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Homens de Preto terá jogo com realidade aumentada

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O game se parece muito com Pokémon Go e ficará disponível nas lojas de aplicativo gratuitamente no dia 12 de junho

Após o sucesso do Pokémon GO, muitas outras franquias conhecidas começaram a entrar no mercado de jogos de realidade aumentada. A mais nova adesão desse mercado será, agora, a franquia do filme de “Homens de Preto”, cujo novo longa estreia nos cinemas dia 14 de junho.

O momento de lançamento para o jogo “Men in Black: Global Invasion” não poderia ser melhor. A ideia e lança-lo no dia 12, dois dias antes da estreia do filme no cinema. Ele ficará disponível na Google Play Store e na App Store gratuitamente para download.

A sinopse do jogo é a seguinte: você irá incorporar um agente novato e seu trabalho será proteger o planeta de extraterrestres criminosos, ou seja, como acontece no primeiro filme. Estes estão espalhados por todo o mundo, da mesma forma que os Pokémons no caso do Pokémon GO. Por isso, sua missão será jogar para enfrentá-los e capturá-los.

Para fazer isso, o jogo coloca à nossa disposição um catálogo de armas típicas da saga , como o Grillo Ruidoso ou o De-Atomizer, cada um deles com suas respectivas características e habilidades. Além disso, você pode coletar e evoluir mais de 40 alienígenas, como Neeble ou Edgar, para usar em combate.

Haverá dois tipos de luta: o primeiro é para capturar alienígenas que encontrar pela cidade e no segundo, você usará ETs adquiridos para lutar com outros da espécie ou com agentes inimigos.

No momento, o jogo está me fase de pré-inscrição. Você pode clicar aqui, para receber um aviso por e-mail quando “Men In Black: Global Invasion” ficar disponível para download ou faze-lo diretamente na loja de aplicativos.

Via: Xataka Android

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Centro médico em Ruanda usa robôs para monitorar pacientes com coronavírus

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Para minimizar o contato com médicos e enfermeiros, o país africano tem usado três robôs para realizar tarefas simples, como medir a temperatura

Robôs: no futuro, poderão fazer tarefas como medir pressão arterial e açúcar no sangue (REUTERS/Clement Uwiringiyimana/Reuters)

Nas instalações de tratamento contra o novo coronavírus em Kanyinya, cidade próxima à capital Kigali, em Ruanda, Akazuba, Ikizere e Ngabo se reúnem para o serviço, mas estes não são profissionais de saúde comuns.

Em uma tentativa de minimizar o contato entre pacientes infectados com o coronavírus e médicos e enfermeiros, o país tem usado três robôs para realizar tarefas simples, como medir a temperatura e monitorar os pacientes.

Os elegantes robôs brancos, com grandes olhos azuis brilhantes e uma aparência bastante humana, foram doados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e estão ajudando os trabalhadores da linha de frente a enfrentar a crise no país da África Oriental, que até agora tem 355 casos confirmados da doença.

“Os três robôs que temos são parte da equipe de tratamento”, disse David Turatsinze, médico da unidade de 75 leitos, que abrigava 65 pacientes quando a equipe da Reuters visitou.

Ao transmitir mensagens aos médicos e ajudar a equipe a avaliar a eficácia de suas decisões clínicas, os robôs reduzem o número de visitas que os médicos precisam fazer.

Francine Umutesi, engenheira biomédica que trabalha como especialista em operações de tecnologia em saúde no ministério da saúde, disse que os robôs foram os primeiros na África e tinham potencial para oferecer ainda mais apoio às equipes médicas.

“Isso não remove as tarefas que os médicos devem fazer, apenas complementa seus esforços”, disse ela.

Ruanda já usa drones para entregar sangue de modo a reduzir a propagação da covid-19.

Existem mais dois robôs em outro centro de tratamento da covid-19 do país. Autoridades disseram que os robôs serão programados para realizar tarefas adicionais. “No futuro, pode ser muito útil se eles forem programados para medir a pressão arterial e o açúcar (no sangue)”, disse Turatsinze.

 

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PlayStation 5 será apresentado pela Sony no dia 4 de junho

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Videogame da Sony PS5 será revelado durante um evento ao vivo que poderá ser acompanhado pela internet

PlayStation 5: novo console da Sony será revelado no dia 4 de junho (Sony/Divulgação)

A Sony anunciou a data de apresentação do PlayStation 5. O novo videogame da fabricante japonesa será apresentado ao público no dia 4 de junho, a partir das 17h (horário de Brasília). Com duração de pouco mais de uma hora, o evento poderá ser acompanhando pela internet através do Twitch e do YouTube.

Será a primeira vez que o videogame será exibido e, mais importante, rodando games. Ainda não há muitas informações sobre quais títulos serão executados na nova plataforma. Até o momento, sabe-se que jogos como “Fortnite”, “Horizon Zero Dawn 2” e “Observer: System Redux” serão compatíveis com o PlayStation 5, mas os fãs ainda estão esperando o anúncio de exclusivos para a nova geração.

Por meio do blog oficial do PlayStation, o presidente da divisão de jogos da Sony, Jim Ryan, comentou que tanto estúdios grandes quanto os pequenos terão seus títulos inclusos. “Os jogos que acompanharão o PS5 representam o que há de melhor no setor, oferecido por estúdios inovadores espalhados por todo o mundo”, disse.

Sobre as especificações do PS5, ele terá processador de oito núcleos AMD Zen 2 com 3,5 GHz, GPU AMD RDNA com 10,28 teraflops. Em março, a Sony divulgou que a principal mudança do videogame seria o uso de um disco de estado sólido, ou SSD, para acelerar a performance do produto, em comparação ao PS4.

O lançamento do aparelho está previsto para o segundo semestre de 2020, e algumas características sobre o novo produto já foram divulgadas. O novo visual do controle foi apresentado em abril e, no começo de maio, a Epic Games divulgou o novo motor gráfico que será utilizado, principalmente, no PS5.

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Xiaomi cria bateria portátil que não precisa ser recarregada na tomada

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A empresa chinesa desenvolveu o acessório para locais ou situações sem energia elétrica disponível

Bateria: acessório da Xiaomi recarrega com energia solar (Xiaomi/Divulgação)

A chinesa Xiaomi se destaca no mercado global com seus smartphones, mas também produz outros aparelhos, como TVs, notebooks e até patinetes elétricas. Agora, a companhia aposta em baterias portáteis que não precisam ser recarregadas na tomada: elas podem ser recarregadas com energia solar.

Chamado Yeux, o acessório tem capacidade de 6.400 mAh, ou seja, mais do que o dobro da bateria do iPhone 11.

A empresa chinesa diz que o carregamento por energia solar é útil em situações onde não há energia elétrica disponível. Um exemplo seriam ciclistas que precisa recarregar seus smartphones durante uma viagem.

O Yeux tem portas USB-A (formato tradicional de computadores e cabos de celular), bem como micro-USB e USB-Type C (usado em smartphones com sistema Android, como os que a Xiaomi vende).

O acessório tem uma luz LED que fica verde, amarela ou vermelha para indicar quando a luz solar está sendo captada. Vendido apenas na China, o Yeux tem preço sugerido de 349 renminbis, cerca de 260 reais.

 

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Agora vai? SpaceX e Nasa preparam lançamento ao espaço no sábado

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Segunda tentativa de decolagem está prevista para amanhã à tarde, no primeiro lançamento de uma missão tripulada nos Estados Unidos em 10 anos

SpaceX: lançamento precisou ser interrompido na última quarta (27) por causa do mau tempo na Flórida (Steve Nesius/Reuters)

Depois de uma primeira tentativa frustrada, a SpaceX e Nasa se preparam para realizar o lançamento da cápsula Crew Dragon neste sábado (30). O foguete, que levará dois astronautas para a Estação Espacial Internacional, deveria ter decolado na última quarta-feira (27), mas o lançamento precisou ser interrompido na última hora por causa do mau tempo na Flórida.

Os astronautas estavam posicionados em seus assentos quando houve o cancelamento, dez minutos antes da decolagem.

A missão faz parte de uma tentativa de colocar os Estados Unidos novamente na vanguarda do lançamento de astronautas para o espaço. Será a primeira vez, depois de quase uma década, que uma missão tripulada é enviada a partir do território americano. O Centro Espacial Kennedy, na Flórida, é usado para a decolagem.

O lançamento deste sábado também é um marco para a empresa SpaceX, do empresário bilionário Elon Musk. Será a primeira missão tripulada já realizada pela companhia desde que ela foi fundada em 2002.

Os astronautas Bob Behnken e Doug Hurley estarão a bordo da cápsula Crew Dragon, que será lançada com um foguete Falcon 9, de 70 metros de altura, desenvolvido pela SpaceX. A decolagem está marcada para as 16h22, no horário de Brasília. O foguete será lançado na plataforma 39A, do Centro Espacial Kennedy, a mesma utilizada pela missão Apollo 11, que levou o astronauta Neil Armstrong à Lua.

A estimativa é que os astronautas cheguem à Estação Espacial Internacional no dia seguinte, 19 horas após o lançamento. Em entrevista para a rede de televisão americana CBS, Elon Musk afirmou que, caso a missão falhe, a culpa será dele. Em 2013, a Nasa requisitou que a sonda Dragon, desenvolvida pela companhia de Musk para o transporte de cargas espaciais, fosse adaptada para poder levar uma tripulação ao espaço.

Após um investimento de mais de 3 bilhões de dólares por parte da Nasa e muitos atrasos no cronograma, a expectativa para o lançamento é alta. Caso a missão tenha sucesso, os Estados Unidos poderão voltar a enviar astronautas ao espaço sem depender do Cosmódromo de Baikonur, base de foguetes russa que tem sido usada pelo país desde 2011. Embora ainda exista a possibilidade de um novo adiamento por causa do tempo, a empresa e a agência americana estão comprometidas com a missão. O mundo aguarda com ansiedade.

 

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Samsung terá conta digital grátis para serviço de pagamento via celular

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As empresas de tecnologia buscam espaço no mercado dos bancos e fintechs

Samsung Money: sul-coreana terá conta grátis e cartão de débito para o Samsung Pay (Andrew Kelly/Reuters)

A sul-coreana Samsung aposta agora em um novo negócio: contas digitais. A empresa adentra o mercado das fintechs com o que chama de Samsung Money, uma conta que será vinculada ao seu aplicativo de pagamentos via celular chamado Samsung Pay, disponível no Brasil desde julho de 2016.

A solução tecnológica da sul-coreana abrange também um cartão de débito com badeira Mastercard, emitido pela SoFi e pelo Bancorp Bank.

A conta digital da Samsung não terá taxas, algo que pode mudar no futuro, e rentabilidade do saldo acima da média dos Estados Unidos. Uma vez acionada, a conta poderá ser usada antes mesmo da chegada do cartão de débito.

O programa de recompensas já existente, o Samsung Rewards, também contará pontos nas transações feitas com o cartão físico.

Samsung Money

Samsung Money: empresa busca fatia do mercado de pagamentos via celular (Samsung/Divulgação).

Em termos simples, o aplicativo do Samsung Pay passará a funcionar como o de um cartão, como o do Nubank. Será possível consultar saldo da conta, bloquear o cartão, analisar as últimas transações e reportar fraudes.

Ainda assim, o Samsung Pay continuará a funcionar para realizar pagamentos por contato, apenas com o celular, em lojas físicas. O novo serviço é exclusivo para consumidores que têm smartphones da Samsung.

Gigantes da tecnologia na área das fintechs

Assim como a Samsung, a Apple também tem um serviço financeiro. Apesar de ser conhecida pelo iPhone, a companhia americana lançou, no ano passado, o Apple Card, em parceria com o banco Goldman Sachs. O cartão de crédito pode ser usado tanto em lojas físicas como em formato digital para compras via internet. O Apple Pay oferece como benefício o cashback, que dá ao consumidor parte do dinheiro gasto em crédito.

A chinesa Huawei também busca o mercado de pagamentos. A empresa se aliou ao UnionPay, maior sistema e pagamento por cartões da China, para criar um cartão de crédito. Diferentemente do Apple Card, o cartão da Huawei cobra anuidade.

Por ora, nenhuma das iniciativas dos gigantes do mercado de tecnologia no campo nas fintechs chegou ao mercado brasileiro, apesar de tanto Apple Pay quanto Samsung Pay funcionarem para realizar pagamentos com iPhones e Galaxies.

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Governo quer transformação digital com educação online e indústria 4.0

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Ministério da Ciência e Tecnologia firmou parceria com a companhia americana Cisco para acelerar digitalização brasileira

Transformação digital: Brasil quer acelerar digitalização com parceria com a companhia americana Cisco (inkoly/Getty Images)

O ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) anunciou nesta quarta-feira (27) uma parceria com a empresa de tecnologia Cisco para o desenvolvimento de soluções digitais que serão utilizadas no processo de transformação digital do país. A cerimônia contou com a participação de executivos da Cisco, como o presidente Laércio Albuquerque, e do ministro Marcos Pontes. O presidente Jair Bolsonaro havia sido confirmado pela organização do evento, mas não compareceu.

Fundada nos Estados Unidos ainda durante a década de 1980, a Cisco é uma das gigantes do setor de tecnologia da informação, principalmente com serviços voltados para o setor de telecomunicações. Nesta quarta-feira (27), a companhia estava avaliada na bolsa de valores da Nasdaq em mais de 193 bilhões de dólares.

Com validade de três anos, o acordo firma uma parceria entre o governo e a empresa americana chamada de Country Digital Aceleration e que foca na transformação digital de diferentes áreas de uma região. A Cisco já possui parcerias semelhantes com outros 33 países.

Na prática, a companhia vai investir em 32 projetos que são escolhidos em conjunto com o setor público. O dinheiro só será alocado em áreas que o governo concordar que existe uma necessidade de inovação. A princípio, os primeiros passos serão realizados em áreas como saúde, educação, indústria e segurança digital.

Nesta seara estão o desenvolvimento de um conselho de inovação cibernética no país, o desenvolvimento de um protótipo e de cem pilotos de escolas digitais conectadas e a criação de um centro de experiência de tecnologias que podem habilitar a indústria 4.0.

Sobre o valor que será alocado, a companhia informou que não revela números de quanto investe nesses acordos realizados em cada país.

Segundo a Cisco, o acordo começou a ser costurado ainda em 2019, durante o evento Mobile World Congress, realizado anualmente em Barcelona, na Espanha. Na ocasião, uma delegação brasileira que representava o governo se reuniu com executivos da Cisco e visitou um centro de inovação da companhia na cidade.

 

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