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Servidores da Unidade de Internação de Planaltina suspendem as atividades

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O fechamento do posto policial que ficava em frente à unidade motivou a paralisação. De acordo com os servidores, a região é muito perigosa e sem o apoio da Polícia Militar não dá para continuar o trabalho

A paralisação começou na última terça-feira (9/7) quando o posto policial foi fechado
(foto: Reprodução da Internet)

Servidores do sistema socioeducativo que atuam na Unidade de Internação de Planaltina (UIP) suspenderam as atividades após o fechamento do posto policial que fica em frente à unidade. O motivo da paralisação, iniciada na última terça-feira (9/7), é a falta de segurança na região.
Por meio de nota, os servidores relataram ser comum tragédias como fugas em massa, resgates e até execução de agentes e internos da unidade. O presidente do Sindicato dos Servidores da Carreira Socioeducativa (SINDSEE-DF), Alexandre Rodrigues, contou que em 2015 o governo prometeu a instalação dos postos policiais em frente às unidades de internação para reforçar a segurança. No entanto, em 9 de julho houve a retirada de todos. O de Planaltina foi o último a ser fechado.
“Esses servidores estão em uma região onde a atuação de facções é grande. É perto de Arapoanga, Vale do Amanhecer, em frente ainda tem uma favelinha, bairros perigosos. É uma região com histórico de guerra mesmo e fica insustentável permanecer sem o apoio da PM”, ressaltou Alexandre.
Aos servidores, o comando-geral da Polícia Militar explicou que houve uma baixa nas ocorrências de Planaltina, por isso o posto deveria ser fechado. “Por conta disso, foram retirados 40 policiais de Planaltina, que serão realocados para outras regiões administrativas. Mas esqueceram de olhar para a parte onde fica a Unidade de Internação. A insegurança vai ficar ainda maior. Hoje, a gente quer que, pelo menos, os oito policiais que atuavam no posto voltem”, pediu o presidente do SINDSEE-DF.
Os servidores estão aguardando um posicionamento da Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania (Sejus) sobre a reativação do posto policial. “Enquanto não tivermos uma resposta, vamos manter a paralisação”, afirmou Alexandre.
A Sejus informou que está em contato com a Secretaria de Segurança Pública para garantir o retorno dos policiais militares. No entanto, assegura que em nenhum momento a unidade ficou desguarnecida de proteção. Durante todos os dias estão sendo feitas rondas sucessivas por meio de viaturas da Polícia Militar.
Segundo a  PM, a nova estratégia de segurança pública vem substituindo os postos policiais pelo Policiamento Ostensivo Geral à pé (POG), com viaturas e bases móveis, com o objetivo de aumentar a agilidade no atendimento policial e expandir a área de ação das equipes.
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Fogo em vegetação: incêndios simultâneos atingem áreas diferentes do DF

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Corpo de Bombeiros combate chamas no Paranoá, em Samambaia e no Taquari, na subida do Colorado, no dia em que o DF entrou em estado de alerta para baixa umidade

Incêndio na subida do Colorado, antes do Taquari, sentido Sobradinho
(foto: Divulgação/DER)

Três ocorrências de incêndios florestais ocorrem de forma simultânea na tarde desta segunda-feira (15/7). O Corpo de Bombeiros foi acionado para apagar as chamas no Paranoá, em Samambaia e no Taquari, na subida do Grande Colorado, próximo a Sobradinho. Equipes de diferentes regiões trabalham nos casos. Nas duas primeiras cidades, os militares precisaram pedir reforço após identificar chamas de média proporção.
No caso de Samambaia, os bombeiros identificaram a fumaça enquanto trabalhavam em outro chamado, em Ceilândia. Há uma coluna de fumaça grande na região da DF-180, no fim da cidade. Somente no Taquari há uma preocupação menor, porque, segundo os bombeiros, trata-se de um combate corriqueiro.
As ocorrências acontecem no dia em que o Distrito Federal entra em estado de alerta devido à baixa umidade da capital. O aviso, publicado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), prevê que a umidade possa ficar abaixo dos 20%. A tendência é de que o tempo seco esteja apenas começando e dure até o fim de agosto.
Segundo levantamento dos bombeiros, até a primeira semana de julho, a corporação atendeu a 1.599 ocorrências de fogo em áreas verdes. A região queimada chega a 1.090,84 hectares — mais de mil campos de futebol. Para evitar devastação, especialistas têm adotado ações de prevenção, como a utilização da técnica do aceiro, que está sendo realizada hoje em Áreas de Proteção Ambiental.
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Acidente entre dois carros na Epig causa engarrafamento e complica trânsito

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Dois veículos bateram e uma mulher foi atendida pelo Corpo de Bombeiros sentindo dores no tórax

Engarrafamento provocou lentidão de cerca de 30 minutos
(foto: Vicente Nunes/CB/D.A Press)

Um acidente na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) no início da tarde desta segunda-feira (15/7) deixou o trânsito impactado na via. Dois carros bateram por volta das 14h20 e o Corpo de Bombeiros foi acionado para atendimento dos envolvidos. Houve perícia no local, o que prolongou o engarrafamento.
A colisão ocorreu na altura do complexo da Polícia Civil. Uma mulher que estava em um dos carros foi atendida por sentir dores no tórax, mas não houve necessidade de transporte de nenhuma das vítimas ao hospital.
Ainda não há informações sobre quantos quilômetros de engarrafamento se formaram na via, mas motoristas relatam até 30 minutos de lentidão em frente ao Departamento de Polícia Especializada (DPE). Apenas uma pista ficou liberada para os carros.
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Polícia prende acusado de arrombar cofre de loja e levar quase R$ 150 mil

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Segundo investigação, ele é acusado de integrar uma quadrilha responsável por roubar uma distribuidora de bebidas. Ao cometer o crime, grupo se passou por agentes da Polícia Civil

Um homem acusado de integrar uma quadrilha responsável por roubar uma distribuidora de bebidas acabou preso. O crime ocorreu em outubro de 2018, mas policiais civis chegaram ao suspeito na sexta-feira (12/7). À época, os criminosos agiram vestidos de policiais civis, enganando o vigilante da loja, que foi rendido. O caso ocorreu na madrugada do dia 15 de outubro do ano passado, em um estabelecimento no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (Saan).

Conforme noticiado à época, um grupo de cinco homens chegou na porta da distribuidora e, disfarçados de policiais, levou um dos comparsas que se passava por um preso. O farsante estava alegemado. Os colegas, então, disseram ao vigilante que precisavam procurar uma arma que havia sido jogada na distribuidora pelo falso preso.
O vigilante abriu o portão para os bandidos e, neste momento, acabou rendido. Ele também teve a arma tomada pelos criminosos. Na ação, o grupo se direcionou ao interior da empresa. O suspeito detido pelos policiais, identificado como T.B.M., arrombou um cofre que tinha R$ 149,8 mil. O acusado utilizou uma mola de caminhão para a ação.
Além do dinheiro, os bandidos levaram um colete a prova de balas, um revólver calibre .38, e a arma do vigilante. Eles fugiram de carro do local. Agentes da Divisão de Repressão a Roubos e Furtos da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (DRF-Corpatri) identificaram T.B.M e realizaram a prisão dele.
Policiais também chegaram até outros dois integrantes do grupo: um morreu ainda no dia do crime, em Taguatinga; e W.C.T. que é considerado foragido. A investigação do caso continua, uma vez que dois dos bandidos ainda não foram identificados.
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