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Mark Zuckerberg e Donald Trump se encontram em Washington

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Trump tem acusado o Facebook de ser tendencioso a favor dos democratas; nenhum dos lados divulgou detalhes da discussão

Trump e Zuckerberg: presidente-executivo enfrentou questionamentos agressivos dos parlamentares sobre as falhas da rede social (Twitter/Reprodução)

Washington — Mark Zuckerberg, do Facebook, se encontrou com o presidente dos EUA, Donald Trump, na quinta-feira durante uma visita a Washington, onde o presidente-executivo enfrentou questionamentos agressivos dos parlamentares sobre as falhas da rede social em proteger a privacidade do consumidor

Trump postou uma foto com Zuckerberg no Twitter e chamou a sessão de “uma reunião agradável” no Salão Oval. O Facebook disse que Zuckerberg “teve uma boa reunião construtiva com o presidente Trump na Casa Branca hoje”. Nenhum dos lados divulgou detalhes da discussão.

 

Trump tem acusado o Facebook de ser tendencioso a favor dos democratas. A empresa enfrentou uma série de outras críticas por falhas de privacidade, atividades relacionadas a eleições e seu domínio na publicidade online, dando origem a pedidos de mais regulamentação e investigações antitruste.

Vestindo terno e gravata, em vez de sua blusa com capuz habitual, Zuckerberg se reuniu na quinta-feira, no segundo dia da visita de três dias, com os senadores Josh Hawley, Tom Cotton e Mike Lee. Ele também jantou com parlamentares, incluindo o senador Richard Blumenthal, na quarta-feira à noite.

Zuckerberg não respondeu às perguntas dos repórteres ao passar de um escritório para outro no Capitólio. Ele se encontrará com o líder republicano da Câmara, Kevin McCarthy, e o representante Doug Collins, o principal republicano do Comitê Judiciário, nesta sexta-feira e se reunirá com vários democratas do alto escalão.

Após sua reunião com o fundador do Facebook, Hawley, um crítico rígido, disse que as discussões foram “francas”, muitas vezes um eufemismo para polêmicas. Ele pediu que Zuckerberg vendesse o Instagram e o WhatsApp do Facebook, o que limitaria a quantidade de informação que ele poderia compilar sobre um indivíduo de diferentes fontes.

“Eu disse a ele: ‘prove que você é sério sobre dados. Venda o WhatsApp. E venda o Instagram’”, disse Hawley a repórteres. “É seguro dizer que ele não foi receptivo a essas sugestões”.

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Explosão de gás deixa 8 mortos em resort de esqui na Polônia

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Corpos de quatro crianças e quatro adultos, que provavelmente eram de duas famílias, foram encontrados sob os escombros do resort em Szczyrk

Polônia: desabamento de prédio provocou uma explosão de gás e matou oito pessoas em um resort (Radio Bielsko/Reuters)

O desabamento de um prédio de três andares provocado por uma explosão de gás matou oito pessoas em um resort polonês de esqui na quarta-feira, disseram autoridades locais nesta quinta.

Os corpos de quatro crianças e quatro adultos, que provavelmente eram de duas famílias, foram encontrados sob os escombros do resort em Szczyrk, cidade no sul da Polônia.

Cerca de 200 pessoas, incluindo bombeiros e policiais, participaram do resgate.

A operação de busca será reduzida nesta quinta-feira, disseram autoridades, e máquinas pesadas foram trazidas para vasculhar os escombros. Não se espera encontrar mais vítimas.

“É uma operação muito difícil. Não me lembro de um número tão alto de mortes em uma explosão de gás”, disse o chefe do Corpo de Bombeiros da região, Jacek Kleszczewski.

Uma empresa local de gás informou que a explosão provavelmente fou causada por um buraco na instalação.

 

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Membro da Marinha dos EUA mata duas pessoas na base de Pearl Harbor

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Funcionários da base disseram que as vítimas eram civis que trabalhavam para o Departamento de Defesa

Pearl Harbor: incidente ocorreu três dias antes do 78º aniversário do ataque de 7 de dezembro de 1941 à base naval (Hugh Gentry/Reuters)

Um militar da Marinha dos Estados Unidos matou a tiros dois civis que trabalhavam na histórica base de Pearl Harbor, no Havaí, na noite de quarta-feira, e feriu um terceiro antes de se matar, disseram autoridades militares.

As autoridades não identificaram as vítimas ou o atirador, descrito por uma testemunha como vestindo um uniforme da Marinha norte-americana, mas a mídia local informou que todos eram homens.

Funcionários da base disseram que as vítimas eram civis que trabalhavam para o Departamento de Defesa.

A motivação do atirador não estava imediatamente clara.

Ele morreu de “um aparente ferimento à bala auto-infligido”, e a terceira vítima estava em condições estáveis no hospital, disseram autoridades militares em entrevista coletiva.

“Confirmamos que duas (vítimas) estão mortas”, disse o comandante regional, contra-almirante Robert Chadwick.

O atirador “foi provisoriamente identificado como um marinheiro de serviço ativo designado para o USS Columbia SSN 771”, acrescentou.

O incidente ocorreu três dias antes do 78º aniversário do ataque de 7 de dezembro de 1941 à base naval, que levou os Estados Unidos a declararem guerra ao Japão e a entrar na Segunda Guerra Mundial.

A base, uma instalação combinada da Força Aérea e da Marinha dos EUA, localizada a 13 quilômetros da capital do Havaí, Honolulu, foi colocada em isolamento por cerca de duas horas após o incidente, sendo liberada e reaberta no final da quarta-feira.

Um porta-voz da Casa Branca disse que o presidente Donald Trump foi informado sobre o incidente.

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Fraude eleitoral na Bolívia a favor de Morales foi “imensa”, diz OEA

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Relatório de quase 100 páginas descreveu várias violações, incluindo o uso de um computador secreto concebido para fazer a votação pender para Morales

Evo Morales: líder de esquerda carismático e o primeiro presidente indígena da Bolívia, (David Mercado/Reuters)

Santiago — A Organização dos Estados Americanos (OEA) publicou na quarta-feira detalhes de medidas apontadas como “deliberadas” e “mal-intencionadas” para fraudar a eleição boliviana de outubro a favor do então presidente Evo Morales, que renunciou e deixou a nação andina em meio a uma crise política.

Um relatório de quase 100 páginas da OEA descreveu várias violações, incluindo o uso de um servidor de computador secreto concebido para fazer a votação pender para Morales.

Líder de esquerda carismático e o primeiro presidente indígena da Bolívia, Morales tentou a reeleição apesar de um referendo de 2016 que rejeitou uma proposta para lhe permitir concorrer a um quarto mandato consecutivo.

Ele pôde se candidatar depois que um tribunal repleto de figuras leais lhe deu sinal verde para concorrer indefinidamente.

“Dados os imensos indícios que encontramos, podemos confirmar uma série de operações mal-intencionadas que visaram alterar a vontade dos eleitores”, disse o relatório da OEA.

Entres as descobertas da OEA estão “ações deliberadas para manipular o resultado da eleição” que tornam “impossível validar” os resultados oficiais, segundo o relatório.

Morales fugiu para o México pouco após a divulgação do relatório inicial da OEA, no início de novembro. Ele descreveu as alegações de fraude eleitoral como um golpe político, dizendo que a OEA está “a serviço do império norte-americano”.

No final de novembro, o Congresso boliviano sancionou uma legislação para anular as eleições contestadas e abrir caminho para uma nova votação sem Morales, um grande avanço na crise política.

Ex-parlamentar conservadora, a presidente interina, Jeanine Áñez, também prometeu novas eleições.

 

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