Um indivíduo que se passava por deputado utilizava imagens e dados reais de parlamentares para entrar em contato com as vítimas, criando situações de urgência falsas — como acidentes ou problemas médicos — e solicitando transferências instantâneas via Pix. A quadrilha montava perfis falsos em apps de mensagens para ludibriar as pessoas. O suspeito está implicado em um esquema de fraudes eletrônicas.
As investigações revelaram que o detento, condenado a 21 anos por roubo e atualmente no regime semiaberto com uso de tornozeleira eletrônica, empregava um aparelho similar a um “pen drive” acoplado ao equipamento. Este dispositivo bloqueava o sinal de monitoramento, permitindo que ele saísse de casa à noite sem que a vigilância penitenciária detectasse o descumprimento do horário determinado pela Justiça.
