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Serviço Secreto interroga homem que perseguia filha de Obama

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O homem tentou na semana passada entrar no prédio onde Malia trabalha como estagiária para pedir que se casasse com ele

Washington – O Serviço Secreto dos Estados Unidos interrogou um homem que assediava e seguia Malia Obama, filha do ex-presidente americano Barack Obama, em Nova York, onde ela trabalha, informou nesta quarta-feira o jornal “New York Daily News”.

Segundo fontes citadas pelo jornal, Jair Nilton Cardoso tentou na semana passada entrou no prédio onde Malia trabalha como estagiária para pedir que se casasse com ele.

Na mesma semana, o homem voltou a procurá-la e segui-la pelas ruas de Manhattan, e membros do Serviço Secreto, que protegem as famílias de todos os presidentes dos EUA, o abordaram.

O Serviço Secreto decidiu interrogar Cardoso após perceber que no passado ele já havia tentado entrar na Casa Branca quando Barack Obama ainda estava no poder (2009-2017).

Os agentes levaram Cardoso a um centro psiquiátrico para que fosse avaliado e estão considerando a possibilidade de apresentar contra ele acusações por assediar a filha mais velha de Barack Obama.

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Cervo-do-padre-david, à beira da extinção, volta às terras chinesas

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Desaparecido da China no final do século XIX, o animal foi reintroduzido 100 anos depois e, hoje, conta com 8.000 exemplares, estimou o Ministério do Meio Ambiente

(crédito: Jade GAO / AFP)

 

Sobreviveu a enchentes, contrabando e até bombas. À beira da extinção, o cervo-do-padre-david volta a rugir na China, sua terra de origem, depois de passar várias décadas na Europa.

A extraordinária sobrevivência deste cervo com chifres impressionantes reflete a importância da cooperação internacional, no momento em que uma conferência da ONU sobre biodiversidade (COP15) está sendo realizada na China.

Desaparecido da China no final do século XIX, o animal foi reintroduzido 100 anos depois e, hoje, conta com 8.000 exemplares, estimou o Ministério do Meio Ambiente na semana passada.

“Sua sobrevivência contra todas as probabilidades se deve à sorte e à determinação de um pequeno grupo de amigos da natureza na China e no exterior”, resume Zhou Jinfeng, membro da associação que participou da reintrodução do animal em seu país.

Esta espécie leva o nome do padre Armand David, um missionário francês que a descobriu em meados do século XIX em seu último refúgio natural, um terreno de caça do imperador da China no sul de Pequim.

Em 1895, o rebanho escapou por pouco da extinção, depois de uma inundação neste terreno pantanoso. Cinco anos depois, o último espécime foi morto e comido por soldados alemães destacados para ocupar a capital chinesa após a Revolta dos Boxers.

Felizmente, alguns desses animais foram enviados para a Europa.

Foi graças a esta iniciativa que 22 de seus descendentes puderam regressar à China em 1985, no âmbito de uma reaproximação entre Pequim e Londres, antes da devolução de Hong Kong ao gigante asiático.

Atualmente, cerca de 200 espécimes vivem em um habitat semi-selvagem no antigo domínio imperial de Nanhaizi.

Zonas protegidas

A história da sobrevivência do cervo é menos conhecida do que a do panda gigante, um dos símbolos da fauna ameaçada de extinção que hoje tem mais de 1.800 exemplares e foi retirado da lista de espécies ameaçadas.

A potência chinesa se orgulha de seus esforços para proteger a biodiversidade. Em sessão da COP15, na terça-feira (12), o presidente Xi Jinping prometeu uma contribuição de US$ 233 milhões para a proteção da natureza nos países em desenvolvimento.

A China designou 18% do território nacional como área protegida. O desmatamento, a exploração ilegal do subsolo e o turismo ainda pesam, porém, sobre o futuro dessas reservas e o habitat dos animais.

“A China investiu bilhões para salvar pandas, elefantes e outros animais, mas o crescimento da indústria prejudicou seriamente a biodiversidade em muitas regiões do país”, admite Zhou, da Fundação para o Desenvolvimento Verde e Proteção da Biodiversidade na China.

Após décadas de industrialização e urbanização massiva, a poluição tem causado estragos em espécies como o golfinho Yangtze, considerado praticamente desaparecido, ou o jacaré chinês, uma espécie criticamente ameaçada de extinção.

O cervo-do-padre-david também sobreviveu graças aos esforços do duque de Bedford, um nobre inglês que conseguiu multiplicar a espécie em suas terras ao norte de Londres.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o duque teve de mover o grupo várias vezes para evitar bombardeios alemães.

A mudança para a Europa “foi uma bênção inesperada, pois a população conseguiu sobreviver após sua extinção na China”, disse Zhou.

Este cervo ainda é classificado como “extinto na natureza”, de acordo com a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), mas alguns de seus espécimes foram levados para áreas naturais, e a China espera reconstituir uma espécie selvagem.

“A China é o país deles… Sua comida, clima e meio ambiente são bons para eles”, acrescenta Zhou.

 

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México exigirá visto de brasileiros para barrar imigração ilegal aos EUA

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Ainda não se sabe quando a medida entrará em vigor

Bandeiras do México e dos EUA na frente da bolsa de Nova York (New York Stock Exchange) nos Estados UnidosBandeiras do México e dos EUA na frente da bolsa de Nova York (New York Stock Exchange) nos Estados Unidos (Lucas Jackson/Reuters)

O governo do México vai voltar a exigir vistos para brasileiros que desejarem entrar no país, informou um documento publicado nesta quinta-feira, 14, pelo governo mexicano. Ainda não se sabe quando a medida entrará em vigor.

Essa exigência apareceria como forma de desestimular a ida de brasileiros ao México que tentem migrar para os Estados Unidos por terra — a fronteira entre os dois países americanos vive uma crise migratória com alto fluxo de pessoas, incluindo cidadãos do Brasil.

O documento de um anteprojeto com a medida foi publicado nesta quinta-feira pela Comissão de Melhora Regulatória (Conamer), órgão do governo mexicano.

A exigência será temporária, até que os fluxos migratórios estejam “seguros, ordenados e regulares”, diz o documento. O governo brasileiro já foi comunicado da decisão.

“A Secretaria de Relações Exteriores comunicou o governo da República Federativa do Brasil da decisão do Estado mexicano de suspender de maneira temporária o acordo para supressão de vistos em passaportes ordinários”, diz o texto. O acordo vigorava desde 2013.

O número de brasileiros que têm usado a fronteira com o México para entrar irregularmente nos Estados Unidos aumentou neste ano. Até o final de setembro, 47.484 cidadãos do país foram detidos pela patrulha de fronteira americana, segundo o Departamento de Segurança Interna dos EUA — um aumento de 400% em relação ao ano passado, quando 9.147 foram detidos no mesmo período. É bem mais do que o dobro do registrado em 2019, quando eram 18.000. Entre os detidos pelos agentes de fronteira, os brasileiros são os sextos mais numerosos.

A partir deste mês, os EUA passaram a enviar ao Brasil dois aviões por semana com brasileiros deportados, em vez de um.

Segundo o anteprojeto assinado pelo secretário de Governo mexicano, Adán Augusto López Hernández, a exigência de visto visa responder ao aumento “substancial” de brasileiros que entram no país para outra finalidade que não o turismo.

“Parte dessa situação se reflete nos fluxos migratórios, com a identificação de pessoas cujo perfil não se ajusta ao do turista genuíno e apresenta incoerências em sua documentação e informação, aumentando a possibilidade de que um número significativo de pessoas pretenda utilizar a supressão do visto indevidamente”, aponta o documento.

O governo mexicano pede que haja ações conjuntas dos dois países para possibilitar o uso “adequado” da supressão da necessidade de vistos. A medida passa a valer 15 dias após a publicação no Diário Oficial mexicano, o que ainda não ocorreu.

Senador dos EUA critica brasileiros “com roupa de grife”

O senador do Partido Republicano dos Estados Unidos Lindsey Graham afirmou, durante entrevista a uma rede de TV, que 40.000 brasileiros cruzaram a fronteira entre os Estados Unidos e o México “usando roupas de marcas e bolsas da Gucci”.

Ele, que faz parte do partido de oposição ao presidente Joe Biden, fez a afirmação à rede Fox News nesta quarta-feira, 13, mas não apresentou evidências do que afirmou.

“As escolhas políticas de Biden estão pelo mundo. Nós tivemos 40.000 brasileiros só no posto de fronteira de Yuma, indo para o estado de Connecticut usando roupas de marcas e bolsas da Gucci. Isso não é mais imigração econômica. As pessoas veem que os Estados Unidos estão abertos e tiram vantagem de nós, e não vai demorar muito para que um terrorista se misture a essa multidão.”

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Caso raro: moeda da Coreia do Norte se valoriza 25% frente ao dólar

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Em meio a pior crise econômica em 20 anos, won não para de subir, intrigando especialistas; repressão a uso do dólar e fechamento de fronteiras pode estar por trás do fenômeno

Kim Jong-Un: moeda da Coreia do Norte tem valorização de 25% frente ao dólar (KCNA VIA KNS/AFP)

Os economistas estão com dificuldade de entender um caso raro de valorização de uma moeda em meio a uma recessão e projeções pessimistas para o curto, médio e longo prazo. O won, da Coreia da Norte, teve uma valorização de 25% em relação ao dólar este ano, apesar da derrocada econômica do país — no ano passado, o PIB teve a maior queda das últimas duas décadas, com uma contração de 5.9% na produção industrial e 7,6% na agropecuária. E as exportações caíram 70%, com o fechamento das fronteiras em função da pandemia.

Ao mesmo tempo, o won não parou de se valorizar, o que tem deixado muitos especialistas intrigados. Uma combinação de fatores pode estar por trás do fenômeno. Um deles é uma possível repressão ao uso de moeda estrangeira. Diversos varejistas na capital, Pyongyang, deixaram de aceitar dólar em pagamentos feitos por estrangeiros, segundo a embaixada da Rússia.

Também há relatos de que as autoridades estão solicitando que os cidadãos informem o valor das reservas em dólar que mantém em casa. Os norte-coreanos costumam guardar dólares para compras especialmente de importados vindos da China, de acordo com a NK Investment Development, empresa de pesquisas e dados sobre o mercado do país.

Soma-se a isso o fechamento das fronteiras e do comércio internacional durante a pandemia, o que praticamente zerou a necessidade de trocas em dólar. Com isso, a demanda por moeda estrangeira teria caído.
A NK Investment também desconfia que o governo possa estar forçando uma cotação artificial do won e causar uma deflação para evitar perdas piores para a economia.
Seja lá o que for, pode não acabar bem. A volatilidade do câmbio deve levar a incertezas crescentes e dificuldades na alocação de recursos, segundo Choi Ji-young, pesquisadora do Korea Institute for National Unification, da Coreia do Sul. “Embora o ganho da moeda possa beneficiar empresas apoiadas pelo governo e famílias que não possuem dólares, a instabilidade crescente do won é negativa para o país como um todo”, disse.
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La Palma registra terremoto de 4,5 graus — o maior até agora

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Três dos 60 terremotos registrados foram sentidos pela população na ilha de La Palma, na Espanha

UME(Fotos Públicas)

 

Um total de 60 tremores foi registrado na ilha de La Palma (Canárias) desde a zero hora (horário local) de hoje (14), um deles de 4,5 graus, o maior sentido até agora desde que começou a erupção do Vulcão Cumbre Vieja, há 26 dias.

Segundo o Instituto Geográfico Nacional espanhol (IGN), a atividade sísmica aumentou nas últimas horas na ilha. depois de ter diminuído ligeiramente nessa quarta-feira (13).

Três dos 60 terremotos registrados foram sentidos pela população, tendo o de maior magnitude ocorrido às 2h27 (horário local) em Mazo, com magnitude de 4,5 na escala Richter, a uma profundidade de 37 quilômetros (km), após outro de 4,1 graus, na mesma cidade e à mesma profundidade.

O terceiro mais forte foi sentido em Fuencaliente, com magnitude de 3,6 graus e profundidade de 10 km.

As autoridades determinaram a retirada dos moradores de um novo bairro no município de Los Llanos de Aridane, na ilha de La Palma, devido ao avanço do último fluxo de lava gerado pela erupção do Cumbre Vieja.

Segundo fonte do governo regional das Canárias citada pela agência espanhola Efe, estima-se que essa nova retirada afete cerca de 15 pessoas que vivem na área.

Esta é a segunda evacuação feita em apenas 24 horas devido ao avanço do novo deslizamento de terra que se formou nos últimos dias a norte do principal, depois de cerca de 800 moradores do bairro de La Laguna terem sido orientados a abandonar suas casas na terça-feira (12) à tarde.

Os indicadores monitorados por cientistas no vulcão de La Palma, especialmente as emissões de dióxido de enxofre, sugerem que o fim da erupção não vai ocorrer a curto ou médio prazo, segundo a porta-voz do comitê científico do Plano de Emergência Vulcânica das Ilhas Canárias (Pevolca).

Segundo as medições do sistema de satélite europeu Copernicus, a lava ocupa 656 hectares e já afetou 1.541 construções, das quais 1.458 foram destruídas.

Uma nuvem de dióxido de enxofre, emitida pela erupção do vulcão atingiu a Península Ibérica e deverá estar na atmosfera até esta sexta-feira (15), informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

Usando previsões do Serviço de Monitoramento Atmosférico do programa de observação por satélite europeu Copernicus, a entrada de dióxido de enxofre” está acima dos 3 mil metros de altitude, “não afetando por isso as concentrações desse gás na superfície”.

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Incêndio em prédio em Taiwan deixa pelo menos 46 mortos

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O incêndio começou durante a madrugada no edifício de 13 andares e destruiu uma grande parte do imóvel antes que os bombeiros conseguissem controlar as chamas

Equipes de resgate trabalham após o incêndio que destruiu edifício em Kaohsiung, sul de Taiwan, em 14 de outubro de 2021. (AFP/AFP)

Um incêndio que destruiu um edifício na cidade de Kaohsiung, sul de Taiwan, deixou 46 mortos e dezenas de feridos, informaram nesta quinta-feira (14) as autoridades, numa das tragédias mais mortíferas em um bloco de apartamentos em 20 anos.

O incêndio começou durante a madrugada no edifício de 13 andares e destruiu uma grande parte do imóvel antes que os bombeiros conseguissem controlar as chamas.

“O incêndio deixou 41 feridos e provocou 46 mortes”, afirmou o departamento de bombeiros de Kaohsiung em um comunicado.

Imagens publicadas pela agência oficial de notícias Central News Agency mostraram a fumaça nas janelas do prédio, enquanto os bombeiros tentavam conter as chamas.

A maioria das mortes aconteceu entre os andares 7 e 11, de uso residencial, destacaram os bombeiros. Os primeiros cinco andares são de uso comercial e estavam vazios no momento do incêndio.

O corpo de bombeiros informou que enviou mais de 70 caminhões para combater as chamas.

Alguns moradores afirmaram que ouviram ruídos altos nos andares inferiores, onde o incêndio começou.

“Eu ouvi muitas explosões ‘bum, bum, bum’ no andar térreo e desci para investigar”, disse um morador que não quis se identificar à Formosa TV.

“Então eu percebi que havia um incêndio e chamei a polícia”.

Incêndio em um prédio na cidade de Kaohsiung, em 14 de outubro de 2021 no sul de Taiwan. (AFP/AFP)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Outra sobrevivente testemunhou, sob anonimato, que quando abriu a porta para sair “o corredor estava cheio de fumaça preta”.

Durante a manhã foi possível observar a dimensão dos danos, com todos os andares do edifício afetados pelas cinzas.

Um policial de Kaohsiung afirmou à AFP que o edifício tem 40 anos e é habitado principalmente por pessoas com poucos recursos.

As autoridades não descartaram a hipótese de incêndio intencional, segundo a mesma fonte, que revelou apenas o sobrenome (Liu), enquanto as equipes forenses seguiram para o local para investigar a tragédia.

É o incêndio mais mortal em Taiwan em décadas. O último incêndio com um número semelhante de vítimas ocorreu em 1995, quando 64 pessoas morreram um clube de karaokê lotado.

É também um dos mais mortíferos em um edifício residencial no mundo nos últimos 20 anos.

Taiwan, uma ilha frequentemente afetada por terremotos e tufões, tem códigos rígidos de construção e um histórico positivo na área de segurança.

Os edifícios antigos, no entanto, representam um risco.

O desabamento dos prédios antigos durante os recentes terremotos causou o maior número de mortes na ilha.

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Decisão da justiça nos EUA pode acelerar emissão de vistos no Brasil

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Corte federal decidiu que embaixadas e consulados não poderão permanecer fechados por conta da pandemia

Michael Appleton / Mayoral Photography Office (Fotos Públicas)

Talvez você tenha sentido na pele a dificuldade para viajar durante a pandemia. E, no caso dos Estados Unidos, existe um problema a mais: a dificuldade de agendar entrevistas de vistos – tanto para turismo como para estudo, intercâmbio ou trabalho temporário – por conta da embaixada e do consulado com funcionamento restrito. Mas uma decisão da justiça pode mudar essa situação.

De acordo com a corte federal norte-americana, o Departamento de Estado, agência responsável pelos serviços consulares do país, não poderá mais suspender os agendamentos com base na pandemia. Vale lembrar que, desde maio, estudantes, acadêmicos, jornalistas e indivíduos que apoiassem o combate à covid-19 poderiam solicitar o limitado visto NIE (exceção de interesse nacional).

“É importante dizer que, apesar de o anúncio feito pela justiça dos Estados Unidos, o Departamento do Estado não foi notificado oficialmente por meio de uma ordem-executiva, o que é necessário para que uma lei deste tipo seja ratificada e possa ser colocada em prática”, afirma Felipe Alexandre, advogado especializado em imigração e proprietário da consultoria jurídica AG Immigration.

Fato é que, mesmo antes da mudança definitiva, os serviços consulares já foram retomados aqui, ainda que em passos lentos: são constantes os relatos de dificuldade para marcar entrevistas e, para os vistos para turismo, o agendamento está previsto somente para o segundo semestre de 2022.

“Todos os setores da embaixada e dos consulados dos Estados Unidos no país deverão operar com 100% da capacidade em dezembro e certamente haverá uma diminuição do atual tempo de espera para quem quer solicitar o visto. Muitas pessoas têm reclamado do tempo de espera, que pode levar quase um ano, mas é bem provável que o prazo diminuirá o mais breve possível”, diz Alexandre.

 

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