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Três mulheres contam como aprenderam a aceitar e conviver com o vitiligo

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Elas têm diferentes histórias sobre vitiligo, mas um objetivo em comum: quebrar preconceitos e fazer com que cada vez mais pessoas se amem como são.

“Hoje em dia, para mim, a sua pele é como um céu cheio de nuvenzinhas. Dá para a gente brincar de achar desenhos nela”, disse certa vez a mãe da criadora de conteúdo Bruna Sanches, enquanto usava uma caneta para contornar – e, enfim, ressignificar – as manchas brancas presentes em todo o corpo da filha.

Mas aceitar o vitiligo, que surgiu pela primeira vez na pele de Bruna, de 32 anos, quando ela ainda tinha 18, não foi um processo fácil, seja física ou psicologicamente falando. Ela conta,  que desde criança, por pura desinformação, tinha medo de algum dia apresentar a doença – um parente e um vizinho com os quais ela convivia tinham vitiligo.

E foi aí que Bruna, após notar que uma manchinha havia aparecido no canto de sua boca, e logo em seguida obter o diagnóstico positivo de uma dermatologista um tanto quanto indelicada, entrou em desespero.

Eu comecei a tremer, a chorar. Meu pai não sabia o que fazer, e ao mesmo tempo a médica falou que eu não poderia mais tomar sol, me machucar, tingir o cabelo, fazer tatuagem… No final da consulta ela disse que a culpa era minha, porque eu estava ansiosa, então eu tinha que parar de ser ‘assim’. Tudo foi muito agressivo, descobrir uma doença que eu tinha medo, que já odiava quando era criança, que não tinha cura, que eu não sabia o que poderia acontecer, que de um dia para o outro eu poderia ter muito mais vitiligo… A partir dali eu ficaria feia, gastaria dinheiro com tratamentos e ainda teria de conviver com esse peso de que a culpa era minha”, desabafa.

Após anos convivendo com as manchinhas, Bruna criou o projeto “Minha Segunda Pele”, com blog e canal no YouTube, para quebrar o preconceito em torno do vitiligo e ajudar cada vez mais pessoas que sofrem com a doença

Após anos convivendo com as manchinhas, Bruna criou o projeto “Minha Segunda Pele”, com blog e canal no YouTube, para quebrar o preconceito em torno do vitiligo e ajudar cada vez mais pessoas que sofrem com a doença (Cleber Barbosa/Divulgação)

A partir daí as coisas ficaram mais complicadas para ela, que era abordada com frequência nas ruas e no transporte público por desconhecidos – eles perguntavam sobre as manchas ou davam pitacos sobre tratamentos que ela “deveria” fazer, sem falar nos olhares de reprovação.

Bruna passou, então, a tentar de tudo para remover e fazer com que as manchas parassem de surgir em seu corpo: usou pomadas, tomou medicamentos, fez procedimentos com laser (que machucavam muito) e tem sequelas disso até hoje. A pele de sua mão, por exemplo, é extremamente sensível, faz cortes e machucados de maneira muito fácil por conta de tanta cortisona que ela já usou. Ela chegou até a marcar uma cirurgia para fazer enxerto, que tiraria células de uma região saudável da pele e as implantaria nas áreas com vitiligo, mas desistiu da ideia a poucos dias do procedimento.

“Foi o ápice para eu me aceitar e virar totalmente a ‘chavinha’. Naquele dia eu fiz um post no Facebook dizendo que não iria mais me machucar ou fazer tratamentos agressivos, e que eu me amaria. A resposta foi tão positiva, foi tão importante. Foi muito interessante, pois no momento em que eu me aceitei parece que eu fiz as pazes com o mundo externo. Meus amigos que me passavam tratamentos todo ano começaram a me passar referências e bons exemplos [de quem tem vitiligo], eu estava colecionando várias fotos de vitiligo. Foi aí que comecei meu projeto”, assume.

O projeto de Bruna leva o nome de “Minha Segunda Pele” e atualmente conta com perfil no Instagram, que fornece conteúdos diários sobre vitiligo, blog e canal no YouTube, o primeiro do Brasil a falar exclusivamente sobre a doença. As motivações para que ela tirasse a ideia do papel, além de seu amor pela fotografia, foram em grande parte a influência de amigos e pessoas queridas e, principalmente, a oportunidade de ajudar quem também descobriu o vitiligo em suas vidas:

“Fazer o projeto foi o ápice da minha libertação. A partir disso eu comecei a me amar muito como sou, e vejo que hoje em dia o vitiligo me abriu muitas portas. Eu tive muito mais acesso a conhecer mulheres superempoderadas, cada uma na sua militância, e fazer parte desse movimento é muito rico. Entendi que, para mim, não era um castigo como eu achava que era, e sim uma missão. Eu tinha que usar a minha pele da melhor forma possível para ajudar outras pessoas a também se aceitarem. Hoje eu enxergo que esse meu ‘céu’ [citado no início do texto] é exatamente isso: quando eu estou muito triste ou preocupada, meu céu fica nublado, cheio de novas nuvens, e quando eu estou feliz e solar parece que eu nem percebo, eu lido muito bem, acho desenhos novos, coraçõezinhos”, diz.

Afinal, o que é vitiligo

As dermatologistas Daniela Neves, especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e Denise Chambarelli, dermatologista diretora da clínica que leva seu nome, explicam que o vitiligo nada mais é do que uma alteração cutânea caracterizada pela perda da cor da pele, dos pelos ou dos cabelos nas áreas afetadas (inclusive olhos e interior da boca). A diminuição da pigmentação é gradativa, e ocorre por conta de uma redução na quantidade de melanócitos, células responsáveis por dar tonalidade à pele.

As causas exatas do vitiligo, que é considerada uma doença autoimune (quando os anticorpos do próprio organismo passam a destruir algumas células), ainda não foram descobertas, mas acredita-se que ela seja influenciada por fatores genéticos e externos, como estresse, ansiedade e alta exposição ao sol sem proteção, que contribuem para seu surgimento e piora.

O vitiligo não é contagioso e não apresenta nenhum tipo de risco para quem o possui. A condição pode surgir em qualquer idade, inclusive logo após o nascimento ou durante a velhice, sendo que o mais comum é que ela apareça por volta dos 20 anos. Existem diferentes tipos de vitiligo: o localizado, no qual apenas algumas lesões surgem na face ou no tronco, por exemplo, o generalizado, que acomete várias regiões do corpo, e o universal, que faz com que praticamente todo o pigmento da pele corporal seja perdido.

Não existem sintomas, e o principal sinal de que alguém possa estar com a doença são as manchinhas de cor branca (em um tom leitoso) na pele, que em alguns casos aparecem acompanhadas de dor ou coceira. Como já dissemos, o crescimento das lesões é imprevisível, e não há cura para o vitiligo – apenas tratamentos que têm o objetivo de estabilizar e repigmentá-las. De acordo com as médicas, isso pode ser feito com uso de imunossupressores, fototerapia, laser e até tratamento cirúrgico (por exemplo, transplante de melanócitos).

Vale reforçar que o impacto emocional nos paciente que têm vitiligo costuma ser dos mais altos e, caso necessário, é recomendável investir em uma abordagem de tratamento multiprofissional, com psicólogos, psiquiatras e grupos de suporte.

Vitiligo e pele negra

A história da comunicóloga e modelo Luise Beatriz Bispo, de 28 anos, é um pouquinho diferente da de Bruna. Primeiro porque Luise recebeu o diagnóstico do vitiligo na infância, aos nove anos de idade. De acordo com ela, a condição “chegou como uma visita indesejada e hoje se tornou ‘membro da família’”.

E exatamente por enxergar a despigmentação da pele com olhos inocentes de criança, ela conta que a descoberta da doença, naquele momento, não a assustou.

“Talvez por não ter muita noção da dimensão do vitiligo na época, só fui entender mesmo a minha condição à medida que as manchas aumentavam, e quando fui entrando na adolescência”, relata.

Foi na adolescência, inclusive, que ela começou a perceber o preconceito – em dose dupla, já que Luise é uma mulher negra que tem vitiligo. Ela teve de enfrentar olhares alheios, perguntas indesejadas, lidar com piadinhas e apelidos destrutivos, o que fez com que Luise acabasse colocando o vitiligo como questão central de sua vida, como se suas ações e decisões girassem totalmente em torno da condição de ter um corpo “diferente”.

 “Nunca é demais lembrar que o vitiligo não é transmissível. Pode tocar, abraçar e beijar sem medo. Em nós, contagioso é só o amor”, diz Luise, em foto que integra o projeto ‘Minha Pele Flui’, de conscientização sobre a doença

“Nunca é demais lembrar que o vitiligo não é transmissível. Pode tocar, abraçar e beijar sem medo. Em nós, contagioso é só o amor”, diz Luise, em foto que integra o projeto ‘Minha Pele Flui’, de conscientização sobre a doença (José Oliveira/Minha Pele Flui/Divulgação)

Após se arriscar em diversos tratamentos para a pele (comprimidos, chás, dietas, pomadas, banhos de sol…) e ficar frustrada ao perceber que mais lesões surgiam cada vez que ela se estressava, Luise finalmente afirma ter feito as pazes com seu corpo. Ela diz, ainda, que seu olhar sobre outras pessoas também acabou mudando durante todo o processo de aceitação.

“Ser negra em uma sociedade ainda tão preconceituosa e racista faz com que cresçamos na defensiva, com a missão de termos que provar quem somos o tempo todo. Ainda que o sistema nos coloque à margem, sempre fui ensinada a respeitar minha etnia, minha ancestralidade e cultura. Todas as vezes que eu pensava na possibilidade de ‘perder a cor’, me imaginava perdendo um pouco dessa identidade que tanto me define, mas estava enganada. Nós, mulheres negras com vitiligo, não podemos nos restringir a achar que somos ‘menos negras’ por isso. Não há como deixar de ser algo quando isso é você, em sua totalidade. Em nós, as manchas são mais perceptíveis, o que faz com que sejamos mais notadas, nos fazendo sofrer um duplo preconceito. Mas isso não deve nortear o olhar que devemos ter com nossos corpos. Ter vitiligo foi a maneira que meu corpo encontrou para se expressar, e eu sou bonita assim, colorida!”, expõe.

Diversidade (sempre) importa

Já a modelo e fotógrafa Marcia Ishimoto, de 30 anos, descobriu o vitiligo aos 16, bem por acaso. A primeira mancha que surgiu em sua pele foi tratada durante um ano inteiro como se fosse uma micose e, ao perceber que ela não melhorava, foi dado o diagnóstico final do vitiligo.

Marcia conta que os três primeiros anos com a doença, para ela, foram os piores, mesmo ainda tendo pouquíssimas manchas se comparadas às dos dias atuais. Ela fala que chorava muito nessa época, sempre escondendo as marcas de outras pessoas:

“Sempre me perguntava ‘por que tinha que ser eu’, ‘por que eu não poderia ser ‘normal’ como as minhas colegas’. Quando comecei a trabalhar como modelo eu era obrigada a esconder as manchas, não existia essa de diversidade, as modelos tinham de estar dentro de um padrão exigido. Eu queria ser quem eu sou atualmente, mas a sociedade não me permitia, então eu escondia as manchas para assim conseguir trabalhar. Atualmente o preconceito direto eu não sinto, mas sei que ele existe e que ainda vai existir por muito tempo”, completa.

 Marcia, que além de fotógrafa é modelo, acredita que existe beleza em todos os tipos de corpos e cores (nós também!)

Marcia, que além de fotógrafa é modelo, acredita que existe beleza em todos os tipos de corpos e cores (nós também!) (Lorena Dini/Divulgação)

Marcia, assim como Bruna e Luise, também fez diversos tratamentos contra o vitiligo, e diz se arrepender de todos eles. Em seis anos de procedimentos distintos e, segundo ela dos mais invasisvos, não obteve resultados satisfatórios.

Por atuar como modelo, hoje Marcia pode ser vista como referência em matéria de diversidade na moda – assim como a canadense Winnie Harlow, modelo internacional e porta-voz da condição, que já protagonizou campanhas de marcas como Dior e Diesel.

A brasileira afirma que faz aproximadamente cinco anos que ela passou a se aceitar como é, inclusive parando de esconder as manchas com auxílio de maquiagem.

“O tempo passa muito rápido, temos de aproveitá-lo ao máximo. Hoje eu falo abertamente sobre vitiligo, posso dizer que gosto de ser diferente e que vejo muita beleza nas minhas manchinhas. Vitiligo não é nada demais, é  apenas um charme que algumas pessoas têm. Nós temos que lutar contra esse preconceito bobo e mostrar que existe beleza em todos os corpos e cores”, finaliza.

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O que é o Câncer de Mama e como identificar

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O câncer de mama é um dos principais tipos de câncer que podem atingir a mulher, e acontece devido à multiplicação de células anormais no tecido mamário, formando um tumor maligno, inicialmente imperceptível, que pode aumentar e atingir outros locais do corpo.

Apesar de, nas fases iniciais, o câncer de mama não causar sintomas, o principal sinal que pode indicar a presença do tumor é a palpação de um nódulo endurecido, além de sintomas como dor, vermelhidão ou saída secreção pelos mamilos, por exemplo. O câncer de mama pode ter cura, entretanto isso varia de acordo com o tipo e com o estágio em que se encontra, por isso, é muito importante a realização da prevenção através do auto-exame e da mamografia.

Geralmente, o tratamento varia de acordo com a extensão do tumor, e costuma ser feito com tratamentos com cirurgia, quimioterapia e/ou radioterapia, além de medicamentos para aliviar sintomas que podem surgir, como enjôo ou dor.

Principais sintomas

Nas fases mais iniciais, o câncer de mama pode não provocar sintomas. À medida que cresce e as células tumorais se multiplicam, alguns sintomas que podem surgir são:

  • Aparecimento de um nódulo duro na mama ou próximo da axila, que pode ser percebido através do toque e do auto-exame da mama;
  • Saída de liquido pelo mamilo quando pressionado, podendo ser sangue;
  • Tamanho ou formato diferente das mamas, que antes não existia;
  • Ter a mama inchada, vermelha e quente e que causa coceira;
  • Ferida na mama que não cicatriza e tem mau cheiro.

Além disso, podem surgir nódulos na axila, já que os gânglios linfáticos destas duas regiões se comunicam. Saiba mais detalhes sobre os sinais e sintomas para identificar o câncer de mama em 12 sintomas do câncer de mama.

Como confirmar

O autoexame da mama e a mamografia pode levantar a suspeita do câncer de mama, entretanto, a confirmação é feito após consulta como mastologista, que irá fazer uma avaliação mais detalhada do nódulo e do exame e, se necessário, solicitar exames que podem ser mais específicos, como ultrassom, ressonância magnética ou, se a suspeita persistir, uma biópsia do nódulo mamário.

Exames de sangue também são feitos para identificar inflamação ou marcadores tumorais. Entenda como e quando fazer os exames que confirmam o câncer de mama.

Além disso, os testes genéticos podem ser feitos em alguns casos para avaliar se o câncer é causado por mutações genéticas ou para identificar se há risco deste câncer quando existem familiares próximos como pai, mãe, avós, tios ou irmãos diagnosticados com a doença. Confira, também, quando fazer testes genéticos para câncer de mama.

O que é o Câncer de Mama e como identificar

Quais são os fatores de risco

Alguns dos fatores que aumentam o risco para desenvolver o câncer de mama são:

  • Ter mais de 50 anos;
  • Já ter tido um câncer de mama anteriormente;
  • Ter alguém na família com câncer de mama, como mãe, irmã ou filha;
  • História familiar de câncer de mama em homens;
  • Alteração genética deste tipo de câncer, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2;
  • Ter entrado na menopausa depois dos 55 anos;
  • Obesidade e sobrepeso;
  • Sedentarismo;
  • Consumo de bebida alcoólica;
  • Exposição frequente a Raios-X ou outros formas de radiação;

No entanto, qualquer mulher pode ter este tipo de câncer. Para saber mais detalhes sobre alguns destes fatores e como evitar, confira quem tem mais risco de ter câncer de mama.

Como é feito o tratamento

O tratamento para câncer de mama depende varia com a gravidade e do estágio do câncer e, por isso, o médico oncologista poderá optar por um ou pela combinação de vários tratamentos. Ele é disponível através do SUS, nos centros de oncologia da cidade, assim como pode ser feito de forma particular.

Geralmente, são utilizadas intervenções com quimioterapia, radioterapia e cirurgia para a retirada do tumor, e a ordem do tratamento depende das condições em que o tumor foi diagnosticado. A cirurgia também é variável, podendo-se retirar toda a mama ou parte dela, podendo ser necessária a remoção dos nódulos linfáticos da axila, se estes tiverem sido atingidos.

Após a cirurgia, em alguns casos, o tratamento pode ser continuado, como forma de tentar eliminar ou evitar a progressão da doença, o que também depende das características e gravidade do tumor. Para saber como é o pós-operatório da cirurgia confira como é a recuperação após retirada da mama.

Câncer de mama no homem

O câncer de mama também pode surgir no homem, embora seja muito raro, sendo que os sintomas são semelhantes ao câncer de mama nas mulheres e há maiores chances de cura, quando é descoberto precocemente.

Existem vários tipos de câncer da mama, como carcinoma ductal in situ ou carcinoma ductal invasivo por exemplo e, normalmente, o tratamento inclui quimioterapia, radioterapia ou mesmo cirurgia para remover o tumor. Veja como o tratamento é feito em: Câncer de mama masculino.

O que é o Câncer de Mama e como identificar

Como prevenir o câncer de mama

A prevenção do câncer de mama é feita ao se adotar um estilo de vida saudável, diminuindo assim os fatores de risco. Por isso, é orientado ter uma alimentação saudável, com frutas, legumes e verduras, a prática de exercícios físicos regulares, evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e eliminar o cigarro.

Entretanto, para prevenir de forma eficaz este câncer, é necessário realizar de forma regular a Mamografia, que já pode ser indicada pelo médico após os 35 anos e deve ser realizada a cada 2 anos, dos 50 aos 69 anos.

Além disso, também é importante a realização do autoexame da mama mensal, 3 a 5 dias após o término da menstruação. A importância do autoexame é sempre relembrada nas campanhas anuais do governo, conhecidas como outubro rosa. Entenda o passo-a-passo de como fazer o autoexame da mama de forma correta.

Desodorante pode causar câncer de mama?

Aparentemente os desodorantes antitranspirantes não aumentam o risco de desenvolver câncer de mama, pois não existem estudos que confirmem que as substâncias usadas para produzir estes produtos causem câncer, ao contrário de alguns fatores já comprovados. Estes produtos têm efeito apenas nas glândulas que produzem suor, não afetando as células mamárias.

Quais são os tipos de câncer de mama

Existem vários tipos diferentes de câncer de mama, a depender do seu desenvolvimento, sendo que alguns são mais agressivos que outros. Os principais são:

  • Carcinoma ductal in situ – conhecido por CDIS;
  • Carcinoma lobular in situ – conhecido por CLIS;
  • Carcinoma ductal invasivo conhecido por CDI, que é cerca de 80% dos cânceres da mama invasores ou invasivos;
  • Carcinoma lobular invasivo conhecido por CLI;
  • Carcinoma inflamatório da mama é um câncer agressivo, mas muito raro.

Além destes tipos de câncer de mama, também existem outros que são ainda mais raros, como o carcinoma medular, o carcinoma mucinoso, carcinoma tubular e o tumor filoide maligno.

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Exercício de força pode auxiliar na prevenção de alguns tipos de câncer

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Pesquisa observou redução de 20% no risco de câncer de bexiga e 23% no câncer de rim para cada hora de aumento de exercício de força muscular semanal

Musculação: participantes do estudo foram acompanhados entre 1992 e 2014 (jacoblund/Thinkstock)

Estudo sugere que exercício de força pode reduzir alguns tipos de câncer, particularmente, câncer de bexiga e rim. Trabalho foi realizado por pesquisadores da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Harvard University (Estados Unidos).

A pesquisa recebeu financiamento da FAPESP e foi publicada na revista científica British Journal of Cancer.

Os autores do estudo utilizaram dados do Health Professionals Follow-up Study, um estudo de coorte com mais de 30 mil profissionais de saúde, para investigar se a realização de exercícios de força muscular, comumente praticados em academias, estúdios de treinamento funcional e crossfit, está associada com menor risco de câncer.

Os participantes do estudo foram acompanhados entre 1992 e 2014, período em que responderam questionários bienais sobre a frequência semanal média de exercício de força muscular ao longo do ano, além de outros fatores de risco e proteção para câncer.

Os autores concluíram que exercício de força muscular não esteve associado com menor incidência total de câncer. No entanto, foi possível observar uma redução de 20% no risco de câncer de bexiga e 23% no câncer de rim para cada hora de aumento de exercício de força muscular semanal.

Os pesquisadores do estudo também observaram que participantes que realizaram exercício de força muscular combinado com atividades físicas aeróbicas tiveram uma maior redução no risco de câncer de rim comparado com aqueles que realizaram apenas exercício de força muscular.

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Treino bootcamp para fazer Treino : trabalhe o corpo todo

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Quando se trata de treinos básicos, os exercícios no estilo bootcamp são uma das melhores maneiras de entrar em forma rapidamente. É por isso que os militares criaram esse tipo de exercício como uma forma de condicionamento para as tropas, é daí que veio o nome. Mas você não precisa ser um soldado para se beneficiar de um treino bootcamp . Eles são ideais para quem procura aumentar a resistência (muscular e cardio).

Além do mais, aprender a criar um treino bootcamp é fácil, porque todos seguem um padrão simples de circuitos alternados que consistem em uma combinação de exercícios aeróbicos e de treinamento de força. Por esse motivo, os exercícios estilo bootcamp são fáceis de modificar ou personalizar de acordo com o seu nível e tempo de condicionamento físico, com base em quantas rodadas de circuitos você faz.

O que é e como funciona um treino bootcamp

A coisa mais importante a lembrar quando você está criando um treino bootcamp em casa é a segurança. Até os atletas de resistência se cansam depois de fazer algo por 45 minutos a uma hora, por isso é importante ir com calma, usar pesos mais leves e confiar em manter a boa forma. Lembre-se: O objetivo é criar resistência a partir de onde você está agora. Se você é novo no mundo fitness ou nos treinos bootcamp, faça uma pausa e se hidrate.

Eu recomendo fazer esse tipo de exercício no máximo duas vezes por semana, com outras atividades, como treinamento de força e mobilidade. Duas ou mais vezes por semana para obter melhores resultados. Se seu objetivo é condicionamento físico, você pode praticar o treino bootcamp mais de duas vezes por semana. Mas não se esqueça de extender os tempos de pausas entre exercícios, que normalmente são curtos, durante os circuitos. Se em algum momento seus objetivos se tornarem mais específicos, convém consultar um treinador sobre como preencher essa lacuna-

Eu projetei o treino bootcamp abaixo, que trabalha o corpo inteiro, para ser feito usando peso corporal ou um par de halteres, se você os tiver.

Tempo: 30-60 minutos

Equipamento: colchonete, halteres

Bom para: condicionamento total do corpo

Instruções: Este treino bootcamp possui sete circuitos, que você completará por um total de 3 a 6 vezes, executando 10 a 15 repetições de cada movimento. Descanse por um minuto entre as rodadas.

7 circuitos para um treino bootcamp

Agachamento com peso corporal

Como: Comece em pé com os pés um pouco mais separados que os quadris. Agache-se, abaixando-se, focando em manter os calcanhares afastados um do outro. Suba contraindo os glúteos, voltando a posição inicial. Essa é uma repetição.

Flexões

Como: Coloque as mãos na largura dos ombros no chão e estenda as pernas atrás de você com os pés afastados na largura dos quadris. Seu corpo deve formar uma linha reta da cabeça aos calcanhares. Mantendo o núcleo abdominal firme, dobre os cotovelos para abaixar o corpo em direção ao tapete. Os cotovelos devem estar apontando a 45 graus do corpo. Estenda os braços de volta para iniciar. Essa é uma repetição.

Treino bootcamp: Circuito 3

Agachamento impulsionado

Como: Comece em pé com os pés mais afastados, fora do colchonete e os braços nas laterais do corpo. Coloque as mãos no chão ou pule para trás para ficar em uma posição de prancha o mais rápido possível, sem perder o controle. Depois, pule os pés para frente fora das mãos. Levante-se já em uma posição agachada, posicionando os braços acima da cabeça. Volte a ficar de pé. Esse é um representante.

Circuito 4

Linha de halteres

Como: Com os pés na direção dos quadris, abaixe seu tronco sob os quadris com os joelhos levemente dobrados e os braços retos, bem na frente das pernas. Concentre-se em manter as costas retas, o tronco paralelo ao chão ou em um ângulo de 45 graus e o abdômen contraído. Puxe o cotovelo em direção aos quadris com pesos na mão, sentindo as omoplatas se apertarem e depois abaixe-as lentamente. Essa é uma repetição. (Você também pode fazer este exercício de braço com garrafas de água.)

Circuito 5

Bicicleta

Como: Deite-se de costas e coloque as mãos nas laterais do corpo. Traga o joelho esquerdo em direção ao peito enquanto estende a perna direita diretamente à sua frente, mas sem encostar no chão. Depois troque de lado. Certifique-se de que sua lombar esta toda apoiada no chão. Essa é uma repetição.

Treino bootcamp: Circuito 6

Patinadores no gelo

Como: Comece em pé com os pés na direção dos quadris e as mãos ao lado. Pule para o lado direito, puxando o umbigo para a coluna e aterrissando com o pé direito e estendendo a mão esquerda à sua frente enquanto alcança a perna esquerda atrás da direita. Repita a mesma coisa utilizando a perna esquerda. Essa é uma repetição.

Circuito 7

Extensão do tríceps

Como: Fique em pé com os pés afastados na largura dos quadris, segurando um haltere em cada mão. Traga o peso para cima, estendendo os braços retos para que o haltere fique acima da cabeça. Mantendo tudo, desde os ombros até os cotovelos parados, flexione lentamente os cotovelos, abaixando o peso atrás da cabeça até que os braços fiquem um pouco abaixo de 90 graus. Os cotovelos devem apontar para a frente, não para o lado. Pause e levante os braços novamente para a posição reta. Essa é uma repetição.

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Óleo de Amêndoas para Pele e Cabelos

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O óleo de amêndoas é um desses ingredientes que nunca faltava nos conselhos de beleza de nossas avós. Extremamente versátil, podemos usá-lo para melhorar a pele, cabelo ou fazer uma boa massagem.

oleo-amendoas

 

A maior fama do óleo de amêndoas é pela prevenção de estrias no período da gravidez, mas muita gente não sabe o quanto ele ele é muito bom para os cabelos e a pele.

O óleo de amêndoas é um excelente hidratante e ajuda também a reduzir a inflamação da pele (experimente colocar algumas gotas do óleo no seu creme de uso diário, e rapidamente notará como a sua pele fica mais sedosa e saudável!). É também um ingrediente essencial nas máscaras para o cabelo. Justamente pelas suas propriedades hidratantes, é perfeito para combater os danos causados pelo excesso de sol ou as baixas temperaturas.

Nada mais delicioso que uma massagem caseira bem feita. Mas para isso não precisa comprar cremes caros: um pouco de óleo de amêndoas é suficiente! O resultado é garantido: uma pele suave e macia!

O óleo de amêndoas doce 100% puro é rico em vitamina A, B1, B2 e B6 e riquíssimo em vitamina E, por isso é considerado um poderoso antioxidante.

Óleo de Amêndoas para Pele e Cabelos

Benefícios do Óleo de Amêndoas

  • Hidrata e amacia a pele
  • Previne rugas e melhora a elasticidade da pele
  • Anti-inflamatório e calmante para pele
  • Óleo de massagem corporal
  • Recupera a oleosidade natural da pele ressecada
  • Removedor de maquiagem (não irrita os olhos)
  • Hidrata as cutículas
  • Hidrata regiões ásperas como cotovelos, joelhos, pés
  • Hidrata os cabelos profundamente
  • Recupera os fios ressecados
  • Tira o volume e frizz dos cabelos
  • Doma os cachos
  • Dá brilho e suavidade aos fios

Como usar o óleo de amêndoas na pele?

Óleo de Amêndoas para Pele e Cabelos

O melhor momento para aplicação do óleo de amêndoas é após o banho. Os poros estão mais abertos e o produto consegue penetrar bem na pele. Prefira fazer isso durante a noite, quando o corpo está menos exposto a partículas de poeira e poluentes, que podem acumular na pele.

  • Para as regiões bem ressecadas e descamadas da pele, passe o óleo de amêndoas puro na pele e faça leves massagens até a completa absorção do óleo.
  • Para hidratar o corpo, pode acrescentar algumas gotas ao seu hidratante corporal.
  • No caso das estrias, massageie o óleo puro na região, o óleo de amêndoas não vai eliminar suas estrias, ele é um ótimo preventivo.
  • Para ajudar retirar a maquiagem, passe um pouco do óleo no rosto e faça leves massagens. Retire o excesso do óleo com um papel toalha e em seguida lave o rosto com sabonete.
  • Para cutículas ressecadas, passe algumas gotinhas nelas e massageie, preferencialmente antes de dormir.
  • Para quem é fã de aromaterapia, o óleo de amêndoas é um excelente óleo carreador, utilizado como base para diluição dos óleos essenciais que, sozinhos, são muito concentrados.

Como usar o óleo de amêndoas nos cabelos?

Óleo de Amêndoas para Pele e Cabelos

 

  • Para fazer umectação: Aplique o óleo de amêndoas nos cabelos sujos e secos do comprimento até as pontas, mecha por mecha, inclusive no couro cabeludo. Deixe por aproximadamente 30 minutos. Em seguida, lave com shampoo e condicionador normalmente.
  • No condicionador: Coloque uma colher de chá no seu condicionador (para cada 250 ml).
  • Contra caspa e queda: Aplique o óleo de amêndoas na raiz dos cabelos e massageie bem. Deixe agir por 5 minutos e depois, com um pente fino penteie bem puxando da raiz em direção às pontas. As caspas vão sumir aos poucos. Em seguida, lave os cabelos com um shampoo anticaspa, massageie bem e enxágue. Finalize com um condicionador apenas nas pontas e enxágue bem.
  • Para fios longos e com pontas bem ressecadas, antes do dormir passe umas gotinhas nas pontinhas e faça leves massagens para o óleo penetrar nos fios. Isso ajuda a evitar que os fios se quebrem durante a noite.

Passar o óleo puro diretamente nos cabelos pode até proporcionar recuperação de fios danificados e diminuição do volume, e ficam sim brilhosos e sem aparência quebradiça. Apesar disso, não é recomendável a aplicação direta do óleo no cabelo, que pode deixá-lo com aparência pesada e gordurosa. O melhor é sempre usar e depois lavar normalmente.

Algumas Sugestões de Marcas

Óleo de Amêndoas para Pele e Cabelos

  • Amêndoas Doces Extra-Virgem Laszlo 120 ml
  • Óleo Vegetal Amêndoas Doce Bioessencia 120 ml
  • Óleo de Amêndoa Doce – Phytoterápica 60 ml
  • Óleo de Amêndoas Doce Native 120 ml

Onde comprar?

Você encontra o óleo de amêndoas em farmácias e casas de produtos naturais. Antes de comprar, certifique-se que o óleo seja puro para obter melhores resultados. (Eu compro o meu na Natue)

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Fotos de francesinha colorida para copiar agora mesmo

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Usar cores vibrantes é uma boa pedida para inovar no visual

 

Francesinha

 

Abaixo, há diferentes opções de combinações de cores, além de vários estilos de francesinha.

INDIGO NAILS

 Assim, vale apostar na francesinha colorida rosa

 E até em neon

DREAM NAILS

 Para quem quer uma proposta mais discreta

KATIA

 Outra alternativa para inovar é fazer uma francesinha triangular

SANTANA NAILS

 Ou até mesmo na diagonal

INDIGO NAILS

 Ou, quem sabe, meio a meio?

LA BELLE

 Também vale fazer a francesinha comum junto com a invertida

LAMY

 Assim, você garante bastante destaque para suas unhas

ILONA

O que também vale para um cor em cada unha

MELANIE

E até mesmo para um desenho que fecha o design com chave de ouro

MALU MANIA

 Há também a francesinha grossa

LAYLA ALAMINE

 Que é cheia de estilo

M&S CABELEIREIROS

 Já o strass pode dar um charme extra para o design

SAMARA SOUSA

 E as versões coloridas podem ser bem delicadas

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Bicarbonato de Sódio para Beleza

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Certamente você já conhece ou já usou o bicarbonato de sódio para várias funções. Mas você sabia que o bicarbonato de sódio também pode ser usado para tratar a pele e os cabelos?

bicarbonato-beleza/Beleza e Saúde

 

Importante mencionar que, como ele não é específico para esses tratamentos, deve ser usado com cuidado. Não é porque algo é bom que deva ser usado sempre. Se usar de forma errada e em excesso pode causar danos na pele e nos cabelos. O bicarbonato de sódio é um produto alcalino e potencialmente irritante, podendo causar coceira, vermelhidão e outras agressões à pele. Porém, se for usado da forma correta, você só terá benefícios.

Usando o Bicarbonato de Sódio para Pele

Como Utilizar o Bicarbonato de Sódio para Beleza

Esfoliante para Pele

O bicarbonato pode ser usado como esfoliante caseiro, porque quando misturado à água ele forma uma pasta. A esfoliação deve ser feita no máximo uma vez por semana e de maneira suave. O procedimento renova a pele, eliminando células mortas e permitindo que agentes hidratantes sejam absorvidos de maneira melhor, tendo seu efeito potencializado.

Modo de usar: Separe três colheres de chá de bicarbonato de sódio em uma colher de chá de água para obter uma pasta. Acrescente 7 gotas de óleo vegetal (rosa mosqueta, argan, abacate, coco ou amêndoas). Misture bem. Passe na pele e massageie suavemente com movimentos circulares e depois enxague com água morna. Em seguida, use um hidratante adequado para seu tipo de pele.

Hidratante para Pele

Sabe a pele dos joelhos ou dos cotovelos? Parece quase impossível manter essas regiões hidratadas e só produtos potentes conseguem dar conta do recado. Porém, o bicarbonato tem a capacidade de hidratar e amaciar a pele quando adicionado aos cremes hidratantes.

Modo de usar: Separe a quantidade de creme hidratante para ser usada no corpo e acrescente uma colher de café de bicarbonato de sódio, ou uma parte de bicarbonato para três partes de creme hidratante. Acrescente 5 gotas de óleo vegetal da sua preferência. Misture bem. Passe na pele e massageie suavemente com movimentos circulares até o creme ser absorvido completamente.

Como Utilizar o Bicarbonato de Sódio para Beleza

Tratamento para Acne

Devido a suas propriedades adstringente e bactericida, o bicarbonato pode ser um aliado para combater os cravos e pequenas espinhas característicos da acne. A máscara pode ser usada uma vez por semana.

Modo de usar: Separe uma colher de chá de argila verde, uma colher de chá de bicarbonato de sódio, uma gota de óleo essencial de melaleuca, e duas colheres de chá de água. Misture bem. Passe a mistura no rosto e deixe agir por 10 minutos. Em seguida, enxágue bem.

Desodorante Natural

Por ser um neutralizador natural de odores com função bactericida, e ter um pH que inibe o crescimento de fungos, o bicarbonato pode ser um bom substituto aos desodorantes tradicionais.

Modo de usar: Junte em um pote, 8 colheres de sopa de óleo de coco (já derretido), 4 colheres de chá de bicarbonato e 4 gotas de óleo essencial de cravo. Misture bem. Coloque em um recipiente pequeno e com tampa. Separe uma pazinha para evitar colocar os dedos. Coloque na geladeira até endurecer.

Como Utilizar o Bicarbonato de Sódio para Beleza

Usando o Bicarbonato de Sódio para os Cabelos

Limpeza Profunda do Couro Cabeludo

O bicarbonato é eficiente para retirar resíduos de cremes e outros produtos que ficam acumulados nos fios e no couro cabeludo. Com sua ação adstringente, limpa e neutraliza o pH do couro cabeludo. O bicarbonato também ajuda a reduzir a oleosidade do couro cabeludo. Faça esse procedimento uma vez por mês.

Modo de usar: Separe uma colher de sobremesa rasa de bicarbonato de sódio, uma colher de sobremesa de água e um pouco de shampoo. Adicione 10 gotas de óleo vegetal de jojoba. Acrescente 2 gotas de óleo essencial de gengibre ou hortelã. Misture bem e passe a mistura no couro cabeludo, já com os cabelos úmidos. Massageie por 5 minutos. Enxágue bem e em seguida lave os cabelos normalmente.

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segunda-feira, 13 de julho de 2020

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