Nossa rede

Aconteceu

Polícia continua as buscas atrás de suspeito de assassinar a tia

Publicado

dia

Maria Almeida Vale, 68 anos, foi morta na casa do cunhado, pai de Fábio do Vale, acusado do crime. Moradora de Montividiu, em Goiás, ela voltaria para casa nesta quinta-feira (8/8)

Peritos buscam pistas capazes de explicar o crime: suspeita de que o acusado tenha voltado a usar drogas
(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

Maria Almeida Vale, 68 anos, chegou ao Distrito Federal na segunda-feira. Moradora de Montividiu (GO), município distante cerca de 500km do Plano Piloto, ela veio para a capital a fim de colocar em dia a documentação de um veículo. Hospedada na casa do cunhado, no Paranoá, a mulher foi encontrada morta na manhã desta quinta-feira (8/8), dia em que voltaria para casa. O principal suspeito, segundo a Polícia Civil, é o sobrinho dela, o ajudante de pedreiro Fábio do Vale, 39, que está foragido.
Agentes da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) tentam identificar a motivação do assassinato. Após o crime, o acusado fugiu com R$ 200 dela e ainda furtou R$ 600 da mãe. Ele saiu de casa em uma motocicleta Honda Titan 2002 azul. O assassinato ocorreu no início da manhã, enquanto a mãe, o pai e a irmã de Fábio estavam em casa, porém, nenhum deles escutou qualquer pedido de socorro, pois a vítima e o acusado dormiam em quartos no fundo do lote, fora da residência principal. Por volta das 9h, eles estranharam que Maria demorava para acordar e encontraram o corpo. Fábio havia deixado a residência e, pouco tempo depois, ligou para a mãe e disse que “tinha feito uma besteira e acabado com a própria vida”.
Inicialmente, o crime foi registrado como feminicídio, no entanto, os investigadores adotaram outra linha de investigação. “Não encontramos elementos suficientes para esse qualificador e descartamos essa hipótese. Agora, o caso é tratado como homicídio”, explicou a delegada-chefe da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), Jane Klébia. A principal suspeita é de que a vítima tenha morrido asfixiada.
O corpo de Maria foi encontrado em cima da cama, com um capacete de motocicleta e uma camiseta enrolada na cabeça. Segundo os agentes, esses objetos podem ter sido usados para asfixiá-la. Além disso, as roupas da vítima foram retiradas e substituídas por uma calça e uma jaqueta de Fábio. “Ela estava muito machucada e teve parte do cabelo arrancado e jogado pelo quarto. Havia sangue nas paredes dos quartos e do banheiro. Pela crueldade daquela cena, não dá para dizer o que poderia ter motivado o crime”, afirmou Jane.

Apoio

Nascida no Ceará e mãe de dois filhos, Maria morava com o marido, de 73 anos, em uma fazenda no município goiano de Montividiu. O pai de Fábio é irmão do companheiro dela, e as visitas à casa do cunhado ocorriam várias vezes ao ano. “Era uma pessoa tranquila, querida pela família e vizinhança. Gostava de passar o tempo aqui para se distrair. Todos estamos em choque e não conseguimos acreditar no que aconteceu”, contou um parente, que não quis se identificar.
Após o crime, os pais de Fábio, que são idosos, permaneceram em frente à própria casa. A todo momento, familiares chegavam para dar apoio, mas eles continuavam inexpressivos e conversavam pouco. “Não tenho o que dizer. A minha esposa está passando mal, e a minha filha, muito abalada. Nessas situações, não se tem o que falar”, disse o pai do suspeito. No início da tarde, ele seguiu a Montividiu para contar ao marido de Maria, seu irmão, sobre a morte dela.

Amigos e parentes se reuniram na casa dos pais do acusado, no Paranoá
(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

Segundo familiares, Maria e o marido compraram um terreno em Goiás para criar gado, há alguns anos. “Um dos filhos dela morava no Paranoá. Por isso, ela vinha direto visitá-lo. Até mesmo o Fábio gostava muito da tia, não sei o que pode ter acontecido na cabeça dele”, lamentou outro familiar. O sepultamento da vítima ainda não foi marcado.

Dependência

Os investigadores da Polícia Civil suspeitam que a dependência química de Fábio possa ter sido um dos motivos para o crime. Familiares e amigos dele contaram que o vício começou na adolescência, aos 13 anos. “Primeiro, veio o álcool e, em seguida, as drogas. Ele sempre deu trabalho para a família, porém, era querido por todos. Até agora, muitos se recusam a acreditar que ele cometeu esse crime”, contou um colega do suspeito.
Sem emprego fixo, Fábio fazia bicos como ajudante de pedreiro e morava em um quarto dos fundos da casa dos pais. Solteiro e sem filhos, ele é conhecido na região. “A gente tinha conhecimento que ele estava sem usar nada há 3 anos. Porém, pode ter voltado a usar ou sofrido uma crise de abstinência”, contou um parente. O suspeito não tinha passagens pela polícia.

Os envolvidos

A vítima:
Maria Almeida Vale
» Tinha 68 anos
» Nasceu em Boa Viagem (CE)
» Morava de Montividiu (GO)
» Deixou dois filhos e o marido

O suspeito:
(foto: PCDF/Divulgação)
(foto: PCDF/Divulgação)
Fábio do Vale
» Tem 39 anos
» Nasceu no Distrito Federal
» Morava no Paranoá, na casa dos pais
» Trabalhava como ajudante de pedreiro
Comentário

Aconteceu

Suspeito de matar ex-mulher após vê-la dançando com outro homem é preso no DF

Publicado

dia

Suspeito confessou crime aos policiais, segundo delegado de Goiás, responsável pela investigação do caso. Advogado de defesa afirma que ‘cliente está ciente do que fez’.

O suspeito de matar a ex-mulher após vê-la dançando com outro homem em um bar em Formosa, no Entorno do Distrito Federal, foi preso nessa quarta-feira (14) pela Polícia Civil do DF com a orientação de agentes de Goiás, que já investigavam o caso.

Alberto Pereira de Deus, de 57 anos, foi detido em outro bar, em uma área rural próximo a São Sebastião (DF). Posteriormente, ele foi levado à Casa de Prisão Provisória de Formosa, onde ficará à disposição da Justiça.

Ao G1, o delegado responsável, Danilo Meneses, disse que foi o Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) de Formosa que localizou o suspeito no bar e acionou a polícia do DF para fazer a prisão.

Após ser detido, Alberto Pereira de Deus – conhecido como “Beto” – teria confessado o crime. Segundo a investigação, no dia 2 de junho, o suspeito passou diversas vezes pelo local do crime antes de agir.

Alberto Pereira de Deus, conhecido como "Beto" foi preso no DF — Foto: Polícia Civil de Goiás/Divulgação

Alberto Pereira de Deus, conhecido como “Beto” foi preso no DF — Foto: Polícia Civil de Goiás/Divulgação

Em depoimento à polícia, ele teria dito que viu Regina Braz da Costa, de 37 anos, dançando com outro homem. Pouco tempo depois, estacionou o carro e chamou a ex-mulher para conversar. Neste momento, teria dado uma facada entre o pescoço e o ombro dela.

Ainda de acordo com a polícia, a vítima ficou com o braço preso na janela do carro e acabou sendo arrastada por cerca de 20 metros.

O advogado de defesa, Paulo Henrique Meireles, disse que “o cliente está ciente do que fez”, mas informou que aguarda o recebimento da denuncia para apresentar os argumentos.

Alberto Pereira de Deus vai responder por feminicídio e, se for condenado, pode pegar até 30 anos de prisão.

Ver mais

Aconteceu

Polícia Civil investiga ameaça de atentado em escola particular da Asa Sul

Publicado

dia

Autor usou o Instagram para publicar ameaças de um massacre no colégio do DF em 23 de setembro. A página foi apagada e a polícia investiga para saber quem publicou as mensagens

A direção do colégio acionou a Polícia Militar
(foto: Divulgação/Whatsapp)

Agentes da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) investigam ameaça de ataque a um colégio particular da Asa Sul. O autor da ameaça publicou no Instagram ameaças de que ocorreria um massacre na escola em 23 de setembro. A direção da unidade de ensino acionou os investigadores nessa quinta-feira (15/8).
Após denúncia à polícia, a página com as ameaças ao colégio foi excluída. De acordo a direção da escola, o departamento de inteligência da unidade conseguiu identificar uma estudante que divulgou as postagens. “Contamos com a Polícia Civil para que achem o responsável pelas publicações”, frisou o diretor da instituição de ensino.
Ainda segundo a direção, além da Polícia Civil, o Batalhão Escolar da Polícia Militar e o Conselho Tutelar foram acionados. “Tomamos todas medidas preventivas para evitar que algo ruim aconteça. Também estamos em contato com a associação de pais do colégio, que também tralham junto aos outros responsáveis e, consequentemente, aos filhos, no sentido de alertá-los em relação ao assunto”, frisou.
Para os pais, as ameaças são motivo de preocupação. “Minhas filhas, de 14 e 16 anos, estudam no colégio e estão muito assustadas. Ontem, elas chegaram em casa com as imagens das ameaças, o que nos deixa muito preocupados”, conto um pai, que preferiu não se identificar. De acordo com ele, as filhas dele planejavam até rota de fuga com os colegas. “É triste ver um adolescente pensando esse tipo de coisa. Pode ser uma brincadeira de mau gosto, mas é sempre bom considerarmos qualquer possibilidade”, ressaltou.
No boletim de ocorrência registrado na delegacia, não há tipificação do crime ainda. No entanto, o Código Penal prevê o ato de ameaçar alguém no artigo 147. A depender do caso, o autor pode cumprir detenção de um a seis meses ou multa.
Ver mais

Aconteceu

Mulher de 42 anos é encontrada perto da UnB seminua e ferida

Publicado

dia

Segundo o Corpo de Bombeiros, a mulher foi encontrada em frente à estação de estudo de biologia do campus Darcy Ribeiro, na Asa Norte

A vítima apresentou ferimentos contusos profundos na face e hemorragia
(foto: CBMDF/Divulgação)

Uma mulher de 42 anos foi encontrada ferida e seminua em frente à estação de estudo de biologia da Universidade de Brasília (UnB). A vítima tinha ferimentos contusos profundos na face e hemorragia. Apesar dos machucados, o Corpo de Bombeiros informou que ela estava consciente, orientada e estável. O caso aconteceu por volta das 8h30 desta quinta-feira (15/8).
Os militares atenderam a mulher e a encaminharam para o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Apesar de estar quase sem roupa, ela informou aos socorristas que não sofreu violência sexual. Policiais militares também foram acionados para acompanhar a ocorrência.
Ao Correio, testemunhas contaram que encontraram a vítima deitada no matagal. “O rosto dela estava sangrando muito. Ela não conseguia andar e engatinhava, pedindo ajuda”, contou. De acordo com a pessoa que encontrou a vítima, a mulher não disse o que aconteceu.
No local do crime, havia um colchão ensaguentado, onde a vítima estava deitada na hora da chegada dos bombeiros. Um cano, que teria sido usado nas agressões, também estava no lugar. As roupas da mulher estavam espalhadas pelo chão.

Morta ao sair para caminhar

Agentes da 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas) investigam a morte de uma empresária de 44 anos. Geralda dos Reis Ramires Azevedo saiu para caminhar por volta das 7h de sexta-feira (9/8), no Gama, e não voltou. Segundo informações da Polícia Militar, a vítima foi agredida na rua, foi levada com vida ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Os policiais civis ressaltam que interrogaram pessoas próxima à vítima, mas ainda não têm suspeitos. O caso está registrado como homicídio e, segundo os agentes, as investigações estão em curso.
Ver mais
Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade