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Jovem é baleado na cabeça após apontar arma falsa para PM

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Corporação informou que não sabia que se tratava de simulacro. ‘Reação foi em defesa do policial e das outras pessoas que estavam no local’, afirma Polícia Militar.

6ª Delegacia de Polícia, no Paranoá, no Distrito Federal — Foto: Reprodução/TV Globo

Um homem de 20 anos foi baleado na mão e na cabeça após apontar uma arma para policiais militares durante uma abordagem, na madrugada desta quinta-feira (7), no Distrito Federal. Conforme o boletim de ocorrência, uma dupla de PMs interveio em uma briga, por volta das 2h, na quadra 34 do Paranoá.

O jovem estaria ameaçando um outro homem, com uma arma falsa, “que só foi identificada como simulacro posteriormente”. Os militares contam que pediram ao jovem que abaixasse a arma e deitasse no chão, mas ele teria se recusado a obedecer e apontado o simulacro para os policiais.

“Para salvaguardar a vida dos integrantes e de pessoas em volta, um dos policiais atirou na mão do homem que portava o armamento. Mas ele não obedeceu e continuou com a arma em punho, apontando para os policiais. Esse gesto obrigou o militar a efetuar um segundo disparo, atingindo a cabeça”, disse a PM em nota.

Ainda segundo a corporação, mesmo ferido, o jovem correu e conseguiu fugir, deixando a arma falsa para trás. A PM afirma que ele foi encontrado depois, na casa de um conhecido, sendo atendido pelo Samu e levado para um hospital.

O nome dos envolvidos não foi divulgado. O caso é investigado pela 6ª Delegacia de Polícia, do Paranoá.

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Homem com tornozeleira eletrônica rouba um carro, bate em outro e é preso

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A situação aconteceu em Taguatinga, onde ele mora. Ele ainda tentou roubar o carro no qual colidiu

(foto: PMDF)

Por volta das 19h deste domingo (17), um homem com tornozeleira eletrônica foi preso suspeito de roubar um carro na QSB 3 de Taguatinga. Depois disso, ele ainda bateu em outro carro, o qual também tentou roubar.
O dono do segundo carro, no entanto, saiu correndo com a chave do veículo para que não fosse levado, mas teve o celular e R$ 300 roubados. O ladrão tinha um revólver, com o qual ameaçou não só ele, mas também outras pessoas em volta.
Policiais militares do Gtam foram até a casa da tia do suspeito, que autorizou a entrada dos policiais. Lá, o suspeito foi encontrado com o celular roubado. Ele foi conduzido à 12ª Delegacia de Polícia para o registro da ocorrência. Foi feito teste do etilômetro nele e comprovada embriaguez. A arma usada no crime não foi encontrada.
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Com sete passagens, mulher é presa após invadir casa no Lago Sul

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De acordo com a Polícia Militar, a suspeita ajudava três homens no crime. Ela foi a única a ser presa

Após tentar fugir, a mulher foi encontrada com o carro usado no crime, um Renault Sandero prata
(foto: PMDF/Divulgação)

Uma mulher de 20 anos foi presa suspeita de participar da invasão a uma casa no conjunto 1 da QL 26, do Lago Sul, na madrugada desta segunda-feira (18/11). Na 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), onde foi apresentada, os policiais descobriram que ela tinha sete passagens por roubo, sendo cinco quando menor de idade.

Por volta das 1h30 desta segunda-feira (18/11), policiais militares do Grupo Tático Operacional (GTOP) receberam um chamado do dono da casa, que informou que havia quatro pessoas dentro do lote dele.
Chegando no local, a equipe avistou o carro dos suspeitos, que tentaram fugir. Mais a frente, eles abandonaram o veículo e entraram em uma mata. Para auxiliar nas buscas, outras equipes da PM foram acionadas, entre elas, o Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães).
Minutos depois, a corporação conseguiu encontrar a mulher, junto a um Renault Sandero prata, usado no crime. Ela teria dado apoio a três homens durante a invasão à residência. Os outros envolvidos ainda não foram capturados. A suspeita foi levada para a 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), onde foi constatado que tinha outras passagens por roubo, inclusive quando adolescente.
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Polícia investiga relação entre mortes no Sol Nascente

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Gláucia Sotero foi encontrada morta em casa, na Chácara 2 do Sol Nascente e, no dia seguinte, Bruno Rodrigues, ex-companheiro da vítima, foi morto a tiros. Testemunhas apontaram filho e sobrinho dela como responsáveis pela segunda morte

Revólver calibre .38 foi apreendido na residência de um dos suspeitos do assassinato de Bruno
(foto: PMDF/Divulgação)

Duas ocorrências que podem ter relação entre si estão sob investigação na 23ª Delegacia de Polícia (P Sul). Na noite de sexta-feira, Gláucia Sotero da Silva, 45 anos, foi encontrada morta em casa, na Chácara 2 do Sol Nascente. Uma equipe do Samu esteve no local, mas não conseguiu salvar a vítima. Na tarde do dia seguinte, o ex-companheiro dela, Bruno Rodrigues Vidal, 30, foi assassinado a tiros, no imóvel em que morava com a família, em uma rua próxima à de Gláucia.
A polícia identificou dois suspeitos de matar o homem. Um deles seria um dos filhos de Gláucia, de 20 anos, que está foragido. O outro, um jovem de 19 anos, sobrinho dela, foi preso em flagrante. Na casa do rapaz, em Ceilândia Norte, policiais militares encontraram um revólver calibre .38. O primeiro caso ainda não foi confirmado como feminicídio, mas os investigadores apuram se Bruno teria relação com a morte da ex-companheira.
O corpo de Gláucia foi encontrado pela irmã, por volta das 22h40 de sexta-feira, e não apresentava sinais de violência, segundo a Polícia Civil. No sábado, por volta de 15h30, duas pessoas entraram pelo telhado da casa de Bruno e o mataram com um tiro na cabeça. Testemunhas do crime reconheceram um dos autores e passaram informações sobre os envolvidos, que fugiram em um Ford Ka vermelho.
Por volta das 20h, a Polícia Militar encontrou e prendeu um dos suspeitos. “Localizamos, na mesma quadra, o sobrinho da mulher (Gláucia). Explicamos o motivo da abordagem e a denúncia. De início, ele negou, mas encontramos um revólver na casa em que ele falou que morava. Quando a localizamos, ele (suspeito) assumiu que era dele. A arma foi apreendida para ser periciada”, detalhou o sargento Valderir Pedrosa, do Grupo Tático Operacional (GTOP) 30.

Inquérito

Ainda de acordo com o militar, o jovem de 19 anos foi autuado em flagrante e levado para a 15ª DP (Ceilândia Centro). Ele tem passagem pelo crime de tráfico de drogas. Os parentes de Gláucia e Bruno também estiveram na unidade policial. “As famílias das duas vítimas moram na mesma rua, a cerca de 500 metros uma da outra. Elas foram para a delegacia e apontaram o outro lado como responsável. As duas negaram que os autores tenham sido da família”, afirmou Pedrosa. A polícia abriu um inquérito para apurar os dois fatos e segue à procura dos demais envolvidos.
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