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Veja como os deputados votaram em 1º turno a reforma da Previdência

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Texto-base foi aprovado em primeiro turno no plenário da Câmara, na noite desta quarta-feira, (10), por 379 votos a 131

Placar da Previdência no primeiro turno (Luis Macedo/Câmara dos Deputados/Divulgação)

São paulo – Por 379 votos a 131, o texto-base da reforma da Previdência foi aprovado em primeiro turno no plenário da Câmara, na noite desta quarta-feira, (10).

O texto ainda precisa ser votado em segundo turno, o que deve acontecer nesta quinta-feira, (11), após a análise de 20 destaques propostos pelos partidos. Só depois deve seguir para o Senado.

Veja como votou cada deputado:

Deputado Partido Voto Estado
André Janones Avante Não MG
Chiquinho Brazão Avante Sim RJ
Greyce Elias Avante Sim MG
Leda Sadala Avante Sim AP
Luis Tibé Avante Sim MG
Pastor Sargento Isidório Avante Sim BA
Tito Avante Sim BA
Alex Manente CIDADANIA Sim SP
Arnaldo Jardim CIDADANIA Sim SP
Carmen Zanotto CIDADANIA Sim SC
Da Vitória CIDADANIA Sim ES
Daniel Coelho CIDADANIA Sim PE
Marcelo Calero CIDADANIA Sim RJ
Paula Belmonte CIDADANIA Sim DF
Rubens Bueno CIDADANIA Sim PR
DEM Sim PA
Alan Rick DEM Sim AC
Alexandre Leite DEM Sim SP
Aníbal Gomes DEM Sim CE
Arthur Oliveira Maia DEM Sim BA
Bilac Pinto DEM Sim MG
Carlos Henrique Gaguim DEM Sim TO
David Soares DEM Sim SP
Dr. Zacharias Calil DEM Sim GO
Efraim Filho DEM Sim PB
Eli Corrêa Filho DEM Sim SP
Elmar Nascimento DEM Sim BA
Fernando Coelho Filho DEM Sim PE
Geninho Zuliani DEM Sim SP
Hélio Leite DEM Sim PA
Jose Mario Schreiner DEM Sim GO
Juninho do Pneu DEM Sim RJ
Juscelino Filho DEM Sim MA
Kim Kataguiri DEM Sim SP
Leur Lomanto Júnior DEM Sim BA
Luis Miranda DEM Sim DF
Norma Ayub DEM Sim ES
Onyx Lorenzoni DEM Sim RS
Paulo Azi DEM Sim BA
Pedro Lupion DEM Sim PR
Pedro Paulo DEM Sim RJ
Professora Dorinha Seabra Rezende DEM Sim TO
Rodrigo Maia DEM Sim RJ
Sóstenes Cavalcante DEM Sim RJ
Tereza Cristina DEM Sim MS
Alceu Moreira MDB Sim RS
Baleia Rossi MDB Sim SP
Carlos Bezerra MDB Sim MT
Carlos Chiodini MDB Sim SC
Celso Maldaner MDB Sim SC
Daniela do Waguinho MDB Sim RJ
Darcísio Perondi MDB Sim RS
Dulce Miranda MDB Sim TO
Elcione Barbalho MDB Sim PA
Fabio Reis MDB Sim SE
Flaviano Melo MDB Sim AC
Fábio Ramalho MDB Sim MG
Giovani Feltes MDB Sim RS
Gutemberg Reis MDB Sim RJ
Herculano Passos MDB Sim SP
Hercílio Coelho Diniz MDB Sim MG
Hermes Parcianello MDB Sim PR
Hildo Rocha MDB Sim MA
Isnaldo Bulhões Jr. MDB Sim AL
José Priante MDB Sim PA
João Marcelo Souza MDB Sim MA
Juarez Costa MDB Sim MT
Jéssica Sales MDB Sim AC
Lucio Mosquini MDB Sim RO
Marcos Aurélio Sampaio MDB Sim PI
Mauro Lopes MDB Sim MG
Moses Rodrigues MDB Sim CE
Márcio Biolchi MDB Sim RS
Newton Cardoso Jr MDB Sim MG
Raul Henry MDB Sim PE
Rogério Peninha Mendonça MDB Sim SC
Sergio Souza MDB Sim PR
Vinicius Farah MDB Sim RJ
Walter Alves MDB Sim RN
Adriana Ventura NOVO Sim SP
Alexis Fonteyne NOVO Sim SP
Gilson Marques NOVO Sim SC
Lucas Gonzalez NOVO Sim MG
Marcel van Hattem NOVO Sim RS
Paulo Ganime NOVO Sim RJ
Tiago Mitraud NOVO Sim MG
Vinicius Poit NOVO Sim SP
Alcides Rodrigues Patriota Sim GO
Dr. Frederico Patriota Sim MG
Fred Costa Patriota Sim MG
Marreca Filho Patriota Sim MA
Pastor Eurico Patriota Sim PE
Alice Portugal PCdoB Não BA
Daniel Almeida PCdoB Não BA
Jandira Feghali PCdoB Não RJ
Márcio Jerry PCdoB Não MA
Orlando Silva PCdoB Não SP
Perpétua Almeida PCdoB Não AC
Professora Marcivania PCdoB Não AP
Renildo Calheiros PCdoB Não PE
Afonso Motta PDT Não RS
Alex Santana PDT Sim BA
André Figueiredo PDT Não CE
Chico D`Angelo PDT Não RJ
Dagoberto Nogueira PDT Não MS
Damião Feliciano PDT Não PB
Eduardo Bismarck PDT Não CE
Flávia Morais PDT Não GO
Flávio Nogueira PDT Sim PI
Fábio Henrique PDT Não SE
Félix Mendonça Júnior PDT Não BA
Gil Cutrim PDT Sim MA
Gustavo Fruet PDT Não PR
Idilvan Alencar PDT Não CE
Jesus Sérgio PDT Sim AC
Leônidas Cristino PDT Não CE
Marlon Santos PDT Sim RS
Mário Heringer PDT Não MG
Paulo Ramos PDT Não RJ
Pompeo de Mattos PDT Não RS
Robério Monteiro PDT Não CE
Sergio Vidigal PDT Não ES
Silvia Cristina PDT Sim RO
Subtenente Gonzaga PDT Sim MG
Tabata Amaral PDT Sim SP
Túlio Gadêlha PDT Não PE
Wolney Queiroz PDT Não PE
Igor Kannário PHS Sim BA
Abílio Santana PL Sim BA
Altineu Côrtes PL Sim RJ
Bosco Costa PL Sim SE
Capitão Augusto PL Sim SP
Christiane de Souza Yared PL Sim PR
Cristiano Vale PL Sim PA
Dr. Jaziel PL Sim CE
Edio Lopes PL Sim RR
Fernando Rodolfo PL Sim PE
Flávia Arruda PL Sim DF
Gelson Azevedo PL Sim RJ
Giacobo PL Sim PR
Giovani Cherini PL Sim RS
Josimar Maranhãozinho PL Sim MA
José Rocha PL Sim BA
João Carlos Bacelar PL Sim BA
João Maia PL Sim RN
Junior Lourenço PL Sim MA
Júnior Mano PL Sim CE
Lauriete PL Sim ES
Lincoln Portela PL Sim MG
Luiz Nishimori PL Sim PR
Magda Mofatto PL Sim GO
Marcelo Ramos PL Sim AM
Marcio Alvino PL Sim SP
Miguel Lombardi PL Sim SP
Pastor Gildenemyr PL Sim MA
Paulo Freire Costa PL Sim SP
Policial Katia Sastre PL Sim SP
Raimundo Costa PL Sim BA
Sebastião Oliveira PL Sim PE
Sergio Toledo PL Sim AL
Soraya Santos PL Sim RJ
Tiririca PL Não SP
Vicentinho Júnior PL Sim TO
Vinicius Gurgel PL Sim AP
Wellington Roberto PL Sim PB
Zé Vitor PL Sim MG
Eduardo Braide PMN Não MA
Aluisio Mendes Podemos Sim MA
Diego Garcia Podemos Sim PR
Igor Timo Podemos Sim MG
José Medeiros Podemos Sim MT
José Nelto Podemos Sim GO
Léo Moraes Podemos Sim RO
Pr. Marco Feliciano Podemos Sim SP
Renata Abreu Podemos Sim SP
Ricardo Teobaldo Podemos Sim PE
Roberto de Lucena Podemos Sim SP
Adriano do Baldy PP Sim GO
Afonso Hamm PP Sim RS
Aguinaldo Ribeiro PP Sim PB
AJ Albuquerque PP Sim CE
André Abdon PP Sim AP
André Fufuca PP Sim MA
Angela Amin PP Sim SC
Arthur Lira PP Sim AL
Beto Rosado PP Sim RN
Cacá Leão PP Sim BA
Celina Leão PP Sim DF
Christino Aureo PP Sim RJ
Claudio Cajado PP Sim BA
Dimas Fabiano PP Sim MG
Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr. PP Sim RJ
Eduardo da Fonte PP Não PE
Evair Vieira de Melo PP Sim ES
Fausto Pinato PP Sim SP
Fernando Monteiro PP Não PE
Franco Cartafina PP Sim MG
Guilherme Derrite PP Sim SP
Guilherme Mussi PP Sim SP
Hiran Gonçalves PP Sim RR
Iracema Portella PP Sim PI
Jaqueline Cassol PP Sim RO
Jerônimo Goergen PP Sim RS
Laercio Oliveira PP Sim SE
Marcelo Aro PP Sim MG
Margarete Coelho PP Sim PI
Mário Negromonte Jr. PP Não BA
Neri Geller PP Sim MT
Pedro Westphalen PP Sim RS
Pinheirinho PP Sim MG
Professor Alcides PP Sim GO
Ricardo Barros PP Sim PR
Ricardo Izar PP Sim SP
Ronaldo Carletto PP Sim BA
Schiavinato PP Sim PR
Átila Lins PP Sim AM
Aline Gurgel PRB Não AP
Amaro Neto PRB Sim ES
Aroldo Martins PRB Sim PR
Benes Leocádio PRB Sim RN
Capitão Alberto Neto PRB Sim AM
Carlos Gomes PRB Sim RS
Celso Russomanno PRB Sim SP
Cleber Verde PRB Sim MA
Gilberto Abramo PRB Sim MG
Hugo Motta PRB Não PB
Hélio Costa PRB Sim SC
Jhonatan de Jesus PRB Sim RR
Jorge Braz PRB Sim RJ
João Campos PRB Sim GO
João Roma PRB Sim BA
Julio Cesar Ribeiro PRB Sim DF
Lafayette de Andrada PRB Sim MG
Luizão Goulart PRB Sim PR
Manuel Marcos PRB Sim AC
Marcos Pereira PRB Sim SP
Maria Rosas PRB Sim SP
Milton Vieira PRB Sim SP
Márcio Marinho PRB Sim BA
Ossesio Silva PRB Sim PE
Roberto Alves PRB Sim SP
Rosangela Gomes PRB Sim RJ
Severino Pessoa PRB Sim AL
Silas Câmara PRB Sim AM
Silvio Costa Filho PRB Sim PE
Vavá Martins PRB Sim PA
Vinicius Carvalho PRB Sim SP
Acácio Favacho PROS Sim AP
Boca Aberta PROS Sim PR
Capitão Wagner PROS Não CE
Clarissa Garotinho PROS Não RJ
Eros Biondini PROS Sim MG
Gastão Vieira PROS Sim MA
Toninho Wandscheer PROS Sim PR
Uldurico Junior PROS Sim BA
Vaidon Oliveira PROS Sim CE
Weliton Prado PROS Não MG
Alessandro Molon PSB Não RJ
Aliel Machado PSB Não PR
Bira do Pindaré PSB Não MA
Camilo Capiberibe PSB Não AP
Cássio Andrade PSB Não PA
Danilo Cabral PSB Não PE
Denis Bezerra PSB Não CE
Elias Vaz PSB Não GO
Emidinho Madeira PSB Sim MG
Felipe Carreras PSB Sim PE
Felipe Rigoni PSB Sim ES
Gervásio Maia PSB Não PB
Gonzaga Patriota PSB Não PE
Heitor Schuch PSB Não RS
Jefferson Campos PSB Sim SP
Jhc PSB Não AL
João H. Campos PSB Não PE
Júlio Delgado PSB Não MG
Liziane Bayer PSB Sim RS
Luciano Ducci PSB Não PR
Luiz Flávio Gomes PSB Sim SP
Lídice da Mata PSB Não BA
Marcelo Nilo PSB Não BA
Mauro Nazif PSB Não RO
Rafael Motta PSB Não RN
Rodrigo Agostinho PSB Sim SP
Rodrigo Coelho PSB Sim SC
Rosana Valle PSB Sim SP
Tadeu Alencar PSB Não PE
Ted Conti PSB Sim ES
Vilson da Fetaemg PSB Não MG
Átila Lira PSB Sim PI
André Ferreira PSC Sim PE
Euclydes Pettersen PSC Sim MG
Gilberto Nascimento PSC Sim SP
Glaustin Fokus PSC Sim GO
Osires Damaso PSC Sim TO
Otoni de Paula PSC Sim RJ
Paulo Eduardo Martins PSC Sim PR
Valdevan Noventa PSC Não SE
Alexandre Serfiotis PSD Sim RJ
André de Paula PSD Sim PE
Antonio Brito PSD Sim BA
Cezinha de Madureira PSD Sim SP
Charles Fernandes PSD Sim BA
Danrlei de Deus Hinterholz PSD Sim RS
Darci de Matos PSD Sim SC
Delegado Éder Mauro PSD Sim PA
Diego Andrade PSD Sim MG
Domingos Neto PSD Sim CE
Edilázio Júnior PSD Sim MA
Evandro Roman PSD Sim PR
Expedito Netto PSD Não RO
Flordelis PSD Sim RJ
Francisco Jr. PSD Sim GO
Fábio Faria PSD Sim RN
Fábio Mitidieri PSD Sim SE
Fábio Trad PSD Sim MS
Haroldo Cathedral PSD Sim RR
Hugo Leal PSD Sim RJ
Joaquim Passarinho PSD Sim PA
José Nunes PSD Sim BA
Júlio Cesar PSD Sim PI
Júnior Ferrari PSD Sim PA
Marco Bertaiolli PSD Sim SP
Marx Beltrão PSD Sim AL
Misael Varella PSD Sim MG
Otto Alencar Filho PSD Sim BA
Paulo Magalhães PSD Sim BA
Reinhold Stephanes Junior PSD Sim PR
Ricardo Guidi PSD Sim SC
Sargento Fahur PSD Sim PR
Sidney Leite PSD Sim AM
Stefano Aguiar PSD Sim MG
Vermelho PSD Sim PR
Wladimir Garotinho PSD Não RJ
Adolfo Viana PSDB Sim BA
Aécio Neves PSDB Sim MG
Beto Pereira PSDB Sim MS
Bruna Furlan PSDB Sim SP
Carlos Sampaio PSDB Sim SP
Celso Sabino PSDB Sim PA
Célio Silveira PSDB Sim GO
Daniel Trzeciak PSDB Sim RS
Domingos Sávio PSDB Sim MG
Edna Henrique PSDB Sim PB
Eduardo Barbosa PSDB Sim MG
Eduardo Cury PSDB Sim SP
Geovania de Sá PSDB Sim SC
Lucas Redecker PSDB Sim RS
Luiz Carlos PSDB Sim AP
Mara Rocha PSDB Sim AC
Mariana Carvalho PSDB Sim RO
Nilson Pinto PSDB Sim PA
Paulo Abi-Ackel PSDB Sim MG
Pedro Cunha Lima PSDB Sim PB
Roberto Pessoa PSDB Sim CE
Rodrigo de Castro PSDB Sim MG
Rose Modesto PSDB Sim MS
Ruy Carneiro PSDB Sim PB
Samuel Moreira PSDB Sim SP
Shéridan PSDB Sim RR
Tereza Nelma PSDB Não AL
Vanderlei Macris PSDB Sim SP
Vitor Lippi PSDB Sim SP
Abou Anni PSL Sim SP
Alexandre Frota PSL Sim SP
Aline Sleutjes PSL Sim PR
Alê Silva PSL Sim MG
Bia Kicis PSL Sim DF
Bibo Nunes PSL Sim RS
Cabo Junio Amaral PSL Sim MG
Carla Zambelli PSL Sim SP
Carlos Jordy PSL Sim RJ
Caroline de Toni PSL Sim SC
Charlles Evangelista PSL Sim MG
Chris Tonietto PSL Sim RJ
Coronel Armando PSL Sim SC
Coronel Chrisóstomo PSL Sim RO
Coronel Tadeu PSL Sim SP
Daniel Freitas PSL Sim SC
Daniel Silveira PSL Sim RJ
Delegado Antônio Furtado PSL Sim RJ
Delegado Marcelo Freitas PSL Sim MG
Delegado Pablo PSL Sim AM
Delegado Waldir PSL Sim GO
Dr. Luiz Ovando PSL Sim MS
Dra. Soraya Manato PSL Sim ES
Eduardo Bolsonaro PSL Sim SP
Fabio Schiochet PSL Sim SC
Felipe Francischini PSL Sim PR
Felício Laterça PSL Sim RJ
Filipe Barros PSL Sim PR
General Peternelli PSL Sim SP
Guiga Peixoto PSL Sim SP
Gurgel PSL Sim RJ
Heitor Freire PSL Sim CE
Helio Lopes PSL Sim RJ
Joice Hasselmann PSL Sim SP
Julian Lemos PSL Sim PB
Júnior Bozzella PSL Sim SP
Loester Trutis PSL Sim MS
Lourival Gomes PSL Sim RJ
Luciano Bivar PSL Sim PE
Luiz Lima PSL Sim RJ
Luiz Philippe de Orleans e Bragança PSL Sim SP
Léo Motta PSL Sim MG
Major Fabiana PSL Sim RJ
Major Vitor Hugo PSL Sim GO
Marcelo Álvaro Antônio PSL Sim MG
Márcio Labre PSL Sim RJ
Nelson Barbudo PSL Sim MT
Nereu Crispim PSL Sim RS
Nicoletti PSL Sim RR
Professor Joziel PSL Sim RJ
Professora Dayane Pimentel PSL Sim BA
Sanderson PSL Sim RS
David Miranda PSOL Não RJ
Edmilson Rodrigues PSOL Não PA
Fernanda Melchionna PSOL Não RS
Glauber Braga PSOL Não RJ
Ivan Valente PSOL Não SP
Luiza Erundina PSOL Não SP
Marcelo Freixo PSOL Não RJ
Sâmia Bomfim PSOL Não SP
Talíria Petrone PSOL Não RJ
Áurea Carolina PSOL Não MG
Afonso Florence PT Não BA
Airton Faleiro PT Não PA
Alencar Santana Braga PT Não SP
Alexandre Padilha PT Não SP
Arlindo Chinaglia PT Não SP
Assis Carvalho PT Não PI
Benedita da Silva PT Não RJ
Beto Faro PT Não PA
Bohn Gass PT Não RS
Carlos Veras PT Não PE
Carlos Zarattini PT Não SP
Célio Moura PT Não TO
Enio Verri PT Não PR
Erika Kokay PT Não DF
Frei Anastacio Ribeiro PT Não PB
Gleisi Hoffmann PT Não PR
Helder Salomão PT Não ES
Henrique Fontana PT Não RS
Jorge Solla PT Não BA
Joseildo Ramos PT Não BA
José Airton Cirilo PT Não CE
José Guimarães PT Não CE
José Ricardo PT Não AM
João Daniel PT Não SE
Leonardo Monteiro PT Não MG
Luizianne Lins PT Não CE
Marcon PT Não RS
Margarida Salomão PT Não MG
Maria do Rosário PT Não RS
Marília Arraes PT Não PE
Natália Bonavides PT Não RN
Nelson Pellegrino PT Não BA
Nilto Tatto PT Não SP
Odair Cunha PT Não MG
Padre João PT Não MG
Patrus Ananias PT Não MG
Paulo Guedes PT Não MG
Paulo Pimenta PT Não RS
Paulo Teixeira PT Não SP
Paulão PT Não AL
Pedro Uczai PT Não SC
Professora Rosa Neide PT Não MT
Reginaldo Lopes PT Não MG
Rejane Dias PT Não PI
Rogério Correia PT Não MG
Rubens Otoni PT Não GO
Rui Falcão PT Não SP
Valmir Assunção PT Não BA
Vander Loubet PT Não MS
Vicentinho PT Não SP
Waldenor Pereira PT Não BA
Zeca Dirceu PT Não PR
Zé Carlos PT Não MA
Zé Neto PT Não BA
Eduardo Costa PTB Sim PA
Emanuel Pinheiro Neto PTB Sim MT
Luisa Canziani PTB Sim PR
Marcelo Moraes PTB Sim RS
Maurício Dziedricki PTB Sim RS
Nivaldo Albuquerque PTB Sim AL
Paes Landim PTB Sim PI
Paulo Bengtson PTB Sim PA
Pedro Augusto Bezerra PTB Sim CE
Pedro Lucas Fernandes PTB Sim MA
Santini PTB Sim RS
Wilson Santiago PTB Sim PB
Célio Studart PV Não CE
Enrico Misasi PV Sim SP
Leandre PV Sim PR
Professor Israel Batista PV Não DF
Joenia Wapichana REDE Não RR
Luiz Antônio Corrêa S.Part. Sim RJ
Augusto Coutinho Solidaried Sim PE
Aureo Ribeiro Solidaried Sim RJ
Bosco Saraiva Solidaried Sim AM
Dr. Leonardo Solidaried Sim MT
Dra. Vanda Milani Solidaried Sim AC
Eli Borges Solidaried Sim TO
Genecias Noronha Solidaried Sim CE
Gustinho Ribeiro Solidaried Sim SE
Lucas Vergilio Solidaried Sim GO
Marina Santos Solidaried Sim PI
Otaci Nascimento Solidaried Sim RR
Paulo Pereira da Silva Solidaried Não SP
Tiago Dimas Solidaried Sim TO
Zé Silva Solidaried Sim MG
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Economia

Dólar fecha em queda com aproximação entre Bolsonaro e Legislativo

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Mercado aumenta confiança sobre compromisso fiscal e espera o andamento de pautas econômicas no Congresso

Dólar cai 1,6% e encerra vendido por 5,367 reais. (Marcos Santos/USP Imagens)

O dólar fechou em queda nesta quinta-feira, 13, após o presidente Jair Bolsonaro sinalizar aproximação com líderes do chamado “Centrão”. A expectativa do mercado é de melhora na relação entre Executivo e Legislativo e favoreça o andamento das reformas. O dólar comercial caiu 1,6% e encerrou sendo vendido por 5,367 reais. Com variação semelhante, o dólar turismo era cotado a 5,67 reais.

Na véspera, Bolsonaro escolheu o deputado e ex-ministro de Michel Temer Ricardo Barros (Progressista-PR) para assumir o cargo de líder do governo na Câmara no lugar do Major Vitor Hugo (PSL-GO).

“O Bolsonaro fez alguns acertos com o ‘Centrão’, o que deve facilitar a aprovação de algumas medidas importantes do governo. Talvez, ele tivesse que ter feito isso desde o começo”, disse Vanei Nagem, analista de câmbio da Terra Investimentos.

Na quarta-feira, Bolsonaro se reuniu com os líderes do Congresso e, em discurso à imprensa, se comprometeu com o teto de gastos ao lado do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

A aproximação com o Legislativo ocorre após saída de membros da cúpula do Ministério da Economia por falta de avanços em pautas econômicas. Na véspera, o dólar fechou em alta, com o mercado repercutindo negativamente o pedido de demissão de Selim Mattar, então secretário especial de Privatização e Desestatização.

No exterior, o dólar operou misto contra moedas emergentes, subindo contra a rúpia indiana e levemente em queda perante o peso mexicano e o rublo russo. Entre elas, o real foi a moeda que mais se valorizou.

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Economia

Ibovespa fecha em queda e quase perde os 100 mil pontos

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Depois de abrir em alta, bolsa vira para queda conforme aumentam as incertezas sobre andamento de pacote de estímulo nos EUA

Bolsa: Ibovespa recua mais de 1% (Cris Faga/NurPhoto/Getty Images)

A bolsa brasileira fechou em queda nesta quinta-feira, 13, com incertezas sobre o andamento das negociações entre republicanos e democratas sobre novos estímulos no Estados Unidos. O Ibovespa, principal índice da B3, caiu 1,62% e encerrou em 100.460 pontos. Na mínima da sessão, o índice tocou 100.187 pontos.

“Estamos cada vez mais próximos das eleições nos Estados Unidos e se percebe que é preciso aprovar o pacote de estímulos, mas republicanos e democratas não se entendem, isso acabou derrubando as ações no mercado americano”, afirma Pedro Galdi, analista da Mirae Asset.

Pela manhã, a bolsa abriu em alta, com dados de pedidos de seguro desemprego nos EUA contribuindo para o tom positivo nos mercados. Por lá, o número de pedidos ficou em 963.000 ante a expectativa de 1,120 milhão de pedidos. Esta foi a primeira vez que o número ficou abaixo de 1 milhão desde o início da pandemia. “O resultado foi muito bom e dá sequência à desaceleração dos pedidos, ficando, finalmente, abaixo de 1 milhão”, comenta Arthur Mota, economista da Exame Research.

A aproximação entre o governo e líderes do chamado “Centrão” também repercutiu positivamente entre os investidores. Ontem, depois da “debandada” ter aumentado as dúvidas sobre a condução econômica do governo, o presidente Jair Bolsonaro se juntou com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, para reafirmar o compromisso fiscal.

Em mais um sinal de aproximação, Bolsonaro também escolheu Ricardo Barros para assumir o cargo de líder do governo na Câmara no lugar do major Vitor Hugo. O mercado espera que a melhor interlocução com parlamentares ajude no andamento de pautas econômicas.

Na bolsa, as ações da Petrobras tiveram forte impacto na queda do Ibovespa, recuando cerca de 3%, acompanhando o movimento de queda do petróleo. Também com grande peso no índice, os papéis dos grandes bancos e da Vale tiveram dia de perdas.

Entre as maiores altas, as ações da Via Varejo lideram as altas do Ibovespa, subindo 3,4%, após registrar lucro líquido de 65 milhões de reais no segundo trimestre e acelerar sua frente de e-commerce. Na máxima do dia, o ativo chegou a superar os 8% de alta. As ações da Magazine Luiza até chegaram a acompanhar o tom positivo, mas cederam os ganhos, conforme a piora do clima no mercado.

Já as ações da BRF lideraram as perdas da sessão, recuando 7,9%, após apresentar resultado abaixo do esperado e autoridades chinesas terem encontrado coronavírus em frangos importados do Brasil. “O frango pode nem ser da BRF, mas só de ter esse risco de transmissão já dificulta o comércio da companhia”, afirma Ilan Arbetman, analista da Ativa.

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Economia

Saí porque Bolsonaro bloqueou CPMF; agora está deixando rolar, diz Cintra

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Ex-secretário da Receita Federal Marcos Cintra foi demitido em 2019, após expor planos do governo sobre imposto

Marcos Cintra: “Eu saí do governo porque o presidente da República interditou o debate. Agora, ele não só está deixando rolar, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, está vendo uma alternativa viável” (Wilson Dias/Agência Brasil)

O ex-secretário especial da Receita Federal Marcos Cintra, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro está desinterditando o debate, o que ajuda a viabilizar a criação de um tributo nos moldes da CPMF, ou seja, com base em movimentação financeira.

“Eu saí do governo porque o presidente da República interditou o debate. Agora, ele não só está deixando rolar, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, está vendo uma alternativa viável e o consenso está voltando”, disse, durante live do BTG Pactual. “O presidente, agora, desinterditou o debate”, acrescentou.

Cintra afirmou que não guarda mágoa por ter deixado o governo. Ao contrário. Disse que fica ‘felicíssimo’ ao ver que estava certo. “O Bolsonaro tem de apoiar o debate. É fundamental”, acrescentou.

Ele disse que votou contra a CPMF na Câmara dos Deputados por duas vezes em ocasiões em que o tributo não estava sendo bem implantado. “Agora, a coisa mudou. Se convencermos o presidente, talvez tenhamos alguma reforma que viabilize PIS/Cofins e conversão amigável de setores que não aceitam alíquota de 12%”, avaliou.

Na tentativa de deixar um novo imposto sobre transações financeiras mais palatável na discussão sobre reforma tributária, o ministro da economia, Paulo Guedes, tem mencionado uma série de possíveis contrapartidas.

Entre as principais, estão reduzir o custo alto do trabalho no Brasil, substituir o Bolsa Família por um programa mais abrangente, o Renda Brasil, e aumentar a faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).

Nova CPMF não paga promessas de Guedes

Se conseguir aprovar o imposto no Congresso, no entanto — uma vitória pouco provável, devido a resistência dos parlamentares —, o ministro terá de escolher.

A equipe econômica tem dito que espera arrecadar cerca de R$ 120 bilhões com o imposto, apelidado de “e-CPMF”, por lembrar uma versão digital do antigo e impopular “imposto do cheque”, extinto em 2007. O cálculo leva em conta a alíquota de 0,2% por operação. Só para reduzir o imposto patronal cobrado na folha de trabalhadores que ganham até um salário mínimo e meio, o custo ficaria próximo de R$ 70 bilhões, segundo proposta já estudada pela equipe.

O Renda Brasil poderá ter um custo semelhante, mais do que o dobro dos R$ 33 bilhões absorvidos por ano pelo Bolsa Família, que seria extinto. Nesse caso, porém, o ministro também coloca como possibilidade de financiamento o fim de outros benefícios, como o abono do PIS/Pasep, que gasta mais de R$ 20 bilhões por ano.

Por fim, para aumentar a faixa de isenção do IR dos atuais R$ 1.900 para R$ 3.000, seriam necessários  R$ 22 bilhões ao ano, também segundo fala de Guedes.

Juntas, as três medidas já consumiram cerca de R$ 130 bilhões.

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Economia

Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem para menos de 1 milhão

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Este é o nível mais baixo desde meados de março, quando as autoridades começaram a fechar negócios não essenciais para conter o coronavírus

Desemprego nos Estados Unidos (Gabby Jones/Bloomberg/Getty Images)

O número de norte-americanos que buscaram auxílio-desemprego caiu para menos de um milhão na semana passada pela primeira vez desde o início da pandemia de covid-19 nos Estados Unidos, provavelmente porque o vencimento de um suplemento semanal de 600 dólares desencorajou alguns de solicitarem a ajuda.

Os novos pedidos de auxílio-desemprego totalizaram 963 mil, em dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em 8 de agosto, ante 1,191 milhão na semana anterior, afirmou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.

Este é o nível mais baixo desde meados de março, quando as autoridades começaram a fechar negócios não essenciais para desacelerar a disseminação do coronavírus.

Economistas consultados pela Reuters previam 1,12 milhão de novos pedidos na última semana.

O pagamento extra de auxílio-desemprego expirou em 31 de julho. O presidente Donald Trump assinou no sábado um decreto que inclui a prorrogação do suplemento, embora tenha reduzido o pagamento semanal para 400 dólares. Mas tem havido confusão sobre o decreto.

Os Estados são obrigados a cobrir 100 dólares do suplemento, mas governadores indicaram que não têm capacidade financeira depois que as receitas foram dizimadas no combate à pandemia de Covid-19. Os 300 dólares restantes serão financiados por um programa limitado de ajuda emergencial a desastres, que os economistas estimam que pode se esgotar no início de setembro.

O assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse nesta quinta-feira que o plano de Trump fornecerá 300 dólares extras por semana. Grupos da indústria e republicanos alegaram que o suplemento semanal de 600 dólares estava encorajando alguns desempregados a ficar em casa.

Muitos economistas rejeitaram o argumento e deram crédito ao suplemento pela recuperação nascente da economia ante recessão desencadeada pelo coronavírus. Um programa financiado pelo governo que oferece empréstimos a empresas para ajudar com os salários também expirou.

Novas infecções por Covid-19 estão se espalhando por todo o país, forçando as autoridades em alguns dos pontos críticos a fechar empresas novamente ou interromper a reabertura.

O relatório de pedidos de auxílio-desemprego desta quinta-feira também mostrou que o número de pessoas recebendo benefícios após uma semana inicial totalizou 15,486 milhões na semana encerrada em 1º de agosto, contra 16,09 milhões na semana anterior.

O governo informou na semana passada que a economia criou 1,763 milhão de empregos em julho, após um recorde de 4,791 milhões em junho. A economia recuperou apenas 9,3 milhões dos 22 milhões de empregos perdidos entre fevereiro e abril.

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Economia

Ainda longe do pré-covid, serviços voltam a crescer em junho após 4 meses

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Mesmo com avanço, volume ficou 14,5% abaixo do patamar registrado em fevereiro; na comparação com o mesmo mês do ano anterior, setor teve queda de 12,1%

(Ann Wang/Reuters)

O volume de serviços do Brasil voltou a aumentar em junho depois de quatro meses de quedas diante do afrouxamento do isolamento social para contenção do coronavírus, mas ainda está distante de retornar aos níveis pré-pandemia e destaca a dificuldade de recuperação do setor.

O setor de serviços apresentou em junho avanço de 5,0% sobre maio, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. O resultado, entretanto, fica longe de recuperar as perdas acumuladas de 19,5% dos quatro meses anteriores.

Destacando ainda mais os impactos das medidas de isolamento sobre um dos principais setores da atividade econômica, o volume de serviços apresentou recuo de 12,1% em relação ao mesmo mês do ano passado, quarta taxa negativa.

Além disso, mesmo com o resultado mensal de junho sendo o segundo mais alto da série iniciada em janeiro de 2011, o volume de serviços ficou 14,5% abaixo do patamar registrado em fevereiro, último mês antes da implementação das medidas contra a Covid-19.

As expectativas em pesquisa da Reuters eram de avanço de 4,4% no mês e de queda de 14,2% no ano.

Vale destacar que os efeitos da pandemia sobre a atividade de serviços começaram a ser sentidos nos últimos 10 dias de março, acumulando retração de 18,6% entre março e maio. O recuo de 1,0% visto em fevereiro é considerado conjuntural pelo IBGE, refletindo uma acomodação frente ao fim de 2019.

Em junho, todas as cinco atividades pesquisadas apresentaram ganhos. Os destaques foram os avanços de 6,9% em transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio e de 3,3% de serviços de informação e comunicação.

“Entre os segmentos do setor (de transportes) que tiveram crescimento esse mês estão transporte rodoviário de carga, transporte aéreo de passageiros e operação de aeroportos. Com isso, o setor de transporte teve o aumento mais intenso desde junho de 2018”, disse o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

Já o volume de serviços profissionais, administrativos e complementares aumentou 2,7%, o dos serviços prestados às famílias subiu 14,2% e de outros serviços teve alta de 6,4%.

De acordo Lobo, um dos principais segmentos que contribuiu para o resultado de junho foi o de restaurantes.

“Com a flexibilização, ou seja, com o aumento do fluxo de pessoas nas cidades brasileiras, (os restaurantes) começaram a abrir e a receita do segmento voltou a crescer, impactando o volume de serviços de junho”, explicou Lobo.

O índice de atividades turísticas apresentou crescimento de 19,8% em junho rente ao mês imediatamente anterior, segunda taxa positiva seguida. Nesses dois meses o ganho acumulado foi de 28,1%, mas isso depois de despencar 68,1% entre março e abril devido às medidas de contenção ao coronavírus.

Segundo a pesquisadora sênior da área de economia aplicada do Ibre/FGV, Silvia Matos, o desempenho do setor de serviços e do emprego é o que vai determinar uma recuperação efetiva da economia brasileira no pós-pandemia.

O governo estima que o PIB vai contrair 4,7% este ano, no que seria o pior resultado da série história que começou em 1900.

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Economia

Mais um corte de juros, se houver, deve ser pequeno, reforça Campos Neto

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Na última semana, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros da economia do país, a Selic, para mais uma mínima recorde, a 2%

Roberto Campos Neto: “eventuais ajustes futuros no atual grau de estímulo ocorreriam com gradualismo adicional e dependerão da percepção sobre a trajetória fiscal” (André Coelho/Bloomberg)

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, repetiu nesta quarta-feira, 12, em evento virtual, uma série de mensagens já expressas nas divulgações mais recentes da autarquia, a respeito de política monetária. Segundo ele, “devido a questões prudenciais e de estabilidade financeira, o espaço remanescente para utilização da política monetária, se houver, deve ser pequeno”.

“Consequentemente, eventuais ajustes futuros no atual grau de estímulo ocorreriam com gradualismo adicional e dependerão da percepção sobre a trajetória fiscal, assim como de novas informações que alterem a atual avaliação do Copom sobre a inflação prospectiva”, acrescentou o presidente do BC.

As considerações desta quarta-feira constam de apresentação do presidente do BC feita por videoconferência no evento “Diálogos do Conhecimento”, organizado pela Petrobras.

O evento é fechado à imprensa, mas o BC disponibilizou em seu site a apresentação de Campos Neto.

Na última semana, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros da economia do país, a Selic, para mais uma mínima recorde, a 2%. A Selic serve de referência para todas as taxas de juros da economia e, quando está baixa, estimula a economia do país, com mais crédito.

O presidente do Banco Central também disse que os setores mais afetados por isolamento social permanecem deprimidos no Brasil. Segundo ele, há uma “recuperação parcial da atividade”.

Campos Neto citou hoje, como um “desafio adicional” no período pós-covid-19, o crescimento “mais sustentável e mais inclusivo”. Além disso, destacou mudanças nas cadeias globais de valor.

Ao mesmo tempo, Campos Neto afirmou que os juros baixos e o ambiente de alta liquidez no mundo são oportunidades. “Há desafios, mas também oportunidades para se reinventar com recursos privados”, pontuou.

Liquidez

O presidente do Banco Central disse ainda que os programas dos bancos centrais durante a pandemia do novo coronavírus resultam em “grande injeção de liquidez nos sistemas financeiros”. Ao tratar das ações adotadas por governos de países emergentes, no entanto, ele ponderou que boa parte destes países tem “escopo limitado” para atuação convencional.

Campos Neto também reforçou uma ideia já expressa em outros eventos: a de que, “se não administrados adequadamente, problemas de liquidez pode se tornar problemas de solvência”.

As considerações constam de apresentação do presidente do BC feita por videconferência no evento “Diálogos do Conhecimento”, organizado pela Petrobras.

O evento é fechado à imprensa, mas o BC disponibilizou em seu site a apresentação de Campos Neto.

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sexta-feira, 14 de agosto de 2020

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