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sábado, 29/11/2025

TCU investiga custos para trazer ex-primeira-dama do Peru ao Brasil

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Em Brasília

O Tribunal de Contas da União (TCU) está apurando o sigilo imposto por cinco anos sobre as despesas relacionadas ao transporte da ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, ao Brasil, realizado em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB).

O procedimento, instaurado a pedido da deputada federal Caroline de Toni (PL-SC), permanece sob sigilo e sem acesso a documentos públicos. A notícia foi divulgada pelo UOL em 3 de agosto, quinta-feira.

Antes disso, a deputada já havia questionado a permanência de Heredia no país por meio de seu perfil no X (antigo Twitter). “É uma questão de caráter humanitário“, comentou o ministro Lewandowski ao defender o asilo concedido à ex-primeira-dama peruana, que foi condenada por lavagem de dinheiro e está em tratamento contra um câncer. Essa demonstração de humanidade e benevolência, segundo ele, não é estendida aos presos políticos do 8 de janeiro no Brasil.

Asilo diplomático causou tensão governamental

Nadine Heredia chegou ao Brasil em 16 de abril. Ela e o ex-presidente Ollanta Humala foram condenados a 15 anos de prisão relacionados à Operação Lava Jato.

O ex-presidente compareceu às audiências e, após a sentença, permaneceu preso. Já Heredia não esteve presente e, depois do veredito, buscou asilo na embaixada brasileira acompanhada do filho, Samir Mallko Ollanta Humala Heredia.

O governo brasileiro concedeu o asilo mencionado sob o argumento de “proteção humanitária”. Heredia afirma estar em tratamento contra câncer e sofrer perseguição política.

Estadão Conteúdo

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