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Huawei mira em Galaxy S10 e iPhone Xs em nova tentativa no Brasil

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Huawei mira em Galaxy S10 e iPhone Xs em nova tentativa no Brasil

Huawei P30 Pro: smartphone tem sistema Android e câmera traseira tripla (Martyn Landi/PA Images via Getty Images/Getty Images)

São Paulo – A chinesa Huawei voltará ao mercado brasileiro de celulares a partir de maio deste ano. Diferentemente do que fez no passado, agora a fabricante mira no segmento de smartphones topo de linha, onde se posicionam os rivais Galaxy S10, da Samsung, e iPhone Xs, da Apple.

José Nascimento, diretor de vendas da Huawei no Brasil, realizou uma apresentação para a imprensa, em São Paulo, sobre os principais recursos do P30 e comentou sobre a nova estratégia da companhia no mercado brasileiro.

“Queremos oferecer o melhor da tecnologia para o Brasil, que é um mercado muito relevante para a empresa. Isso é uma forma de reconhecer o apetite do brasileiro pela marca. Queremos oferecer o melhor da tecnologia ao mercado. Não queremos frustrar o consumidor e não trazer nossos melhores produtos. É por isso que traremos o aparelho com um pequeno intervalo em relação ao lançamento global, em março”, afirmou Nascimento  durante a coletiva de imprensa.

Os primeiros celulares anunciados para o mercado nacional são os recém-lançados globalmente P30 Pro e P30 Light. O primeiro é o mais sofisticado. Ele tem um sistema de câmera tripla, sendo uma delas de ampla captura, como a lente da câmera de ação GoPro. Mas isso é algo que os rivais já têm, como é o caso do S10 ou mesmo do intermediário Galaxy A9.

O diferencial do P30 é seu sistema de zoom que permite uma aproximação híbrida de hardware e software para permitir um zoom de 5 ou até 10 vezes. Com o zoom ótico, o smartphone consegue aproximação de até 50 vezes.

Mercado

O contexto do mercado não é o mais favorável. A consultoria IDC prevê para 2019 uma queda de 4,3%, com venda de 42,5 milhões de unidades. Para Renato Meireles, analista sênior da IDC, o mercado chega atualmente a um nível de maturidade em âmbito global, com mais de 50% das pessoas que estão em seu segundo ou terceiro smartphone. Por isso, elas buscam especificações técnicas melhores – o que pode ser um ponto positivo para a estratégia da Huawei. Para o mercado nacional, a desaceleração acontece em razão da incerteza sobre a reforma da previdência. Em nível global, para Meireles, as notícias são semelhantes.

“Em nível mundial, a China teve quedas de vendas em todos os trimestres de 2018. Um dos fatores é a desaceleração da economia chinesa e a guerra comercial, que levou os EUA ao bloqueio da ZTE e a à indisposição com a Huawei. O cenário de queda é mundial. Os países que puxam o mercado para cima são Índia, Indonésia e Rússia. Eles são países que têm espaço para crescer em vendas de smartphones”, afirmou Meireles.

É por conta disso que as fabricantes de dispositivos móveis apostam em novas tecnologias para vender mais. A Qualcomm criou um novo módulo, parecido com um processador (SoC), que acomoda mais de 400 componentes e permite dar mais agilidade às marcas que o adotarem para levar novos smartphones ao mercado. Empresas como Motorola apostam no 5G. Já Samsung, Huawei e a pequena Royole mudaram o formato tradicional do smartphone ao apresentar ao mercado os primeiros aparelhos comerciais com telas dobráveis.

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Produção de veículos elétricos sofre com redução de financiamento na China

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Este ano, os fabricantes chineses de elétricos levantaram apenas US$ 783,1 milhões até meados de junho, ante US$ 6 bilhões no mesmo período do ano anterior

Carros elétricos: Ansiosa para conter a poluição e impulsionar sua própria indústria automobilística, a China disse que quer os chamados veículos de energias novas (Wikimedia Commons/Wikimedia Commons)

Hong Kong/Pequim — No ano passado, Wei Qing e sua equipe de investimentos privados visitaram mais de 20 startups chinesas de fabricação de veículos elétricos. O resultado? Eles decidiram não investir em nenhuma.

“Há muitas incertezas desde quando uma empresa conta uma história no estágio inicial, até quando produz um carro teste e levanta capital para a eventual produção em massa”, disse Wei, diretor-gerente da Sailing Capital, de Xangai. Wei, que se recusou a nomear os fabricantes que sua equipe visitou, disse que acha que apenas alguns deles sobreviverão. A Sailing Capital decidiu investir em um fornecedor de peças para veículos elétricos, acrescentou.

Suas preocupações refletem o que os banqueiros descrevem como tempos de financiamento cada vez mais difíceis para os fabricantes chineses de veículos elétricos, que precisam brigar por atenção em um setor lotado e apresentar argumentos convincentes sobre sua rentabilidade futura, apesar dos cortes do governo nos subsídios e planos para, aos poucos, eliminá-los.

Este ano, os fabricantes chineses de elétricos levantaram apenas 783,1 milhões de dólares em meados de junho, ante 6 bilhões de dólares no mesmo período do ano anterior e 7,7 bilhões em todo o ano de 2018, segundo o provedor de dados PitchBook.

Ansiosa para conter a poluição e impulsionar sua própria indústria automobilística, a China disse que quer os chamados veículos de energias novas – que também incluem híbridos, híbridos plug-in e carros de célula de combustível – para responder por um quinto das vendas de automóveis em 2025 comparado com 5% agora.

Essas ambições geraram uma infinidade de startups de veículos elétricos competindo não apenas umas com as outras, mas também as montadoras globais e a Tesla, que planeja iniciar a produção na China este ano.

Cerca de 330 empresas de elétricos estão registradas para algum tipo de subsídio, mostram dados do governo, embora o número de startups mais bem estabelecidas seja muito menor, em torno de 50.

Mas em meio às críticas de que algumas empresas se tornaram excessivamente dependentes dos fundos do governo, Pequim reduziu os subsídios, elevou os padrões necessários para que os veículos se qualificassem e sinalizaram que os encerraram completamente depois de 2020.

Isso levou a uma desaceleração acentuada à medida que os preços dos veículos aumentam. As vendas de veículos de energias novas em maio subiram apenas 1,8% em relação ao ano anterior, em comparação com 18,1% em abril e 62% em 2018.

Sobrevivendo no atual ambiente de financiamento, exige muita disciplina de custos, disse o presidente-executivo, Daniel Kirchert, da fabricante Byton, de Nanjing, à Reuters.

“Dada a situação atual, não é suficiente para qualquer startup criar bons produtos e ser rápida no mercado. Pelo menos é igualmente importante gerenciar custos. Não apenas custos fixos, mas custos variáveis”.

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Entenda como criptomoedas substituem outras formas de pagamento

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Facebook anunciou sua nova moeda digital nesta terça-feira, a libra

As criptomoedas vivem em um ambiente volátil, uma espécie de montanha russa que o Facebook busca mudar com sua nova moeda Libra.

A nova moeda digital será supervisionada por uma organização sem fins lucrativos e será apoiada por ativos reais para ser confiável e estável.

Como funcionam as criptomonedas

Para usar moedas como a Libra, as pessoas precisarão instalar um software conhecido como carteira digital.

Várias carteiras digitais estão disponíveis, mas uma chamada Calibra está sendo projetada por uma subsidiária do Facebook para smartphones dos sistemas operacionais Apple e Android e será integrada aos serviços de mensagens Messenger e WhatsApp.

Esse sistema “permite que todos guardem seu dinheiro com segurança em seus telefones”, disse à AFP o vice-presidente de produtos da Calibra, Kevin Weil.

Uma carteira digital escolhida pelo usuário deve estar vinculada a contas bancárias ou cartões de crédito para transferências ou transações on-line.

“Da mesma forma que você pode recorrer a qualquer navegador para se conectar à internet, você poderá escolher qualquer carteira digital”, disse Weil.

As vantagens

A Libra foi lançada como um ecossistema aberto, para que qualquer negócio, ou serviço, possa aceitá-la como meio de pagamento.

As instituições financeiras também poderão oferecer empréstimos, ou créditos, em Libra.

“Imagine guardar as economias de sua vida em casa. É mais seguro levá-las com você em seu telefone”, alegou Weil.

O Calibra poderá, por exemplo, ser usado para enviar dinheiro para amigos, ou familiares, em outro país. Também servirá para comprar em lojas on-line, ou no mundo real, da mesma maneira que se usa o Pay Apple, ou o Google Pay.

Atualmente, mais de um bilhão de pessoas usam o WhatsApp e o Messenger para se comunicar. Segundo essa empresa, faz sentido, portanto, fornecer a eles uma maneira de movimentar dinheiro.

“Com o tempo, à medida que o ecossistema da Libra crescer e a Libra for incorporada a produtos e serviços, haverá mais coisas que poderão ser feitas”, disse Weil.

Como transformar dinheiro vivo em criptomoeda

Pessoas sem acesso a bancos poderão ir a uma casa de câmbio, por exemplo, para converter o dinheiro em Libra.

Uma vez em um smartphone, a Libra poderá ser enviada como uma mensagem de texto. Os destinatários terão a opção de salvá-la em suas próprias carteiras para uso futuro, ou convertê-la em suas moedas locais.

“Faremos com que seja fácil converter para a moeda local”, acrescentou Weil.

“Se você não tiver conta em banco, poderá recorrer a lugares como casas de câmbio que operem com a Libra”, completou.

As comissões de câmbio de dinheiro poderão ser administradas pelo mercado, mas provavelmente serão menores do que as cobradas pelas empresas que transferem fundos.

O Calibra terá proteção contra fraudes e recuperação de senhas, e haverá um procedimento para reconhecer o cliente, por meio de documento de identidade oficial.

“Este é o dinheiro do povo. Sentimos uma grande responsabilidade de mantê-lo seguro”, completou Weil.

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Niantic processa grupo de supostos trapaceiros do ‘Pokémon Go’

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Empresa afirma que o Global++ está destruindo o jogo com seu aplicativo

A Niantic processou membros do Global++ por supostamente oferecerem versões “derivadas não autorizadas” (hackeadas) do Pokémon Go, do Ingress e até mesmo do ainda beta Harry Potter: Wizards Unite. Os aplicativos móveis modificados não só violam os direitos de propriedade intelectual, disse a Niantic, mas “afetam a integridade da experiência de jogo” ao ajudar os jogadores a trapacear. Isso prejudica o entusiasmo das pessoas e, portanto, poderia “interferir” nos negócios da Niantic.

Alguns dos membros do Global++ foram nomeados, incluindo o suposto líder, Ryan Hunt, e o promotor do YouTube, Alen Hundur. Fora isso, existem também 20 membros anônimos que não foram identificados até o momento.

Apesar de não ter divulgado comunicado oficial, a Global++ retirou seu site e servidores do ar. Ela diz estar fechando “indefinidamente” para honrar suas “obrigações legais”.

Assim como acontece com outros processos judiciais, alguns aspectos do processo da Niantic podem ser controversos. Embora a Global++ claramente não tenha permissão para modificar os apps da empresa, alguns questionam se os estúdios estão realmente perdendo receita devido a isso.

Contudo não existem dúvidas de que aplicativos que ajudam a trapacear podem estragar a experiência do usuário, e a Niantic deve achar que uma ação judicial impedirá outras possíveis dores de cabeça com trapaceiros.

Via: Engadget

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