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Saiba como se inscrever em programa de moradia de SP

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Inscrições do programa foram prolongadas até 24 de novembro. Serão 7.160 beneficiários. Atualmente, são 60 mil inscritos.

O programa Morar Bem, do governo do estado de São Paulo, teve o período de inscrições prolongado. Os interessados, que devem ter baixa renda, devem se cadastrar até o dia 24 de novembro. O projeto é uma Parceria Pública-Privada da Habitação (PPP) e terminaria neste domingo (24).

As inscrições devem ser feitas pelo site da Secretaria de Estado da Habitação (www.habitacao.sp.gov.br), no botão “Inscrições Abertas – Faça seu Cadastro PPP”.

Para participar, é necessário ter ao menos um membro da família trabalhando na área central da cidade de São Paulo e ter renda familiar mensal bruta de um a seis salários mínimos, ou seja, de R$ 810,00 a R$ 4.344,00. Serão 7.160 beneficiários. Atualmente, são 60 mil inscritos.

De acordo com a legislação estadual, há reservas de 5% para idosos; 7% para pessoas com deficiência; 4% para policiais civis e militares e agentes de segurança e escolta penitenciária; e 10% para servidores e empregados públicos, de qualquer esfera de governo.

O objetivo do programa é aproximar a moradia do emprego e dos eixos de transporte de massa e reduzir o tempo de deslocamento dos trabalhadores.

O sorteio será feito no dia 15 de dezembro, por meio eletrônico e poderá ser acompanhado em tempo real pelo site da Secretaria de Habitação (www.habitacao.sp.gov.br).

Caso o candidato classificado não comprove a renda informada ou não preencha as condições impostas pela instituição financeira para conseguir o financiamento, será desclassificado e será convocado o próximo da lista de reserva. A classificação dos interessados será por meio de sorteio, levando-se em consideração as cotas legais e as faixas de renda.

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Ribeirão Preto, SP, registra 93 novos casos de Covid-19 e dois óbitos, diz Prefeitura

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Pelo terceiro dia consecutivo, UTIs têm 47,51% de ocupação, com 86 internados em 181 vagas disponíveis. Nesta quarta-feira (28), total de infectados é de 30.831 e o de mortes é de 845.

Epidemias de Sars e Mers já ‘anteciparam’ algo em relação à Covid-19, diz especialista — Foto: Getty Images via BBC

O boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (28) pela Prefeitura aponta 93 novos casos confirmados de Covid-19 em Ribeirão Preto (SP), em comparação aos dados do dia anterior. No total, são 30.831 moradores infectados desde março.

novo balanço registrou ainda mais dois óbitos, elevando o total para 845. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, as mortes ocorreram nos dias 19 e 26 de outubro e são de duas pacientes, de 62 e 81 anos, que estavam internadas em hospitais particulares.

Ao todo, a cidade contabiliza 470 mortes de pacientes do sexo masculino e outras 375 de pacientes do sexo feminino.

Em comparação ao boletim de terça-feira (27), mais 174 moradores testaram negativo para o novo coronavírus, chegando a 38.432 suspeitas descartadas por exames.

Nesta quarta-feira, o número de pessoas que aguarda resultado de testes é de 1.031.

Hospitais

De acordo com o site leitoscovid.org, que mostra em tempo real a situação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e enfermaria na rede de saúde da cidade, às 18h desta quarta-feira, 86 pacientes em estado grave estavam internados nas 181 vagas disponíveis – 47,51% de ocupação, mesmo índice de terça-feira.

Só nos hospitais públicos, onde estão 116 vagas, 40 estavam ocupadas – taxa de 34,48%.

Na enfermaria, dos 225 leitos oferecidos no total, 85 estavam preenchidos – índice de 37,78%.

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TCE-PB condena ex-prefeito de São Sebastião de Umbuzeiro a pagar dívida de quase R$ 9 milhões

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Contas da prefeitura em 2014 foram rejeitadas porque ex-gestor não aplicou os percentuais mínimos em saúde e educação.

Prefeitura de São Sebastião do Umbuzeiro, PB. Ex-prefeito é condenado a pagar quase quase R$ 9 milhões por prejuízos aos cofres públicos. — Foto: Reprodução/Site da Prefeitura de São Sebastião do Umbuzeiro

O ex-prefeito de São Sebastião do Umbuzeiro, Francisco Alípio Neves, foi condenado a pagar quase R$ 9 milhões por prejuízos aos cofres do município, conforme decisão do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), nesta quarta-feira (28). As contas da prefeitura em 2014 foram rejeitadas porque não foram aplicados os percentuais mínimos em saúde e educação, e porque deixou de recolher 100% das contribuições previdenciárias, que garantem a aposentadoria dos servidores.

O G1 tentou entrar em contato com o prefeito, mas até a publicação desta reportagem não havia conseguido localizar o ex-gestor.

O TCE-PB multou o ex-prefeito em R$ 8.815,42 por transgressão a normas constitucionais e legais. Ele tem um prazo de 30 dias para efetuar o pagamento ao Tesouro Estadual, no Fundo de Fiscalização Orçamentária e Financeira Municipal.

Ainda de acordo com o TCE, o ex-prefeito cometeu diversas irregularidades, como déficit financeiro e orçamentário, despesas sem comprovação, sonegação de documentos junto ao TCE e omissão de gastos.

Nos percentuais mínimos, valor mínimo de recursos orçamentários do município que devem ser aplicado em ações e serviços públicos, o ex-prefeito aplicou apenas 2.95% em educação, sendo 25% o mínimo exigido por lei. Para a saúde, foram aplicados apenas 9.11%, dos 15% estabelecidos pela Constituição Federal.

Francisco Alípio Neves já foi condenado pelo TCE-PB, em 2019, por dívidas de cerca de R$ 53 mil aos cofres públicos causadas por contratação de despesas sem comprovação referentes à locação de carro de som no valor de R$ 9.800,00 e contratação de serviços de aração de terra no valor de R$ 42.790,00.

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Incêndio no Hospital de Bonsucesso deixa 2 mortos; ambos tinham covid-19

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Vítimas estavam em estado grave na UTI; uma delas morreu ao ser transferida para outro local

Hospital Federal de Bonsucesso: paciente estava em estado grave no CTI da unidade de saúde (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Um incêndio de grandes proporções atingiu na manhã desta terça-feira o Hospital Geral de Bonsucesso, uma unidade de referência para diferentes especialidades no Rio de Janeiro, e duas pacientes que estavam internadas com covid-19 morreram.

As duas vítimas estavam internadas em estado grave devido à doença causada pelo novo coronavírus e morreram durante o processo de transferência devido ao fogo. As vítimas tinham 42 e 83 anos, segundo o hospital, localizado na zona norte da cidade.

No prédio que pegou fogo havia 25 pacientes em estado grave.

O Corpo de Bombeiros informou que o fogo foi controlado no início da tarde, mas os bombeiros levaram mais algumas horas para conseguir apagar os sinais de fumaça.

“O rescaldo ainda vai demorar bastante. As causas estão sendo apuradas, mas começou no subterrâneo onde tinha muito material inflamável. Por sorte, o hospital é dividido em prédios e isso ajudou na evacuação. Mas como o subterrâneo se comunica entre os prédios a fumaça se espalhou“, disse o porta-voz do Corpo de bombeiros, Lauro Botto.

O incêndio teria começado em um prédio onde estariam cerca de 200 pacientes. Segundo relatos, houve pânico e correria entre pacientes, parentes, funcionários e profissionais de saúde.

O local precisou ser esvaziado às pressas por causa das chamas e da coluna de fumaça.

“A situação está complicada. Tem pacientes críticos graves que foram levados para o estacionamento do hospital onde não tem como ligar equipamentos e monitores… Tem profissional passando mal, o prédio foi todo evacuado, mas a fumaça chega ao outro prédio“, disse a técnica de enfermagem Tassiana Cardoso.

“Foi um pânico e um desespero danado, só pensava em salvar meu filho“, disse Ana Diniz, que estava com o filho de apenas 4 dias de vida, nascido no hospital.

Bombeiros de 12 unidades e quartéis foram acionados para conter as chamas.

Segundo o secretário de Defesa Civil do Estado, Leandro Monteiro, a unidade atingida pelo incêndio já tinha sido notificada duas vezes e houve dois autos de infração do Corpo de Bombeiros.

“Nós estávamos num processo de interdição do hospital, mas é humanamente impossível interditar um hospital com 400 a 500 leitos“, disse.

Peritos da Polícia Federal estiveram no local para avaliar o prédio afetado pelo incêndio.

 

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Na politização da pandemia, vermífugo nitazoxamida é a polêmica da vez

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Uso do antiparasitário nitazoxamida contra a covid-19 tem apoio de grupo de médicos, mas desperta ceticismo na comunidade científica

(crédito: Evaristo Sá/AFP)

Os esforços no combate ao novo coronavírus dividem-se com a polarização ideológica. Vacinas com potencial latente têm a credibilidade questionada devido à origem, num cenário de embate político entre os articuladores dos imunizantes. Na politização da pandemia, entram não só as vacinas, mas medicamentos e discussões de tratamento. Substituindo o debate em torno da cloroquina, a figura da vez é o antiparasitário nitazoxanida, apresentado pelo governo federal como remédio eficaz contra a covid-19. O anúncio foi interpretado como uma forma de tirar dos holofotes a “vacina chinesa do Doria”, como se refere o presidente Jair Bolsonaro ao imunizante chinês CoronaVac, e despertou uma onda de expectativa, com certo ceticismo, na comunidade científica.

Em coletiva na última semana, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) afirmou que o vermífugo cujo nome comercial é Annita, é eficaz no tratamento da covid-19. De acordo com a pesquisadora responsável pelo estudo clínico do MCTI, Patrícia Rocco, doutora e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi aplicada a metodologia randomizada, quando se controlam dois grupos em situações semelhantes, em que um recebe a dose da substância avaliada e o outro, não. Nesse caso, nem o médico nem o paciente sabiam quem estava recebendo a medicação e quem estava recebendo o efeito placebo, método chamado duplo-cego.

“A nitazoxanida, em comparação com o placebo, acarretou, ao final da terapia, redução significativa da carga viral em um maior número de pacientes”, disse Rocco. Foram administrados nitazoxanida 500mg ou placebo três vezes ao dia, durante cinco dias, em 1,5 mil voluntários diagnosticados com covid-19, ainda no início da manifestação dos sintomas.

No entanto, não houve nenhum detalhamento dos resultados, inclusive sendo usada, para ilustrar a apresentação, uma imagem simbólica e genérica, disponível na internet, de um gráfico em queda. A justificativa para não apresentar os dados foi a de que o estudo ainda seria divulgado em uma revista internacional, o que exigia o embargo das informações até a publicação.

Doutora em microbiologia pela Universidade de São Paulo (USP) e presidente do Instituto Questão de Ciência (IQC), Natalia Pasternak ressalta que é difícil debater o tema sem os dados do estudo, atitude incomum no meio científico. “A publicação dos dados preliminares é incentivada pelas melhores instituições e revistas científicas. Isso tem sido, inclusive, encorajado durante a pandemia, para que a comunidade científica conheça os dados mesmo que eles não tenham passado ainda pela revisão de seus pares”, ressalta.

A infectologista Joana D’Arc Gonçalves ressalta que o Nitazoxanida é semelhante a outros tipos de antiparasitários que apresentam bons resultados in vitro, mas não possuem a mesma eficácia na análise in vivo. “Ainda é cedo para se falar sobre a eficácia desse antiparasitário e ver quais os benefícios que ele vai trazer. Algumas metodologias de análises no caso da covid são complexas. Por exemplo: se eu falo que o remédio diminuiu a carga viral do paciente, os métodos que temos para poder mensurar isso são controversos, pois o teste de diagnóstico RT-PCR tem uma sensibilidade que vai variar com o tempo e com a técnica”, justifica a médica. “Temos que ter cuidado para não gerar uma expectativa muito alta em relação ao tratamento, porque isso leva a uma corrida desesperada das pessoas e os fármacos chegam a faltar”, pontua.

A apresentação do MCTIC com a falta de dados publicados é vista, ainda, como uma estratégia política para tirar dos holofotes o anúncio dos resultados da vacina CoronaVac, que ocorria no mesmo momento da coletiva sobre a nitazoxanida. “Agora, Bolsonaro pede provas científicas (para debater a vacina), mas, ao que parece, já se esqueceu da cloroquina”, critica o médico e doutor em saúde pública Flávio Goulart, referindo-se à defesa do presidente da República ao uso do medicamento no tratamento da covid-19, mesmo sem estudos que comprovem a eficácia. Para ele, o anúncio do ministro Marcos Pontes vem como uma nova ação publicitária de mais um remédio sem comprovação contra a doença.

Quem também critica o viés ideológico por trás da apresentação do MCTIC é o diretor científico da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) no DF, José David Urbaez. “Isso não é uma pesquisa, é a construção de uma narrativa. Uma pesquisa para ser avaliada apresenta resultados, tabelas, estatísticas, informações de diferentes estratos segundo idade, procedência, as comorbidades dos voluntários do estudo, isso é discutir pesquisa. O que o ministério fez não tem nada a ver com discutir um tratamento”, afirma.

Defesa

O Ministério da Ciência e Tecnologia não foi o único a conduzir análises sobre os efeitos do nitazoxanida em pacientes com covid-19. Em Volta Redonda (RJ), um grupo independente de médicos realiza um estudo clínico que administra a droga, já nos primeiros sintomas da doença, em pessoas de grupos de risco. “A minha conduta clínica em Volta Redonda (RJ) não tem relação com o governo federal, mas os dados informados pelo ministério estão em linha com aquilo que observamos”, explica o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e infectologista Edimilson Migowski, que lidera o estudo.

No município fluminense, 415 pacientes leves e de grupos de risco foram tratados precocemente com nitazoxanida e, até o momento, o levantamento indicou que a droga foi capaz de frear o agravamento da doença e todos estão bem, sem internação, intercorrência ou óbito. “Temos dados clínicos muito sugestivos que o tratamento precoce é seguro e eficaz para salvar vidas. Junto minha experiência prática com a de médicos que já trataram da mesma forma. Mais de mil pessoas foram salvas, inclusive pacientes de elevadíssimo risco, como renais crônicos, passando por hemodiálise”, defende Migowski, que há mais de 10 anos estuda os efeitos positivos deste princípio ativo, no Brasil.

“O medicamento foi, inicialmente, licenciado para tratamento de vermes, parasitose intestinal, mas mostrou uma ação antiviral bem interessante. Inclusive consta na bula que ele pega rotavírus, norovírus e adenovírus. Uma pesquisa que fiz em 2010 mostrava uma ação também na emissão da replicação do vírus da dengue e da febre amarela. Vários outros estudos foram publicados, mostrando que pega, também, Hepatite B e C, influenza, zika, chikungunya, ebola, HIV. Apesar de não ser o melhor produto para tratar algumas dessas doenças, para algumas viroses tem se mostrado bastante eficaz”, afirma Migowski.

Coronavírus já deixou mais de 137 mil mortos

O Brasil registrou nas últimas 24 horas 231 mortes em decorrência do novo coronavírus, elevando o total de óbitos no País para 157.134. Os dados foram atualizados, ontem à noite, pelo Ministério da Saúde. De sábado para domingo, foram registradas 13.493 novas confirmações da doença, elevando o total de casos no Brasil para 5.394.128. Desses, 4.835.915 (89,7%) estão recuperados, segundo a pasta, e 401.079 (7,4%) em acompanhamento. Existem ainda 2 390 mortes em investigação. O estado de São Paulo segue na liderança no número de casos, com 1.091.908 confirmações e 38.747 óbitos. Depois vêm Bahia, com 344.705 casos e 7.475 mortes; Minas Gerais, com 348.804 casos e 8.770 mortes; Rio de Janeiro, com 299.380 casos e 20.203 mortes; e Ceará, com 270.264 casos e 9.248 mortes. O Distrito Federal ocupa a 10ª posição do ranking, com 209.369 casos e 3.633 mortes. No último lugar, está o Acre, com 30.304 casos e 687 mortes.

“Isso não é uma pesquisa, é a construção de uma narrativa. Uma pesquisa para ser avaliada apresenta resultados, tabelas, estatísticas. O que o ministério fez não tem nada a ver com discutir um tratamento”

José David Urbaez,diretor científico da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) no DF

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Parques estaduais e municipais de SP voltam a funcionar aos finais de semana a partir do próximo sábado

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Governo anunciou reabertura nesta segunda-feira (26). Desde agosto, unidades na cidade de SP operam em horário normal apenas de segunda a sexta.

Ciclista observa o lago do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, durante sua reabertura nesta segunda-feira (13) — Foto: Marcelo Brandt/G1

Os parques estaduais e os municipais da cidade de São Paulo voltarão a funcionar aos finais de semana a partir do próximo sábado (31). O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa pelo governo de São Paulo nesta segunda-feira (26).

Mais cedo, durante agenda no Parque do Ibirapuera, na Zona Sul da capital paulista, o prefeito Bruno Covas (PSDB) disse que as novas regras de funcionamento das unidades municipais serão publicadas no Diário Oficial desta terça (27).

Os parques municipais foram reabertos em julho, inicialmente com horário reduzido e somente de segunda a sexta, quando o município estava na fase amarela do plano São Paulo.

Em agosto, a prefeitura autorizou a ampliação do funcionamento, mas manteve as unidades fechadas aos finais de semana para evitar aglomerações.

Atualmente, a cidade está na fase verde, a menos restritiva, do plano de flexibilização econômica estadual.

A maioria dos parques da capital opera 6h às 18h apenas de segunda a sexta, com a exceção de algumas unidades maiores que têm horário diferenciado. Ao todo, a capital paulista tem 107 parques municipais.

Horários de funcionamento dos parques estaduais aos finais de semana:

  • Villa-Lobos/Candido: 5h30 às 19h
  • Água Branca: 6h às 20h
  • Horto Florestal: 5h30 às 18h
  • PET – Núcleo Eng Goulart: 08 às 17h
  • PET – Núcleos Jacuí, Biacica e Jd Helena: 08 às 17h
  • Juventude: 06 às 19h
  • Guarapiranga: 08 às 17h
  • Belém: 06 as 18h
  • Jequitibá: 08 às 17h
  • Chácara da Baronesa: 08 às 17h
  • Embu Guaçu: 08 às 17h
  • Gabriel Chucre: 06 às 18h

Regras de reabertura

Segundo o protocolo de reabertura, os parques municipais terão que recomendar aos seus visitantes que respeitem o distanciamento de, no mínimo, 1,5 metros entre os frequentadores do local, que a pessoas do grupo de risco (idosos, grávidas, lactantes e portadores de doenças crônicas) evitem visitar os parques e que sejam praticadas, prioritariamente, atividades individuais.

Além disso, aglomerações devem ser evitadas e o uso de máscara é obrigatório.

Aulas coletivas de ginástica e o uso de equipamentos de ginástica ou recreação infantil são permitidos, no entanto, o distanciamento deve ser obedecido.

As estruturas em ambientes fechados, que são administradas pela Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, como, por exemplo, espaços de leitura e brinquedotecas, não funcionarão.

Já atividades ao livre organizadas por parceiros e organizadores que já tenham algum convênio firmado com o estado poderão reabrir desde que sigam algumas regras, são elas:

  • Ocupação de até 60% da capacidade do local;
  • Ingressos poderão ser vendidos em bilheteria física desde que o protocolo sanitário seja obedecido;
  • O acesso será controlado e feito com hora marcada.
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Hemopi convoca doadores após queda de 50% na doação de sangue e cancelamento de cirurgias em Teresina

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A demanda aumentou, mas o volume de doadores não. Antes da pandemia, o órgão chegava a receber até 4.500 bolsas por mês. Atualmente, o número caiu para cerca de 2.500.

Com a retomada das cirurgias eletivas, a demanda por bolsas de sangue aumentou, mas o volume de doadores, em Teresina, não. — Foto: Hospital das Clínicas/Divulgação

Após uma queda de 50% na doação de sangue durante a pandemia da Covid-19 e o cancelamento de cirurgias, em Teresina, o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Piauí (Hemopi) instalou um posto de doação de sangue no Teatro João Paulo II, Zona Sudeste da capital, para incentivar doação e garantir o abastecimento.

O posto de doação vai funcionar nesta segunda-feira (26) e terça-feira (27) das 8h30 às 12h e das 14h às 17h.

Segundo o Hemopi, com o retorno das atividades dos serviços de saúde e dos procedimentos eletivos, a demanda de bolsas de sangue aumentaram, mas as doações continuaram com um percentual 50% menor.

Antes da pandemia, o órgão chegava a receber até 4.500 bolsas por mês e, atualmente, o número caiu para cerca de 2.500.

Ainda de acordo com a direção do hemocentro, a unidade de saúde que faz a solicitação de bolsas de sangue também deve fazer campanhas internas para estimular a doação e garantir que o estoque de sangue não acabe.

HUT suspendeu cirurgias devido ao baixo estoque de sangue

 

Hospital de Urgência de Teresina (HUT) — Foto: Lucas Marreiros/G1

Hospital de Urgência de Teresina (HUT) — Foto: Lucas Marreiros/G1

Pelo menos quatro cirurgias foram canceladas no sábado (24), no Hospital de Urgência de Teresina (HUT), por causa do baixo estoque de sangue.

Segundo a direção da unidade, o Hemopi não estaria enviando sangue para manter o estoque mínimo da unidade de saúde.

Em nota, o Hemopi disse que as doações continuam em queda de 50% e, com a retomada das cirurgias eletivas, a demanda aumentou ainda mais.

Como doar

Para ser um doador de sangue é preciso ter entre 18 e 69 anos, pesar acima de 50 quilos, estar saudável (sem sintomas de gripe ou resfriado), bem alimentado e descansado.

A pessoa não pode ter ingerido bebida alcoólica 12 horas antes da doação ou fumado 2 horas antes.

O doador precisa apresentar documento oficial com foto válido em todo território nacional. Menores entre 16 e 18 anos incompletos podem doar sangue, mas somente com autorização dos responsáveis.

Caso queira, o doador também pode agendar a doação em uma das quatro unidades do Hemopi:

  • Teresina: (86) 98894 6614
  • Parnaíba: (86) 9 8894 7159
  • Picos: (89) 9 8801 1717
  • Floriano: (89) 9 8801 1984

Decretos determinam distanciamento social

Para evitar a contaminação pelo vírus, o isolamento social e medidas emergenciais foram determinadas por meio de decretos do governo do estado e das prefeituras, como na capital piauiense, para que a população fique em casa e evite ao máximo ir às ruas. Aulas em escolas e universidades, a maioria das atividades comerciais, esportivas e de serviços em geral estão suspensas por tempo indeterminado.

Serviços essenciais como farmácias, postos de combustíveis e supermercados continuam mantidos mas estão regulamentados. O atendimento em clínicas, hospitais e laboratórios, assim como o funcionamento de escritórios de advocacia e contábeis também foram liberados mediante cumprimento de regras.

O uso de máscaras em locais públicos tornou-se obrigatório em todo o estado. Policiais fazem abordagens nas fronteiras do estado a ônibus e veículos particulares. Os decretos preveem que quem descumprir as regras pode ser penalizado com multa ou até prisão.

Prevenção, contágio e sintomas

Lavar as mãos de forma correta (veja vídeo), uso de álcool em gel, sempre usar máscaras, evitar contato pessoal e aglomerações de pessoas são algumas das orientações para evitar o contágio da doença.

É importante também ficar atento quanto aos principais sintomas (tosse seca, congestão nasal, dores no corpo, diarreia, inflamação na garganta e, nos casos mais graves, febre acima de 37° C e dificuldade para respirar)

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Hoje é

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

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