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Ministro da Saúde anuncia previsão de colapso do sistema no fim de abril

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Mandetta anunciou ainda que o governo estuda promover “programa de telemedicina”, com o objetivo de avaliar sintomas e atenuar a proliferação do coronavírus

(foto: SERGIO LIMA/AFP)

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou, na tarde desta sexta-feira (20/3), durante videoconferência ao lado do presidente Jair Bolsonaro com empresários, que o sistema de saúde do país entrará em colapso no fim de abril, por conta da proliferação do coronavírus. “O colapso é quando você tem o dinheiro, o plano de saúde, a ordem judicial, mas não tem onde entrar para se tratar”, explicou Mandetta. Por outro lado, a queda no número de contaminação por coronavírus deverá ocorrer só em setembro. “O vírus tem um padrão de transmissão muito competente, e que cada pessoa, quando em movimento normal, o vírus faz um espiral, uma curva de 90 graus, pega ar e sobe. Nós ainda não estamos nela. São Paulo está fazendo o início do seu redemoinho”, apontou.

“A gente imagina que ela vai pegar velocidade e subir nos próximos 10 dias, a gente deve entrar em abril e iniciar a subida rápida. Essa subida rápida vai durar o mês de abril, o mês de maio e o mês de junho, quando ela vai começar a ter uma tendência de desaceleração de subida. No mês de julho, ela deve começar o platô. Em agosto, esse platô vai começar a mostrar tendência de queda e aí a queda em setembro é uma queda profunda, tal qual foi a queda de março da China.”
Ainda segundo o ministro da Saúde, as medidas de restrição de trânsito da população podem se intensificar nos próximos dias, como forma de prevenção ao avanço da doença. “Mais difícil do que fechar uma cidade, um supermercado e um shopping é saber o momento de reabrir. É preciso de uma série de informações para reabrir os locais com segurança”, observou.
Mandetta anunciou ainda que o governo estuda promover “programa de telemedicina”, com o objetivo de avaliar sintomas e atenuar a proliferação do coronavírus.
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Saúde

Vacina da Novavax apresenta resultado positivo em 1ª fase de testes

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Nos últimos três meses, a ação da empresa subiu mais de 700%

Nos últimos três meses, a ação da empresa subiu mais de 700%. A companhia nunca conseguiu desenvolver com sucesso uma vacina em mais de três décadas de existência, mas agora recebeu recursos da Fundação Bill & Melinda Gates e do governo americano para buscar a imunização contra a covid-19. Além de ter sucesso na fase 1, é preciso que uma candidata a vacina se saia bem nas fase 2 e 3 dos ensaios clínicos para ser utilizada.

O teste contou com cerca de 130 voluntários saudáveis e deu a eles um placebo ou uma das quatro doses de sua vacina. Todos que receberam a vacina desenvolveram anticorpos neutralizantes contra o SARS-CoV-2, que podem ajudar a prevenir a infecção. As melhores respostas vieram de voluntários que receberam duas injeções da vacina da Novavax com três semanas de intervalo. Após 35 dias, esses participantes tinham níveis de anticorpos neutralizantes que eram, em média, quatro vezes mais altos do que o observado em um grupo de 32 pacientes que haviam se recuperado da doença.

Cerca de 80% desses voluntários tiveram efeitos colaterais no local da injeção, incluindo dor e sensibilidade. Mais de 60% teve outros efeitos colaterais, principalmente dores de cabeça, dores musculares e fadiga. A maioria das reações foi leve ou moderada, mas oito pacientes tiveram efeitos colaterais que foram classificados como graves; Novavax afirmou que nenhum deles exigia hospitalização. Todas as reações foram resolvidas após alguns dias, e nenhuma apresentou risco de vida.

Outras farmacêuticas como Moderna, AstraZeneca e Pfizer estão recrutando mais de 30.000 voluntários para os testes de fase 3, destinados a determinar se suas vacinas podem impedir a covid-19. A Novavax planeja iniciar um estudo semelhante no outono, acompanhado por Johnson&Johnson, Sanofi, entre outros.

A vacina da Novavax está entre as poucas financiadas pela operação “Warp Speed” — um esforço dos EUA para desenvolver tratamentos e vacinas para o novo coronavírus até o final deste ano.

A empresa vai receber US$ 1,6 bi em financiamento do governo americano, que pagará 100 milhões de doses de NVX-CoV2373, se as vacinas se provarem seguras e eficazes. A empresa também está recebendo mais de US$ 388 milhões da Coalition for Epidemic Preparedness Innovations, uma organização sem fins lucrativos financiada em parte pela Fundação Bill e Melinda Gates.

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Saúde

EUA paga US$ 2,1 bi e reserva até 100 milhões de vacinas da covid-19

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Acordo dos EUA com as farmacêuticas Sanofi e GlaxoSmithKline (GSK) acontece dias após aposta semelhante na Pfizer

EUA vai pagar US$ 1,6 bilhãopor vacina contra covid-19 (SCIENCE PHOTO LIBRARY/Getty Images)

Os Estados Unidos irão pagar 2,1 bilhões de dólares para a Sanofi e a GlaxoSmithKline criarem e entregarem 100 milhões de doses de uma vacina contra o novo coronavírus.

Grande parte do montante, 1,5 bilhão de dólares, será usado para o desenvolvimento da vacina em ritmo acelerado.

“A necessidade global de uma vacina para ajudar a prevenir o COVID-19 é enorme, e nenhuma vacina ou empresa será capaz de atender somente à demanda global”, afirmou, em nota, Thomas Triomphe, vice-presidente executivo e chefe global da divisão de vacinas da Sanofi.

O investimento bilionário do governo dos Estados Unidos é para que a economia possa retornar ao normal. Autoridades de saúde do país afirmam que a normalidade só serã restabelecida quando houver uma vacina.

O anúncio do governo americano acontece poucos dias depois de ter dito que pagaria 1,95 bilhão por uma vacina feita pela farmacêutica Pfizer em parceria com a empresa de biotecnologia alemã BioNTech. Nesse acordo, seriam encomendadas 100 milhões de vacinas.

 

 

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Saúde

EUA compra mais 100 milhões de doses de vacina contra covid-19

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Acordo dos Estados Unidos com as farmacêuticas Sanofi e GlaxoSmithKline (GSK) custou US$ 2,1 bilhões

Sanofi e GSK informaram ainda que pretendem ampliar gradativamente a capacidade de produção do antígeno e oferecer até um bilhão de doses por ano globalmente, caso os estudos se mostrem eficazes.

“A necessidade global de uma vacina para ajudar a prevenir a covid-19 é enorme, e nenhuma vacina ou empresa será capaz de atender sozinha a demanda global”, diz Thomas Triomphe, vice-presidente executivo da Sanofi, no comunicado.

Recentemente, os EUA fecharam um acordo com as farmacêuticas Pfizer e BioNTech para entrega de outras 100 milhões de doses de uma futura vacina contra o novo coronavírus.

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Saúde

Pacientes graves podem transmitir covid-19 por até 3 semanas, diz OMS

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Período para pacientes com a forma leve ou moderada é de até nove dias

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Saúde

Chocolate faz bem para o coração, diz estudo

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O estudo indica que é melhor comer o doce por pelo menos uma vez na semana — sem exageros

Chocolate: alimento pode fazer bem para o coração (Baibaz/Getty Images)

Um estudo publicado no European Society of Cardiology (ESC) apontou que o chocolate, ao contrário do que muitos pensam, pode ser benéfico para o coração humano. Segundo o autor do do estudo Dr. Chayakrit Krittanawong da Universidade de Medicina de Baylor, em Houston, no Texas, Estados Unidos, o “chocolate é capaz de manter as veias do coração saudáveis”.

Os pesquisadores analisaram estudos de décadas passadas para examinar a associação entre o consumo do alimento e a doença doença arterial coronariana e incluiu ao todo 336.289 participantes que afirmaram ingerir chocolate em doses variadas. Em uma média de nove anos, 14.043 participantes tiveram a doença e 4.667 tiveram ataques cardíacos.

O estudo, então, aponta que comer chocolate por mais de uma vez na semana reduziu em 8% o risco da doença. “O chocolate contém nutrientes saudáveis para o coração que reduzem a inflamação e aumentam o colesterol bom”, afirmou Krittanawong.

É lógico que não vale comer uma barra inteira de chocolate durante a tarde. O estudo indica que é melhor comer o doce por pelo menos uma vez na semana — sem exageros.

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Saúde

Canabidiol ajuda a reduzir consumo de maconha, diz estudo

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Pesquisa britânica aponta que doses mais altas de cannabis tiveram melhores resultados para redução de uso

Maconha: participaram da pesquisa apenas pessoas que foram diagnosticadas com uso extremo da droga (Jordan Siemens/Getty Images)

Um estudo mostra que o canabidiol (CBD) encontrado na cannabis não produz nenhum dos efeitos encontrados na droga. Pelo contrário: na medicina, o canabidiol é frequentemente usado para o tratamento de diversos problemas, como psiquiátricos e neurológicos. Agora um estudo feito pela Kings College London e pela Universidade de Bath, ambas na Inglaterra, aponta que o canabidiol pode ser usado também para reduzir o uso excessivo da maconha.

O estudo, publicado na revista científica The Lancet Psychiatry, foi duplo-cego (quando nem os médicos e nem os pacientes sabem qual medicamento está sendo administrado), com grupo de controle usando placebo, e aleatório.

A pesquisa indica que os efeitos da droga estão mais ligados ao THC, outra substância encontrada na cannabis. O objetivo era identificar o melhor tratamento para os viciados em determinadas drogas, como é o caso da maconha.

Os voluntários tinham de preencher requisitos de problemas de uso com a maconha e foram selecionados aleatoriamente no primeiro estágio do teste de quatro semanas, nas quais foram administradas três diferentes doses do canabidiol — 200mg, 400mg, ou 800mg — e também o placebo para 82 pessoas que já haviam tentado parar de consumir maconha, mas não conseguiam. Todos eles também receberam diagnósticos de uso extremo da droga.

A pesquisa aponta que as doses mais altas de cannabis (como a de 400mg e de 800mg) tiveram melhores resultados em pessoas que têm problemas com o uso de maconha. O canabidiol não apresentou nenhum efeito colateral e 94% dos participantes completaram o tratamento sem maiores problemas.

Os resultados, por fim, apontam que o canabidiol foi um grande responsável pela redução do consumo exagerado da maconha e as doses mais altas foram mais eficazes do que o placebo ou as doses mais leves.

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terça-feira, 4 de agosto de 2020

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