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Sisu: Prazo de matrícula e adesão à lista de espera termina nesta segunda

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Nesta edição, o Sisu oferece 59.028 vagas em 76 instituições públicas de ensino em todo o país

A seleção para o Enem é feita com base no desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018 (INEP – ENEM/Divulgação)

Esta segunda-feira 17 é o último dia para que os estudantes selecionados na chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) façam a matrícula nas instituições de ensino superior públicas nas quais foram aprovados. Aqueles que não foram selecionados têm também até esta segunda-feira para aderir à lista de espera do programa.

Cabe aos estudantes verificar os horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em edital próprio. O resultado da chamada única do Sisu foi divulgado no último dia 10 e está disponível no site do programa.

Os estudantes selecionados podem pleitear auxílio para pagar transporte, moradia e outras despesas nas próprias instituições de ensino superior, de acordo com determinados critérios, como renda familiar. Os programas de assistência estudantil são implementados diretamente pelas instituições.

Lista de espera

As vagas que não forem preenchidas serão ofertadas para os estudantes em lista de espera. Quem não foi selecionado em nenhuma das duas opções de curso. feitas na hora da inscrição, na chamada única, e quiser integrar a lista tem até hoje para fazer a adesão, no site do Sisu.

O candidato deve acessar o sistema e, em seu boletim, clicar no botão que corresponde à confirmação de interesse em participar da lista de espera do Sisu.

O estudante poderá manifestar interesse para a primeira ou segunda opção de curso. Ao finalizar a manifestação, o sistema emitirá uma mensagem de confirmação.

Esses estudantes serão convocados a partir do dia 19. A convocação para a matrícula será feita pelas próprias instituições de ensino.

Nessa etapa caberá aos próprios candidatos acompanhar a convocação na instituição na qual estiverem pleiteando uma vaga.

Sisu 2019

Nesta edição, o Sisu oferece 59.028 vagas em 76 instituições públicas de ensino em todo o país. A seleção é feita com base no desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018.

Para participar é preciso ter obtido nota acima de zero na redação. Ao todo, 640.205 estudantes se inscreveram no programa, de acordo com balanço divulgado pelo MEC.

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Fissura em viaduto assusta população na Zona Norte de Natal

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Segundo Dnit, problema no viaduto de Igapó foi causado por “desgaste” em junta de dilatação e empresa responsável pela manutenção deve fazer serviço no local até esta terça (16).

Fissura aberta em viaduto do bairro Igapó, na Zona Norte de Natal — Foto: Tom Guedes/Inter TV Cabugi

Uma fissura se abriu no viaduto de Igapó, na Zona Norte de Natal, e assustou motoristas que trafegam na região, nesta segunda-feira (15). Uma junta de dilatação ficou bem mais aberta que as demais, que existem na obra. A imagem assustou a população – principalmente quem passa pelo trecho diariamente.

“Eu acho perigoso, pode causar um problema grave. Acho que se fosse em outra região da cidade, já tinham ajeitado. Aqui, as autoridades, esquecem. Falta manutenção periódica”, disse o gerente de farmácia, Saulo de Tarso da Silva, de 36 anos, que é usuário de transporte público e passa diariamente pelo local.

Responsável pelo viaduto, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) confirmou o defeito “decorrente de um desgaste da junta”, ressaltando que “não há qualquer dano estrutural do viaduto”.

Ainda de acordo com o órgão, uma equipe técnica foi até o local para analisar a fenda e a empresa responsável pela manutenção do trecho foi acionada para executar o reparo até esta terça (16), a fim de garantir a segurança dos usuários.

Segundo Dnit, fissura se abriu por causa de desgaste no viaduto de Igapó, em Natal — Foto: Tom Guedes/Inter TV Cabugi

Segundo Dnit, fissura se abriu por causa de desgaste no viaduto de Igapó, em Natal — Foto: Tom Guedes/Inter TV Cabugi

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Seca: Distrito Federal entra em estado de alerta devido à baixa umidade

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A umidade relativa do ar deve ficar abaixo dos 20% nesta segunda-feira (15/7)

O céu deve permanecer de claro a parcialmente nublado
(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para baixa umidade no Distrito Federal. O aviso, publicado no início da tarde desta segunda-feira (15/7), prevê que a umidade possa ficar abaixo dos 20%. De acordo com o órgão, a tendência é de que o tempo seco está apenas começando e deve durar até o fim de agosto.
Durante a madrugada, os termômetros registraram temperatura mínima de 11°C e podem marcar até 30°C no período da tarde, momento mais quente do dia e em que a umidade deve se mostrar menor. O céu permanece de claro a parcialmente nublado.
O Inmet prevê que ao menos o calor durante a tarde deve diminuir nos próximos dias. “A partir de quinta-feira (18/7), as temperaturas máxima e mínima devem cair, porém, a umidade deve se manter baixa”, explica o meteorologista Hamilton Carvalho.
Durante o tempo seco, a recomendação dos meteorologistas é de que o brasiliense se mantenha hidratado, bebendo bastante líquido, evite atividades físicas e exposição ao sol durante os picos de baixa umidade, use hidratante e umidifique os ambientes.

Estações

O tempo começou a mudar, de forma gradual, de quente e úmido para frio e seco em 20 de março, início dou outono. Em 21 de junho, o inverno começou na capital, trazendo as características desta segunda: baixa temperatura e umidade. A tendência é de que o tempo comece a mudar apenas em setembro, com o início da primavera e período que as chuvas devem voltar.
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Projeto fará diagnóstico de 64 comunidades indígenas e quilombolas

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Projeto Povos será financiado pela Petrobras, como uma medida de mitigação imposta pelo Ibama no processo de licenciamento ambiental da atividade de produção de petróleo e gás no polo do pré-sal

Projeto Povos foi lançado na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) deste ano
(foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

O Projeto Povos, que se dedicará a fazer levantamento da situação de 64 comunidades tradicionais da Serra da Bocaina, foi lançado nesse sábado (13) na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), no sul fluminense. Localizada na divisa dos estados Rio de Janeiro e São Paulo, a Serra da Bocaina abriga populações indígenas, quilombolas e caiçaras.
A iniciativa será desenvolvida pelo Observatório de Territórios Sustentáveis e Saudáveis da Bocaina (OTSS), uma parceria do Fórum de Comunidades Tradicionais (FCT) com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), instituição de pesquisa vinculada ao Ministério da Saúde.
O Projeto Povos será financiado pela Petrobras, como uma medida de mitigação imposta pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no processo de licenciamento ambiental da atividade de produção de petróleo e gás no polo do pré-sal.
“Vamos fazer uma cartografia social do território com uma proposta diferente de outras iniciativas semelhantes que são conduzidas por entidades privadas como empresas e organizações não governamentais, sem participação dos movimentos sociais, das lideranças comunitárias, das populações tradicionais”, disse Edmundo Gallo, pesquisador da Fiocruz e coordenador geral do OTSS..
Segundo ele, a ideia é dar protagonismo a essas comunidades com pouca visibilidade na sociedade. “Então os temas, que serão abordados, vão partir deles, dos interesses que eles manifestarem, daquilo que eles considerarem mais relevante”, acrescentou o pesquisador.
No programa, mais de 40 oficinas de caracterização e dez partilhas temáticas onde os participantes poderão trocar conhecimentos sobre temáticas diversas de seus interesses, como agroecologia, saneamento ecológico, educação diferenciada e turismo de base comunitária. Também serão produzidas, em linguagem simples e acessível, 15 publicações impressas, 55 vídeos curtos e dois videodocumentários com temas definidos pelas próprias comunidades.
Ao todo, são oito comunidades indígenas, oito quilombolas e 48 caiçaras. Metade de todas as 64 comunidades envolvidas no projeto é considerada patrimônio mundial da humanidade. Elas foram incluídas no dossiê da candidatura de Paraty e Ilha Grande que, na semana passada, se tornaram primeiro sítio do Brasil a ser aprovado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) como patrimônio mundial misto, que inclui bens naturais e culturais.
Além de traçar o panorama da situação atual, o Projeto Povo também levantará as demandas das comunidades em relação a temas como saúde, educação, saneamento, situação fundiária do território, práticas culturais, festas populares, trabalho e renda, segurança alimentar, modos de governança e outros temas. As reivindicações serão levadas aos respectivos órgãos competentes. Outro objetivo é identificar os possíveis impactos da exploração de petróleo não região.
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