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Prefeitura decide fechar centro de saúde que atende 110 mil pessoas em São Paulo

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O centro é referência no tratamento de hanseníase, doenças sexualmente transmissíveis, tuberculose e câncer de pele em São Paulo


A prefeitura vai fechar o Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza, que atende 110 mil pessoas na cidade de São Paulo. O secretário municipal de Saúde, Wilson Pollara, informou em reunião realizada nesta quinta-feira (21) que vai romper o convênio que deveria ser por cinco anos. O centro é referência no tratamento de hanseníase, doenças sexualmente transmissíveis, tuberculose e câncer de pele em São Paulo.

Um em cada quatro pacientes atendidos é idoso, que não terá onde ser atendido na rede pública de saúde da cidade de São Paulo. O centro de saúde, que é referência em tratamento e também treina estudantes de 25 faculdades de medicina e enfermagem do Estado, custa por mês R$350 mil reais. Mas a Prefeitura decidiu romper o convênio imediatamente, o que significa demissão de 47 profissionais, segundo o diretor técnico do Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza, Paulo Gallo, em entrevista exclusiva à Jovem Pan.

“Esses profissionais estão em vários setores dos Centros de Saúde. Eles respondem pela área de saúde da mulher, pela saúde da criança e pelo próprio escritório de vacinação, pelo atendimento a pessoa idosa com dificuldade. Abre a farmácia do Centro de Saúde, abre também a toda área ligada a saúde da mulher, de ginecologia e obstetrícia. O Centro de Saúde é responsável por uma área de 110 mil moradores que estão implicados na não renovação do convênio”, contou Gallo.

“A nossa área tem a maior concentração proporcional de idosos no município. Temos índices acima de 26% da população acima de 60 anos de idade, é a maior área. Desses, algo em torno de 25 mil idosos são idosos com algum grau de dificuldade maior e não têm aonde ir. Somos campo de estágio para muitas residências da própria prefeitura, como pediatria, como práticas integrativas e na área de saúde mental que é usada há muitos anos como aperfeiçoamento no campo da psicologia e da saúde mental como um todo”, completou.

O número de casos de hanseníase vem aumentando com a chegada de imigrantes, de acordo com o diretor. O centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza é o único na rede pública a tratar hanseaníase, também chamada lepra.

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    Toda a população de SP será vacinada até fevereiro de 2021, diz Doria

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    De acordo com o governo do estado, a previsão é de que a vacinação contra a covid-19 comece em dezembro deste ano

    (Governo do Estado de São Paulo/Divulgação)

     

    Os 46 milhões de habitantes do estado de São Paulo serão vacinados contra a covid-19 até fevereiro de 2021. A afirmação foi feita pelo governador João Doria em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 21.

    O estado, por meio do Instituto Butantan, desenvolve um imunizante junto com o laboratório chinês Sinovac. Os testes estão na fase 3, a última antes de comprovar a eficácia, e a expectativa é que este processo vá até outubro. Com a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a imunização poderia começar já em dezembro.

    “Aos brasileiros de São Paulo garanto que teremos a vacina para atender a totalidade da população já no final deste ano e ao longo dos dois primeiros meses de 2021. Temos  que, evidentemente, terminar esta terceira fase de testagem e esperamos que tudo ocorra bem.”

    disse Doria em entrevista no Palácio dos Bandeirantes

    Nos próximos dias, o Butantan vai receber as primeiras 5 milhões de doses da vacina e a expectativa é de que até dezembro o total importado chegue a 46 milhões de doses. Em 2021, um total de 100 milhões.

    Além da importação, o governo de São Paulo vai construir uma fábrica com capacidade de produzir 120 milhões de doses da vacina . De acordo com a previsão feita pelo governo de São Paulo, as obras serão iniciadas em novembro deste ano e o projeto executivo já foi contratado.

    Parte do investimento — 160 milhões de reais — vem da iniciativa privada. Outra parte do dinheiro — perto de 2 bilhões de reais — ainda depende do Ministério da Saúde. O governo federal ainda não respondeu se vai investir na vacina desenvolvida pelo Butantan.

    Para captar todo o recurso necessário para concluir a obra, o governo do estado está fazendo a interlocução com a iniciativa privada. Este processo é feito pelo vice-governador Rodrigo Garcia e por Wilson Mello, presidente da InvestSP, braço de investimentos do governo paulista.

     

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    Mato Grosso pede Força Nacional contra queimadas no Pantanal

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    Segundo o governo estadual, a União já sinalizou que vai enviar o reforço para conter as queimadas que já destruíram cerca de 15% do Pantanal

    Defesa Civil informou que houve redução de 20% dos focos de incêndios de sábado para domingo (NurPhoto / Colaborador/Getty Images)

    O governador do Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), formalizará nesta segunda-feira, 20, pedido ao Ministério da Justiça e Segurança Pública para envio da Força Nacional para atuar no combate às queimadas no Pantanal e em outras regiões do Estado. Segundo o governo estadual, a União já sinalizou que vai enviar o reforço. No fim de semana, as chuvas ajudaram a reduzir os focos de incêndio, que já destruíram cerca de 15% do bioma.

    De acordo com o secretário-chefe da Casa Civil do Mato Grosso, Mauro Carvalho, a informação do envio da Força Nacional foi confirmada pelo secretário especial adjunto da Secretaria Especial de Assuntos Federativos da Secretaria de Governo da Presidência da República, Júlio Alexandre. Procurada, a pasta da Justiça não respondeu até 20h30 de ontem.

    “O governador vai solicitar já de manhã todo o apoio de estrutura e de pessoas para contribuir com o combate aos incêndios em todo o Estado do Mato Grosso. Já temos o apoio do Exército, que está na região do Araguaia, temos o apoio da Marinha, que está no Pantanal, mas a Força Nacional vem somar mais esforços no combate aos focos de incêndios”, disse Carvalho ao Estadão.

    Segundo ele, a Defesa Civil informou que houve redução de 20% dos focos de incêndios de sábado para domingo graças às chuvas na região. A precipitação, ainda fraca, foi registrada na região de Poconé, a 100 quilômetros de Cuiabá. Segundo o Corpo de Bombeiros, só em 72 horas será possível avaliação mais precisa sobre a evolução dos incêndios. O intervalo coincide com a previsão de mais chuvas no Pantanal, que devem atingir a região até amanhã.

    Carvalho afirmou que ainda não há dados sobre a estrutura e o número de efetivo federal a ser deslocado para o Estado. “Vamos priorizar as áreas que têm mais necessidade hoje. Em função das chuvas, tem áreas que já não tem tanta necessidade como na semana passada. Uma reunião estratégica vai definir os locais onde a Força Nacional vai atuar”, disse.

    Na semana passada, o governo mandou o ministro Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional, a Mato Grosso, anunciar recursos. Ao todo, a pasta liberou R$ 13,9 milhões para o enfrentamento das queimadas. Segundo o Ministério da Defesa, as Forças Armadas coordenam operação de combate aos incêndios que emprega, neste momento, 542 profissionais.

    Ontem, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes usou sua conta no Twitter para criticar os incêndios na região. “As queimadas no Pantanal representam um risco crítico ao bioma. Animais estão morrendo. Milhares de famílias que sobrevivem do Rio Paraguai, que já atingiu seu menor nível em 50 anos, estão em risco”, escreveu.

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    Chegou o dia: greve dos Correios é julgada nesta segunda

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    Sindicatos se reúnem no final da tarde para deliberar se continuam a paralisação, diante da decisão tomada pelo tribunal do trabalho

    Categoria promove manifestação: greve será julgada nesta segunda pelo tribunal do trabalho (Alex de Jesus /O Tempo/Estadão Conteúdo

    O Tribunal Superior do Trabalho (TST) julga nesta segunda-feira, dia 21, a greve dos Correios. O julgamento começa às 13h30 e deverá ser transmitido ao vivo. A paralisação já dura mais de um mês.

    No último dia 11, não houve acordo entre a categoria e a empresa durante a audiência de conciliação. Na ocasião, a ministra Kátia Arruda, relatora do processo, disse que os representantes de ambos os lados poderiam ter apresentado contrapropostas, o que não aconteceu.

    Uma das principais demandas da categoria é a manuntenção do acordo coletivo definido no ano passado, com cláusulas como a licença-maternidade de seis meses, o bônus de Natal e creche para crianças de até sete anos. Esses benefícios foram suprimidos com a suspensão do acordo — a estatal alega que a crise econômica causada pela pandemia não permite gastos extras.

    Outro motivo da paralisação é a privatização da empresa. Os funcionários são contra a venda da estatal. “Somos 98.000 pais e mães de famílias que podem ficar sem emprego se os Correios forem privatizados”, diz José Aparecido Gandara, presidente da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores dos Correios (Findect). “Além disso, há o risco de entregar um patrimônio nacional a uma empresa estrangeira.

    O presidente dos Correios, Floriano Peixoto, disse que a privatização já começou. Os estudos que vão servir de base para as condições da venda da estatal devem ser finalizados até novembro, quando o projeto de lei da desestatização deverá ser enviado ao Congresso, segundo os Correios.

    O Findect e os sindicatos que representam a categoria devem se reunir nesta segunda no final do dia para deliberar sobre a decisão tomada pelo TST. “Vamos consultar as bases para resolver quais serão os passos seguintes”, diz Gandara. “Ainda é cedo para qualquer suposição, mas existe uma possibilidade de que a greve possa continuar se o tribunal der total razão à empresa”.

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    Média móvel de mortes por covid-19 cresce pelo 3º dia seguido no Rio

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    Aumento de 30% na comparação com duas semanas atrás pode representar ascensão no contágio da covid-19 no Rio de Janeiro

    RJ: ao todo, são 17.677 vítimas e 251.909 infectados pela covid-19 desde o início da pandemia (Dado Galdieri / Bloomberg/Getty Images)

    O Estado do Rio registrou 43 mortes e 648 novos casos do novo coronavírus nas últimas 24 horas, de acordo com os dados divulgados neste domingo, dia 20, pelo governo estadual. Ao todo, são 17.677 vítimas e 251.909 infectados pela Covid-19 desde o início da pandemia, em março. Com a última atualização, há aumento pelo 3º dia consecutivo na média móvel de mortes, o que aponta para uma tendência de crescimento no contágio da doença.

    A média móvel agora passa a ser de 98 mortes e 1345 casos por dia. Há aumento de 30% na média de óbitos na comparação com as duas semanas anteriores, o que, por estar acima dos 15%, indica um cenário de crescimento no contágio da doença em território fluminense. A última vez que o estado viveu este cenário de aumento foi no fim de agosto.

    A média móvel de 7 dias faz uma média entre o número de mortes do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o “ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

    A análise dos dados foi feita a partir do levantamento do consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, que reúne informações das secretarias estaduais de Saúde.

    As cidades com mais mortes pela Covid-19 no RJ são:

    Rio de Janeiro – 10.495

    São Gonçalo – 695

    Duque de Caxias – 689

    Nova Iguaçu – 569

    São João de Meriti – 420

    Niterói – 413

    Campos dos Goytacazes – 360

    Belford Roxo – 283

    Magé – 214

    Itaboraí – 210

    Os municípios com maior acúmulo de casos confirmados são:

    Rio de Janeiro – 98.162

    Niterói – 12.395

    São Gonçalo – 11.865

    Duque de Caxias – 9.117

    Belford Roxo – 9.090

    Macaé – 8.053

    Volta Redonda – 6.418

    Nova Iguaçu – 6.198

    Campos dos Goytacazes – 5.422

    Teresópolis – 5.407

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    Brasil

    Em lares pobres, gasto com arroz chega a representar 5% do orçamento

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    Famílias na faixa de insegurança alimentar grave são as que mais sofrem com o aumento dos preços dos produtos da cesta básica

    O peso dos alimentos básicos é um problema recorrente e atual (Pilar Olivares/Reuters)

    As famílias com mais dificuldade para garantir alimentos em quantidade e qualidade a todos os seus membros, na faixa de insegurança alimentar grave, são as que mais sofrem com o peso da alta da cesta básica. De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE, referente a 2018, os lares com insegurança grave gastavam, em média, 297,27 reais por mês com alimentação. O gasto com arroz representava 5% (15,01 reais) do total, enquanto feijão respondia por 2,57% (7,65 reais).

    Carnes e pescados pesam 21,9% no orçamento (65,12 reais) das famílias que podem chegar a passar fome, enquanto laticínios representam 7,2% (21,69 reais).

    Já nos lares cuja alimentação é garantida tanto em quantidade quanto em qualidade, o gasto com alimentação mensal é, em média, de 479,93 reais. Deste total, os gastos com arroz e feijão pesam, respectivamente, 2,35% (11,32 reais) e 1,1% (5,33 reais) do orçamento.

    O peso dos alimentos básicos é um problema recorrente e atual. Em agosto deste ano, os preços dos alimentos subiram 0,78%, enquanto o índice geral de inflação avançou apenas 0,24%. No acumulado do ano, enquanto a inflação sobe 2,44%, alimentos e bebidas têm alta de 4,91%. Itens como arro, feijão, leite e óleo tiveram disparada nos preços recentemente, preocuando o consumidor e, especialmente, as famílias mais pobres.

    Nas famílias com segurança alimentar, o peso da carne no orçamento para alimentação é de 19,7% (94,98 reais). Os laticínios representam 11,1% (53,30 reais) dos gastos com alimentação deste grupo.

    Conforme a dificuldade para conseguir comida em quantidade e qualidade para os membros do lar vai se intensificando, menor é o consumo de frutas e derivados do leite. A POF mostra que o consumo domiciliar anual per capita de frutas era de 33 quilos nos lares com segurança alimentar. Nos domicílios com insegurança alimentar grave, 11,2 quilos.

    No caso das carnes, 23,1 quilos anuais por pessoa em residência com segurança alimentar contra 14,4 quilos nos lares com insegurança grave.

    O consumo de laticínios desponta como um dos mais díspares. Em lares com segurança alimentar, o consumo per capita anual gira em torno de 38 quilos, ante apenas 14,2 quilos nos lares com insegurança grave.

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    Guedes é condenado a pagar R$ 50 mil por comparar servidores a “parasitas”

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    Três dias depois, ministro pediu desculpas aos servidores públicos e afirmou que seu objetivo “jamais foi ofender as pessoas que cumprem seus deveres”

    Guedes: ministro comparou servidores públicos a “parasitas” (Adriano Machado/Reuters)

    A Advocacia-Geral da União (AGU) irá recorrer da decisão da 4ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária da Bahia (SJBA) que condenou o ministro da Economia, Paulo Guedes, a pagar uma indenização de R$ 50 mil ao Sindicato dos Policiais Federais da Bahia (Sindipol-BA). A informação foi dada ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) pela assessoria da AGU, que disse que “oportunamente a Advocacia-Geral da União irá apresentar o recurso cabível”.

    Guedes foi condenado pela juíza Cláudia da Costa Tourinho Scarpa em uma ação de reparação pelo dano moral coletivo movida pelo sindicato após o ministro ter comparado servidores públicos a “parasitas”, em uma palestra proferida no dia 7 de fevereiro deste ano no seminário Pacto Federativo, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    “O funcionalismo teve aumento de 50% acima da inflação, tem estabilidade de emprego, tem aposentadoria generosa, tem tudo. O hospedeiro está morrendo. O cara (funcionário público) virou um parasita e o dinheiro não está chegando no povo”, disse Guedes na ocasião.

    Três dias depois, Guedes pediu desculpas aos servidores públicos e afirmou que seu objetivo “jamais foi ofender as pessoas que cumprem seus deveres”. “Me expressei mal e peço desculpas não só aos meus queridos familiares e amigos, mas a todos os exemplares funcionários públicos a quem eu possa descuidadamente ter ofendido”, enfatizou.

    Ainda assim, a juíza avaliou que Guedes violou “os direitos da personalidade dos integrantes da categoria profissional representada por este ente sindical, por meio dos seus pronunciamentos”.

    Em nota, o presidente do Sindipol-BA, José Mário Lima, avaliou que a justiça foi feita. “Qualquer cidadão independentemente da sua estatura de poder ou financeira, tem que ter a devida reprimenda quando está errado. A lei é para todos”, afirmou.

    Embora ainda caiba recurso ao ministro, o sindicato pretende doar o valor da indenização ao Hospital Santo Antônio, que pertence às Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), e ao Hospital Aristides Maltez.

    O Ministério da Economia foi procurado para comentar a condenação, mas pediu que a reportagem procurasse a AGU.

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    terça-feira, 22 de setembro de 2020

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