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As 14 cidades com melhor 4G no Brasil

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Relatório da OpenSignal indica onde a conexão móvel é mais veloz e tem maior disponibilidade

São Paulo – Um novo relatório da OpenSignal, que avalia conexões móveis em diversos países, indica que São Paulo e Rio de Janeiro não são as cidades com melhor conexão 4G no Brasil. As vencedoras foram Belo Horizonte (Minas Gerais), em cobertura, e Porto Alegre (Rio Grande do Sul), em velocidade.

São Paulo ficou em 7ª colocação nos rankings de cobertura e velocidade de 4G, enquanto o Rio ficou em 14º em cobertura e em 5º lugar em velocidade.

A diferença dos primeiros para os últimos colocados varia oito pontos percentuais na disponibilidade, de 81,1% para 73,1%. A velocidade tem uma aviação ainda maior. Enquanto Porto Alegre tem velocidade de 25,2 megabits por segundo, Manaus tem quase a metade disso, 13 megabits por segundo.

Veja o ranking de cobertura de 4G. A reportagem continua em seguida.

Cidade Disponibilidade de 4G
Belo Horizonte 81,1%
Goiânia 79,5%
Salvador 79%
Manaus 78,4%
Brasília 77,4%
Recife 77,7%
São Paulo 77,3%
Belém 77,3%
Fortaleza 77,1%
Guarulhos 75,9%
Campinas 75,1%
Curitiba 74,7%
Porto Alegre 73,6%
Rio de Janeiro 73,1%

“A estelar disponibilidade de performance de 4G vista nas cidades mais ao norte do Brasil não se repetiu na métrica de velocidade. Manaus, Belém, Fortaleza, Recife e Salvador ficaram abaixo da média de 18,7 Mbps para download em 4G e de 6,8 Mbps de upload em 4G”, de acordo com a análise da OpenSignal, que atribui o avanço da cobertura de 4G ao fato de que as operadoras Claro, TIM e Vivo usam, há um ano, a frequência de transmissão de 700 Mhz, mais eficaz em atravessar barreiras como prédios.

Os dados usados no relatório foram coletados entre os dias 1º de maio e 29 de junho de 2018. Vale notar que, no último estudo da OpenSignal, a TIM foi a operadora que obteve a maior disponibilidade de 4G no Brasil, oferecendo a conexão em 70% do tempo.

Veja, a seguir, o ranking de velocidade de 4G da OpenSignal.

Cidade Velocidade 4G (Download) Velocidade 4G (Upload)
Porto Alegre 25,2 Mbps 8,8 Mbps
Brasília 21,9 Mbps 8,8 Mbps
Curitiba 21,2 Mbps 6,9 Mbps
Campinas 21 Mbps 7,9 Mbps
Rio de Janeiro 20,6 Mbps 8,1 Mbps
Belo Horizonte 19,4 Mbps 8,3 Mbps
São Paulo 18,6 Mbps 8 Mbps
Salvador 18,2 Mbps 6,6 Mbps
Goiânia 17,9 Mbps 7,6 Mbps
Guarulhos 17 Mbps 6,2 Mbps
Recife 16,5 Mbps 6 Mbps
Fortaleza 15 Mbps 6,4 Mbps
Belém 14,2 Mbps 5,1 Mbps
Manaus 13 Mbps 4,9 Mbps

 

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Tecnologia

Os lançamentos da Netflix na semana (20/05 a 26/05)

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Nesta semana, mais uma vez, o catálogo da Netflix ganha o reforço de novos títulos. Entre eles, há filmes, documentários, séries e novas temporadas de séries. Quer saber o que vem por aí? Acompanhe, a seguir, a lista que o Olhar Digital preparou. Depois, é só escolher seus preferidos e divertir-se!

Segunda-feira, 20 de maio (20/05)

Quinta-feira, 23 de maio (23/05)

Sexta-feira, 24 de maio (24/05)

Filmes

Terça-feira, 21 de maio (21/05)

Quarta-feira, 22 de maio (22/05)

Sexta-feira, 24 de maio (24/05)

Documentários

Quarta-feira, 22 de maio (22/05)

Sexta-feira, 24 de maio (24/05)

Stand-up

Terça-feira, 21 de maio (21/05)

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Tecnologia

Microsoft pode bloquear atualizações para laptops da Huawei

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Até o momento, a fabricante do Windows se recusou a comentar se iria aderir ao boicote, dizendo de forma bastante sucinta: ‘não temos nada a compartilhar’

Com a Huawei se tornando uma “empresa non grata” pelo governo dos Estados Unidos, diversas gigantes de Tecnologia do país resolveram aderir ao boicote, entre elas Google, Qualcomm, Intel, entre outras. E no meio de tudo isso, algumas dúvidas surgiram enquanto ao posicionamento da Microsoft, já que a Huawei também produz notebooks. E sim, parece que eles também podem fazer deixar de fazer negócios com a gigante chinesa.

A administração de Trump na sexta-feira (17) colocou a Huawei em uma “lista negra do comércio”, que proíbe as empresas dos EUA a fazer negócios com a companhia chinesa. A ação se dá pelas pesadas disputas comerciais entre China e EUA e, no embalo da contenda, o presidente Donald Trump acusa o governo chinês de espionagem através da infraestrutura de telecom da Huawei.

E depois que o Google suspendeu o suporte do Android aos smartphones da marca, é provável que a Microsoft também interrompa a venda de licenças do Windows 10 para a fabricação de laptops da Huawei. O TechRadar entrou em contato com a empresa, que se recusou a comentar iria aderir ao boicote. dizendo de forma bastante sucinta: “não temos nada a compartilhar”.

Caso a “Big M” também participe do movimento, a alternativa da Huawei seria, naturalmente, o uso de alguma distribuição de Linux, devidamente customizada. Até o momento, não é possível saber se os chineses já têm esse plano também para os PC, mas é bastante provável, uma vez que eles já têm essa carta na manga para sua linha de smartphones.

As atualizações de segurança e o acesso à loja e aos serviços do Google Play continuarão nos dispositivos Huawei já comercializados, incluindo os que ainda estão em estoque globalmente. É uma suposição segura de que a Microsoft adotará a mesma postura. Sua licença do Windows 10 e as atualizações de serviço resultantes das mesmas foram pagas e seu sistema operacional não irá simplesmente parar de funcionar.

Via: MSPoweruser / Forbes

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Tecnologia

Google começa a cortar laços com a Huawei

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Em meio a tensões comerciais, Trump proibiu que empresas americanas façam negócios com estrangeiras do setor de telecomunicações

Huawei: empresa se tornou inimiga de Washington (Aly Song/File Photo/Reuters)

O grupo americano Google, cujo sistema operacional Android está instalado na grande maioria dos smartphones do mundo, anunciou no domingo (19) que começou a suspender suas relações com o grupo chinês Huawei, uma das empresas consideradas “de risco” por Washington.

Em meio a tensões comerciais com Pequim, o presidente Donald Trump proibiu que os grupos americanos façam negócios com empresas estrangeiras do setor de telecomunicações consideradas perigosas para a segurança nacional, uma medida que tinha como alvo principal a Huawei, gigante chinesa e que se tornou inimiga de Washington.

O grupo aparece na lista de empresas suspeitas com as quais não se pode negociar sem a autorização das autoridades.

“Estamos cumprindo a ordem e revisando as implicações”, afirmou um porta-voz do Google em um e-mail à AFP.

As implicações podem ser importantes, pois, como todos os grupos de tecnologia, o Google deve colaborar com os fabricantes de smartphones para que seus sistemas sejam compatíveis com os telefones.

A empresa terá que interromper as atividades que representam transferência de tecnologias que não são públicas (“open source“), o que obrigaria o fabricante chinês a usar apenas a versão “open source” do Android, explicou à AFP uma fonte próxima ao caso.

Desta maneira, a Huawei não poderá acessar mais os aplicativos e serviços que pertencem ao Google, como o Gmail, por exemplo.

Nesta segunda-feira (20), a Huawei afirmou que fez “contribuições substanciais” ao desenvolvimento do sistema operacional Android e que vai continuar oferecendo atualizações de segurança e serviços pós-venda a todos seus equipamentos, depois de saber que o Google deixará de vender componentes e software à empresa chinesa.

“A Huawei fez contribuições substanciais ao desenvolvimento e crescimento de Android. Como um dos seus parceiros-chave globais, trabalhamos estreitamente com sua plataforma de código aberto para desenvolver um ecossistema que beneficiou tanto os usuários como a indústria”, informou a empresa chinesa em comunicado.

A companhia indicou que continuará fornecendo atualizações e serviços pós-venda a todos seus equipamentos, tanto “para os quais já foram vendidos como para os que estão ainda em estoque”

No primeiro trimestre, a Huawei vendeu 59,1 milhões de smartphones, o que representa 19% do mercado, mais do que a americana Apple, mas ainda continua atrás da líder do setor, a sul-coreana Samsung.

A Huawei é uma das empresas líderes do 5G, a nova geração da internet móvel que está em processo de desenvolvimento.

As duas maiores economias mundias travam uma guerra comercial, com a imposição mútua de tarifas, e a tecnologia é um eixo fundamental do confronto.

 

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