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Reino Unido convoca reunião urgente com G7 para discutir variante Ômicron

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O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, determinou no sábado, 27, o reforço das medidas sanitárias após a confirmação de três casos da variante Ômicron do coronavírus no país

“Precisamos ganhar tempo enquanto nossos cientistas pesquisam, enquanto vacinamos e damos reforço”, disse Boris Johnson em entrevista coletiva sobre a nova variante (Leon Neal – WPA Pool/Getty Images)

“Uma reunião de emergência dos ministros da saúde do G7 será convocada para segunda-feira, 29 de novembro, para discutir os desenvolvimentos sobre a Ômicron”, disse o Departamento de Saúde do Reino Unido em um comunicado, depois que vários casos foram relatados na Europa.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, determinou no sábado, 27, o reforço das medidas sanitárias após a confirmação de três casos da variante Ômicron do coronavírus no país.

“Precisamos ganhar tempo enquanto nossos cientistas pesquisam, enquanto vacinamos e damos reforço”, disse Johnson em entrevista coletiva. O premiê afirmou que viagens não serão canceladas, mas que qualquer pessoa que entrar no país deverá fazer um exame obrigatório do tipo PCR (o do cotonete) no segundo dia após a chegada.

Além disso, todos os viajantes deverão se autoisolar até receberem o resultado do teste, podendo então sair contanto que o resultado seja negativo. “Precisamos diminuir a dispersão dessa variante no Reino Unido”, disse o premiê. “Ajudem a conter reforçando o uso de máscaras em ambientes fechados e no transporte público”.

Variante Ômicron é confirmada em quatro continentes

A variante Ômicron do novo coronavírus continua se espalhando pelo mundo. Com novos casos confirmados por Austrália, Dinamarca e Holanda neste domingo, 28, a nova cepa já foi identificada em quatro continentes: Ásia, Europa, Oceania e África (onde o primeiro caso foi detectado). Mais de dez países confirmaram casos de covid-19 causados pela nova variante – e outros casos suspeitos seguem em análise.

Com mais de cinco milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considerou a nova variante, detectada essa semana, como “preocupante”. Israel fechou suas fronteiras a estramgeiros diante da situação.

O governo holandês confirmou neste domingo 13 casos de covid-19 relacionados à Ômicron no país. Todos envolvem passageiros de dois voos que partiram da África do Sul e chegaram em Amsterdã na sexta-feira 26, quando mais de 600 passageiros foram testados e 61 casos positivos de covid-19 foram detectados. “Não é improvável que mais casos apareçam na Holanda”, disse o ministro da Saúde, Hugo de Jonge. “Isso pode ser a ponta do iceberg”.

Também neste domingo, autoridades de Austrália e Dinamarca confirmaram dois casos da Ômicron em cada país. Na Dinamarca, as autoridades de saúde confirmaram os dois casos em passageiros procedentes da África do Sul.

Na Austrália, os dois casos foram em passageiros vacinados que voltavam do sul da África e chegaram a Sydney no mesmo dia do fechamento das fronteiras deste país com nove países do sul do continente africano. Doze passageiros do mesmo voo estão em quarentena.

A Austrália levantou recentemente a proibição de seus cidadãos vacinados para viajar ao exterior sem autorização.

Até o momento, casos da nova variante foram detectados na África do Sul, Reino Unido, Alemanha, Itália, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Botsuana, Israel, Austrália e Hong Kong. A Áustria analisa um caso suspeito, enquanto o ministro da Saúde da França Olivier Veran, admitiu que a cepa já deve estar em circulação no território francês.

O governo do Brasil também investiga um caso suspeito: de um brasileiro que testou positivo para a covid-19 e vinha da África do Sul.

Restrições

Israel, onde foi confirmado um caso de um viajante procedente do Malawi, decidiu proibir a partir deste domingo a entrada de estrangeiros no país, assim como obrigar seus cidadãos vacinados que voltaram de viagem a realizar um teste PCR e a fazer uma quarentena de três dias (sete no caso dos não vacinados).

Essa decisão chega a menos de um mês da reabertura das fronteiras do país (em 1º de novembro) e a oito dias da jesta judaica do Hanukkah. O primeiro-ministro israelesnse, Naftali Bennett, disse que a proibição deve durar, a princípio, 14 dias. As autoridades de saúde de Israel esperam que dentro desse período haja mais informações sobre a eficácia das vacinas contra a Ômicron .

Estados Unidos, Brasil, Canadá, países da União Europeia, Austrália, Japão, Coréia do Sul, Indonésia, Arábia Saudita e Tailândia impuseram restrições de viagens vindas da África do Sul, onde a Ômicron possivelmente teve origem.

No Reino Unido, onde dois casos vinculados à variante foram identificados, o governo anunciou medidas para tentar conter a propagação, incluindo aplicação de testes para pessoas que chegam ao país e a exigência do uso de máscaras em alguns ambientes. O ministro da Saúde britânico, Sajid Javid, afirmou que espera receber orientação em breve a respeito de uma possível ampliação no programa de vacinação para as pessoas já totalmente imunizadas, a fim de enfraquecer o impacto da variante.

A descoberta da Ômicron na semana passada, pela Organização Mundial da Saúde, gerou preocupações em todo o mundo de que a nova cepa poderia ser mais resistente à vacina e prolongar a pandemia de coronavírus ao redor do mundo.

Há suspeita de que a variante seja potencialmente mais contagiosa do que as outras cepas, embora ainda não se saiba se ela causa sintomas mais ou menos graves em comparação às demais. (Com agências internacionais)

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Atirador em Montenegro mata 11 após briga familiar, diz imprensa local

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Outras seis pessoas ficaram feridas. Ele morreu no local após troca de tiros com a polícia

Policiais investigam casa onde homem começou tiroteio em Montenegro — Foto: REUTERS/Stevo Vasiljevic

Um homem em Montenegro abriu fogo contra alguns civis após uma disputa familiar, matando 11 pessoas antes de ser morto em um tiroteio com a polícia, informou a TV estatal nesta sexta-feira (12), citando fontes policiais.

A TV estatal RTCG informou que o atirador de 34 anos feriu outras seis pessoas, incluindo um policial, no bairro da Medovina, cidade de Cetinje, perto da sede do antigo governo real. A cidade fica a 36 quilômetros a oeste de Podogrica, a atual capital da pequena nação balcânica.

A RTCG, citando testemunhas, disse que o agressor estava atirando aleatoriamente em pessoas andando na rua, inclusive em crianças. Quatro dos feridos foram transferidos para um hospital em Cetinje, enquanto outros dois com ferimentos graves foram enviados para o Centro Clínico de Podgorica.

O primeiro-ministro de Montenegro, Dritan Abazovic, descreveu o fato como uma “tragédia sem precedentes” em Cetinje.

O local do ataque foi isolado pela polícia.

Casas na região de Cetinje, em Montenegro, onde ocorreu ataque com tiros — Foto: RTCG/Reprodução

Casas na região de Cetinje, em Montenegro, onde ocorreu ataque com tiros — Foto: RTCG/Reprodução

 

 

 

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Ucrânia apela para ataques contra civis e faz ‘ameaça macabra’ a turistas russos na Crimeia

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Militares ucranianos emitiram uma ameaça contra os turistas russos que pretendem visitar a Crimeia durante o verão europeu, insistindo que a região pertence à Ucrânia e sugerindo que os visitantes podem ser mortos por bombardeios.

© AP Photo / Efrem Lukatsky

 

O Ministério da Defesa da Ucrânia divulgou uma mensagem no Twitter afirmando que, a menos que os turistas russos queiram umas férias de verão desagradavelmente quentes”, é melhor não visitar a “Crimeia ucraniana”.
A menos que queiram umas férias de verão desagradavelmente quentes, aconselhamos nossos preciosos convidados russos a não visitar a Crimeia ucraniana, pois nenhum protetor solar os protegerá dos efeitos terríveis da fumaça em áreas não autorizadas.
“Vocês tinham algumas opções neste verão: as praias de Palm Jumeirah, os resorts de Antália, Cabanas, em Cuba. Vocês escolheram a Crimeia. Um grande erro. É hora de voltar para casa”, diz um vídeo divulgado pelo MD ucraniano.
Além disso, o vídeo também inclui imagens de banhistas fugindo da Crimeia em meio a explosões, envoltos de muita fumaça, e pessoas correndo para se esconderem ao fundo.
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Destruidor de tanques anfíbio da Rostec é aprovado em novos testes na Rússia

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A Rostec, corporação estatal russa para desenvolvimento de tecnologias avançadas, anunciou nesta quinta-feira (11) que o antitanque Sprut-SDM1, autopropulsado de 125 mmm 2S25, foi aprovado em novos testes.

© Sputnik / Serviço de imprensa da Rostec / Abrir o banco de imagens

Vladimir Artyakov, primeiro vice-chefe da Rostec State Corporation, deu detalhes à Sputnik sobre os testes realizados e a capacidade de atuação do novo armamento. Segundo ele, o veículo russo poderá ser utilizado em um futuro próximo e deve contar com a inclusão da numeração “O1” — por se tratar de um veículo anfíbio.

“É multifuncional, capaz de superar obstáculos aquáticos sem preparação em ondas de até três pontos e disparar simultaneamente à tona. Pode realizar operações de combate em terras altas, em clima tropical e em áreas pantanosas”, disse.

O Sprut-SDM1 pode ser lançado a partir de uma aeronave e é o único tanque de seu tipo no mundo a ter um poder de fogo igual ao de um T-80 ou T-90. Tem também uma ampla gama de munições, incluindo a capacidade de disparar mísseis guiados e uma metralhadora controlada à distância. Além disso, seu canhão 2A75 de 125 mm tem um poder de fogo semelhante ao de um T-90MS.
Em termos de mobilidade em terra e água, está no nível de BMD-4M e BMP -3 .

“Este veículo não tem concorrentes nem na Rússia, nem no mundo”, enfatizou Artyakov.

A arma autopropulsada é capaz de pousar do ar com uma tripulação dentro e fazer marchas de até 500 quilômetros sem reabastecimento. O 2S25 atualizado destina-se principalmente a unidades das Forças Aerotransportadas.
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EUA testam radar de longo alcance de última geração ‘mirando’ China e Rússia, relata mídia

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O portal Breaking News relatou que os EUA estão realizando testes de seu novo Radar de Discriminação de Longo Alcance (LRDR, na sigla em inglês) como parte da atualização de seus sistemas de defesa antimísseis.

CC0 / Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA /

“Estamos vendo resultados positivos do que esse radar pode fazer por nós, distinguindo ameaças à parte continental dos EUA para tornar os confrontos de interceptadores terrestres mais letais”, afirmou o general Joey Lestorti, do Comando Norte dos EUA, citado pelo portal.
O Departamento de Defesa norte-americano descreve o LRDR como um sistema dois em um, combinando radares de baixa e alta frequência, capaz de rastrear vários alvos espaciais, distinguindo e identificando as ameaças específicas. O LRDR também pode discriminar entre lixo espacial e satélites.
Estas características são de fundamental importância contra ataques de mísseis balísticos, de cruzeiro e hipersônicos.
Apesar de suas características, o portal ressalta que os esforços norte-americanos não são suficientes para combater as “ameaças emergentes” da China e da Rússia.
A questão é que, embora tenha sensores muito bons, sem mísseis interceptores eficazes, os EUA pouco podem fazer para se defender contra as ameaças de mísseis.
Anteriormente, as autoridades americanas informaram que era preciso criar uma estratégia mais ampla de defesa contra mísseis hipersônicos e de cruzeiro, visto que a China representa a “maior ameaça” ao país, assim como o arsenal russo.
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Pequim adverte EUA de que sua luta contra 1,4 bilhão de chineses não vai acabar bem

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A luta dos EUA contra mais de 1,4 bilhão de chineses não acabará bem, advertiu Wang Yi, ministro das Relações Exteriores da China, em um briefing publicado pela chancelaria.

© Sputnik / Serviço de imprensa do Ministério das Relações Exteriores da Rússia / Abrir o banco de imagens

 

Em suas declarações, o chanceler do gigante asiático disse que a China está vigilante, pois os EUA podem usar a instabilidade em torno de Taiwan e agravar ainda mais a crise.
“A situação no estreito de Taiwan ainda está tensa e estaremos vigilantes, uma vez que os EUA podem usar a situação planejando aumentar a presença militar e tentar escalar a crise”, frisou Wang Yi.
Anteriormente, ele disse que a China não deixará espaço para as forças pró-independentistas de Taiwan, já que a reunificação com a China é historicamente inevitável e todas as tentativas de usar Taiwan para conter a China estão condenadas ao fracasso.
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Na área de Soledar, ofensiva russa elimina mais de 2 mil militares ucranianos, diz MD russo

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O Ministério da Defesa da Rússia informou que a ofensiva russa na área de Soledar eliminou mais de 2.000 militares da 14ª brigada mecanizada do Exército ucraniano.

© Sputnik / Valentin Kapustin

Os sistemas de defesa aérea da Rússia abateram dois projéteis HIMARS na região de Novaya Kakhovka, além de quatro outros projéteis dos sistemas Olkha na região de Kherson e cinco drones.
Como resultado de um ataque de alta precisão da Força Aeroespacial russa, a 56ª brigada motorizada da Ucrânia sofreu uma perda de 70% do seu pessoal.
A ofensiva russa também eliminou até 100 militares da 28ª brigada em um posto de comando ucraniano na região de Nikolaev.
Um dos batalhões da 66ª brigada ucraniana perdeu mais de 50% dos militares em decorrência da ofensiva do Exército russo em Donetsk, cerca de 40 militares foram eliminados na 58ª brigada.
Além disso, a Força Aeroespacial russa destruiu um sistema de radar norte-americano AN/MPQ-64 na região de Donetsk.
As forças russas destruíram um depósito de combustível para veículos militares ucranianos na área de Kurakhovo, e seis depósitos de munições nas regiões de Nikolaev e Carcóvia.
Em 24 horas, foram eliminados cinco postos de comando na região de Carcóvia e Donetsk, bem como soldados, armas e veículos em 157 áreas.
No total, desde o início da operação militar especial na Ucrânia, foram eliminados: 267 aviões, 146 helicópteros, 1.732 drones, 365 sistemas de defesa antiaérea, 4.300 tanques e outros veículos blindados de combate, 797 lançadores múltiplos de foguetes, 3.290 peças de artilharia de campanha, entre as quais morteiros, bem como 4.844 veículos militares especiais, informou o Ministério da Defesa russo.
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