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Ciência

Navio do século 19 é encontrado por acaso no Golfo do México

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equipe daAdministração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos  (NOAA) encontrou por um golpe de sorte uma embarcação naufragada do século 19. A descoberta foi realizada durante procedimentos de rotina para testar equipamentos, no Golfo do México, região marítima que banha os Estados Unidos, México e Cuba.

ROV Deep Discoverer approaching the bow of the shipwreck. (Foto: NOAA)

Após a surpresa, os especialistas responsáveis resolveram transmitir o mergulho exploratório ao vivo pela internet, o que possibilitou que outros cientistas ao redor do mundo acompanhassem a expedição e fizessem especulações sobre o barco. O navio mede cerca de 37,8 metros de comprimento e é feito de madeira com revestimento de cobre — o que ajudou a reter parte da integridade da embarcação.

Embora não saibam quando afundou, os especialistas puderam caracterizar o período no qual a embarcação foi construída com base na proa do navio, no corpo do casco e nos restos do molinete (utilizado para içar cabos). Nenhum artefato foi encontrado na região e não restou nenhuma parte da estrutura que ficaria para fora da água durante as navegações.

The numbers “2109” are visible along the trailing edge of the rudder. The pattern of nails securing the copper sheathing is plainly visible. (Foto: NOAA)

Parte da madeira aparenta estar carbonizada, o que levou os pesquisadores a acreditarem que o navio possivelmente pegou fogo e foi quase totalmente destruído antes de afundar. Isso explicaria porque não há pertences pessoais ou artefatos do convés ao seu redor.

A close-up view of the bow. Marine life is prevalent on the wreck except on the copper sheathing which still retains its antifouling ability to keep the hull free of marine organism like Teredo navalis (shipworm) that would otherwise burrow into the wood  (Foto: NOAA)
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Ciência

Nasa faz 1ª caminhada espacial com astronautas mulheres

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Caminhada era para ter acontecido em março, mas foi adiada porque a agência norte-americana não tinha roupas adequadas para as astronautas

Christina Koch e Jessica Meir: nesta sexta, elas entraram para a história (NASA/Divulgação)

São Paulo —Nesta sexta-feira (18), as astronautas americanas Christina Koch e Jessica Meir entram para a história. Neste exato momento, a Nasa faz a primeira caminhada especial com astronautas mulheres.

A caminhada era para ter acontecido em março, mas foi adiada porque, na época, a agência norte-americana não tinha roupas de tamanho adequado para Koch e Meir.

A missão das astronautas é trocar uma unidade de recarga de bateria que parou de funcionar no fim de semana passado.

Essa é a sétima caminhada feita no ano e a Nasa espera atingir, até dezembro, o maior número de caminhadas desde 2010.

https://youtu.be/Iji5hTQ3CUo

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Ciência

Nasa prepara habitações espaciais infláveis para Lua, Marte e além

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Astronautas veteranos estão terminando uma revisão de cinco protótipos de habitat espacial fabricados por várias empresas

Nasa: vice-presidente dos EUA, Mike Pence, orientou a agência a levar sua primeira tripulação de astronautas à Lua até 2024 (Carlos Jasso/Reuters)

Las Vegas — Quando astronautas orbitarem a Lua ou forem morar em sua superfície na próxima década, provavelmente o farão em habitações espaciais infláveis hoje em desenvolvimento.

Dezenas de funcionários da Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa) e de astronautas veteranos estão terminando uma revisão de cinco protótipos de habitat espacial fabricados por várias empresas.

Os protótipos oferecem à agência ideias para a melhor opção de Gateway — o posto avançado de pesquisa planejado para a órbita lunar que abrigará e transferirá astronautas para a superfície da Lua.

“A questão toda é definir o que gostamos e o que não gostamos nestes habitats diferentes”, disse Mike Gernhardt, astronauta da Nasa e principal pesquisador da campanha de testes, à Reuters.

Recentemente, ele e sua equipe estavam fazendo a última inspeção em Las Vegas, na sede da Bigelow Aerospace, uma fabricante de habitats espaciais fundada por Robert Bigelow, proprietário bilionário de uma rede de hotéis.

Em março, o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, orientou a Nasa a levar sua primeira tripulação de astronautas à Lua até 2024.

O cronograma acelerado deu ensejo ao programa Artemis, que pleiteia módulos de pouso lunar, jipes robóticos e o Gateway Lunar — uma estação espacial modular na órbita da Lua com acomodações para astronautas, um laboratório científico e portos para espaçonaves em visita, com financiamento privado.

“O Gateway é uma oportunidade de testar todas estas estruturas em um ambiente de espaço profundo… como prelúdio a uma ida a Marte”, disse Bigelow a repórteres. “Achamos ser possível que, pelo resto do século, a arquitetura expansível esteja no ponto”.

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Ciência

Zoológico revela organismo misterioso com 720 sexos e que se regenera

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Chamado de “a bolha” por causa de um filme sobre alienígenas, o ser vivo unicelular não possui cérebro, mas é capaz de aprender

A bolha: organismo não tem olhos, boca ou estômago, mas consegue detectar e digerir alimentos (Benoit Tessier/Reuters)

Paris — Um zoológico de Paris apresentou nesta quarta-feira (16) um novo organismo misterioso, apelidado de “bolha”, um pequeno ser vivo unicelular amarelado que parece um fungo, mas age como um animal.

A mais nova exposição do Parque Zoológico de Paris, que será exibida ao público no sábado, não tem boca, estômago ou olhos, mas pode detectar e digerir alimentos.

A bolha também tem quase 720 sexos, pode se mover sem pernas ou asas e se cura em dois minutos se cortada ao meio.

“A bolha é um ser vivo que pertence a um dos mistérios da natureza”, disse Bruno David, diretor do Museu de História Natural de Paris, do qual o Parque Zoológico faz parte.

“Ela nos surpreende porque não tem cérebro, mas é capaz de aprender… e se você misturar duas bolhas, a que aprendeu transmitirá seu conhecimento para a outra”, acrescentou.

A bolha foi nomeada após um filme de terror de ficção científica de 1958, estrelado por um jovem Steve McQueen, no qual uma forma de vida alienígena — A Bolha Assassina — consome tudo em seu caminho em uma pequena cidade da Pensilvânia.

“Sabemos com certeza que não é uma planta, mas não sabemos se é um animal ou um fungo”, disse David. “Comporta-se surpreendentemente para algo que se parece com um fungo… tem o comportamento de um animal, é capaz de aprender”.

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