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Twitter diz que pode ter usado dados de usuários para anúncios

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A empresa disse que descobriu recentemente esses problemas e os consertou na segunda-feira, embora ainda não tenha determinado quem pode ter sido afetado

Twitter: dados incluem o código do país de uma pessoa (picture alliance / Contributor/Getty Images)

São Paulo — O Twitter disse na terça-feira (6), que pode ter usado dados de usuários para anúncios personalizados sem a permissão dos mesmos devido a problemas com as configurações do site.

A empresa disse que descobriu recentemente esses problemas e os consertou na segunda-feira, embora ainda não tenha determinado quem pode ter sido afetado.

Os dados do consumidor são uma ferramenta poderosa que as empresas usam para decidir onde colocar anúncios, que conteúdo exibir e quais consumidores podem estar interessados em seu produto.

Os dados que o Twitter disse que poderia ter usado incluem o código do país de uma pessoa, seus detalhes de engajamento com um determinado anúncio e as inferências feitas sobre os dispositivos que eles usam.

“Você confia em nós para seguir suas escolhas e nós falhamos aqui”, disse o Twitter em seu site, junto com um pedido de desculpas e uma promessa de tomar medidas para não repetir o “erro”.

 

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Instagram financia vídeos de famosos desde que evitem política

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Essa restrição alarmou alguns dos influenciadores e produtores que publicam clipes no IGTV, o app para vídeos longos do Instagram

Instagram: o app é do Facebook, mas os dois têm normas diferentes sobre temas políticos (Andrew Harrer/Bloomberg)

O Instagram está disposto a bancar os custos de produção de vídeos de algumas celebridades, contanto que o conteúdo não seja sobre política ou eleições.

Os que recebem recursos do Instagram para produzir conteúdo para o IGTV, o aplicativo para vídeos mais longos, “não devem incluir conteúdo sobre questões sociais, eleições ou política”, segundo um contrato distribuído pela empresa aos responsáveis por conteúdo e agentes. A Bloomberg News obteve uma cópia desse documento.

A cláusula alarmou alguns dos influenciadores e produtores que foram abordados sobre a publicação de clipes no IGTV, de acordo com uma pessoa com conhecimento do assunto, que não quis ser identificada.

É um forte contraste com a política do Facebook, que controla o Instagram e tem defendido vigorosamente o discurso político online. O Facebook tem sido alvo de fortes críticas por permitir que os políticos mintam em propagandas na rede social. O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, argumenta que a liberdade de expressão e o debate político são importantes demais para que a propaganda política seja policiada. O contrato do IGTV no Instagram entra em conflito com esse ethos ao restringir o discurso político alinhado com o pagamento.

“Nos últimos anos, compensamos pequenos custos de produção para produtores de vídeo em nossas plataformas e implementamos certas diretrizes”, disse um porta-voz do Facebook. “Acreditamos que há uma diferença fundamental entre permitir conteúdo político” em nossa plataforma e financiá-lo.

A política é exclusiva do Instagram. No Facebook Watch, a empresa também lida com produtores de conteúdo, mas os parceiros incluem organizações de notícias que precisam falar sobre política.

O Facebook tem sido criticado por disseminar informações enganosas e falhar no combate à manipulação eleitoral em suas plataformas, desde que partidos estrangeiros usaram a rede social da empresa para interferir nas eleições presidenciais de 2016 nos Estados Unidos. Governos de todo o mundo pressionaram o Facebook para melhorar o monitoramento de notícias e anúncios políticos, enquanto ativistas de direitos civis disseram que Zuckerberg deveria intervir para suspender campanhas nas redes sociais da empresa que desincentivam eleitores a votar.

O Instagram recebeu muito menos escrutínio, mas a liderança da empresa ainda está preocupada com a forma como o aplicativo será usado antes das eleições de 2020. “Somos um alvo tão grande quanto o Facebook, se não um alvo maior”, disse em outubro Adam Mosseri, responsável pelo Instagram.

O IGTV estreou em junho de 2018 como a resposta do Instagram ao YouTube, o site de vídeos mais popular do mundo. Embora a empresa tenha imaginado que poderia atrair muitos dos 1 bilhão de usuários do Instagram para este novo canal, a iniciativa ainda não deslanchou. Poucos usuários assistem ao IGTV e, meses após seu lançamento, muitas das contas mais populares do Instagram nunca postaram no serviço de vídeo.

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Google revela títulos do Stadia, seu “Netflix de jogos”

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Plataforma de games do Google terá jogos como Just Dance 2020, Red Dead Redemption 2, Destiny 2 e Mortal Kombat 11 no dia do lançamento

Google Stadia: plataforma tem seus títulos iniciais divulgados (Rockstar Games/Reprodução)

São Paulo – O serviço de jogos eletrônicos do Google, que chegará para alguns países na próxima semana – incluindo Estados Unidos e Canadá -, teve sua lista inicial de games divulgada na última segunda-feira (11).

A plataforma de jogos, chamada Google Stadia, funcionará por meio de computação em nuvem — ou seja, os jogos serão executados à distância e transmitidos para a tela do dispositivo usado. Mesmo sem um console de videogames, os usuários poderão jogar e transmitir seus jogos nos mais diversos aparelhos, como computadores, celulares, televisões, entre outros. Para jogar, há um controle exclusivo, vendido separadamente (69 dólares, ou seja, 287 reais, em conversão direta).

Entre os títulos do Stadia, estão o novo Just Dance, o último Mortal Kombat e o relançamento dos famosos jogos da saga Tomb Raider, com a personagem Lara Croft – que foi interpretada por Angelina Jolie nos cinemas em 2001.

Confira, abaixo, a lista dos 12 títulos iniciais que estarão disponíveis para os usuários a partir do lançamento:

  • Assassin’s Creed Odyssey
  • Destiny 2
  • Gylt
  • Just Dance 2020
  • Kine
  • Mortal Kombat 11
  • Red Dead Redemption 2
  • Thumper
  • Tomb Raider
  • Rise of the Tomb Raider
  • Shadow of the Tomb Raider
  • Samurai Shodown

E os 14 jogos que estarão disponíveis até o final de 2019, sendo adicionados após seu lançamento:

  • Attack on Titan 2: Final Battle
  • Borderlands 3
  • Darksiders Genesis
  • Dragonball Xenoverse 2
  • Farming Simulator 19
  • Final Fantasy XV
  • Football Manager 2020
  • Ghost Recon Breakpoint
  • Grid
  • Metro Exodus
  • NBA 2K20
  • Rage 2
  • Trials Rising
  • Wolfenstein Youngblood

É possível utilizar o serviço sem assinatura, mas com um acessibilidade limitada, de forma que se o usuário adquirir a assinatura Stadia Pro, terá benefícios exclusivos e uma maior gama de jogos com desconto e/ou gratuitos, como Destiny 2, para experimentar. Ainda não há data de lançamento para o serviço no Brasil, de modo que o preço dos aparelhos e da assinatura não foram divulgados. Nos EUA, porém, o preço é de 9,90 dólares por mês, o que equivale ao valor de 41,10 reais em conversão direta.

O serviço rivaliza com o Apple Arcade, da Apple, que atua de maneira similar e tem uma assinatura mensal que custa 9,90 reais. Diferentemente do Stadia, o Arcade já está disponível no Brasil.

Veja a seguir o vídeo de divulgação do Google que explica o funcionamento do Stadia.

 

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Ameaçado pela Alexa, Google lança alto-falante Nest Mini no Brasil

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Produto chega um mês depois do concorrente Amazon Echo. Até então, Brasil havia ficado de fora de lançamentos de hardware do Google, como o celular Pixel

Apresentação do Nest Mini em Nova York: aparelho é portátil e realiza funções como acender a luz ou tocar uma música (Jefferson Siegel/Reuters)

São Paulo — Faz pouco mais de um mês que a Alexa, assistente virtual da varejista Amazon, chegou de vez ao Brasil e começou a falar português. O Google lança nesta terça-feira 12 sua resposta: o Nest Mini 2, caixa de som inteligente da empresa que, até agora, só existia no exterior.

Lançado em outubro lá fora, o Nest Mini vai custar 349 reais no Brasil, o mesmo preço do Amazon Echo Dot, hospedeiro da Alexa lançado nacionalmente em 3 de outubro. O aparelho do Google vai usar os comandos de voz do Google Assistente, já conhecido de quem tem celulares com sistema operacional Android. Nest e Echo são pequenos alto-falantes portáteis que podem realizar milhares de funções apenas por comando de voz: fazer compras, buscar respostas na internet, tocar música e até controlar as luzes da casa, a TV ou o ar condicionado, caso os aparelhos sejam integrados.

Assim como o lançamento do Echo brasileiro — ao lado do Prime, seu serviço de assinatura — deu a sensação de que a Amazon abriu a porteira no Brasil, a estreia do Nest também pode marcar uma virada na estratégia do Google por aqui. A empresa não vinha incluindo o país em seus lançamentos de hardware, isto é, os aparelhos físicos. A exceção recente foi o Chromecast, vendido a pouco mais de 180 reais e que faz televisões comuns terem acesso à internet.

Algumas gerações do celular Nexus, extinto em 2016, também chegaram. Mas o Brasil ficou de fora de lançamentos como o celular Pixel, lançado em 2016 e que já está na quarta geração sem nunca ter sido vendido oficialmente no país, ou o computador Chromebook (só são vendidos no Brasil versões de outras fabricantes que usam o sistema operacional do Google, como a Samsung).

Com software é diferente, e o Brasil é um dos cinco maiores mercados do Google no mundo, destaque em plataformas como o buscador, o navegador Chrome ou o serviço de vídeo YouTube. O Android, sistema para celulares, é líder absoluto no país, estando em mais de 95% dos smartphones.

Justamente a popularidade do Android faz o Brasil ser o terceiro maior mercado de voz do Google no mundo, segundo a empresa. De olho no mercado de voz no Brasil, o Google também fez com que as startups selecionadas para mentoria no campus de São Paulo neste ano precisassem integrar as ferramentas de voz em seus produtos. Na teoria, o Nest larga em vantagem, já que o Google Assistente fala português desde 2017 — para a Alexa, a Amazon precisou contratar nos últimos meses linguistas para “ensinar” o idioma a sua assistente.

No exterior, foram mais de 52 milhões de unidades e 3,9 bilhões de dólares em alto-falantes inteligentes do Google vendidos no ano passado, a maioria nos Estados Unidos, segundo a consultoria RBC. No Brasil, com Google Nest ou Amazon Echo, a ver se o hábito de falar com a casa vai pegar.

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