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Oposição ‘esquece’ pandemia e aglomera contra Bolsonaro

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Grupos de esquerda provocaram tumulto no trânsito em diversas cidades

Críticos das aglomerações, movimentos sociais, centrais sindicais e partidos de oposição vão às ruas neste sábado (29) em manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro e a gestão federal. Os atos criticam a condução federal na pandemia, pedem a retomada do auxílio emergencial de R$ 600 e a vacinação em massa da população, além de defenderem o impeachment do presidente.

A mobilização deste sábado vem em resposta às manifestações de apoiadores do presidente, como a “motociata” que aconteceu no último domingo (23), no Rio de Janeiro, e teve amplo apoio da sociedade.

Apesar de abandonarem a defesa do “fique em casa”, os grupos agora dizem ser possível ir às ruas de maneira segura, com o uso de máscaras e distanciamento social.

Em Brasília, deputados de partidos de esquerda discursam na Esplanada dos Ministérios, onde participantes tentam se organizar em filas.

Além de Brasília, as manifestações acontecem no Rio, em São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Teresina, Porto Velho, João Pessoa e Aracaju, entre outros.

MANIFESTAÇÕES VAZIAS

O sócio-fundador da RedeTV!, Marcelo de Carvalho, questionou nas redes sociais a baixa adesão aos atos.

– Comparem com as manifestações pró e me respondam: “QUEM ACREDITA NO DATAFOLHA ???” – diz a publicação.

O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, filho do presidente, respondeu ao comentário do empresário.

– É verdade! O bandido de 9 dedos e seus apoiadores do psol, rede, pcdob, aveludados, biografados, gulosinhos e isentões apostam em outra situação. Porque no jogo limpo, algo que nunca fizeram, claramente não chegam nem perto – disse o parlamentar.

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‘Luz na Infância’: operação contra pornografia infantil cumpre 163 mandados em 13 estados e seis países

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Nona fase da ação é realizada pelas polícias civis estaduais, nesta quinta-feira (30), sob coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Policiais participam da nona fase da operação “Luz na Infância”, no Alagoas — Foto: Polícia Civil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) deflagrou, nesta quinta-feira (30), a nona fase da operação “Luz na Infância”, de combate à pornografia infantil. Segundo a pasta, o objetivo é identificar autores de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet.

Ao todo, são 163 mandados de busca e apreensão. Eles estão sendo cumpridos pelas polícias civis estaduais, sob coordenação do ministério, nos seguintes estados:

  • Alagoas
  • Bahia
  • Espírito Santo
  • Goiás
  • Maranhão
  • Mato Grosso do Sul
  • Mato Grosso
  • Pará
  • Paraíba
  • Paraná
  • Rio Grande do Norte
  • Rio Grande do Sul
  • São Paulo

Além disso, também estão sendo realizadas buscas em outros seis países. São eles:

  • Estados Unidos
  • Equador
  • Costa Rica
  • Paraguai
  • Panamá
  • Argentina

 

Na Bahia, um homem foi preso em flagrante durante o cumprimento do mandado de busca, após ser pego com imagens de pornografia infantil. Em Maceió (AL), também houve uma prisão em flagrante.

Já no Espírito Santo, a operação se concentrou em três municípios. Mais informações sobre a ação devem ser divulgadas em entrevista coletiva, às 11h.

Veja os balanços das fases anteriores da Operação Luz na Infância

  • Luz na Infância 1: Realizada em 20 de outubro de 2017, cumpriu 157 mandados de busca e apreensão. Foram presas 108 pessoas.
  • Luz na Infância 2: Realizada em 17 de maio de 2018, cumpriu 579 mandados de busca e apreensão. Foram presas 251 pessoas.
  • Luz na Infância 3: Realizada em 22 de novembro de 2018, cumpriu 110 mandados de busca e apreensão no Brasil e na Argentina. Foram presas 46 pessoas pela Polícia Civil.
  • Luz na Infância 4: Realizada em 28 de março de 2019, cumpriu 266 mandados de busca e apreensão. Foram presas 141 pessoas.
  • Luz na Infância 5: Realizada em 04 de setembro de 2019, cumpriu 105 mandados de busca e apreensão. Foram presas 51 pessoas. Além do Brasil, a operação foi realizada nos Estados Unidos, Equador, El Salvador, Panamá, Paraguai e Chile.
  • Luz na Infância 6: Realizada em 18 de fevereiro de 2020, cumpriu 112 mandados de busca e apreensão e prendeu em flagrante 43 pessoas no Brasil e quatro no exterior.
  • Luz na Infância 7: Realizada em 6 de novembro de 2020, cumpriu 189 mandados de busca e apreensão e prendeu em flagrante 74 pessoas no Brasil e 35 no exterior.
  • Luz na Infância 8: Realizada em 9 de junho de 2021, cumpriu 189 mandados de busca e apreensão e prendeu 73 pessoas em flagrante.

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Policial e bombeiro que morreram após naufrágio de canoa no Lago Serra da Mesa são sepultados nesta quarta-feira, no DF

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Acidente aconteceu no município de Campinaçu (GO), na noite da última sexta-feira (24). Natair de Melo e Francisco Roque serão velados e homenageados pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros.

O policial civil Natair Melo e o bombeiro aposentado Francisco Roque de Araújo estão desaparecidos após naufrágio no Lago Serra da Mesa Goiás — Foto: Reprodução/Redes sociais

Os corpos do policial civil Natair de Melo e do bombeiro Francisco Roque, que morreram após o naufrágio de uma canoa, serão sepultados nesta quarta-feira (29), no Distrito Federal. O acidente aconteceu no Lago Serra da Mesa, em Campinaçu (GO), na noite da última sexta-feira (24).

Natair de Melo, de 54 anos, será velado e homenageado no Complexo da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), e sepultado no cemitério de Taguatinga. Francisco Roque Araújo, de 53 anos, será velado e homenageado 1º Grupamento de Bombeiro Militar do DF, e sepultado no cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul.

A embarcação levava quatro amigos, todos de Brasília. Os outros dois ocupantes, também um bombeiro e um policial civil, nadaram até a margem e conseguiram se salvar. As buscas pelos outros dois levaram quatro dias e foram concluídas na segunda-feira (27), quando os corpos foram encontrados.

De acordo com o Corpo de Bombeiros de Goiás, o grupo pescava no lago, quando água entrou na embarcação e causou o naufrágio. Segundo a corporação, o grupo estava acostumado a pescar no local. No entanto, no momento do acidente, ventava muito.

A Marinha disse no sábado (25) que vai investigar o acidente. De acordo com a nota enviada pela corporação, “um inquérito administrativo será instaurado para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades do incidente”.

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Polícia prende funcionários suspeitos de furtar R$ 1 milhão em joias de família no Lago Sul, no DF

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Doméstica e jardineiro foram demitidos após donos da casa perceberem crimes; objetos foram revendidos em comércio no Conic. Após demissão, casal fugiu para Minas Gerais, onde foi detido.

Fachada da 10ª DP, no Lago Sul — Foto: Marília Marques/G1

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, nesta quarta-feira (29), um casal suspeito de furtar cerca de R$ 1 milhão em joias e dinheiro de uma família do Lago Sul, no Distrito Federal. Segundo a corporação, os objetos roubados eram revendidos em comércio no Conic (veja detalhes abaixo).

As investigações da 10ª Delegacia de Polícia, no Lago Sul, que começaram em abril. A corporação afirma que a mulher trabalhava como doméstica e o homem, era jardineiro na casa das vítimas. Segundo a polícia, eles realizavam os furtos em períodos espaçados, para não levantar suspeitas da família.

Eles trabalhavam na casa desde fevereiro deste ano e foram demitidos quando os donos da casa perceberam o desaparecimento dos objetos. Após a demissão, a dupla fugiu para Esmeralda, em Minas Gerais, onde foram presos.

Receptação

 

Prédios do Conic, em imagem de arquivo (2015) — Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Prédios do Conic, em imagem de arquivo (2015) — Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

A Polícia Civil afirma que as joias roubadas na residência eram vendidas para um comércio de ouro localizado no Conic. Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão na loja e na casa do proprietário.

Aos policiais, o comerciante confessou a compra sem saber da procedência dos objetos. Ele relatou ainda que derreteu e vendeu o ouro das joias roubadas. O homem é investigado pelo crime de receptação e, se condenado, pode pegar de três a oito anos de prisão, além de pagamento de multa.

Já o casal preso responderá pelo crime de furto qualificado pelo abuso de confiança, que tem pena de reclusão de dois a oito anos e multa.

A Polícia Civil do Distrito Federal alerta que é preciso cautela na hora de comprar artigos valiosos sem procedência conhecida. A aquisição desses objetos é passível de punição penal.

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Caso Henry: Monique Medeiros está novamente presa

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Mãe do menino deve ir para o Batalhão Especial Prisional, em Niterói


Tânia Rego/Agência Brasil

A professora Monique Medeiros da Costa e Silva, acusada da morte do filho Henry Borel juntamente com o ex-vereador Jairo Souza dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, está presa na 16ª DP, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, de onde será levada ainda hoje para o Instituto Médico Legal (IML) para exames de entrada no sistema prisional do Rio. O ex-vereador era companheiro de Monique à época da morte do menino, em 8 de março de 2021.

Do IML, Monique será encaminhada para o Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica, na zona norte, onde deve passar por audiência de custódia. Em seguida, vai ser transferida para o Batalhão Especial Prisional (BEP) em Niterói, na região metropolitana do Rio, onde deve permanecer, por decisão da Justiça, até que sejam apuradas as supostas ameaças que alegou ter recebido no presídio onde estava antes de ser autorizada a prisão domiciliar.

O retorno de Monique ao sistema prisional foi uma decisão da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), que acatou pedido do Ministério Público do Estado contestando a decisão da 2ª Vara Criminal do Rio, no dia 5 de abril, que autorizou a transferência da professora para prisão domiciliar, em endereço não conhecido, por causa das supostas ameaças.

No despacho de retorno ao presídio, o desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, relator do processo, disse que por estar em local sigiloso a fiscalização pelo Ministério Público fica prejudicada, como também a segurança da integridade de Monique pelo Estado.

“Assim, em sentido diametralmente oposto ao que a magistrada expôs na decisão, o contexto dos autos não apresenta a garantia necessária e suficiente para a supressão da medida restritiva máxima, não sendo minimamente recomendável, por insuficiente e ineficaz à espécie, a manutença da imposição da medida cautelar com monitoramento eletrônico”, observou o desembargador.

Para o magistrado, a decisão de primeira instância concedeu liberdade sem determinação de alvará de soltura e sem comprovação das ameaças alegadas pela defesa de Monique para a concessão da medida. Joaquim Domingos de Almeida Neto destacou que a ré responde por homicídio praticado com tortura, havendo, no caso, violência extremada, sendo um crime hediondo.

“Considerando que estranhamente não foi expedido alvará de soltura, e sim ‘ordem de liberação’ para endereço sigiloso, determina-se a imediata expedição de ofício para que a magistrada de piso providencie a captura incontinente da recorrida e sua recondução à enxovia”, concluiu no texto.

O desembargador apontou a existência de uma “quimera jurídica” no caso, por não poder se confundir prisão domiciliar com monitoramento eletrônica, em situação tida como híbrida.

“Importante ressaltar que a decisão que decretou a prisão preventiva da recorrida e do corréu está pautada em argumentação legal, com fundamentos concretos e coerentes e com absoluta pertinência aos motivos que justificam a manutenção da prisão preventiva esgastular, não se afigurando suficiente e adequado a adoção de qualquer das medidas substitutivas, mais brandas”, afirmou.

A defesa disse à Agência Brasil que recebeu a decisão do tribunal “de forma serena e respeitosa, mas que discorda de forma veemente”. Acrescentou ainda que “os recursos e habeas corpus cabíveis já estão sendo preparados”. A defesa destacou também que Monique já cumpriu a determinação da justiça. “Por fim, ressalta que Monique deu integral cumprimento à decisão exarada pelo juízo”, completou.

 

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Homem tenta esconder 40 pedras de crack na boca, mas acaba preso

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O suspeito foi abordado pela Polícia Militar de Uberaba, após denúncia anônima, em avenida do bairro Serra Dourada

(crédito: PMMG/Divulgação)

A Polícia Militar (PM) prendeu na noite de desse domingo (26/6) um homem de 30 anos com 40 pedras de crack dentro da boca. A prisão, feita após denúncia anônima, aconteceu na avenida Alfredo Freire, bairro Serra Dourada, em Uberaba, no Triângulo Mineiro.

Além da droga que tentou esconder na boca, o suspeito, conforme o registro policial, estava com mais seis pedras de crack em uma das mãos e R$ 2 no bolso.

Ainda de acordo com a PM, depois de ser detido, o suspeito disse que venderia as pedras de crack a pedido de um traficante, a quem ele teria acabado de passar o valor de R$ 100 e recebido a droga, que acabou apreendida.

O suspeito preso e o material apreendido foram encaminhados para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil (PC) de Uberaba para as demais providências.

 

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Ação policial resulta na maior apreensão de maconha do ano no DF

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Na rota do tráfico, capital do país é passagem e destino de substâncias ilícitas. Na noite de domingo, a polícia encontrou 2,5 toneladas de maconha na área rural de Ceilândia

(crédito: PMDF)

Uma ação policial corriqueira resultou na maior apreensão de maconha do ano no Distrito Federal. No fim da noite de domingo, por volta das 23h, na área rural de Ceilândia, policiais militares do DF ouviram disparos de arma de fogo durante uma ronda na região. Ao verificar a ocorrência, os grupos táticos Operacional e Ambiental da Polícia Militar do DF (PMDF) encontraram, em um barraco, 2,5 toneladas de maconha e mais de 30kg de skank — variedade da droga com maior concentração psicotrópica. Um homem foi preso em flagrante no local, por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo. Ele estava com uma espingarda calibre 22 e foi apresentado na 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro).

Para o especialista em segurança pública Leonardo Sant’Anna, o combate ao tráfico seria mais eficaz se o governo do Distrito Federal usasse estratégias de colaboração com outros órgãos de segurança. “É um golpe duro contra os lucros que o narcotráfico busca, mas longe do que as forças de segurança poderiam fazer. Há espaço para muito mais prejuízos [para o tráfico], desde que usemos a força que a capital do país tem para realizar mais convênios, capacitação técnica, treinamentos e aquisições de ferramentas mais modernas de combate ao tráfico de drogas”, sugere.

Além disso, Sant’Anna cita alguns aspectos do enfrentamento ao tráfico no DF que necessitam de incentivo. “Ainda é preciso um investimento maciço em todos os setores relacionados a inteligência para combate ao crime organizado. Outros atores também precisam estar envolvidos nesse processo, como o Ministério Público, que também precisa ter uma conexão importante com essa situação, o governo federal, e, é claro, a Polícia Rodoviária Federal, uma vez que ela é responsável pelo controle de tráfego e fiscalização da entrada desse tipo de droga aqui no Distrito Federal, feita normalmente por vias terrestres”, afirma.

Ações

O major Michello Bueno, da PMDF, ressalta a importância da operação de domingo para a segurança pública da capital do país. “Foi a maior apreensão do ano e uma das maiores da história do Distrito Federal. A quantidade apreendida ultrapassa R$ 3 milhões. O skunk tem dez vezes mais THC (tetra-hidrocarbinol) que a maconha, é uma droga desenvolvida em laboratórios e vendida para classe média alta. Foi um golpe muito forte no tráfico e vai ajudar a reduzir outros crimes ligados às drogas, uso, porte, furto e roubo”, diz.

As ações de repressão ao tráfico feitas pelas forças de segurança da capital federal resultaram em mais de 2,6 mil toneladas de maconha apreendidas, apenas nos seis primeiros meses de 2022. O número ultrapassa a quantidade da droga recolhida durante todo o ano de 2019 — 2,4 mil toneladas. Em 2020 e 2021, o total de maconha retirada das ruas do DF foi cerca de quatro vezes superior (veja quadro).

O delegado Rogério Henrique Oliveira, coordenador de Repressão às Drogas (Cord) da PCDF, destaca que o DF se comporta como consumidor final das drogas e passagem para outros destinos dos produtos, devido ao alto poder aquisitivo dos brasilienses e à localização geográfica do DF. “É uma unidade da Federação pequena. O grupo criminoso pensa em passar por Brasília porque, em apenas 60km, já estará em outros estados”, observa o investigador. Ele acrescenta que, muitas vezes, os itens não chegam ao Distrito Federal. “Estamos percebendo, há algum tempo, que as drogas param no Entorno, onde são divididas. A viagem, então, prossegue, e parte da carga vai para Goiânia e parte vem para o DF. É mais fácil transportar pequenas porções. É o crime tentando se adaptar à realidade que estão enfrentando”, acrescenta Rogério.

O delegado acredita na redução de outros tipos de crime, por meio do enfrentamento ao comércio ilegal de substâncias ilícitas. “É a matriz de diversos outros crimes. O tráfico de drogas gera acerto de contas, que leva a homicídios e tentativas de homicídios, além de latrocínios, roubos, furtos e receptação. É uma rede”, analisa Rogério, citando a rede ilegal de atuação. “Ao seguir o dinheiro, conseguimos descortinar sistemas criminosos de altíssima complexidade. É um eterno jogo de caça, de gato e rato. A gente começa a chegar ao patrimônio e eles começam a difundir ainda mais o dinheiro, passando para várias pessoas em pequenos depósitos, para despistar o monitoramento das atividades econômicas feito pelos órgãos. Os grupos criminosos sabem dos limites e pulverizam os valores, com transferências diárias ou colocando mais integrantes na cadeia da lavagem de dinheiro”, aponta.

Sem descartar a importância da batalha contra o tráfico local, o coordenador da Cord defende focar os trabalhos na desmontagem dos grandes esquemas. “Enquanto a gente não atacar as organizações, que fornecem aos criminosos menores, o tráfico menor vai continuar existindo. Por isso a importância do combate de esquina, na porta das escolas e nas praças perto das casas, porque incomoda. Isso preocupa e é muito relevante para a comunidade local. A melhor forma de reduzi-lo é atacar o patrimônio das grandes organizações”, conclui o delegado Rogério.

Estimativas

Saiba os valores médios de venda de drogas no DF

Maconha (kg): R$ 1,8 mil
Merla (kg): R$ 10 mil
Cocaína (kg): R$ 40 mil
Crack (kg): R$ 20 mil
Haxixe (kg): R$ 20 mil
Skunk (kg): R$ 20 mil
Ecstasy (cp): R$ 30
Catinona (cp): R$ 20
LSD (microsselo): R$ 50
Diclorometano (frasco 100mL): R$ 80

Fonte: Polícia Civil do DF. Por se tratar de mercado ilegal, não há como calcular precisamente os preços, segundo a PCDF. Os números representam possíveis custos observados no DF

Apreensões por região

Maconha
Fora do DF: 6.059,5 kg
Planaltina: 4.477,5 kg
Gama: 2.949,5 kg

Cocaína
Ceilândia: 198,7 kg
Fora do DF: 108,2 kg
Taguatinga: 93,5 kg

Crack
Ceilândia: 121,9 kg
Fora do DF: 114,9 kg
Sol Nascente/Por do Sol: 46,2 kg

Ecstasy
Ceilândia: 7.916 comprimidos
Guará: 7.150 comprimidos
Taguatinga: 4.328 comprimidos

LSD
Núcleo Bandeirante: 14.495 selos
Recanto das Emas: 1.078 selos
Plano Piloto: 724 selos

Skunk
Taguatinga: 42,7 kg
Recanto das Emas: 40,9 kg
Sobradinho: 19,8 kg

Fonte: Polícia Civil do DF. Números de 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022 (até 22 de junho)

Substâncias

Produtos ilícitos tirados de circulação das ruas do DF

Maconha
2018: 3.137,984 kg
2019: 2.479,3342 kg
2020: 8.242,999 kg
2021: 10.193,901 kg
2022: 2.671,429 kg

Cocaína
2018: 76,990 kg
2019: 80,440 kg
2020: 232,402 kg
2021: 304,466 kg
2022: 157,736 kg

Crack
2018: 76,571 kg
2019: 58,605 kg
2020: 137,058 kg
2021: 121,703 kg
2022: 131,126 kg

Fonte: Polícia Civil do DF. Dados de apreensões feitas pelas forças de segurança do DF. Números de 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022 (até 22 de junho)

 

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