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Jovem morre em colisão entre ônibus e veículo; dois ficam feridos

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Acidente ocorreu na madrugada desta segunda-feira (30/12), na pista principal do Recanto das Emas, na Q 300

Acidente envolvendo um ônibus e um carro de passeio deixou três pessoas feridas nesta segunda (30/12)
(foto: Divulgação/CBMDF)

Um acidente de trânsito envolvendo um ônibus e um carro de passeio deixou duas pessoas feridas, e um jovem de 18 anos morreu, na madrugada desta segunda-feira (30/12). Os dois veículos estavam na pista principal do Recanto das Emas, na Q 300, quando colidiram.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal foi acionado. O motorista do Fox vermelho, Fernando Campos Santos, 38 anos, foi socorrido com escoriações na cabeça. Ele foi encaminhado para o Hospital Regional de Ceilândia consciente e estável. A PMDF esteve no local e realizou o teste do bafômetro constatando embriaguez do motorista. Policias escoltam o rapaz no hospital.
De acordo com a corporação, havia mais dois ocupantes no carro de passeio. Lucas de Pádua Maciel Brandão, 25 anos, foi atendido e transportado para o Hospital Regional de Ceilândia, com suspeita de fratura no fêmur direito e escoriações. O segundo passageiro foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Já o motorista do ônibus, Adson Natan Freitas Silva, 24 anos, não se feriu. De acordo com a Secretaria de Transporte e Mobilidade, o coletivo é de empresa particular.

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Preso suspeito de matar Larissa, que teve o corpo encontrado em igreja

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A jovem foi morta no interior da Igreja Tenda da Libertação, na Candangolândia. Caso é investigado como feminicídio pela 11ª DP

Larissa Francisco Maciel: vítima do primeiro assassinato investigado como feminicídio no DF em 2020
(foto: Arquivo pessoal)

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu preventivamente um homem suspeito de cometer o primeiro feminicídio em 2020 do DF. O detido é apontado como autor do assassinato de Larissa Francisco Maciel, 23 anos.

A jovem foi morta no interior da Igreja Tenda da Libertação, na Candangolândia, no dia 6. O caso é investigado pela 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante), que efetuou a prisão do acusado na quarta-feira (15/1). A polícia dará mais detalhes sobre o suspeito à imprensa nesta quinta-feira (16/1) à tarde.

De acordo com fontes da corporação, apuração preliminar do Instituto de Medicina Legal (IML) indica que a jovem morreu por esganadura. Não foram encontrados sinais de violência sexual no corpo, apesar de a vítima ter tido as roupas queimadas. Porém, o laudo cadavérico que confirmará essas primeiras impressões ficará pronto em até 30 dias.

No dia 7, o corpo de Larissa foi levado para Cabeceiras (MG), onde foi sepultado. Apesar de a jovem ser brasiliense, parte dos familiares dela vive no município mineiro.

Por que feminicídio?

A Polícia Civil apura o crime como feminicídio em decorrência do protocolo da insitutição, segundo o qual todo assassinato violento de mulher no DF seja tratado, inicialmente, como morte em decorrência da discriminação de gênero. Ao longo da investigação, a hipótese será confirmada ou descartada.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Distrito Federal registrou 33 feminicídios em 2019. O número é 17% maior do que o de 2018, quando 28 casos foram tipificados como tal.

Além disso, a quantidade de ocorrências do ano passado é a maior desde 2015, em que mortes de mulheres por questões de gênero passaram a ser consideradas um qualificador para o homicídio.

Por meio de nota oficial, a SSP salientou que, em maio do ano passado, iniciou campanha de incentivo para que a população denuncie casos de violência. A pasta acrescemtou que, em 2017, assinou contrato com uma empresa para o fornecimento de até 6 mil dispositivos de monitoração. “Desde então, as tornozeleiras eletrônicas tornaram-se uma alternativa para prevenir casos de violência doméstica e de feminicídio, além de atender a outras demandas judiciais, como medida cautelar e prisão provisória”, destacou o texto.

Em 2019, casos de violência contra mulheres marcaram o ano na capital. Entre eles, os feminicídios de Genir Pereira de Sousa, 47, e Letícia Sousa Curado de Melo, 26, mortas pelo cozinheiro Marinésio dos Santos Olinto, 41, em junho e agosto, respectivamente. O assassino confesso se passava por motorista de transporte pirata para atrair as vítimas. Quando elas aceitavam a corrida, ele as levava para regiões abandonadas da cidade, as matava e descartava o corpo. Além das mortes, Marinésio é investigado por abusar de outras mulheres.

Para saber mais

Reconhecido como crime hediondo desde 2015, o feminicídio consiste no assassinato de mulheres por razão de gênero. Conhecer as nuances e as características que envolvem esse tipo de violação é fundamental para ter um enfrentamento efetivo e evitar que existam novas vítimas.

Fonte: Agência Patrícia Galvão

Onde pedir ajuda

» Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência

Presidência da República / Telefone: 180 (disque-denúncia);

» Centro de Atendimento à Mulher (Ceam) / De segunda a sexta-feira, das 8h às 18h / Locais: 102 Sul (Estação do Metrô), Ceilândia e Planaltina;

» Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) /

Entrequadra 204/205 Sul, Asa Sul / (61) 3207-6172;

» Disque 100 — Ministério dos Direitos Humanos / Telefone: 100;

» Programa de Prevenção à Violência Doméstica (Provid)

da Polícia Militar / (61) 3910-1349 ou (61) 3910-1350

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Morre idosa que era vítima de maus-tratos em Taguatinga

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A Polícia Civil investiga se a morte decorreu do abandono ou se foi causa natural, já que ela vivia em estado vegetativo há 10 anos

(foto: Divulgação/PCDF)

A idosa de 69 anos que sofria maus-tratos em Taguatinga Sul, morreu na manhã desta quinta-feira (16/1). A confirmação foi feita pela Polícia Civil. A mulher foi levada para o Hospital Regional de Taguatinga (HRT) após a denúncia do médico chefe da equipe do Núcleo de Atendimento Domiciliar (NRAD) da unidade de saúde. Ela estava sem os dentes e desnutrida.

A Polícia Civil investiga se a morte decorreu do abandono ou se foi causa natural, já que ela vivia em estado vegetativo há 10 anos. Na última terça-feira (14/1), a responsável pela idosa, a filha dela, Flávia Cristina Marçal, 38, prestou depoimento em que contou que, como a mãe era alimentada por sonda, não tinha muitos gastos com ela. Disse ainda que quando a mãe sofreu o acidente que a deixou em estado vegetativo, ela abriu mão do ensino superior para cuidar da idosa.

A filha da vítima foi autuada por omissão de socorro, exposição ao perigo e apropriação de bens, já que ela é acusada de usar a aposentadoria da mãe, no valor de R$ 3.900. Em seguida, ela pagou uma fiança de R$ 2.500 e foi liberada.

Assim que receberam a denúncia, policiais da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual, ou Contra a Pessoa Idosa, ou com Deficiência (Decrin) foram até o endereço da idosa e a encontraram acamada. Ela usava apenas uma fralda suja de fezes e urina e estava coberta com um lençol velho. No corpo dela, haviam várias feridas abertas. Uma delas com exposição do pulmão. No HRT, ela precisou passar por uma cirurgia devido à gravidade da ferida.
De acordo com a delegada-chefe da Decrin, Angela Maria dos Santos, ainda não é possível confirmar que a morte foi causada pelos maus-tratos. ”Precisamos do laudo para dar uma resposta mais precisa. Como ela viveu em estado vegetativo por 10 anos, não podemos confirmar nada por enquanto. Estamos investigando”, disse.
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Copeiras e funcionários da cozinha de hospitais do DF começam paralisação

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Terceirizados da Sanoli, empresa que cuida da alimentação em parte da saúde pública do DF, não receberam o pagamento em janeiro. 70% da equipe de funcionários da cozinha em 6 hospitais fazem paralisação

O Hospital Materno Infantil (HMIB), na Asa Sul, é um dos locais em que os funcionários paralisaram as atividades devido à falta de pagamento. De acordo com a Secretaria de Saúde, o protesto não afeta serviços da unidade
(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

Copeiras e funcionários de cozinha da Sanoli, empresa que presta serviços de alimentação a hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s) da rede pública do Distrito Federal, começaram uma uma paralisação nesta quarta-feira (15/1) por não terem recebido salários em janeiro. O pagamento, referente ao trabalhado em dezembro, deveria ter sido efetuado no dia 5, mas ainda não caiu na conta dos trabalhadores. Devido ao atraso, 70% dos empregados de seis hospitais começaram o protesto e só devem voltar quando os salários forem pagos.

O Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Refeições Coletivas, Refeições Convênio, Refeições a Bordo de Aeronaves de Brasília (SINTERC-DF), que atende a categoria, informou que hospitais regionais da Asa Norte, Asa Sul, Ceilândia, Gama e Guará estão com apenas 30% dos funcionários da alimentação trabalhando. A manutenção de parte do quadro cumpre a legislação em manter o serviço alimentício para pacientes e acompanhantes.
De acordo com comunicado divulgado pela diretoria da Sanoli, a falta de pagamentos da folha de dezembro ocorreu pelo “esgotamento da capacidade financeira” da empresa. A ausência de recursos estaria relcionada a atrasos em repasses da Secretaria de Saúde do Distrito Federal nos últimos anos.

“O não recebimento de valores, alguns devidos desde 2014 pela SES/DF, levou ao esgotamento de nossa capacidade financeira, razão pela qual não conseguimos pagar a folha salarial dos nossos colaboradores. Viemos alertando a SES/DF por reiteiradas correspondências sobre a gravidade do momento, bem como risco de falta de gêneros alimentícios e de pessoal”, diz trecho da nota compartilhada pela assessoria.
A Secretaria de Saúde, por sua vez, declarou que está dentro do prazo de pagamento à Sanoli, e que não houve atrasos por parte da pasta. A assessoria disse ainda que as refeições estão sendo servidas normalmente nos hospitais. “A nota referente aos serviços prestados em dezembro foi entregue pela empresa há 10 dias. De acordo com o contrato, o prazo para a Secretaria de Saúde efetuar o pagamento é de 30 dias após a apresentação da nota”, informou a pasta ao Correio.
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