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sábado, 29/11/2025

Gilmar Mendes afirma que ninguém participa do Gilmarpalooza para cometer irregularidades

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São Paulo, 04 – O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não se mostrou afetado pelo apelido dado ao Fórum de Lisboa, evento que ele ajuda a organizar. “Se quiserem, podem continuar chamando de Gilmarpalooza”, disse o magistrado com uma risada durante entrevista coletiva nesta sexta-feira, 4.

Mendes comemorou a inscrição de 150 jornalistas e mais de 3 mil participantes no Fórum, incluindo políticos brasileiros. “Aqui temos vários governadores, senadores e deputados, tanto como palestrantes quanto como participantes”, explicou.

Segundo ele, “ninguém vem ao Fórum de Lisboa para agir de maneira inadequada”. O ministro ressaltou que há “total transparência” nas despesas para trazer palestrantes ao evento e destacou que muitas pessoas participam por iniciativa própria. “Nós não arcamos com passagens, exceto para quem necessita de apoio”, complementou.

Conforme divulgado pelo Estadão, a Câmara bancou a viagem de 30 dos 44 deputados presentes no Fórum, enquanto o Senado custeou a deslocação de seis senadores.

Este ano, estiveram presentes o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do STF, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do Tribunal de Contas da União (TCU), além de governadores e outras autoridades.

No caso dos parlamentares, hospedagem, deslocamento e outros custos serão pagos pelo Congresso, que reembolsa os congressistas mediante apresentação de notas fiscais, o que ainda impede determinar o valor exato gasto pelo evento.

O Fórum de Lisboa

A edição deste ano do XIII Fórum de Lisboa teve como tema “O mundo em transformação: direito, democracia e sustentabilidade na era da inteligência”. O evento é promovido pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), que tem como sócio Gilmar Mendes, em parceria com o Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (ICJP) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Durante o encontro, políticos, empresários, magistrados e outros participantes brasileiros e portugueses debatem diversos temas. Inicialmente voltado para o Direito nas duas nações, conforme declarou Mendes, as discussões tornaram-se mais amplas e complexas.

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