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Confira dicas para o primeiro turno das eleições no domingo

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O Correio reuniu informações úteis para que você possa votar com tranquilidade no próximo domingo. Usar camisas feitas e distribuídas por candidatos é proibido e uma das denúncias mais recorrentes, segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal

(foto: Editora de Arte/CB/D.A Press)

 

No próximo domingo, os mais de 2 milhões de eleitores do Distrito Federal já sabem: documentação oficial com foto, números dos candidatos anotados e nada de levar aparelhos eletrônicos para a urna. Nem todos se atentam, entretanto, para os cuidados com a escolha da roupa e dos acessórios na hora de votar. Usar camisas feitas e distribuídas por candidatos é proibido e configura crime eleitoral — um dos mais recorrentes entre as denúncias, segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF).

Uma em cada cinco denúncias de crimes eleitorais costumam estar ligadas à escolha das roupas, que podem ser consideradas propaganda eleitoral, alerta o juiz eleitoral Pedro Yung-Tay. O problema não é o uso de vestimentas que manifestem a preferência partidária, mas o fato de terem sido fornecidas pelas coligações. Pelo mesmo motivo, a distribuição de santinhos também é proibida no dia da votação. O que o eleitor pode e deve fazer é carregar uma “cola”, com os números dos candidatos, para não esquecer na hora de votar.
Quanto aos trajes, a Justiça libera, sem problemas, o uso de broches e de bandeiras, desde que sem mastro. Estão na lista de crimes eleitorais mais recorrentes o de boca de urna, o uso de alto-falante e amplificador de som, a promoção de comícios ou carreatas e a aglomeração de pessoas em seção eleitoral representando algum candidato. As penas variam de detenção, entre seis meses e um ano, e multa de até R$ 15 mil. Qualquer pessoa pode denunciar os crimes eleitorais pelo aplicativo Pardal, do TSE, ou no site do TRE-DF. Tomados todos os outros cuidados, o eleitor não deve se esquecer do horário. Os 609 locais de votação espalhados pelo DF abrem às 8h e fecham às 17h. Deixar para a última hora pode ser um problema, principalmente em zonas com maior quantidade de eleitores, como o Riacho Fundo I, onde cerca de 350 pessoas dividem cada urna.
Nestas eleições, qualquer pessoa pode checar informações básicas por meio do aplicativo e-Título, do TSE. Disponível nas plataformas IOS e Android, a ferramenta permite consultar o local de votação, a emissão de quitação eleitoral e o mapa dos locais onde pode justificar ausência. As consultas também podem ser feitas no site do tribunal.
Neste ano, a venda de bebida alcoólica não será proibida, de acordo com o TRE-DF. Ao sair da seção eleitoral, é preciso pegar o comprovante de votação. Além de ser importante para certificar a participação no pleito, ele garante direitos ao cidadão, como a emissão de passaporte.

ONDE JUSTIFICAR A AUSÊNCIA

Cartório e região  –  Local de justificativa   
1ª Zona – Asa Sul: Pátio Brasil Shopping (SCS 701, Qd. 7 Bl. A)
1ª Zona – Asa Sul: Rodoviária Interestadual (SMAS, Trecho 4m Cj. 5/6)
5ª Zona – Sobradinho: Escola Classe 1 (Quadra 6, Área Especial 1, Rua 5, Sobradinho)
13ª Zona – Samamabaia: Centro de Ensino Infantil 210 (QN 210, Área Especial, Samambaia Norte)
14ª Zona – Asa Norte: Estádio Nacional de Brasília (Setor Recreativo Parque Norte, SRPN, Portão 5)
15ª Zona – Águas Claras: Colégio Marista Champagnat (QSD – Área Especial 1, Taguatinga Sul)
17ª Zona – Gama: Faciplac (Área Especial 2, Setor Leste do Gama)
18ª Zona – Lago Sul: Aeroporto (Área Especial do Lago Sul)
20ª Zona – Ceilândia: Fundação Bradesco (QNN 28, Área Especial L, Ceilândia Sul)

Eleitores

2.084.356 eleitores aptos a votar
14.538 são adolescentes com idades entre 16 e 17 anos
113.297 têm mais de 70 anos e não são obrigados a votar

Candidatos

13 disputam o cargo de presidente da República
11 concorrem ao governo da capital
17 candidataram-se ao cargo de senador
178 disputam o cargo de deputado federal
946 concorrem ao cargo de deputado distrital

Eleitos

1 será eleito para presidente da República
será eleito para governador
serão eleitos para senadores
8 serão escolhidos para deputados federais
24 serão eleitos para deputados distritais

Locais de voto

19 zonas eleitorais recebem as urnas
608 locais de votação
lugares para justificativa a ausência
6.734 seções eleitorais
8 mil urnas estão à disposição dos eleitores do DF, sendo mil reservas
A 15ª Zona Eleitoral — que abrange Taguatinga Sul e Águas Claras — conta com a maior quantidade de eleitores: 145.639
A 3ª Zona Eleitoral — que abrange Taguatinga Norte — conta com a menor quantidade de eleitores: 69.042
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Política BSB

TCDF: eleição caminha para recondução de Anilcéia à presidência

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Alguns conselheiros esperavam que Paulo Tadeu, por ordem de antiguidade, entrasse na briga, mas ele não deve concorrer. Votação é na quinta

A um dia das eleições para a escolha da Mesa Diretora do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) no biênio 2019–2020, cresce a possibilidade de recondução da atual presidente, Anilcéia Machado. A votação está prevista na Lei Orgânica do DF e na Constituição Federal para a última sessão do ano, que ocorre na quinta-feira (13/12).

Entre os conselheiros, era cogitada a possibilidade de Paulo Tadeu entrar na disputa, mas ele não deve pleitear o cargo por acreditar que a atual gestão merece mais dois anos à frente da Corte de Contas.

Anilcéia já era forte candidata mesmo uma semana antes das eleições. Desde segunda (10), o nome dela tem se consolidado durante conversas e reuniões. Mas, como qualquer um dos sete conselheiros pode concorrer, não são descartadas surpresas.

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Política BSB

O Brasil decente quer saber o que fez o ex-assessor de Flávio Bolsonaro

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Tribos de fanáticos falam o mesmo subdialeto vigarista. O presidente eleito deve usar a linguagem inteligível ao Brasil decente

Flávio Bolsonaro e o PM Fabrício Queiroz (Mateus Bonomi/Agif/Folhapress/Facebook/Reprodução)

Um dos principais trunfos eleitorais do presidente diplomado Jair Bolsonaro foi a inexistência de denúncias que o envolvessem em casos de corrupção. Também por isso, é preciso esclarecer com urgência a história —  uma história ainda muito mal contada — protagonizada por Fabrício Queiroz, ex-assessor até recentemente do senador eleito Flávio Bolsonaro e, há cerca de 40 anos, amigo de Jair Bolsonaro.

Queiroz continua sumido. Flávio Bolsonaro disse ter ouvido do ex-motorista explicações convincentes, mas não revelou quais foram. Se lhe pareceram sólidas, por que não convenceu Queiroz a contar o que houve numa entrevista coletiva? Por que esperar um questionário do Coaf? Por que aguardar a autorização do advogado?

Jair Bolsonaro afirmou que os R$ 24 mil depositados na conta de sua mulher, Michelle Bolsonaro, foram parte do pagamento de um empréstimo no valor de R$ 40 mil. O que espera para informar quando foi feito o empréstimo? Por que adiar esclarecimentos que preservariam o clima de otimismo estabelecido pela montagem do ministério?

Trogloditas sempre com a mão no coldre dirão que a movimentação de R$ 1,2 milhão feita pelo assessor ao longo de alguns meses lembra cifras de crimes famélicos diante dos bilhões que a quadrilha do Petrolão embolsou. Quem recorre à tal argumento reprisa a lengalenga malandra de Gleisi Hoffmann sobre o Petrolão. Para a presidente do PT, a fortuna colossal tungada da Petrobras é dinheiro de troco perto do faturamento anual da estatal.

Tribos de fanáticos falam o mesmo subdialeto vigarista. Jair Bolsonaro tem o dever de usar a linguagem inteligível ao Brasil decente, que nele enxergou o contrário do PT.

Fonte: Portal Veja

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Política BSB

Câmara aprova intervenção federal em Roraima e proposta vai ao Senado

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Decreto de Michel Temer nomeia como interventor até o fim do ano o governador eleito Antonio Denarium (PSL)

Medida foi aprovada com 290 votos a favor e 69 contra (André Dusek/Estadão Conteúdo)

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira, 11, a intervenção federal no Estado de Roraima até 31 de dezembro. A proposta, que recebeu 290 votos a favor e 69 contra, segue agora para o Senado.

O decreto do presidente Michel Temer nomeia como interventor o governador eleito Antonio Denarium (PSL), que vai substituir Suely Campos (PP). Na prática, ele estará antecipando sua posse.

A medida foi tomada por causa da paralisação de agentes penitenciários e da Polícia Militar, além da crise provocada pela imigração de venezuelanos. De acordo com o decreto, Denarium ficará subordinado ao presidente e não está sujeito às normas estaduais que conflitarem com as medidas necessárias à intervenção.

Com a decisão, haverá a liberação de um crédito extraordinário de até 200 milhões para Roraima. O valor será usado para o pagamento de servidores públicos e outras despesas – o recurso fica fora da regra do teto de gastos da União.

Discussão

Deputados da região foram favoráveis à aprovação da matéria. Para Edio Lopes (PR-RR) a intervenção é um remédio “muito duro”, mas necessário diante da situação atual de Roraima. “O estado fechou todas as escolas no interior por seis meses, houve um colapso no setor da educação. A intervenção é mais do que necessária, mais do que urgente, para restabelecer a ordem”, disse.

No entanto, a intervenção também foi criticada por parlamentares da oposição. Para Jandira Feghali (PCdoB-RJ), a medida é um ato excepcional e não pode ser naturalizada. Segundo ela, a intervenção federal não produziu nenhum efeito no Rio de Janeiro.

(Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)

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