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Liminar que impedia leilão de distribuidora da Eletrobras no AM é cassada

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Com a cassação da liminar, o leilão da Amazonas Energia deve acontecer no final da tarde desta segunda-feira

Rio de Janeiro – A liminar que impedia o leilão da distribuidora de energia da Eletrobras no Estado do Amazonas foi cassada pela Justiça na véspera, dando condições de realização do certame nesta segunda-feira, disse à Reuters um diretor da estatal nesta segunda-feira.

“A liminar foi cassada e teremos leilão”, afirmou à Reuters o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Eletrobras, Armando Casado, sem dar mais detalhes sobre o conteúdo da decisão que viabiliza o leilão.

A liminar que suspendia o certame havia sido concedida na última sexta-feira pela Justiça Federal do Amazonas.

Na decisão, o juiz Ricardo A. De Sales citou o “aparente açodamento dos agentes da administração federal em pretender alienar patrimônio público, sem as cautelas necessárias à segurança jurídica -e salvaguarda dos direitos do consumidor, especialmente do consumidor de baixa renda”.

Com a cassação da liminar, a expectativa é de que o leilão da Amazonas Energia ocorra no final da tarde desta segunda-feira. Fonte: Portal Exame

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Economia

Criação de vagas de emprego cresce 1% no estado de São Paulo

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Percentual é idêntico ao verificado em nível nacional

Entre setembro e outubro, o número de vagas de emprego formal cresceu 1% no estado de São Paulo. Segundo atualização divulgada hoje (4) pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), o crescimento foi o mesmo verificado em âmbito nacional.

No período, foram registradas no estado 513 mil admissões e 394 mil desligamentos. Os 119 mil postos de trabalho criados representam 30% do total gerado no país.

No balanço, a Fundação Seade informa que, apesar do saldo positivo, o estado perdeu 92 mil vagas de emprego com carteira assinada de janeiro a outubro, o que corresponde a 53,8% do total de postos de trabalho pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) no Brasil, que são 171 mil.

O impacto foi maior nos segmentos de serviços, comércio e indústria, que fecharam 87 mil, 91 mil e 3 mil vagas, respectivamente. A construção civil e a agropecuária tiveram melhor desempenho, com resultado positivo de 63 mil e 26 mil postos.

O relatório também faz observações em termos de localidade. Os municípios paulistas que mais contribuíram para o índice positivo foram Bauru, São José do Rio Preto, Marília e Araçatuba.

A capital perdeu 55 mil vagas de trabalho formal. No mesmo grupo de municípios que puxam o índice para baixo, estão São José dos Campos, com menos 22 mil postos, e Santos, que perdeu 14 mil.

Ainda segundo a Seade, de abril a outubro, foram celebrados 6,1 milhões de acordos entre empregadores e funcionários, que abrangeram 3,2 milhões de trabalhadores, dos quais 27% eram celetistas, isto é, amparados pela CLT.

Ao todo, 2,5 milhões dos acordos (41%) envolveram a suspensão do contrato de trabalho, autorizada pelo governo federal durante a pandemia de covid-19, mediante a edição da Medida Provisória (MP) 936/20. A MP prevê que a suspensão de contrato pode durar até 60 dias.

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Economia

Captação da poupança cai pela primeira vez desde janeiro

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Depósitos superaram saques em R$ 1,48 bilhão em novembro

Agência Brasil.

Aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou a primeira queda na captação líquida (depósitos menos saques), depois de nove meses consecutivos de melhora. Em novembro, os investidores depositaram R$ 1,48 bilhão a mais do que retiraram da aplicação, informou nesta sexta-feira (4) o Banco Central (BC).

A captação líquida é 39% inferior ao registrado em novembro do ano passado, quando os brasileiros depositaram R$ 2,43 bilhões a mais do que tinham sacado. Nos últimos meses, a caderneta tinha quebrado uma sequência de recordes desde o início da série histórica, em 1995.

Apesar do recuo no mês passado, a poupança acumula entrada líquida de R$ 145,71 bilhões de janeiro a novembro. Esse é o melhor desempenho para o período registrado pela aplicação financeira.

A aplicação começou o ano no vermelho. Em janeiro e fevereiro, os brasileiros retiraram R$ 15,93 bilhões a mais do que depositaram. A situação começou a mudar em março, com o início da pandemia da covid-19, quando os depósitos passaram a superar os saques. A turbulência no Tesouro Direto nos dois primeiros meses da pandemia fez parte dos investidores preferirem a segurança da poupança, mesmo com rendimento menor.

O interesse dos brasileiros na poupança manteve-se apesar da recuperação da bolsa de valores nos últimos meses. No entanto, com a taxa Selic (juros básicos da economia) em 2% ao ano, menor nível da história, e o aumento da inflação decorrente do preço dos alimentos reduziram a demanda pela caderneta.

Rendimento

Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), rendeu 2,29% nos 12 meses terminados em novembro, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que serve como prévia da inflação oficial, atingiu 3,52%. O IPCA cheio de novembro será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no próximo dia 8.

Para este ano, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 3,54% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com a atual fórmula, a poupança renderia 1,4% este ano, caso a Selic de 2% ao ano estivesse em vigor desde o início do ano. Como a taxa foi sendo reduzida ao longo dos últimos meses, o rendimento acumulado será um pouco maior, mas insuficiente para repor as perdas com a inflação.

Histórico

Até 2014, os brasileiros depositaram mais do que retiraram da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. No ano de 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, e em 2018, com captação líquida de R$ 38,26 bilhões. Em 2019, a poupança registrou captação líquida de R$ 13,23 bilhões.

Agência Brasil

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Economia

Secretaria de Economia e PMDF atingem 100% de transparência

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Segundo a Controladoria-Geral do DF, as duas instituições conseguiram alcançar a transparência total pelo segundo ano consecutivo

Pelo segundo ano consecutivo, aSecretaria de Economia do Distrito Federal atingiu 100% de transparência ativa em 2020. A Polícia Militar do DF (PMDF) alcançou o mesmo feito neste ano.

A transparência da Economia e da PMDF foi registrada na 5ª edição do Prêmio Índice de Transparência Ativa (ITA), promovido pela Controladoria-Geral do DF (CGDF).

Criada em 2015, a iniciativa reconhece as ações dos órgãos públicos para assegurar a transparência para as informações de interesse público, respeitando as diretrizes da Lei de Acesso à Informação (LAI).

Em 2020, a Economia participou da divulgação de informações no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. Neste caso, a secretaria contribuiu com esclarecimentos sobre a legislação específica do combate à Covid-19,

A pasta disponibiliza todos os seus serviços de forma digital. O portal da Receita, que concentra a maior parcela deles, oferta on-line, aproximadamente, 430.

Missão diária

Segundo a PMDF, a instituição busca, diariamente, aprimorar as ferramentas de transparência para a população. “Como a Polícia Militar é uma instituição que está sempre pronta para cumprir missões e alcançar altos índices de satisfação, este prêmio reflete um esforço em conjunto de toda a corporação”, pontuou o chefe da Ouvidoria da PMDF, major Teixeira.

Devido às restrições sanitárias impostas pela pandemia, a entrega dos troféus será realizada no Anexo do Buriti, em 7 e 8 de dezembro, com agendamento de cada órgão.

 Com informações da Secretaria de Economia e a PMDF.

 

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Economia

Presidente da Caixa diz que não sabia que brasileiros moram em lixões

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“Quando nós viajamos pelo Brasil, há três semanas, nós visitamos alguns lixões. E o que a gente viu é algo que eu nunca tinha pensado que existisse. Pessoas morando nos lixões, e vivendo no chorume”, apontou

(crédito: Marcello Casal JrAgência Brasil)

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou que não sabia da existência de pessoas vivendo em lixões. Ele comentou a surpresa no final da tarde de ontem, durante solenidade do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.

“Quando nós viajamos pelo Brasil, há três semanas, nós visitamos alguns lixões. E o que a gente viu é algo que eu nunca tinha pensado que existisse. Pessoas morando nos lixões, e vivendo no chorume”, apontou.

“Na nossa opinião, é algo que a gente não pode aceitar”, declarou. Segundo ele, na semana seguinte será aberto o primeiro edital de financiamento aos lixões.

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Economia

Construção reage no terceiro trimestre e cresce 5,6% na comparação com o anterior

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No confronto com o mesmo trimestre de 2019, a Indústria, no geral, teve queda de 0,9% e a construção recuou 7,9%, corroborada pela queda da ocupação nessa atividade

(crédito: Breno Fortes/CB/D.A Press)

Entre as atividades industriais, no terceiro trimestre de 2020, em relação ao segundo trimestre do ano, um dos destaques foi o desempenho da construção, com alta de 5,6%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (3/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que anunciou alta de 7,7% no PIB brasileiro no terceiro trimestre do ano em relação ao período imediatamente anterior.

No confronto com o mesmo trimestre de 2019, a Indústria, no geral, contudo, teve queda de 0,9% e a construção recuou 7,9%, corroborada pela queda da ocupação nessa atividade.

“Olhando pela ótica produtiva, o destaque foi a Indústria de transformação, até pelo fato de ter caído bastante no segundo trimestre (-19,1%), com as restrições de funcionamento. A Indústria cresceu como um todo 14,8%; e a de transformação, 23,7%, mas voltamos ao patamar do primeiro trimestre”, analisa a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.

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Economia

SPE: PIB indica que auxílio emergencial não será necessário em 2021

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Secretaria de Política Econômica acredita que a “forte recuperação da atividade” permite que a economia brasileira “continue avançando no primeiro semestre de 2021 sem a necessidade de auxílios governamentais”

(crédito: Marcello Casal JrAgência Brasil)

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia disse que o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre mostra que a economia brasileira está se recuperando de forma vigorosa da crise causada pela pandemia de covid-19. E, por isso, não vai precisar de auxílios governamentais em 2021.

“A forte recuperação da atividade, do emprego formal e do crédito, aliadas ao aumento da taxa de poupança, pavimentam o caminho para que a economia brasileira continue avançando no primeiro semestre de 2021 sem a necessidade de auxílios governamentais”, avaliou a SPE, em nota técnica divulgada nesta quinta-feira (3/12).

A nota foi publicada logo após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informar que o PIB do Brasil cresceu 7,7% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior. O dado, contudo, veio abaixo do esperado pelo mercado, que projetava uma recuperação mais próxima de 9%. E, segundo os analistas, pode desacelerar após o fim do auxílio emergencial, pois foi influenciado pelo
consumo das famílias, favorecido pelo benefício.

A SPE, por sua vez, avaliou que “a retomada da atividade e do emprego, que ocorreu nos últimos meses, compensará a redução dos auxílios”. A pasta argumentou que a “vigorosa recuperação da atividade” foi “ampla e alcançou praticamente todos os setores e subsetores da oferta, assim como a maioria dos componentes da demanda”. E disse que “os indicadores coincidentes e o carregamento estatístico mostram que a atividade continuará crescendo a taxas elevadas no final do ano”.

“O bom resultado do PIB no segundo semestre de 2020, a retomada dos empregos e a continuidade da expansão do crédito sugerem que a economia continuará avançando em 2021 sem a necessidade de auxílios governamentais”, reforçou.

A pasta, que é chefiada pelo secretário Adolso Sachsida, admitiu que a “retomada mais rápida da atividade econômica” é fruto das medidas emergenciais que foram implementadas com o intuito de atenuar os impactos negativos da pandemia sobre a economia. Porém, disse que não vê necessidade da manutenção dessas medidas em 2021 pois acredita que o setor de serviços, que vem se recuperando mais devagar da pandemia e representa quase 2/3 do PIB do Brasil, vai se recompor dos efeitos da pandemia, e também porque a poupança acumulada pelas famílias de classe média vai compensar a retirada do auxílio emergencial no consumo.

“Melhora das condições financeiras”

“A retomada da atividade e do emprego, que ocorreu nos últimos meses, compensará a redução dos auxílios. Outro fator positivo será a melhora das condições financeiras que continuarão impulsionando a atividade, principalmente com a retomada da agenda de reformas. Ademais, a forte elevação da taxa de poupança no 3T20 (17,3% do PIB), que alcançou o maior valor para o terceiro trimestre desde 2013,
sinaliza que a trajetória de consumo será suavizada no começo de 2021 sem a necessidade de novos auxílios governamentais”, destacou.

A SPE concluiu que “esses dados sinalizam que a economia brasileira vai ganhando tração para manter a retomada econômica em 2021”. E defendeu que “o escudo de políticas sociais criado para amenizar o sofrimento econômico e social causados pela pandemia deve ser desarmado, dando espaço para a agenda de reformas estruturais e consolidação fiscal — único meio para que a recuperação se mantenha pujante”. Para a pasta, “o único caminho que poderá gerar a elevação do bem-estar dos brasileiros serão medidas que consolidem o lado fiscal de nossa economia e corrijam a má alocação de recursos, aumentem a produtividade e incentivem a expansão do setor privado”.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, também avaliou positivamente o resultado do PIB, dizendo que a economia está voltando em V. E alegou que o Brasil está cumprindo as orientações do Fundo Monetário Internacional (FMI) ao fazer a retirada gradual dos auxílios.

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Hoje é

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

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