Taguatinga, foi ampliada em 2010 ao custo de R$ 244,7 milhões. Os 12,7km de faixas restritivas foram feitos do lado esquerdo da via, impedindo que ônibus convencionais – com portas do lado direito – fizessem paradas nos pontos erguidos.

Em maio, o Governo do Distrito Federal retirou quase 5km de faixas exclusivas da DF-001, no trecho entre o viaduto que dá acesso a Samambaia e próximo do Shopping Riacho Mall, no Riacho Fundo. A alegação: “Dar mais fluidez ao trânsito”.

A via é uma extensão da EPNB. Quem não gostou nada da mudança foram os cerca de 47 mil passageiros que passam diariamente por ali, conforme noticiou o Metrópoles em 17 de novembro.

“Parece pouco, mas para quem trabalhou o dia todo faz uma diferença enorme chegar meia hora mais cedo. Quem toma uma atitude dessas [retirar as faixas exclusivas] nunca precisou de ônibus na vida. É uma covardia”, reclama o aeroviário Alexandre Ribeiro, 45 anos. Todos os dias ele pega a mesma linha para seguir de casa (no Recanto das Emas) para o trabalho (no Aeroporto Internacional de Brasília).

JP RODRIGUES/ESPECIAL PARA METRÓPOLES

JP Rodrigues/Especial para Metrópoles

O aeroviário Alexandre Ribeiro passou a chegar mais tarde em casa após o DER retirar quase 5km de faixa exclusiva da EPNB

Metrô

Essa é a segunda grande mudança no transporte público da capital da República anunciada pelo grupo do governador eleito. Nessa segunda-feira (10/12), o futuro diretor-presidente da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF), Wellington Luiz (MDB), informou que as estações funcionarão por mais tempo a partir de 2019.

O planejamento inicial é abrir as estações 30 minutos mais cedo logo nos primeiros dias da gestão. O horário de fechamento também será esticado, mas o período exato ainda está em análise. “Estou fazendo estudo com os técnicos para avaliar o impacto na segurança e manutenção”, explicou Wellington. Fonte: Portal Metrópoles

Colaborou Saulo Araújo

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Com projeção 3D na Esplanada, iluminação de Natal em Brasília vai custar R$ 2,2 milhões

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Decoração de Natal em Brasília — Foto: Reprodução/TV Globo

A iluminação de Natal deste ano na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, vai envolver também a projeção de vídeos em 2D e 3D.

Além das tradicionais luzes de LED, os vídeos serão projetados na Biblioteca Nacional, no Palácio do Itamaraty e no Teatro Nacional, com direito a efeitos sonoros.

As projeções duram dez minutos, entre 19h e 23h, a cada meia hora. Já as luzes vão ficar acesas até 25 de dezembro, das 18h30 até 5h.

O custo total dessas decorações será de R$ 2,2 milhões, de acordo com o governo do Distrito Federal.Iluminação de Natal na Esplanada — Foto: Reprodução/TV Globo

Iluminação de Natal na Esplanada — Foto: Reprodução/TV Globo

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